História Lúcifer - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Suga
Tags Jikook, Jungkook, Lucifer, Suga, Yoongi, Yoongi!bottom, Yoonkook
Visualizações 284
Palavras 1.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Steampunk, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EAE, turu bom?

ent, eu n consigo escrever capitulo grande kkkj
parece q eu escrevo, escrevo e n passa das 500 palvras
vaitomarnocu kkkkk

enfim, boa leitura ae

Capítulo 5 - Lúcifer não gosta de crianças


 

 

                 5— 

 

                — Oh, Lucy. — Jimin, que lia uma revista qualquer, se assustou ao ver que o maior já havia chegado. — Pensei que ia demorar mais. E que marca é essa no teu rosto? — Arqueou a sobrancelha.

 

                Jeon apenas passou os dedos pela marca, com uma cara nada boa.        

 

                — Levei um tapa, Jimin. — Falou distraído.

 

                — Quem ousou te dar um tapa, Jeon? — Com um olhar sério, Jimin se levantara do sofá, levando a destra até a parte traseira de sua calça, onde guardava suas adagas. Não podia permitir, como demônio do Lúcifer, que alguém o desrespeitasse de tal maneira e saísse impune. — Diga-me quem foi que eu arranco todos os dedos dessa criatura escrota.

 

                — Yah, Jimin, deixe isso quieto. — Ele resmungou, sem muito interesse, sentando-se no sofá onde o demônio antes sentava. — Pegue um copo de vodca para mim, sim?

 

                O menor o olhou incrédulo, para onde havia ido à dignidade de Lúcifer? Trincando os dentes, arremessou sua adaga na direção de Jeon, que parou perigosamente perto do pescoço deste, no estofado escuro. Havia “errado” de propósito.

 

                — Vou pegar meu pau, Lucy. — Lhe mostrou o dedo do meio, pegando sua jaqueta de couro jogada em cima do balcão de bebidas.

 

                — Você não vai sair. — Jeon falou, e, infelizmente, para Jimin aquilo foi uma ordem. O menor parou, e com uma expressão irônica, perguntou um “e por que não?” extremamente sarcástico, com uma pose. — Porque eu vou descontar toda a raiva que tô sentindo agora, fodendo você.

                               

                Jimin revirou os olhos. — Droga, Lucy. — Logo em seguida, sorriu sacana, lambendo os lábios enquanto jogava a jaqueta no chão novamente e tirava a camiseta preta que usava.

 

                Só bastou isso para sentar-se com gosto no colo de Jeon e puxá-lo para um beijo.

 

 

 

 

 

 

                — E ele ainda teve coragem de apertar minha bunda, Taehy!

 

                Yoongi cortava suas cenouras com tanta força que era capaz de quebrar a tábua junto. Queixa-se para o filho de quão chato era o seu novo colega de trabalho. Este ouvia tudo caladinho, enquanto devorava seu segundo Danoninho com gosto.

 

                Bem, sim, Yoongi havia um filho. O Min havia se casado com vinte anos, ou descobrir que havia engravidado uma colega de classe, na qual havia ficado de “beijinhos” na noite de um baile que ao menos se lembrava qual era. Como um homem de família, assumiu a criança e a sustentou como podia. Porém, sua esposa acaba falecendo devido a uma doença, deixando-o sozinho com Taehyung, nome do avô dela.

 

                Era uma história trágica, que Yoongi ainda não tinha coragem de contar tudo ao filhote; ele mesmo não aguentava e começava a chorar.

 

                — Se ele tentar alguma coisa hoje, bebê, papai vai voltar tarde para casa, por que eu vou ser preso. — Ele sabia que era errado falar isso para alguém tão novo, mas depois conversaria com Taehyung e diria que era tudo brincadeirinha.

 

                — Não quero que o papai chegue tarde. — Ele fez um biquinho, saindo do banquinho infantil e pulando direto para o chão. Yoongi apenas riu, terminando de cortar seus vegetais e colocando todos os pedacinhos numa panela cheia de água. Ele tentava, junto de seu filho, ser fitness, mas nunca conseguia. Um pequeno deslize ali e lá estavam comendo um delicioso lanche de bacon, era inevitável.

 

                Agora, mais relaxado, o Min pensava sobre o último caso, onde tivera uma misteriosa ajuda de uma espécie de habilidade psíquica, ou seja lá o que for aquilo. Não conseguia entender, e se recusava a acreditar nas palavras de Jeon; ele não possuía poderes.

 

                E muito menos era o “Lúcifer”! Pff, cada coisa.

 

                Riu consigo mesmo, aquela ideia era tão estranha e engraçada que era impossível se divertir. A única crença que Yoongi possuía era que ele não crê em nada, então, já que o Jeon iria o importunar até sabe-se quando, iria descobrir como era essa habilidade especial dele.

 

                — PAPAI! Tem um moço na porta! — Taehyung grita da sala, e alarmado, Yoongi já procura por sua pistola, que mantinha sempre por perto, mesmo quando estava fora do serviço.

 

                A arma estava na segunda gaveta de um armário na cozinha, e ao sacá-la, foi praticamente correndo para onde o filho estava. Seu modo pai estava ligado. Aproximou-se cautelosamente, e quando viu quem era na porta, pelo pequeno vidro de superfície lisa, quis dar um tiro em sua cabeça.

 

                — O que faz na minha casa, Jeon?

 

                — Oh, Jimin me deu o endereço correto, pelo menos. — Ele parecia aliviado, ainda parado em frente a sua porta.

 

                — O que você quer, Jeon? — Perguntou novamente.

 

                — Quero conversar sobre nosso próximo caso, detetive. — A voz do maior era tão cínica que quis revirar os olhos.

 

                — Podemos conversar pelo celular, Jeon. — Argumentou.

 

                — Eu não possuo um celular, detetive.

 

                “Puta que pariu” Pensou Yoongi, pois não podia falar palavrão com o filho presente. O cofrinho do palavrão do menor já estava cheio na metade por causa de sua boquinha frouxa.

 

                Suspirando pesaroso, Yoongi abaixa a arma e a guarda dentro de sua calça, na parte traseira. Girou a chave, e quando abriu a porta, deparou-se com a face irônica de Jeon, com um sorriso de orelha a orelha.

 

                — Satisfeito, Jeon? — Sorriu irônico.

               

                — Obviamente, Detetive. — Ele sorriu, sendo ainda mais irônico. — Ver seu rostinho lindo logo às — Olhou rapidamente para seu relógio dourado no pulso direito. — Nove e Quinze da manhã é um colírio para os olhos. — O rosto de Yoongi se enrubesceu, enquanto o filho riu baixinho.

               

                O Min fechou a porta de madeira, enquanto via Jeon analisar sua casa. — Detetive, eu pensava em sua casa com um lugar cheio de lixo, como aqueles apartamentos de adolescentes. — O olhar, levemente esnobe, na visão do menor, passava por todo o ambiente, até cair no corpinho pequeno de Taehyung. Aparentemente assustado, Jeon dá um passo para trás, engolindo a seco. — O-oh, o detetive possui uma cois- criança... É domesticada? — Perguntou acanhado, gesticulando como uma madame com nojo.

 

                Taehyung, ou ouvir seu nome sendo pronunciado, se aproxima do moreno, pretendendo abraça-lo. Porém, a mão grande de Jeon pára o corpo pequeno, em sua cabeça.

 

                — Vejo que não... Caso deseje, posso lhe dar um livro, é fácil e prático de domesticar essas criaturinhas... fofas. — Sorriu amarelo, tentando a todo custo afastar a criança de si.

 

                Yoongi achava engraçado a maneira como Jeon fugia de seu filho, por mais que fosse um insulto chama-lo de criatura. — Tem medo de crianças, Jeon? — Perguntou irônico.

 

                — Lúcifer não tem medo de nada, detetive. Eu apenas... não gosto. Crianças são grudentas de mais. Apenas isso. 


Notas Finais


se vcs gostaro, favorita e comenta aí, bicho


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