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História Lucky Strike - Capítulo 4


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Notas do Autor


*Essa fanfic é de autoria minha, e plágio é crime.
*Se houver erro de gramática, sinalizem.
*Sugestões e críticas construtivas são sempre bem vindas.
*Os capítulos terão sempre esse tamanho, em média.
*Comentem, deixem a opinião de vocês, porque ajuda bastante.
*A fanfic será atualizada, pelo menos, uma vez por semana. Sem dia certo.
*Qualquer dúvida é só perguntar.
Aproveitem :)

Capítulo 4 - Quattro


Fanfic / Fanfiction Lucky Strike - Capítulo 4 - Quattro

Point of View Paulo Dybala
Turim, Itália - 25 de fevereiro de 2020

- Aonde você estava ontem que não atendeu quando eu te liguei? - sou bombardeado com essa pergunta no mesmo instante em que eu piso no vestiário. 
- Bom dia Douglas! Tudo bem com você? Comigo tá tudo ótimo também, obrigado por perguntar. - eu respondo e vejo o brasileiro revirar os olhos com a minha resposta. - Respondendo à sua pergunta, eu saí ontem. - digo e ele me olha curioso. 
- Como assim você saiu? - ele pergunta espantado, me fazendo revirar os olhos. 
- Por que essa surpresa toda? - eu pergunto vendo ele rir fraco. 
- Simplesmente porque desde que você terminou com a Oriana quase não saiu mais. - Cristiano diz entrando na conversa, me fazendo revirar os olhos. - Aonde você foi? - ele pergunta curioso. 
- Fui tomar um gelato com Alessia. - eu digo baixo, vendo os dois me olharem espantados. - O que foi dessa vez? - eu pergunto revirando os olhos. 
- Alessia Sarri? - Douglas pergunta completamente chocado, fazendo com que eu assentisse rapidamente. 
- Sim, mas deixem quieto isso. Não fiquem comentando por aí. - eu digo, vendo eles assentirem rapidamente. 

Expliquei rapidamente para eles tudo e eles não falaram nada, apenas prestaram atenção. Ao terminar de contar a história, olho para Cristiano que parecia querer dizer algo. 

- Você está gostando dela? - ele pergunta rapidamente me encarando, fazendo com que Douglas também me encarasse. 
- Gente, eu a conheço há poucos dias. - eu digo sério, fazerem eles rirem fraco. 
- Isso não quer dizer nada. - Douglas diz firme, revirando os olhos. 
- Eu sei disso, mas nós não saímos do jeito que vocês estão pensando. Nós apenas fomos tomar um gelato. Eu, ela e Chiara. - eu digo firme, fazendo eles me olharem espantados. 
- A Chiara também foi? - Cristiano pergunta e eu concordo rapidamente sem entender o motivo da pergunta dele. - Eu só acho que não adianta você querer se enganar. - ele diz e eu reviro os olhos. 
- Gente, eu não estou querendo me enganar. Óbvio que eu acho ela uma mulher linda, mas não saímos ontem do jeito que vocês estão pensando. Eu também não sei se ela é solteira, se ela é casada com o pai da filha dela. Eu não sei. Só sei que nós saímos ontem, mas que não foi do jeito que vocês pensam. - eu digo firme e eles assentem. 
- Bom, eu posso dizer: Minha filha é totalmente solteira e desimpedida. - Maurizio diz atrás de mim, fazendo com que eu arregalasse os olhos chocado. - Porém agora não é hora para ficar falando dela. Os três pro campo para treinar! - ele diz firme, fazendo com que a gente levantasse dos bancos e fosse em direção ao campo do centro de treinamento. - Paulo. - ele diz enquanto me para. Olho para ele sem entender e vejo Cristiano e Douglas indo em direção ao campo para treinarem. - Eu só quero dizer que eu sei que você e Alessia foram tomar gelato ontem. - ele diz e eu assinto rapidamente. 
- Eu imagino que ela tenha comentado com você, mas nós só saímos para tomar o gelato e conversar. - eu digo tentando me explicar, vendo ele rir fraco. 
- Eu sei disso e mesmo se fosse para algo a mais, eu não seria contra. Eu só quero que você tome cuidado com ela. - ele diz e eu assinto rapidamente. 
- Não se preocupe. - eu digo firme, vendo ele sorrir assentindo. 

Depois da minha conversa rápida e constrangedora com meu treinador fui para o campo para iniciar o treino. Hoje iríamos para Lyon, após o treino, já que amanhã seria a primeira partida das oitavas de final da Champions. 

Point of View Alessia Sarri
Turim, Itália - 25 de fevereiro de 2020

Acordo com o chorinho de Chiara soando pela babá eletrônica e rio fraco ao lembrar que eu coloquei o despertador como se eu realmente fosse acordar apenas com o despertador. Porém, o meu melhor despertador é a minha filha. 

Levanto calmamente e caminho em direção ao quarto dela. Sorrio para ela que chora desesperadamente com fome. Sento-me na cadeira de amamentação e imediatamente ela começa a sugar meu seio com fome. Faço carinho em sua cabeça e sorrio ao olhar para a porta e encontrar meu pai nos olhando. 

- Bom dia, meus amores… - ele diz aproximando-se, me fazendo sorrir. 
- Bom dia, papai! - eu digo e ele acaricia o cabelo de Chiara, que não dá a menor confiança para o avô. 
- Vou para o treino agora e depois vamos direto para Lyon. - ele diz e eu assinto rapidamente. - Nosso voo chega de volta em Turim quinta pela manhã. - ele diz e eu concordo. 
- Tudo bem… Nós vamos sentir sua falta! - eu digo e ele sorri. 
- Eu também vou sentir falta de vocês. - ele diz depositando um beijo na testa de Chiara e um beijo em minha testa. - Vou te mandar no WhatsApp todos os detalhes dos nossos voos e do nosso hotel, caso você precise de algo. - ele diz e eu concordo. 
- Tudo bem, pai! Eu te amo. Boa viagem e bom jogo. - eu digo e ele sorri saindo do quarto logo em seguida. 

Depois de amamentar Chiara, decido ir tomar meu café da manhã. Carrego minha gordinha no colo e desço as escadas lentamente com ela. Cumprimento Martina, que estava organizando a sala, e vou para a cozinha. Sento-me à mesa, com Chiara em meu colo, e começo a tomar meu café da manhã calmamente. 

[…]

O dia havia passado rápido e eu já estava pronta para sair com Georgina. Termino de organizar a bolsa de Chiara e pego-a no colo. Desço as escadas com cuidado e ajeito minha filha no colo. Coloco a bolsa dela e a minha dentro do carrinho e saio de casa empurrando tudo. 

Desço até a garagem de elevador e assim que encontro o carro de meu pai destravo o mesmo com a chave. Coloco Chiara na cadeirinha dela, no banco traseiro, e desmonto o carrinho rapidamente colocando-o no porta malas. Coloco as bolsas no banco do carona e entro no banco do motorista, ligando o carro e o rádio rapidamente. 

O caminho até à cafeteria que Georgina havia marcado foi rápido e tranquilo graças às instruções do GPS. Estacionei o carro em uma vaga que havia ali perto e assim que desci do carro fui direto ao porta malas, onde peguei o carrinho de Chiara. Montei o carrinho rapidamente, pendurei as bolsas nos ombros e peguei a cadeirinha de Chiara encaixando-a direto no carrinho. Travo o carro e guardo a chave dentro da bolsa. 

Vou caminhando pela calçada, sentindo o frio de Turim, em direção à cafeteria. Assim que entro, vejo Georgina sentada em uma mesa reservada me esperando. 

- Cheguei! - eu digo cumprimentando-a rapidamente com um abraço. 
- Nós acabamos de chegar. - ela diz e eu sorrio para Cristiano Ronaldo Jr. - Cris, essa é Alessia minha amiga e amiga de seu pai. Alessia, esse é o Cris, o meu menino mais velho. - ela diz e eu sorrio ao ver que ela considerava ele seu filho. 
- Oi Cris, tudo bem? - eu digo abraçando-o rapidamente. 
- Tudo sim e com você? - ele pergunta e eu concordo. - E quem é ela? - ele pergunta apontando para o carrinho, me fazendo sorrir. 
- Ela é a Chiara, minha filha. - eu digo e ele sorri. 
- Posso fazer carinho? - pergunta tímido e eu sorrio. 
- Claro! - eu digo e vejo ele se aproximar do carrinho, fazendo carinho na bebê logo em seguida. 

[…]

- E como está a adaptação? - Geo pergunta enquanto eu tomo um gole do suco de laranja que eu havia pedido. 
- A minha está ótima. A dela que é um pouco mais complicada, né? Ela só tem 5 meses, já estranha o clima, o horário e até mesmo o lugar… - eu digo e vejo a argentina assentir concordando. - Mas eu cheguei até a pensar que fosse ser bem pior, mas, na medida do possível, ela é bem tranquila. - eu finalizo e ela sorri. 
- Você é uma ótima mãe. - ela diz e eu sorrio envergonhada. 
- Você também. - Cristianinho diz, fazendo a argentina sorrir emocionada enquanto abraça o menino. 

O resto da conversa foi divertida e leve. Conversamos sobre várias coisas, inclusive sobre o Brasil e sobre a Argentina. Cristianinho participou da conversa várias vezes falando o quanto ele queria ir até a Argentina, fazendo eu e Geo rirmos da ansiedade dele.

- Vai lá em casa amanhã assistir o jogo com a gente. - Geo diz e eu assinto concordando. 
- Tudo bem… Não vou incomodar não? - pergunto e ela sorri negando. 
- Claro que não, menina! Leva Chiara com você. As crianças vão amar ver um bebê. - ela diz e eu rio concordando. 

Depois de terminarmos nosso lanche da tarde nos despedimos e acertamos apenas os detalhes para assistirmos juntas o jogo amanhã. Caminho com Chiara até o carro e chegando lá, realizo o mesmo processo de sempre. Depois de tudo certo, dou partida com o carro em direção ao apartamento. 

Ligação ON
- Oi pai! - eu digo, atendendo o telefone rapidamente e colocando-o no viva voz. 
- Oi, meu amor! Acabamos de chegar. - ele diz e eu assinto rapidamente. 
- Graças a Deus! - eu digo rapidamente, fazendo ele rir fraco.
- Aonde você está? - ele pergunta e eu respondo rapidamente. 
- Estou dirigindo. Fui tomar café com a Georgina agora. - eu digo e ele assente. 
- Que bom, meu amor! Fico feliz por você estar bem. Mais tarde eu te ligo novamente, ok? - ele pergunta e eu concordo. 
- Claro, pai! Te amo. - eu digo e ele ri fraco. 
- Te amo, meu amor. - ele diz, desligando rapidamente. 

Ligação OFF

Continuo dirigindo até chegar em casa. Deixo o carro de meu pai na vaga dele e desço descarregando todo o carro. Chiara sorri ao me ver, fazendo com que meu coração se derretesse ao vê-la. Eu amo demais essa menina. 

[…]

Point of View Alessia Sarri
 Turim, Itália - 26 de fevereiro de 2020

Acordo com o choro de Chiara soando pela babá eletrônica. Levanto rapidamente e vou até o quartinho dela. Me surpreendo ao olhar no relógio da cômoda e ver que já eram quase 9 horas da manhã. Pego minha gorducha no colo e sento-me na cadeira de amamentação dela, coloco meu seio para fora e começo a amamentá-la. 

Fico fazendo carinho em seus cabelos e sorrio ao ver que ela continuava com a mania de balançar as perninhas. Depois de alguns minutos, Chiara dá-se por satisfeita e eu faço-a arrotar rapidinho. 

- Vamos tomar banho, meu amor? - eu pergunto fazendo voz de mãe babona, vendo ela abrir um sorriso banguela. 

Regulo a água na banheira para dar o banho nela. Tiro a roupinha dela rapidamente e começo a banhá-la. Graças a Deus Chiara não é aquela criança que chora ao entrar na água. Pelo contrário, sempre amou tomar banho. Depois de dar o banho dela, coloco uma roupa quentinha e confortável nela e vou para o meu quarto. Coloco minha gorducha na cama, cercada de travesseiros, e vou em direção ao banheiro, onde faço minhas higienes e aproveito para tomar um banho tranquilo. 

Saio do banheiro vestindo apenas um roupão branco bem quentinho. Deito-me na cama ao lado de minha bebê, que cochilava tranquilamente, e aproveito para pegar meu celular e responder às mensagens da minha mãe e do meu pai. Sorrio ao ver as fotos do Chico, meu cachorro, que ela havia me mandado. 

Obviamente Chico virá morar comigo, mas ele só pode vir depois de realizar uma série de burocracias. Minha mãe ficou responsável por resolver tudo e trazê-lo em breve. 

[…]

- Ainda bem que você realmente veio! - Georgina diz, abrindo a porta da casa dela. 
- Eu disse que viria! - eu digo rindo fraco. 

Entro na imensa mansão, que ficava totalmente afastada da civilização em Turim, e sorrio ao ver que a decoração era linda. Chiara já estava no colo de Georgina, que caminhava mostrando-me toda a casa. Geo apresentou-me aos seus filhos menores, que mesmo sendo crianças pequenas sorriram para mim. 

- Estou nervosa com o jogo! - ela diz e eu sorrio fraco. 
- Sério? - pergunto e ela assente. - Nossa, eu nem consigo ficar nervosa na hora. Eu sempre fico antes. Tipo, na noite anterior. - confesso e ela me olha rindo fraco. 

Sentamos no enorme e confortável sofá à frente da televisão e coloquei Chiara no carrinho, já que ela dormia tranquilamente. Os times apareceram perfilados, prontos para entrarem em campo, e eu sorri ao ver a imagem de meu pai passando rapidamente. 

- Esse casaco deles é lindo! - eu digo e Georgina ri. 
- Eu também acho. Acho que Cristiano é o único que acha feio. - ela diz, me deixando completamente chocada. 
- Sério? - pergunto e ela assente. 
- Sim… Ele diz que é sem graça. - a argentina diz, me fazendo rir. 

O jogo começou e desde o começo foi disputado. Era engraçado assistir com Georgina, porque a argentina nem tentava disfarçar o nervosismo e a ansiedade com tudo. Em um resumo rápido do primeiro tempo: Dybala levou uma caneta, Georgina xingou, Lyon fez um gol, Georgina xingou, o juiz não marcou quase nada para a Juve e a Georgina xingou. 

- Sabe o que eu acho? - ela pergunta no intervalo do jogo, enquanto nós lanchávamos um delicioso hambúrguer com batatas fritas. 
- O que? - eu pergunto enquanto mastigo, fazendo ela rir. 
- Acho que você e Paulo seriam um lindo casal. - ela diz sincera, dando de ombros, me fazendo rir alto. 
- Por que você acha isso? - pergunto ainda rindo, vendo ela revirar os olhos para mim. 
- Não sei explicar. Aquele dia vocês tiveram uma conexão forte e ficariam lindos juntos. - ela diz e eu rio fraco. 
- Posso te contar uma coisa? - pergunto e ela rapidamente assente rapidamente, me fazendo gargalhar. - Nós saímos para tomar um gelato esses dias. - eu digo rapidamente, fazendo ela me olhar arregalando os olhos completamente chocada.
- Como assim? Me conta tudo! - ela diz extremamente desesperada, me fazendo novamente rir alto. 
- Ué, eu dei uma carona para ele no dia que eles voltaram do jogo e ele me mandou mensagem me convidado para tomar um gelato em forma de agradecimento. - eu digo e ela me olha com a boca aberta. 
- Eu estou muito chocada. - ela diz e eu rio. - Sério! Eu não o conheço muito, mas acho que ele está super afim de você. - ela diz e eu rio fraco negando. 
- Claro que não, para de ser louca! - eu digo e ela ri. 

Depois de acabarmos nosso papo sobre Paulo, voltamos a assistir o jogo que estava recomeçando. E sinceramente? Deu tudo errado. Dybala quase fez um gol logo no começo do segundo tempo, teve um sangramento no cotovelo (que ninguém entendeu como aconteceu), marcou um gol (que foi anulado por impedimento) e sofreu um pênalti, que não foi marcado pelo juiz. Cristiano e Paulo eram os mais esforçados no campo, mas mesmo assim não conseguiram o empate ou uma vitória para a Velha Senhora. 

Porém, o futebol é uma caixinha de surpresas e ainda tinham 90 minutos, dentro da Allianz Stadium. 


Notas Finais


Voltei com mais um capítulo durante esse período de quarentena...
Espero que vocês estejam gostando da fanfic... Comentem, deixem opiniões e sugestões :)
Dentro das possibilidades, fiquem em casa! Só saiam para coisas extremamente necessárias e lavem as mãos constantemente! Não brinquem com a saúde de vocês.
Se cuidem :) Vejo vocês sexta-feira (dia 20/03).
Xx




Link da fanfic no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/216581009-lucky-strike


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