História Lucky - Minsung - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Flywm, Hanlee, Jisung, Knowhan, Leehan, Lemon, Minho, Minsung, Romance, Stray Kids, Yaoi
Visualizações 116
Palavras 2.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada a quem deixou seus comentários e favoritou a fic. Seu apoio é muito importante <3

Boa leitura!

Capítulo 11 - Posso te beijar?


— Hoje à noite, minha casa. O Minnie me disse que hoje o restaurante não vai abrir, então não aceito não como resposta.

Minho conversava com Woojin no estúdio de dança quando, sem mais nem menos, Chan entrou, disse a frase para Minho, e logo em seguida saiu.

— Entendeu alguma coisa? - o Lee perguntou para Woojin após o Bang deixar a sala.

O Kim riu breve e respondeu:

— Nós do estúdio temos esse costume de nos reunirmos para tomar uma cervejinha, jogar conversa fora…

— Não ir é uma opção? - Minho perguntou.

Tinha um bom relacionamento com todos do estúdio, mas queria aproveitar a noite de folga em sua própria casa.

— Não! - Chan gritou, do lado de fora.

— Vai ser legal, Lee. - Woojin disse. — E o Jisung vai estar lá.

— C-claro, afinal ele trabalha aqui.

Após a saída para o shopping, Minho se recusava a pensar na ocasião como um encontro, Jisung e ele se tornaram mais próximos. Não era raro ver o Han assistindo algumas aulas do Lee, assim como Minho, sempre que podia, observava em silêncio alguma instrução de Jisung.

E o talento que o Han possuía como rapper só foi mais um dos motivos para Minho sentir o coração bater mais forte pelo mais velho. Jisung havia nascido para aquilo, era de fato muito bom no que fazia.

— Isso e ele mora junto com o Chan. - Woojin disse e se levantou. — Vou indo nessa.

Como ainda faltava meia hora para algumas pessoas que agendaram chegarem, Minho pegou o celular para pesquisar locais onde poderia vir a estudar. Era inteligente, conseguiria alcançar seus objetivos bastando apenas se concentrar em seus estudos. E era isso que pretendia fazer.

— Boa tarde.

Minho foi distraído de sua busca vendo entrar na sala Jisung.

— Boa tarde, hyung. - Minho respondeu sorridente.

Jisung sorriu e se aproximou do mais novo antes de sentar ao lado dele no chão.

— Você vai hoje à noite?

— Vou...

— Não senti muita animação nesse ‘vou'. - Jisung disse, deitando a cabeça sobre o ombro de Minho.

Minho estava quase se acostumando com esse tipo de toque vindo do mais velho. Quase, pois seu coração ainda cismava em bater um tanto rápido demais.

— Eu não gosto muito de sair, mas acho que vai ser divertido.

— A grande diversão é ver o Woojin beber até chorar. - Jisung disse e riu brevemente.

A mão do Han segurava na menor de Minho. Ele brincava com os dedos do Lee de maneira descompromissada. Para Minho, Jisung nem mesmo fazia ideia de que aquele pequeno e inocente ato fazia um friozinho aparecer na barriga do Lee.

— Chorar por que exatamente?

— Isso você terá que descobrir. - Jisung soltou a mão do Lee e se levantou. — Te vejo de noite.

Minho sorriu vendo o mais velho deixar a sala. Estava de certa forma ansioso para aquela noite. Sentia que algo aconteceria, apenas não sabia se esse algo era bom ou ruim.


[...]


O relógio marcava quase nove da noite quando Minho ouviu Seungmin buzinar em frente à sua casa. A mãe já estava dormindo e Felix trancafiado no quarto muito provavelmente jogando alguma coisa.

O Lee não sabia que roupa usar, optando por algo casual: uma skinny preta, uma blusa azul de mangas longas e tênis brancos. Colocou seus brincos, espirrou um perfume suave e pegou o celular e a carteira antes de sair de casa e entrar no carro do Kim.

— É hoje que você tira as teias de aranha da boca? - foram as palavras de Seungmin após o amigo entrar no quarto.

— Não sei do que você está falando. - disse Minho enquanto arrumava o cinto de segurança.

— Mas sabe de quem eu estou falando. O Chris me contou o climinha que está rolando entre você e o Jisung.

— Nada a ver. - Minho rolou os olhos. — Somos amigos.

— Se você diz…

Saíram então em direção ao apartamento de Chan, que não ficava assim tão longe. Foi o próprio quem os recebeu na porta, logo envolvendo Seungmin em um abraço.

— Hey, Minho. Aceita um? - Woojin lhe ofereceu uma bebida após entrarem.

Rapidamente, Minho, com o olhar, procurou por Jisung, vendo o mais velho perto da janela da sala e conversando com Dahee.

Minho sorriu e negou. — Eu não bebo.

— Tem refrigerante também na cozinha. Vamos lá e- quem chamou ele aqui?!

Assustado com a mudança no humor do sempre calmo Woojin, Minho se virou em direção à entrada vendo ninguém mais e ninguém menos que Hwang Hyunjin.

— Oh. Oi, Lee. E oi, hyung. - o Hwang, sorrindo cinicamente, disse em direção a Woojin que rapidamente caminhou até Hyunjin e segurou na gola de sua camisa.

— O que faz aqui, Hwang? - perguntou, de maneira perigosa, o Kim.

— Eu convidei. - Dahee disse, apoiando as mãos nas costas do irmão e o fazendo soltar Hyunjin. — Relaxa e curte a social, irmãozinho.

Woojin bufou irritado, deixando a sala e sendo seguido pelo Hwang.

— Oi! - ainda confuso com o que tinha acontecido, Minho foi retirado de seus pensamentos por Dahee falando conaigo. — Não vai falar com o Jisung?

— Ele parece estar ocupado. - Minho disse, vendo o mais velho ao telefone.

Dahee sorriu e segurou em uma mão do Lee, o levando até o Han.

— Ji? - ela chamou e Jisung ergueu os olhos da tela do celular.

Tela essa que estava apagada.

— Leva o seu amigo até a cozinha. Ele precisa molhar a garganta.

Jisung guardou o celular no bolso e colocou uma mão nas costas de Minho. — Vamos lá.

— O Woojin disse que tinha refrigerante. - Minho disse assim que chegaram à cozinha e Jisung abriu o freezer.

— Não bebe álcool?

Jisung entregou uma lata de soda ao Lee e se colocou ao seu lado, com uma garrafa de cerveja em mãos.

— Não sou muito forte pra bebidas. - Minho respondeu e eles começaram a conversar.

A música que tocava estava em um volume agradável. Não era preciso gritar para ser ouvido, assim como acontece em baladas e Minho poderia dizer que estava até gostando daquela reunião.

Isso até um, aparentemente alcoolizado, Bang Chan aproximar-se de si e passar um braço pelo seu ombro e tirá-lo de perto de Jisung.

— Minho, vem cá. - disse o australiano. — Que história é essa que você não bebe álcool?

Christopher gesticulava de maneira exagerada enquanto falava. Por ter um copo em mãos, acabou por derrubar parte do conteúdo vermelho na blusa azul que Minho vestia.

— Você sabia que é um bêbado insuportável, Christopher Bang? - perguntou Seungmin, tirando o copo da mão do namorado e o afastando de Minho. — Desculpe por isso, Minho. Você tem alguma roupa que sirva nele, Jisung?

O Han assentiu. — Vamos para o meu quarto.

Jisung então saiu, deixando para trás um Lee muito constrangido pela piscadela que recebera de Seungmin após o Han ter dito aquela frase.

— Minho? - Jisung chamou. — Vamos?

O Lee assentiu apressadamente e seguiu Jisung até seu quarto. O quarto do mais velho não era assim tão arrumado, mas, para Minho, parecia um quarto de um hotel cinco estrelas se comparado ao quarto bagunçado de seu irmão.

Jisung abriu uma das portas de seu guarda-roupas, tirando de lá uma blusa preta.

— Acho que essa serve- parou a frase antes de concluí-la ao notar que a blusa azul manchada do Lee já não estava mais em seu corpo. — em você.

Minho não tinha um corpo atlético. Tinha uma clivagem perfeitamente acentuada, que descia rumando a um tórax e abdômen que nada tinham de definidos, mas que na visão do Han eram perfeitos.

Jisung forçou-se a desviar os olhos do tronco despido do mais novo e entregou-lhe a blusa antes de se jogar sobre sua cama. Nem mesmo o Han conseguia explicar sua própria mente, mas fez aquilo em uma tentativa de acalmar seu coração.

Não esperava sentir o colchão se afundar ao seu lado, e o inconfundível perfume de Lee Minho atingir suas narinas quando esse apoiou a cabeça em um de seus braços estendidos.

— Podemos ficar assim aqui? - perguntou o Lee, agora vestido devidamente, quase em um sussurro.

Jisung nada respondeu, mas arrumou a cabeça de Minho de forma que ela se apoiasse agora em seu ombro. Inalou o perfume suave que vinha dos cabelos do mais novo, e ambos não sabia qual o tempo exato em que ficaram ali naquele silêncio confortável.

Quando Minho finalmente decidiu por levantar a cabeça do ombro do Han, passou a encarar os olhos castanhos e bonitos do mais velho que estava abaixo de si. Muitos sentimentos conflitantes travavam uma batalha no interior do Lee. Sabia o que queria, e sabia que isso não era certo.

— Posso te beijar? - enquanto Minho tanto raciocinava o que deveria fazer, foi Jisung quem proferiu essas três palavras.

Um pedido feito em uma voz suave, quase parecendo com medo, que fez o Lee levantar-se da cama e, contrariando o que de fato queria, balançar a cabeça em negação.

— Não podemos.

Jisung sentou-se sobre a cama. — Por quê?

Minho novamente voltou a balançar a cabeça em negação, obrigando-se a não olhar naqueles olhos que tanto rodeavam sua mente. Se olhasse demais para eles, cederia.

— O seu relógio...

— O que tem meu relógio, Minho? - ainda em um tom calmo, Jisung perguntou após aproximar-se do Lee e ficar a dois passos dele. — Está na cara que eu to na sua, achei que você também estava a fim, mas acho que eu estava errado.

Sorriu triste e deixou o quarto.

Minho deixou um suspiro escapar por entre seus lábios e levou uma mão ao peito antes de também deixar o cômodo e se dirigir até à saída.

— Hey, já vai? - Dahee perguntou ao Lee ao vê-lo se dirigir até à porta.

— Não estou me sentindo muito bem. - respondeu ele. — Deve ser algo que comi.

Ela pareceu desconfiada, mas deu de ombros. — Vamos lá, eu te levo.

— Não precisa. Eu chamo um carro. - Minho disse e saiu apressadamente do apartamento, no mesmo momento em que Jisung chegou à sala e foi abordado pela Kim.

— Seja lá o que você fez, vai atrás do seu homem.

— Eu não fiz nada, Dahee! A gente estava no meu quarto, num clima legal, e quando achei que fossemos nos beijar ele falou do meu relógio.

— Relógio? Aquele que dá sorte? - Dahee sorriu e deu um tapinha no ombro do amigo. — Acho que você se apaixonou por um mais doido que você.

Jisung nem mesmo negou. Bom, não com a parte de Minho ser doido, mas com relação à estar apaixonado.

— Seja o que for, não desista dele, okay? - pediu ela, apoiando as mãos nos ombros do Han.

— É complicado… Você sabe.

— Eu sei que é difícil para você acreditar no amor, Ji, mas deixe as coisas seguirem seu fluxo. Sei que você ainda não o ama, mas não desperdice isso que tá sentindo aqui. - apontou para o coração dele.

— Você é incrível, baixinha. - disse para a Kim. — Foi bom te ter em minha vida enquanto durou, mas agora tenho certeza que seu irmão vai te matar por ter convidado o Hwang.

Ela deu de ombros, observando o irmão e Hyunjin no outro canto da sala. — Eles se gostam. Só são dois cabeças duras.

Talvez nenhum dos dois fosse tão cabeça dura quanto Minho. Mas Jisung respeitaria o tempo do mais novo. Em uma coisa Dahee estava certa, não iria ignorar o que estava sentindo por aquele adorável homem de sorriso bonito que por acaso entrou em sua vida.


[...]


Perdido em pensamentos, Minho caminhava até sua casa. Já se aproximava a meia noite e, ao contrário do que dissera a Dahee, não tinha chamado um carro. Optou por pegar um ônibus que parou a um quarteirão de sua casa.

Era um bairro tranquilo, com um policiamento eficaz, então os casos de assaltos eram quase que nulos. Porém, não pode evitar ficar alerta quando ouviu uma voz feminina atrás de si dizer seu nome.

— Lee Minho?

Virou-se, vendo uma mulher muito bem vestida e de aparência jovial e familiar. E se não apenas isso, seus olhos denunciaram a quem ela estava relacionada. Eram idênticos.

— Pois não? - disse ele.

Receosa, ela perguntou:

— Posso falar com você?


Notas Finais


1. Hyunjin e Woojin? Já estava planejado e sempre quis escrever sobre eles :") é um ship ultra hiper mega flop, mas espero que possam dar amor <3

2. Quem é a moça que abordou Minho? Palpites? Teorias? Ksk

Espero que tenham gostado. Até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...