História Lúcifer - Capítulo 7


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Categorias Ariana Grande, Ian Somerhalder, Jensen Ackles, Justin Bieber, Sebastian Stan, Selena Gomez
Personagens Ariana Grande, Jensen Ackles, Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Anjos, Ariana Grande, Celestial, Demonios, Ficção, Hentai, Inferno, Jariana, Jensen Ackles, Justin Bieber, Lucifer, Magia, Romance, Selena Gomez, Sobrenatural, Universo Alternativo
Visualizações 50
Palavras 2.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BOA LEITURA!
😍😍💜

Capítulo 7 - Quem sou eu?


Fanfic / Fanfiction Lúcifer - Capítulo 7 - Quem sou eu?

                                      Justin Bieber


Passei meus braços envolta de sua cintura e juntei nossos corpos. Seus lábios eram macios e suaves. Seu beijo era quente, mas ao mesmo tempo carinhoso. Enfiei a língua em sua boca e deixei me levar. Suas mãos alcançaram meu rosto, a onde ela começou a acariciar lentamente. Me derreti com seu mero toque. Apertei sua cintura e subi minhas mãos no intuito de toca-la por inteiro. Não consegui me afastar. E isso me assustava, mas não mais do que eu havia percebido. Havia algo muito estranho naquele beijo. Um beijo que deveria ser simples e normal, me lembrou de uma pessoa. 

Uma pessoa que eu não queria lembrar. 

Com certa dificuldade, afastei nossos lábios, completamente ofegante. 

Quanto tempo se passou? 

-Talvez agora você se lembre de mim. 

-Por que você me beijou do nada?-busquei seu olhar.-Quem...é você? 

Ela sequer respondeu. Apenas caiu em meus braços, fraca e inconsciente. 

Que diabos está acontecendo aqui? 

Depois de pega-la no colo e deixa-la sobre a cama me tranquei no banheiro. Encarei meu reflexo e toquei meus lábios. Fechei os olhos e apertei os punhos. Merda. Eu gostei de beija-la. Mas por quê...tinha que ser igual ao daquela mulher? A Mulher que eu havia gostado a milênios atrás me beijava exatamente assim. Não havia dúvidas. Era o mesmo beijo! Meu coração estava acelerado mais do que o normal! Ainda me lembro como se fosse ontem o jeito que seus lábios se encaixavam nos meus. Katrina era uma mulher maravilhosa, mas também muito difícil. Assim como Ariana. 

E reparando melhor agora percebi que as duas tinham muitas coisas em comum. Talvez esse seja o motivo de Ariana me intrigar tanto. 


                                    Ariana Grande


Passos leves e lentos. De novo só há escuridão aqui. Caminho procurando apoio nas paredes em busca de uma luz, mas não há nada. Pelo o contrário, quanto mais eu andava mais perdida eu me encontrava naquele imenso corredor. Tive uma surpresa e caí de repente. Braços fortes me carregavam agora. Tentei abrir os olhos e enxergar sua face. Seus olhos eram negros e seu cabelo era loiro. O resto de seu rosto está distorcido. Droga. Não consigo enxerga-lo. Por que não me mostra o seu rosto? Me deixe toca-lo! Você quer me machucar? Quem é você? Ele sorri e me beija do nada. Grito no mesmo instante. Uma faca foi cravada em meu peito, me fazendo gritar. Eu sou o seu pior pesadelo! 


-Ariana, acorde! Acorde porra! -fui sacudida com certa ignorância. 

Abri os olhos e me sentei na cama. Apoiei a cabeça com suas mãos, me sentindo tonta e confusa. De novo esses malditos sonhos sem sentido! 

-Finalmente acordou!-encarei a figura de Justin à minha frente.-Você estava gritando feito uma louca!

-Estava?-fiquei confusa.-E o que eu dizia? 

-Implorava para que te soltassem. Você sempre tem esses pesadelos?-perguntou ele, me oferecendo um copo d'água. Pensei antes de aceitar.-Não se preocupe, não está envenenado nem nada.-achou graça. 

-Você não me diria se estivesse.-virei todo o líquido na boca.-O que faz aqui? 

-Eu vim te entregar um presente. 

-Presente? Pra mim? 

-Sim. 

-E por que você me daria um presente? 

-Porque eu quero oras.-o observei andar até a cômoda e pegar ao que parecia ser um box de livros.-Toma, é seu. 

-Eu não quero nada seu. 

-Só pegue Ariana! 

Olhei suas mãos. O box era grande e bonito. Peguei para olha-los melhor. O primeiro livro se chamava Perdida. A capa era linda, com uma mulher de vestido e usando um all stars vermelho. Li a sinopse, o que me deixou ainda mais empolgada. Eu era apaixonada por livros! 

-Desde quando o Diabo sabe o meu gosto por livros? 

-Desde quando ele se encontra muito interessado por você. 

Acabei sorrindo. 

-Está tentando me ganhar? Irá precisar mais de que um livro para isso.-recoloquei os livros na caixa e os deixei ao lado da cama. 

-Então que tal uma biblioteca inteira?-levantou uma sobrancelha, mantendo um sorriso divertido no rosto. 

Ele riu com a minha expressão de choque.-Você iria adorar. 

-Está falando sério? 

-E por que eu não estaria? 

-Você tem problema. 

-Isso foi muito ofensivo.-ele fez biquinho na intenção de ser fofo. Não me aguentei e acabei caindo na risada.-Rir do Diabo também é ofensivo e eu poderia mata-la por tamanha difamação. 

-Tente.-provoquei.-E me mate se tiver coragem. 

-Quanta coragem, Ariana.-franziu o cenho.-Isso só me deixa ainda mais interessado na sua pessoa. Mas mudando de assunto, você se lembra de algo que aconteceu a alguns minutos atrás? 

-Eu estava dormindo. 

Justin pareceu triste e decepcionado com a minha resposta, mas não disse nada. Mudamos de assunto e desci para o jantar depois de muita insistência. Não entendo o porque dele estar assim tão interessado em mim. Penso na hipótese de que talvez ele só queira se divertir comigo. Mas não vou negar. Gostei dos livros e também gostei da sua atenção.

 Pela a primeira vez nós conseguimos conversar sem acabar brigando no final. E sim, eu ainda queria muito dar o fora daqui, mesmo tendo a consciência de que ele não iria deixar. Isso não me impediria de tentar fugir. 

Riva e as outas garotas estavam tagarelando sobre as novas roupas que compraram. Me sentei à mesa, que por sinal estava muito farta aumentando a minha fome. Acenei para elas e comecei a comer. Justin manteve o olhar fixo em mim durante todo o jantar. Riva fez questão de se sentar ao seu lado e acariciar seus braços expostos. Desviei o olhar. 

Aquilo me incomodava. 

-Você está bem?-Lucy tentou puxar assunto.-Está tão calada. 

-Estou bem, obrigada.

-Claro. Por que ela não estaria bem estando em um Castelo desses?-começou a vadia da Riva.-Ela tem sorte de estar aqui e ainda viva! 

-E você deve estar muito insatisfeita com isso, não é?-fiz questão de provoca-la. Não cairia no joguinho dela.-E insegura também, já que Lúcifer anda bastante interessado em mim.-abri um sorriso de orelha a orelha, fazendo Justin se surpreender com o tom provocador das minhas palavras.

-Você é uma abusada!-colocou-se de pé, inclinando-se logo à minha frente.-Eu poderia cortar a língua agora mesmo! 

-Então corte. 

-Parem vocês duas agora mesmo!-ordenou Justin, irritado.-E você Riva, pare de provoca-la agora mesmo! 

-Você está sempre defendendo essa garota! Gosta dela, né? Eu sei que gosta! 

Agora Riva estava sendo ridícula. Mais do que já é. 

-Se eu gosto ou não isso é um problema meu! E se você não calar a merda dessa boca eu arranco a sua cabeça agora mesmo! Tenho certeza que os cachorros Infernais iriam adorar tê-la como sobremesa hoje a noite!-ameaçou ele, com os olhos frios e avermelhados. 

Riva congelou no lugar assim como todas as outras. 

-Eu não preciso que você me defenda, Justin!-bufei, revirando os olhos.-Mas que chatice! 

E mais uma vez lá estava ele, de olhos arregalados e testa franzida por eu ter o chamado pelo o nome. O que havia de estranho nisso? 

-Perdi o apetite. 

Larguei o pano sobre a mesa e sai fora dali. Sequer olhei para trás. Pensei que ele fosse me seguir, mas não o fez. Andei por vários minutos, completamente perdida naqueles imensos corredores. Acabei entrando em uma porta de transparente, que me levou de encontro ao que parecia ser um jardim. Não era nada pequeno, pelo o contrário, me lembrava até uma floresta de tantas árvores que tinha! Fiquei chocada por encontrar um lugar tão belo no Inferno. Pensei que tudo o que eu veria era dor e sofrimento, mas isso daqui superou todas as minhas expectativas.

Meus pensamentos eram como estrelas, que eu não conseguia arrumar em constelações. A imagem de Riva acariciando os braços de Justin me vem à mente, me deixando puta de raiva! Qual era o motivo de tanto ódio assim? Pouco me importava o que ele fazia ou deixava de fazer! Reprimi esses pensamentos e comecei a andar pelo o gramado. 

A noite estava abençoadamente fria. O som da água corrente chamou a minha atenção. Quase cai em um riacho antes de avistá-lo. Foi como revelar um tesouro. Na luz da lua, a água parecia brilhante. Nem sabia que dava para ver a lua do Inferno. Poucas coisas me surpreendem. 

Hesitei apenas por um momento, antes de me sentar no banco de pedra do riacho e retirar meus sapatos. Segundos depois, eu estava de pé dentro do rio, a água fria batendo nos meus joelhos. A sensação era maravilhosa. Muito relaxante. Subi de volta nas pedras e retirei minha calça. Quando voltei a entrar na água, eu estava só de blusa e calcinha. A corrente ligeira trabalhou como dedos que massageavam meus músculos, aliviando-os da tensão. Mergulhei a cabeça e deixei que a água me cobrisse por inteira, e penetrasse em meus cabelos empoeirados. 

Um braço se fechou sobre o meu estômago, bem abaixo dos meus seios e me puxou para fora do riacho. Antes que eu pudesse emitir um único som, um mão cobriu minha boca. Tentei me soltar e morder suas mãos. Mas quando tentei liberar a boca para gritar, a mão daquele agressor apertou mais meus lábios, machucando-os. Chutei-lhe as canelas, balancei o corpo e me contorci, o arranhando. Mas a força dele era muito superior a minha. 

-Cale-se e fique imóvel, pelo amor de Deus! 

Parei. Meu agressor se tratava de Justin. 

-Ai, ai. 

-Psiu. Cale-se. 

As palavras de Justin não passavam de sussurros perto da minha orelha. Me arrepiei, mesmo contra a vontade! 

Corpo traidor! 

-O que você está fazendo aqui? 

-Cale-se! 

Então, registrei novos sons. Sons que não tinha notado antes, mas que eram assustadoramente distintos. Risadas grosseiras de homens e gritos de mulheres. Um grupo de homens estavam montando acampamento em algum lugar por perto, enquanto balbuciavam palavras vulgares para aquelas mulheres. 

Aos poucos, Justin retirou a mão da minha boca. Meus lábios estavam brancos e dormentes pela a pressão que ele fizera. 

-Quem são eles?-perguntei baixinho. 

-Caçadores. São conhecidos por sequestraram, abusarem e fazerem as mulheres de escravas sexuais. Depois de se entediarem, elas são jogadas em uma fogueira e queimadas até a morte. 

Arregalei os olhos. 

-O quê?! 

Virei-me no intuito de ir ajuda-las agora mesmo! Justin estendeu um braço e agarrou uma parte da minha blusa molhada, usando isso como uma alavanca para me puxar de volta para si. 

-Deixe-me ir!

-Você está louca? 

-Elas vão morrer...Você é horrível, Justin! Como pode deixar essas coisas horríveis acontecerem? 

-Do que você está falando agora? Você mesma saiu do Inferno! Você mesma que veio para cá!-bufou ele. 

Fiquei confusa. 

-Como assim? Aqui é o Inferno! 

-Não, não é. Aqui é a área dos Caçadores e você mesma se transportou para cá!-explicou ele.-Não se faça de desentendida agora! 

Apoiei as mãos na cabeça e tentei assimilar as coisas. Mas eu só estava caminhando como vim parar em outro lugar? Eu nem sabia que podia fazer isso. Nem sei como fiz isso. 

Droga. 

Quem...sou eu? 

-Mesmo...assim.-engoli em seco quando os gritos se tornaram cada vez mais altos.-Nós precisamos ajudá-las! Faça alguma coisa! 

-Eu não vou me meter nesses assuntos para entrar uma guerra desnecessária com os Caçadores depois. Sem chance, Ariana! 

-Mas... 

Quando se tornou óbvio que eu iria discutir, Justin empurrou-me para baixo, fazendo-me dobrar os joelhos e aterrissar na vegetação fértil. Antes que eu tivesse tempo de recuperar o equilíbrio, ele empurrou um dos meus ombros. Tombei para o lado e rolei no refúgio das folhas. Justin entrou em seguida e soltou a cortina natural da videira grossa e pesada. 

-Agora, fique quieta ou nós seremos vistos.-sussurou diretamente em meus ouvidos.-Não se mova. Não faça nada. 

Eu teria protestado se aqueles braços não estivessem fazendo pressão contra o meu estômago. No mesmo instante, dois Caçadores passaram perigosamente perto de onde nós estávamos escondidos. Respirei fundo e perdi o ar. Sequer pisquei. Os Caçadores murmuram algo em outra língua. Eles retraçaram o caminho que fizeram, aproximando-se novamente, parando a centímetros de onde nós estávamos deitados atrás da videira. Justin pressionou o rosto em minha nuca, e permanecemos imóveis e quietos. 

-Eu jurava que tinha ouvido algo daqui.-disse um deles, agora na minha língua.-Acho que deve ter sido algum animal. 

-É, talvez. 

Pequenos perigos poderiam nos revelar a qualquer momento. Uma tosse. Um espirro. Uma cobra. 

-Vamos embora. 

Justin esperou cinco minutos inteiros, tempo o suficiente para que eles se afastassem dali. Nenhum de nós dois fez nada, exceto por respirar fundo e preencher nossos pulmões de ar. 

-O que eles estavan falando em outra língua aquela hora?-sussurei.

-O jeito que vão foder aquelas mulheres mais tarde. 

Girei a cabeça para olhá-lo. Chocada. 

-Isso é horrível! 

-Você se surpreenderia com o que os Caçadores são capazes de fazer. 

-Me sinto mal por não poder ajudá-las.-lamentei.-Mais uma prova de que eu não posso ser a Rainha Celestial

-Deveria colocar mais fé em si mesma. Tenho certeza que há força dentro de você. Você só precisa de um motivo para deixá-la sair.

Arqueei as sobrancelhas. 

-Está tentando me confortar? 

-Isso é ruim? 

Acabei sorrindo como uma boba.

-Não, só é estranho. 

-Entendo. 

A proximidade de Justin estava mexendo com os meus sentidos. Meu corpo frio procurava pelo o calor do dele. Ele cobriu minha boca quando eu estava prestes a gritar, por sentir insetos andando na minha perna. 

-Fique quietinha. 

-Eu estou tentando.-retirei suas mãos da minha boca. -Mas meus músculos não param de se contrair! E agora tem esses insetos! 

-Você desafia o Diabo e está com medo dos insetos? 

-Estou! 

Ele riu. 

-Está com frio? 

-Um pouco.-admiti.

-Então é melhor você tirar essa blusa molhada. 

-Eu estou bem. 

-Não quero você resfriada. Eu irei tirar a minha camisa e você pode se envolver nela, ok? 

-Tudo bem.-concordei com relutância.-Como...fazemos isso? 

-Deixe-me começar, baby. 

Com um movimento simples e rápido, Justin removeu sua camisa pelos os ombros e braços. 

-Sua vez.

Apertei os lábios aos redor dos dentes e fechei os olhos com força por um instante, tentando reunir coragem antes de alcançar os botões da minha blusa. Levantando e abaixando o ombro repetidas vezes, tentei me livrar da blusa molhada. 

-Deixe-me ajudar.

Senti a pressão quente das mãos de Justin sobre meus ombros. A mão deceu pelo o meu braço, levando a blusa consigo, centímetro por centímetro. As articulações de seus dedos colidiram com a lateral dos meus seios, me fazendo arfar. 

Congelei. 

-Desculpe-me. 

Por que ele estava sendo tão gentil? 

Quando ele pôs sua camisa seca sobre mim, agarrei-me aos tecido, aquecendo minha pele fria. O resultado proporcionava tanto alívio quanto perigo. Alívio porque me dava calor e perigo porque a camisa tinha o cheiro de Justin. Abraçar a peça contra mim era como ser envolvida pelos os braços dele. 

O que eu estava pensando agora?

-Se sente melhor? 

Assenti com um gesto de cabeça. 

-Você ainda está tremendo.-ele puxou meu corpo contra o seu.-Deixe-me aquecê-la. 

-Você...não está com frio? 

-Eu estou usando calça e você nada além de... 

-Ok, não precisa dizer isso.-o interrompi.-Já estou constrangida demais. 

-Seria bem pior se você estivesse nua, então não reclame. 

-Espera.-me virei para ele, me apoiando em seus ombros.-Como você veio parar aqui? 

-Me teletransportei. 

-E por que raios você não fez isso ainda e nos tirou daqui?-perguntei, irritada. 

Eu estava tão concentrada no calor do seu corpo, que acabei me esquecendo desse detalhe. 

-E perder a chance de ficar a sós com você? Não mesmo! Eu estava afim de prolongar isso a noite toda, mas agora que você percebeu nós podemos ir embora. 

-Cretino! 

-Eu estava preocupado com você.-segurou meu queixo de uma forma delicada.-Te procurei depois do jantar e você não estava em lugar nenhum! Pensei que tivesse ido embora. 

-E eu iria se soubesse fazer isso.-dei de ombros, mas ele acariciou meu rosto e tocou meus lábios com o polegar. 

-Não quero que vá. 

-Não vou ficar presa a você para sempre, Justin.-rebati.-Eu tenho uma vida e pretendo voltar para ela! 

-Então me deixe fazer parte dela.-suplicou ele, aproximando nossos lábios.-Deixe-me conhecê-la. 

-Você nem gosta de mim. 

-Isso não é verdade. 

-Então você gosta?-acho graça e afasto seus mãos.-E espere que eu acredite nisso? 

-Sim, eu espero. 

-Então me deixa ir embora! 

-Não, isso não! 

-Não vê que eu estou infeliz aqui?

-Mas eu fico feliz por você estar aqui e... 

-Vamos logo pra sua casa. Eu quero dormir. 

Justin não me deteu. Ele entrelaçou nossas mãos, abriu o Portal e nós atravessamos. Saímos já no quarto e eu me tranquei no banheiro. Precisava de um banho. Precisava dormir ou pelo o menos tentar. Retirei a camisa dele dos meus ombros e a apertei em minhas mãos. Seu cheiro era inebriante. 

É, acho que não vou devolver sua camisa hoje Justin. 


Notas Finais


Espero q tenham gostado do capítulo foi trabalhoso como sempre ksksksks
Vcs viu que Lúcifer tem uma nova capa né? Então, uma das leitoras arianazinha_Malik se disponibilizou a fazer 😍😍❤
Oq acharam?
Ah, e obrigada pelos os comentários isso me motiva muito muito muito 😍😍
Bjs da tia naty 😘💜


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