História Lucky B13 - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 5.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 19 - Always bitch


Fanfic / Fanfiction Lucky B13 - Capítulo 19 - Always bitch

                       POV Cibely Gutierrez


Esculto vozes ao fundo, o que me fez acordar. Me viro na cama com intenção de voltar a dormir mais não dá, perdi o sono. Pego o celular e vejo que são onze e pouco, gente é domingo, quem acorda cedo no domingo ? Merda viu.


Vou direto pro banheiro e tomo um banho bem demorado, quando o ternino saio do box e me enrolei em uma toalha. No caminho para o closet passei pela janela, nela eu pude ver o pessoal do Justin e ele na piscina, era da qui que vinha a porra do barulho.


Subo meu olhar para o céu, o dia até que estava legal para ficar na piscina, meu olhar cai novamente e dessa vez sobre o dono da casa. Eu sei que somos inimigos mais porra ele tem um puta corpo e parece um Deus grego, foi mesmo uma pena eu não ter aproveitado mais naquela noite. Justin percebe meu olhar sobre si, ele me olha e pisca me dando a deixa de ir de uma vez para o closet.


Coloco um biquíni vermelho e um short jeans, pego o meu celular e saio do quarto. Assim que fecho a porta vejo a Júlia e o Sérgio saírem de um quarto.


– Bom dia casal 20. – Falei e eles sorriram.


– Bom dia Cirely. – Júlia me comprimenta com um beijo na bochecha.


– Eai, tudo bem ? – Eu e Sérgio batemos as mãos.


– Melhor seria se eu não tivesse acordado com esse povo falando ao pé da minha janela. – Reviro os olhos.


– Real, também acordei com eles. – O Sese diz.


Desciamos as escadas com tranquilidade, quando eu já estava no final, pude ver o Maxon na porta.


– Max ? Ta fazendo o que aqui ? – Perguntei indo até ele.

– O Justin me convidou para uma social e eu aproveitei para te fazer uma visita, eai Cici como você está ? – Ele me puxa pela cintura e me beija.


– Bem. – Respondo com a testa franzida.


Então eles são amigos... Isso explica o jeito que ele me puxou na boate, e como explica.


– Vamos Max, a Cibely deve está com fome. – O loiro fala e eu acordo dos meus pensamentos.


– É eu estou com fome, vai lá que depois eu me junto com você. – Ele concorda e me dá um selinho.


Vou com eles até a cozinha e de lá eu fico sozinha.


Depois de terminar meu café eu começo a lavar o que eu sujei, nisso alguém entra na cozinha mas eu nem me dou o luxo de ver quem foi, continuo lavando a louça.


Sinto um corpo se juntar ao meu me trazendo um arrepio e uma mão ser posta na minha cintura, viro meu pescoço para ver quem é.


– O que você acha que está fazendo Justin ? – Vejo um sorriso no seu rosto.


– Eu estou tentando pegar um copo para o seu namorado. – Franzo a testa.


– Eu e o Max não namoramos. – Sinto ele chegar perto da minha orelha direita.


– Não foi o que ele disse...


Nego com a cabeça, olho para o armário em cima da pia e volto o meu olhar para o loiro. Se você quer brincar, vamos brincar docinho.


Abro o armário e subo o meu corpo ficando na ponta do pé, sinto um aperto razoável aonde sua está, sorrio e pego o copo. Me viro para ele e estendo o copo.

– Seu copo está aqui, se você me der licença... – Deixei o copo na sua mão e fui na tentativa de sai da cozinha.


Porém, Justin teve que segurar o meu braço.

– Você não faz ideia com quem está brincando, coração. – Dou um meio sorriso.


– Nem você docinho. – Solto o meu braço e vou para a piscina.


Chegando lá vejo que o meu pessoal já estavam todos aqui, o que é engraçado já que eu não vi eles pela minha janela. Tiro o meu short e o coloco em uma esteira, olho ao redor e vejo o Max me chamar, ele estava em uma roda com alguns caras. Pode ter certeza, eu sorri pra ele mais em minha mente eu revirei os meus olhos e mandei ele ir se fuder com força.


Ele coloca seu braço em volta da minha cintura.


– Essa é a Cibely, a amiga que eu falei para vocês. – Olho para o Max.


Esse que fez questão de frisar o amiga como se fosse outra coisa, não sei não. Ele está muito diferente dês da boate.


– O Max só sabe falar de você, e de uma coisa ele tem razão : você é uma brasileira bonita. – Sorri.


– Obrigada. – Foi o que eu falei.


Então, Max e os outros quatros começaram a conversar e concerteza estava bem nítido em meu rosto que eu não estava gostando, os caras falavam sobre coisas machistas e o Max ainda por cima concordava. Eu olhava para os lados tentando achar alguém e pedir para essa pessoa me tirar daqui.


– O Cirely ! Vem aqui. – Glória Deus.


– Se vocês me dão licença... – Falei e me apressei para ir até a Ju.


– Graça a Deus que você me tirou de lá. – Ela junto com a Gigi e Helô deram risada.


– Estava tão ruim assim ? – Concordo.


Fiquei um pouco com as meninas até uma música ser posta, aí eu fui puxada pelo Maxon e começarmos a dançar juntos. Logo, outros casais se juntaram a nós.


Eu rebolava e mexia o meu corpo de um lado para o outro, me viro de frente para o moreno e nos beijamos. Esse que logo ficou quente, depois de uma semana no hospital eu realmente preciso de sexo. Paro o nosso beijo com selinhos, pego na sua mão e nos guio para fora de lá, mais precisamente para o meu quarto.


Quando chegamos nele, tranco a porta e beijo o moreno com vontade. Suas mãos vão rápido para a parte de cima do meu biquíni o tirando de mim, tirei a sua camiseta e me apresei em tirar a sua calça e o jogar na cama. Subo em cima dele e começou a beijar o seu pescoço, ele nos vira na cama e ataca o meu seio direito minha mão vai no automático para o seu pescoço o incentivando a continuar. Sinto o laço da calcinha ser desfeito, Max me olha e me dá um sorriso safado. Ele se abaixa e começa a me chupar, seguro o lençol com força.


– Porra isso... – Saiu com um gemido.


E então ele intensifica os seus momentos com a língua, agarro seu cabelo trazendo sua cabeça mais pra mim. Quando eu estava quase lá, o desgraçado para.


Ele procura a sua calça e pega uma camisinha, ele a veste e logo me penetra. Agora sim...


Nos beijamos e ele começa a ir mais rápido, arranho as suas costas e ele vai mais rápido. Nos viro e começo a rebolar nele, Max segura na minha cintura me trazendo pra cima e para baixo me fazendo ter o meu primeiro orgasmo com ele logo em seguida.


Sorrimos um para o outro e começamos o segundo round.


                       ~****~


Max estava em cima de mim e me penetra com precisão me fazendo gemer alto. 


– Isso, não para. – Pesso e ele continua rápido.


– Merda... – Solto um gemido alto chegando em mais um orgasmo.


Max depois de algumas entocadas chega no seu também, ele sai de dentro de mim e deita do meu lado. Abro a gaveta do criado mudo do meu lado e tiro meu maço de cigarros, abri o mesmo e tiro meu esqueiro pego um cigarro e o ascendo dando uma longa tragada.


– Acho que estou ficando viciada nessa merda. – Falei e ele deu risada.


– Eu também, acho melhor você parar então. – Neguei.


– Eu já fiquei uma semana sem eles, nem pensar. – Ele pega o cigarro e traga.


– Por que você não disse que era amigo do Justin na boate ? – O homem do meu lado me entrega o cigarro.


– Não achei necessário. – Concordo com a cabeça.


– E essa história ai da gente está namorando ? – Ele me olha e sorri.


– Eu não falei nada pra ninguém, mais se você aceitar eu posso ser só seu. – Sua mão tocava o meu rosto e fazia pequenas acaricias.


Certo, eu não esperava por isso. Ele tinha acabado de falar que quer um namoro comigo, engulo seco.


– Eu gosto do jeito que as coisas estão, vai que a gente não dá certo, é melhor deixar assim mesmo. – Olho nos seus olhos e ele confirma com a cabeça.


– Eu posso esperar Cibely, sei que um dia você vai ser somente minha. – Isso soou bem possessivo mas vou ignora.


– Sonha Max, sonha. – Ele levanta e começa a se vestir.


– Você não gosta de ser pressa não é ? – Concordo.


Ele chega perto de mim e sorri, sua não vai para o meu pescoço a onde ele dá um pequeno aperto.


– Vou fazer você mudar de ideia. – Ele me beija e sai do quarto.


Certo, isso foi estranho. Ele nunca tinha tentado me enforcar e nem ser possessivo, tem muita coisa estranha aí.


Me levanto e vou tomar um banho, quando saio coloco uma blusa e o short que eu usava. Desci e fui para cozinha, peguei uma maçã e fui a comendo no caminho até os fundos da casa.


Chego lá me sento em uma esteira e olho o pessoal, eu me sentei um pouco mais afastada do povo. Pude ver o Max aos beijos com uma vadia do Justin, espero que ele não esteja fazendo isso por causa do fora que eu sei nele.


Eu comia a minha maçã e mexia no meu celular, eu olhava umas fotos antigas minha com o pessoal e a minha família.


– O que aconteceu com você e o Max, que ele chegou aqui e já foi procurando uma puta pra se esfregar ? – Olho para a esteira do meu lado aonde o Jack estava.


– Ele meio que me pediu em namoro e eu não aceitei. – Falei e o Jack riu.


– Sério ? – Concordei e ele riu mais.


– E por que ?


– Porque eu não quero namorar com ele, eu não iria conseguir ficar só com ele. – Jack concorda.


– É, eu também não. Mais a cara de cu que ele chegou aqui foi a melhor, de cara deu pra saber que rolou algo com vocês dois. E acho que eu nem preciso dizer quem sorriu de orelha a orelha com isso né ? – Ele levantou uma sombrancelha.


– Porque você não vai, sei lá. Transar com o Liam, vocês dois não param de se comerem com os olhos. – Foi a minha vez de levantar uma sombrancelha.


– Você viu menina, ele não para de me olhar, argh ! Eu não aguento mais, cara chato. – Ele faz o seu tipo bico de quando está mentindo.


– Manda ele se fuder então.


– Estou quase, tá faltando bem pouco. – Concordo rindo.


– Só você Jack, só você. – Dei risada.


Logo escureceu e os amigos do Justin junto com o Maxon foram embora. Em fim a casa ficou silênciosa.


– Vai rolar um racha, as dez. Querem ir ?


– Eu topo. – Fui a primeira a falar.


– Vamos sim, faz uma semana que agente não sai. – A Heloíze fala.


– Por mim... – Gigi da de ombros.


– Então vamos. – Caitlin diz.


                       ~****~


Eu terminava de fechar o zíper da minha saia, eu usava uma mini saia de cintura alta de couro preta, uma blusa preta que eu dei um nó para ela ficar menor e saltos pretos. Meus cabelos estavam soltos, coloco brincos de argolas e passo perfume. Pego a minha a arma que eu pedi para Luiza comprar igual a outra que eu tinha e a coloco atrás e dou um jeito de a cobrir com a blusa.


Pego o meu celular e saio do quarto.


Lá em baixo estava todos conversando.


– Podemos ir ? – Chamo a atenção de todos.


– Falta o Justin. – Diz o Chris.


– É, achamos alguém que demora mais que Jack e você. – A Júlia debocha.


– Certeza que ele está arrumando o cabelo. – Caitlin bufa.


– Se eu estou ou não o problemas não é seu. – Fala ele descendo as escadas.


– Podemos ir agora ? – Mille diz sem paciência.


Provavelmente ela deve ter descutido com o Marco, o mesmo está até de cara fechada.


Vamos para a garagem e eu entro no meu Bugatti, vejo o Justin saindo com um Bugatti vermelho, o mesmo do racha em São Paulo. Vou atrás dele e paramos lado a lado, vejo que tem uma das suas putas com ele, dou um meio sorriso que foi retribuído.


Em nossa frente tinha um semáforo, isso significa que quando ele ficasse verde iríamos ver quem chegava no racha primeiro. Minha atenção foi toda para onde vai ascender o verde, e isso aconteceu.


Pisei fundo no acelerador, ficamos lado a lado até vim a primeira curva e eu passar na sua frente. Acelerei mais, porém Justin ainda conseguiu ficar do meu lado. Revirei os olhos, olhei para ele dessa vez não tinha a vadia no meio para atrapalhar. Sorri pra ele e pisei fundo, vinha um carro na minha direção e eu pisei mais e entrei na frente do loiro. Logo veio mais uma curva, essa era a última. Eu tentei não fazer ela muito aberta mais não teve como, Justin passou por mim e ganhou a competição já que o racha estava logo a frente. Estacionei o carro e sai do mesmo.


Bieber tinha um sorriso arrogante de orelha a orelha, logo vejo um Audi azul se aproximar, era o Ryan.


– Ele ganhou, não foi ? – Concordo e ele negou.


– Feliz agora irmão ? – Os dois bateram as mãos.


– Falta um pouco para eu está feliz ainda. – Certo, vou ignorar.


Logo o meu pessoal chegou e fomos dançar, dançava eu o Jack e Caitlin. Ela estava com uma puta cara de quem queria descer até o chão quando o Jack me chamou e eu chamei ela também.


– Cheguei. – Diz o Jack com as nossas bebidas.


Pego o meu copo de vodkas e dou um gole.


Depois de alguns copos Caitlin e Jack já estavam loucos, eu também podia está mas disfarçava mais. Agora os dois já estavam berrando parecendo duas gazelas. A morena me puxou e enrolou nossas pernas e foi me levando até o chão com ela, Jack ficou atrás de mim e fomos os três Até o chão. Gargalhei da situação, eu e Cait, como ela pediu para chama-la colocamos o Jack entre a gente e começamos a rebolar.

Um pouco depois meu amigo sumiu como sempre, eu e a morena ficamos dançando, hora desciamos até o chão, hora rebolamos.


– É, Cici eu vou pegar bebidas pra gente. Já volto. – Concordei sem olhar para ela.


Meus olhos estavam fechados, estava tocando Tupac e velho, essa música é muito boa.


Sinto uma mão em minhas cintura, cara eu não acredito que o Max está aqui, me viro.


– Max, você veio. – Abri os olho e até parei de dançar.


– Nossa, você falou o nome dele com um desgosto. – Justin falou rindo.


– Ele tem agido diferente dês da boate. – Solto.


O loiro que tinha sua mão em mim, começa a dançar e me leva junto.


– É, ele não tem um histórico muito bom com as namoradas dele. – Olhei para ele sério.


– Já falei que eu e ele não somos isso, a gente apenas fica. – Ele revira os olhos e concorda dando um gole no seu copo.


O mesmo que pego e dou um gole, era vodka com alguma outra coisa, devolvo o copo.


– O que você quis dizer com histórico não muito bom ?


– Você vai ver nega, ele não é flor que se cheire. – Dou risada.


– Até parece que nós dois somos, olha a vida que levamos. – Ele olha ao redor.


– Você fala como se não gostasse de ter todo o dinheiro que tem e de gastar ele com qualquer merda. – Nos olhamos nos olhos.


– Você sabe o que eu quis dizer, não distorce o papo.


Vejo ele olhando ao redor.


– Alguém tentando matar a gente ? – Pergunto e ele me olha.


– Não, só mais um Zé ninguém olhando pra você. – Franzo a testa.


Acho melhor eu para de beber, eu já estou interpretando as coisas erradas.


– Acho que você está aproveitando que eu estou bebada para falar essas coisas e eu achar que você está afim de mim. – Ele sorri.


Há não, eu falei em voz alta.


– Esquece, eu estou bebada. – Falei e ele ri da minha cara.


– A gente poderia aproveitar isso... – Dou um sorriso de canto.


– Nem vem Justin, a vadia que veio com você está nos olhando com uma cara de cu da porra, estou até com medo dela resolver me matar hoje de noite. – Rimos.


– A Alison é o menor dos seus problemas. – Ele solta, sorrio.


– Volta lá pra ela vai, você está fazendo os manos acharem que temos algo e não virem me dá atenção. – Pisquei para ele.


O mesmo deu um forte aperto aonde a sua mão estava e chegou perto do meu ouvido.


– Mesmo se eu sair eles ainda não vão te dar atenção, eu sou muito respeitado sabe. – Ele morde o meu pescoço.


Ele já iria tirar o rosto do meu pescoço mais eu seguro o seu.


– Eu espero que você não esteja achando que tem algo comigo, eu não sou nada sua ao não ser sua inimiga, não esqueça isso docinho. – Arranhei o seu pescoço com a minha unha.


Ele me olhou de cima a baixo e foi embora. Bufo e me viro do lado contrário por onde ele foi.


Continuo a dançar sozinha.


                      ~****~


– Meu vocês são chatos, só porque eu estava com um cara. – Falei chegando na roda.


Eu tinha recebido uma mensagem da Helô me chamando para ir embora.


– Cala a boca Cibely, a gente vai jogar verdade ou desafio. – Jack fala e eu o olho surpresa.


– Partiu então, quem chegar por último vai tomar a garrafa que vamos usar toda. – Falei e já corri para o meu carro.


Deus me livre, eu já estou bebada se eu tomar uma garrafa toda eu desmaio.


Entrei no carro e dei partida, um carro já tinha passado por mim. Acelerei e só fui, passei em todos os sinais vermelhos nem ligando, depois a Luiza resolve.


Fui a quarta a chegar na casa, fiquei do lado de fora do carro esperando o resto chegar e a última pessoa foi a Heloíze, coitada se fudeu.


Entramos e fizemos uma roda no meio da sala, logo o Justin vem da cozinha com uma garrafa de vinho, Ele a entregou para a Helô e ela matou a garrafa de uma vez só.


– Menina tá finco louca ? – O Chaz diz.


– Amiga não era para você ter matado tudo de uma vezes, você ta bem ? – A Ju Pergunta.


Meu a Heloísa e louca.


– Lógico que estou, você acha que uma garrafa de vinho vai me derrubar, não mesmo eu sou foda. – Sei risada.


A bixinha tava bêbada de mais.


A Helô começou a rodar a garrafa, essa que parou o fundo da pergunta pra mim e a ponta pra ela.


– Verdade ou desafio ?


– Verdade eu não sou besta. – Todos riram.


– É verdade que você ficaria com alguém dessa roda ? – Falo e ela sorri.


– Mais é claro. – Beleza, girei a garrafa.


Ela que parou na Gigi.


– Verdade ou desafio ? 


– Desafio. – Respondo.


– Eu desafio você tira a calcinha.


– Huuuuuuu, tira, tira ,tira ! – Júlia, Jack, Mille, Helô, Mel e até a Cait gritaram.


Me levantei e tirei a pesa rosa e a guardei no sutiã, me sentei de novo. A garota girou na garrafa e a mesma parou o fundo para a Caitlin.


– Verdade ou desafio ?


– Desafio. – A Gigi respondeu.


– Eu desafio você dá um beijo quente no Ryan.


Como o garoto está longe dela, Gigi levantou e se sentou no colo do cara e o beijou.


– Eita porra ! – O Sese diz.


E os dois não paravam, se beijava como se fossem tirar a roupa um do outro.


– Tá bom casal, volta para a brincadeira. – A mel fala batendo as mãos.


E então a Caitlin girou, e dessa vez parou no Jack e a mel.


– Verdade ou desafio ? – Ele Pergunta.


– Verdade. – Ela responde e o Jack pensa.


– Qual foi o melhor sexo da sua vida ?


As meninas se olham pois já sabem a resposta. Vinícius a encara olhando fixamente para seus olhos.


– Emilio. – ela responde.


Vinícius abaixa a cabeça e ela percebe e sei que ela sentiu um aperto pois seu olhar encheu de lágrimas mas ela fingiu que estava tudo bem.


O clima tinha ficado bem pesado. A Mel então girou a garafa e cai na Caitlin, eu olhei para a Melanie e lembrei da pequena conversa que tivemos com o Lima hoje mais cedo.


Ela sorriu perverso.


– Verdade ou desafio ?


– Desafio. – Ótima escolha Cait.


– Sete minutos no céu com o Limera. – Sorri.


Olho para o Kaun e ele tinha um sorriso safado, Justin joga uma chave na Mel e ela vai junto com o casal para onde deve ser o escritório dele.


– Chris. – Justin o chama e o mesmo dá um sorriso e pega um notebook que estava atrás de si.


Não sei como, mais estava. Todos chegamos mais perto do garoto, olho na tela e era os pombinhos já no maior esquenta no escritório.


Então é assim que eles brincam, muita falta de privacidade mas beleza.


Sete minutos se passam e Melanie vai buscar os pombinhos, os dois voltam como se nada tivesse acontecido. A Caitlin gira a garrafa e a mesma para o fundo Justin e a ponta pra mim.


Nos olhamos e ele deu um meio sorriso. 


– Verdade ou desafio ?


– Verdade. – Até parece que eu sou trouxa.


– É verdade que você negou o pedido de namoro do Max ? – Revirei os olhos.


– Sim.


– Por que ? Ele é uma pessoa maravilhosa. – Mille o defende.


– Acredite, foi a melhor coisa que ela fez. – Chaz fala.


– Por quê ? – Foi a vez da Luiza.


– Continua o jogo, se a Cici não aceito o pedido ela teve seus motivos. – O dré pisca pra mim.


Giro a garrafa e ela cai na Júlia para Luiza.


– Eai Luiza ?


– Desafio. – A ruiva responde.


– Eu te Desafio a fazer uma chamada de vídeo com o Ivan falando que está terminando com ele. – Geral abriu a boca.


– Beleza. – Ela dá de ombros, Lui devia de está muito bebada mesmo.


Ela pega o celular e o posiciona em frente ao seu rosto.


– Oi Ivan. – Ela fala sorrindo.


– Oi delícia, como está ?


– Não tão bem. Olha, já faz um mês que a gente está nisso e não tá legal. Eu quero terminar, eu estou gostando de outra pessoa e eu não acho certo eu te enganar desse geito. – Luiza fala.


Eu coloquei a mão na boca para não sair o som da minha risada não só a minha como o do pessoal.


– Você está falando sério Luiza ? Depois de um mês ? Você é muito vadia mesmo, aliás, eu também já estava de olho em outra vou até chamar ela aqui agora. Até um dia Luiza. – A mesma tinha a boca aberta.


Gargalhadas foram ouvidas, geral está a rindo da situação.


– Olha pelo nado bom amiga, eu te livrei de um possível chifre. – Júlia diz entre risos.


– Foda se também. – Luiza estava puta.


Ela gita e a ponta cai pra mim e para o Jack o fundo.


– Eai docinho? – Reviro os olhos.


– Desafio amor. – Ela dá risada.


– Sete minutos no céu com o Justin. – Levantei uma sombrancelha para ele.


– Tá fudido. – Falo sem som.


Me levanto e espero os homens fazerem o mesmo, com isso vamos até o escritório e entramos.


– Não fazam nada que eu não faria... – Jack diz com a cabeça entre a porta.


– Meio impossível isso. – Falei e ele me deu o dedo e nos trancou ali.


Beleza, é só eu não fazer nada, sete minutos passam rápido.


O loiro por sua vez está encostado da mesa e me olhando.


– Que ? Não vamos fazer nada se é isso que está pensando. – Ele negou com o que eu falei e veio até mim.


E eu recuei até senti a parede atrás de mim, Justin por sua vez me prendeu entre seus braços e a parede.


– Acho que isso já aconteceu antes, não? – Ele sorri.


– Eu me lembro da parte em que eu pisei no seu pé, e eu nem me importo de fazer de novo. – Meu sorriso era enorme, ele levanta uma sombrancelha.


– Você sabe que eles estão nos olhando, vai mesmo fazer papel de arregona para eles ? Aliás eu ganhei a competição, mereço um prêmio.


Nossos olhos estavam grudados, como sempre. Desço eles para a sua boca, não seria nada mal dá um show para o pessoal.


– Vem pegar o seu prêmio então. – Ele sorri e me beija.


Merda, eu tinha me está de como isso é bom. Puta que pariu, nossas línguas batalhavam de um jeito...


Seguro o seu pescoço com as duas mão e com uma tratei de aranha a sua nuca, suas mãos deslizaram da minha cintura para a minha bunda aonde ele deu um pequeno aperto e me suspendeu, enrolei minhas pernas em sua cintura e ele me prensou na parede. O ar se fez necessário e ele partiu para o meu pescoço, nossas respirações estavam desreguladas e eu já estava sentindo o escritório ficar mais quente que o normal. Tiro o seu rosto do meu pescoço e o beijo, sério isso é muito bom para deixar ficar no meu pescoço. Começo a puxar a camiseta do loiro para cima quando batem na porta e escultamos a mesma abri, como eu e Justin ainda tínhamos nossas bocas uma na outra ele me dá um selinho e me coloca no chão. Arrumei minha roupa e cabelo, olhei para o Jack e ele parecia que tinha acabado de pegar os pais fudendo no quarto.


Justin foi o primeiro a sair, ficando eu e o meu amigo.


– Imagina se eu não apareço ? Vocês iriam fuder. – Eu não queria demostrar, mas eu estava muito brava por ele ter atrapalhado.


– Não seria nada mal sabia. – Solto indo para a sala.


– I Cibely. – Ele fala e eu ignoro.


Me sento e espero o gatão se sentar e giro a garrafa a mesma para no Ryan e no Chris.


– Verdade ou Desafio ? – Ryan perguntei.


– Desafio.


– Eu te desafio a dá um beijo quente na Heloize. – Olho para a mesma e ela tinha a boca aberta.


      – Não seja por isso.


Helô deve está muito bebada, pois ela levantou e se sentou no colo do cara e o beijou. Nunca que ela faria isso se estivesse sóbria, nunca.


Chris por sua vez, desceu suas mãos para a bunda da garota e apertou com gosto. Dou risada, vou adorar falar isso para ela amanhã.


– Já deu gente. – Ryan termina com o momento.


Helô volta para o seu lugar e a brincar contínua, a garrafa parou bem aonde eu queria que parasse.


– Verdade ou desafio docinho ? – Olho para o Jack.


– Desafio. – Meu sorriso ia de orelha a orelha.


Olho as pessoas que estão na roda, em especial o meu alvo. Liam, o mesmo estava entretido com o celular.


– Sete minutos no céu com o Liam. – O garoto que olhava para o celular me olhou e logo sorriu quando seus olhos encontraram o do Jack.


Me levantei e esperei os dois já na porta de onde eu está a minutos atrás, os dois entram.


– Não fazam nada que eu não faria. – Jack me olha com cara de é mesmo ?


– Vai se fuder Cibely. – Jack fala e eu sorrio.


– Não esqueça que foi você que não deixou. – Falo e tranco a porta.


Aproveito e dou um pulo na cozinha, abro a geladeira e pego uma garrafa de água, pego um copo e despejo a água na mesma. Tomo a garrafa toda e volto para a sala.


– Eai, eles se pegaram ? – Pergunto entrando na sala.


– Se pegarem ? Ta parecendo você e o Justin, quase fuderam lá. – Mel fala rindo e eu dou o dedo pra ela.


– Enfia no cu, idiota. – Fingo fazer o que ela falou e ela ri.


Chego atrás do Chris e realmente os dois estavam quase fudendo, Jack está sentado em cima da mesa e o Liam está em pé. Liam vai deitando o Jack na mesa e beija o pescoço do mesmo, Jack por sua vez já foi subindo a blusa do cara e atirou.


– Vai lá se não esses doidos vão dizer no meu escritório. – Justin fala e eu dou risada.


Vou adorar fazer isso, adoro vingança.


Chego lá e destranco a porta e a abro com tudo.


– Tempo esgotado crianças, hora de ir. – Vejo a cara de frustração do Jack.


Liam sai de cima do mesmo e veste sua blusa.


Voltamos para a sala e o Jack gira a garrafa, essa que para no Marco.


– Verdade. – Marco responde logo de cara e o Jack concorda.


– Beleza, Você já traiu a Millena ? – Nossa !


Os dois restaram uns meses atrás por causa disso, a Mille olha para o Marco que está do seu lado. O mesmo dá risada, esse sempre fica mais bêbado e ainda por cima rápido.


– Já mas shiiiiiiu, ela não pode saber. – Meu olhar cai imediatamente sobre a morena.


Ela podia até não demonstra, mas para nós que a conhecemos está bem nítido como isso a deixou.


Marco gira a garrafa e a mesma para no Justin e na Mille.


– Verdade. – Ela também não espera a pergunta.


– Você já traiu ? Se sim, com quem ?


Fudeu, nossa puta que pariu ! A situação é trágica mais a minha vontade de rir é maior.


– Eu já traí e foi com o André. – Ela diz, olha para cara do Marco e ele estava paralisado. – O que docinho? Vc pensou mesmo que foi o único? Eu sou trouxa mas não burra. Mas como dizem, chifre trocado não dói né? – Diz ela olhando pra o seu possível ex namorado.


– Oshi, ela não odeia a palavra docinho? – Digo não acreditando que ela falou isso.


Vejo o Marco vira na direção do André vê parti para cima do mesmo, os dois começaram a brigar.


– Filho da puta, você anda tem coragem de olha na minha cara, você e ela. – Marco leva um soco.


– E você imbeciu ? Traindo ela esse tempo todo. – O Marco estava tão bêbado que nem bater no André direito estava conseguindo.


Dré o derruba no chão e fica por cima dando socos atrás de socos no rosto do moreno. E o foda era que geral olhava, porém ninguém tomava a atitude de separar.


Olho para o Froy como se pergunta-se o que fazer, ele então toma partida de ir separar, logo os garotos foram tentar separar e depois de muito custo conseguiram.


E já era a brincadeira, cada um foi para o seu lado com o clima mais pesado que tudo. Millena, Marco e André não olharam um na cara do outro e foram os primeiros a subir.


– Então é isso né... Boa noite galera. – Falei e tomei meu rumo.


Entrei no meu quarto e fui direto para o banheiro tomar banho, quando saio visto um short, uma blusa e caio na cama.


Viro de um lado, viro de outro e nada do sono. E ainda por cima o que aconteceu no escritório fazia questão de se repetir na minha mente.


Porra Cibely ! Que isso meu, foi só um beijo que nem os do Max.Quem dera fosse, esse é muito melhor. Não, é igual aos outros sim.Uma vez vadia, sempre vadia. Não se esqueça disso.


Uma vez vadia, sempre vadia.


Notas Finais




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