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História Lucky Strike - Capítulo 5


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Notas do Autor


*Essa fanfic é de autoria minha, e plágio é crime.
*Se houver erro de gramática, sinalizem.
*Sugestões e críticas construtivas são sempre bem vindas.
*Os capítulos terão sempre esse tamanho, em média.
*Comentem, deixem a opinião de vocês, porque ajuda bastante.
*A fanfic será atualizada, pelo menos, uma vez por semana. Sem dia certo.
*Qualquer dúvida é só perguntar.
Aproveitem :)

Capítulo 5 - Cinque


Fanfic / Fanfiction Lucky Strike - Capítulo 5 - Cinque

Point of View Alessia Sarri
Turim, Itália - 27 de fevereiro de 2020

Acordo com o despertador tocando e levanto-me rapidamente. Pela segunda vez eu precisaria buscar meu pai no aeroporto. A única diferença é que dessa vez é de manhã bem cedo. Ainda são 7 horas e eu já estava começando a ficar atrasada. Levanto-me rapidamente e vou imediatamente ao banheiro. Faço minhas higienes pessoais, minhas necessidades e saio do banheiro rapidamente indo em direção ao closet. Visto uma roupa quentinha, pego minha bolsa e vou em direção ao quarto de Chiara. 

Entro no cômodo decorado pelo meu pai e sorrio ao ver minha gorduchinha quietinha olhando para o teto. Provavelmente ela havia acordado há alguns minutos e ficou quietinha, já que ela tem essa mania. Amamento-a e troco sua roupa rapidamente e saio do quarto com ela em meu colo. 

- Bom dia, Martina! - eu digo chegando na sala, vendo a moça chegando em casa. 
- Bom dia, Alessia! - ela diz e eu sorrio. - Seu pai pediu ontem que eu fosse à padaria hoje comprar algumas coisas, já que ele teria uma reunião aqui durante o café da manhã. - ela diz e eu assinto concordando. 
- Tudo bem… Estamos indo buscá-lo. - eu digo e ela sorri. 

Prendo Chiara na cadeirinha e sorrio ao vê-la quietinha olhando para tudo. Me acomodo rapidamente no banco do motorista e dou partida com o carro em direção ao Aeroporto. Dirigi calmamente enquanto cantarolava uma musica baixinho, já que Chiara dormia calmamente. Quando estava quase chegando no Aeroporto, meu pai me ligou. 

Ligação ON

- Oi filha, aonde você está? - ele pergunta e eu rio fraco enquanto dirigia. 
- Oi pai, já estou chegando. Você já chegou? - pergunto e ele assente. 
- Sim… Cristiano e Paulo vão lá para casa, ok? - ele pergunta e eu rio confirmando. 
- Ok. Já estou chegando. Menos de 5 minutos. - digo e ele confirma. 

Ligação OFF

Depois de exatos 3 minutos chego no local onde eu havia combinado anteriormente com meu pai. Paro o carro ali e rapidamente ele e os jogadores guardam as coisas no porta malas e entram no carro. 

Buongiorno figlia mia! - meu pai diz completamente animado, me fazendo sorrir. 
- Bom dia, papai! - eu digo abraçando-o rapidamente. - Bom dia, meninos! - eu digo para os jogadores, vendo eles rirem. 
- Bom dia, Alessia! - Paulo diz e eu sorrio para ele. 
- Bom dia, Alessia! - Cristiano diz. - Fiquei sabendo que você foi na minha humilde residência ontem à noite. - ele diz, fazendo-me rir. 
- Se aquilo é uma humilde residência, nossa senhora… - eu digo e ri baixo para não acordar Chiara. - Aliás, fiquei sabendo de uma coisa da sua pessoa que eu fiquei completamente chocada ao saber. - eu digo, vendo os três homens prestarem atenção em mim. 
- Estou com medo… - Cristiano diz e eu rio baixo enquanto dirigia. 
- Como assim você não gosta daquele casaco perfeito da Juventus??? - eu pergunto completamente indignada, ouvindo ele suspirar aliviado enquanto meu pai e Paulo riam. 
- Eu acho aquele casaco horroroso. Sempre dou para alguém. - ele diz e eu abro a boca chocada, terminando de estacionar o carro na garagem. 
- Da próxima vez você pode guardar para mim, tá? Eu prometo que não vou me incomodar. - eu digo e ele ri. 
- Combinado! - ele diz e nós todos descemos do carro. 

Pego Chiara, que já havia acordado, e meu pai na mesma hora rouba-a de mim e eu reviro os olhos imediatamente. Subimos de elevador rapidamente até a cobertura e assim que chegamos, já foi possível sentir o cheiro de café. 

- Vamos tomar café? - meu pai pergunta e todos nós assentimos. 

Coloco Chiara deitadinha em um cercadinho que eu havia trazido e sento-me à mesa com eles. Martina avisou que ficaria de olho em minha filha e eu agradeço-a por poder tomar café da manhã tranquilamente. Durante o café da manhã, conversamos sobre o jogo de ontem e sobre o coronavírus, que estava se espalhando pela Itália. 

- Então, aparentemente, o jogo vai ser de portões fechados. - meu pai diz e Cristiano revira os olhos. 
- Isso é injusto. Deveriam então prorrogar a partida. É um direito dos torcedores de irem ao estádio apoiar o time. - ele diz, tomando um gole de café e logo voltando a falar. - Se o país está em uma situação delicada, tudo bem. Entendo que é uma situação nova e que ninguém nunca havia vivido antes, porém seria melhor adiarem as partidas, então. - ele finaliza e Paulo concorda. 
- Sim. Fora que eles estão nos expondo ao risco. - o argentino diz e meu pai assente concordando com os dois. 
- Eu entendo vocês e concordo com o que vocês disseram, juro. Nos próximos dias, provavelmente amanhã, teremos uma reunião com a federação para decidirmos o que será feito. - ele diz e os jogadores concordam. 
- E o que você acha disso, Alessia? - Cristiano pergunta e eu rio fraco. 
- Eu acho que a partir de agora ficarei em casa até acabar tudo isso. - eu digo sincera, vendo os três homens rirem. - É sério. - eu digo dando de ombros, vendo eles rirem. 

Depois de tomarmos café da manhã, aproveito para subir com Chiara enquanto os três decidiram assistir o jogo de ontem para fazerem anotações de possíveis pontos que eles precisariam melhorar para a próxima partida. 

Fico em meu quarto quietinha, já que Chiara dormia calmamente em seu berço. Aproveito para assistir um episódio de Casamento às Cegas, na Netflix, que eu havia começado há uns dias, mas que eu não estava conseguindo continuar a ver.

Assim que eu termino o 9º episódio ouço o choro de Chiara pela babá eletrônica. Levanto da cama rapidamente e vou rapidamente caminhando até o quarto dela. Sorrio fraco ao ver que ela havia sujado a fralda e que estava chorando por isso. Troco sua fralda enquanto canto algumas músicas bobinhas, fazendo com que ela ficasse prestando bastante atenção em mim. 

- Vamos descer para ver o vovô, meu amor? - eu pergunto rindo para ela, vendo ela me olhar curiosa. 

Pego minha bebê no colo e descemos as escadas, encontrando os três homens de frente para a televisão assistindo ainda ao jogo de ontem. 

- Só de curiosidade, vocês já assistiram isso quantas vezes? - eu pergunto, fazendo eles me olharem assustados. 
- Nós acabamos o primeiro tempo agora. - meu pai diz e eu arregalo os olhos, fazendo os dois jogadores rirem de mim. 
- A gente assiste e para milhares de vezes, voltamos alguns lances, fazemos algumas anotações e tudo isso requer tempo. - Paulo explica e eu assinto entendendo. 
- Isso então significa que o segundo tempo vai demorar mais 4 horas? Porque esse foi o tempo quase que exato que vocês demoraram para terminarem o primeiro tempo. - eu digo e meu pai ri. 
- Talvez um pouco mais, porque o segundo tempo foi mais puxado. - meu pai diz e eu concordo. - Mas nós vamos parar agora, vamos almoçar e depois voltamos e assistimos o segundo tempo. - ele diz e eu sorrio. 
- Ainda bem, eu estava morrendo de fome. - eu digo sincera e os dois jogadores riem da cara que meu pai faz para mim.

[…]

- Minha filha, você poderia levar os meninos? - meu pai me pergunta enquanto entra em meu carro. 
- Posso! - eu digo e ele assente. - Você fica de olho na Chiara? - eu pergunto, já que estava querendo evitar de sair com ela. 
- Claro! - ele diz e eu sorrio em agradecimento. 

Desço as escadas apenas com meu celular e a carteira na mão e encontro os dois jogadores no sofá. 

- Vamos? - pergunto e eles me olham arqueando a sobrancelha. - Eu vou levar vocês. - eu digo e eles riem fraco. 
- Não sabia que você estava fazendo bico de Uber. - Cristiano diz e eu rio. 

Os jogadores se despedem de meu pai e nós descemos até o G3, andar onde o carro do meu pai sempre ficava. Destravo o carro e entro rapidamente no banco do motorista, enquanto Cristiano e Paulo discutiam para saber quem iria no banco da frente. 

- Eu que tenho que ir no banco da frente, porque ela vai me deixar em casa por último. - Paulo diz e Cristiano revira os olhos. 
- Mas eu não quero ir no banco de trás. - Cristiano diz e eu gargalho ao ouvir a fala do português. 
- Se vocês não se decidirem agora, os dois vão no banco de trás. - eu digo e rapidamente eles entram em um consenso e entram no carro. 

Coloco o endereço de Cristiano no GPS e começo a dirigir em direção à, nada humilde, residência do jogador. Cantarolava algumas músicas que tocavam na rádio enquanto o português e o argentino conversavam sobre alguns assuntos do time. Depois de quase 30 minutos dirigindo, finalmente entro na propriedade de Cristiano. 

- Oi amiga! - Georgina diz chegando perto do vidro. 
- Oi meu amor! - eu digo abraçando-a pelo vidro, que eu já tinha aberto. - Como você está? - pergunto e ela ri fraco. 
- Morrendo de saudade do meu marido! - ela diz e eu e Paulo rimos, enquanto Cristiano abraça-a. 
- Então aproveitem a noite, crianças! - eu digo e eles riem fraco, se despedindo. 

Dou partida com o carro enquanto Paulo coloca o endereço dele no GPS. Sigo atentamente às instruções do aparelho que me guiava pelas ruas de Turim. 

- Quando nós vamos ao restaurante brasileiro? - Paulo pergunta, quebrando o silêncio do carro e eu rio fraco para ele. 
- Quando eu for convidada. - eu digo dando de ombros, vendo o argentino rir. 
- Senhorita Alessia Sarri, a senhorita gostaria de me acompanhar em um almoço no restaurante brasileiro localizado em Turim? - Paulo pergunta formalmente, me fazendo rir. 
- Eu adoraria, senhor Paulo Dybala. - eu digo e ele gargalha. - Mas é sério, a única pessoa aqui que tem uma agenda difícil, é você. Então veja um dia bom e me avise. - eu digo e ele concorda. 

O resto do caminho foi tranquilo e assim que parei na porta do prédio dele, o argentino olha-me sorrindo. 

- Muito obrigado pela carona! - ele diz e eu sorrio. 
- Não há de que. - eu digo, dando de ombros, vendo ele sorrir. 
- Me manda mensagem quando você chegar em casa, pode ser? - ele pergunta e eu sorrio ao ver sua preocupação. 
- Pode sim, jogador. Fique tranquilo! - eu digo e ele sorri. 

Nos despedimos com um rápido abraço e Paulo saiu do carro, pegando sua mala no porta malas. 

- Um pequeno agradecimento pela carona! - ele diz aparecendo na minha janela e me estendendo o casaco da Juventus, que eu era completamente apaixonada, que ele havia usado ontem para entrar em campo. 
- Não precisa, doido! - eu digo surpresa, fazendo ele rir. 
- Claro que precisa! Está com meu cheiro, mas considere isso um bônus! - ele diz e eu gargalho. 
- Sendo assim, muito obrigada! - eu digo e deposito um beijo em sua bochecha rapidamente, fazendo ele rir fraco. 

Depois de me despedir novamente de Paulo, dou partida com o carro rapidamente, dirigindo em direção ao meu prédio. Meu pai e Paulo moravam no mesmo bairro, então o trajeto não foi demorado. 

Estaciono o carro na vaga de sempre e desço do mesmo, andando em direção ao elevador. Após alguns segundos, já estou na sala de casa e sorrio ao ver meu pai deitado no sofá com minha filha em seu colo. 

- Foi tudo direitinho? - meu pai pergunta e eu assinto. 
- Sim senhor Maurizio. - eu digo debochando dele, fazendo ele rir fraco. - Como foi a viagem? - pergunto e ele ri fraco. 
- Foi tudo tranquilo. - ele diz e olha para minha mão, arregalando os olhos. - Cris achou outro casaco na mala? - ele pergunta e eu rio fraco negando. 
- Não… Paulo que me deu. - eu digo, dando de ombros e aproveitando para mandar uma mensagem para o jogador. 

“Cheguei em casa! Mais uma vez, muito obrigada pelo casaco :)” 

- Sabia que ele, Douglas e Cristiano estavam falando de você no vestiário? - ele pergunta e eu arregalo os olhos. 
- Como assim? - pergunto com medo da possível resposta de meu pai. 
- Bom, pelo o que eu entendi, os meninos perguntaram aonde ele estava e ele disse que saiu para tomar um gelato com você. Aí eles ficaram meios chocados e disseram para ele não se enganar. - meu pai diz e eu olho para que ele terminasse de contar a história. - E ele disse que não estava tentando se enganar, mas que ele não sabia se você tinha algum relacionamento com alguém, se você era solteira… - meu pai disse e deu de ombros. 
- Entendi… - eu digo meio chocada ainda. - E você disse alguma coisa? - pergunto curiosa. 
- Nesse momento eu saí do meu esconderijo e disse que eu era seu pai e que eu podia dizer que você estava solteira. - ele diz e eu arregalo os olhos. 
- Meu Deus… Ele, no mínimo, vai pensar que eu estou interessada por ele. - eu digo e meu pai revira os olhos. 
- Mas você não está? - ele pergunta confuso e eu assinto envergonhada. - Então pronto, minha filha! - ele diz e eu rio nervosa. 
- Acontece que eu não estou preparada para nada, pai! - eu digo sincera e ele suspira, colocando Chiara deitada no sofá cercada por várias almofadas. 
- Você não sabe se você realmente não está preparada, minha filha. Às vezes você acha que não está preparada, mas na verdade está preparada sim! - ele diz e eu assinto entendendo. - Não estou falando pra você sair atacando o primeiro homem que aparecer na sua frente. - ele diz e eu gargalho. - Eu só estou falando para você se abrir mais para novas possibilidades. - ele diz e eu abraço-o fortemente. 
- Eu te amo muito, papai! - eu digo e ele ri. 
- Você me promete que não vai se fechar para nenhuma possibilidade nova? - ele pergunta e eu suspiro assentindo. 
- Prometo! - eu digo e ele sorri feliz. 

Depois do nosso papo, aproveito que Chiara estava dormindo para refletir mais sobre tudo isso. Obviamente eu sinto medo de me relacionar com alguém. Mas até quando eu vou deixar esse medo me privar de coisas que podem ser incríveis?

Sou tirada de meus pensamentos com uma mensagem em meu celular. 

“Não precisa agradecer pelo casaco. Eu que agradeço pela carona. Prometo que pagarei com um almoço brasileiro :)” 

Sorrio ao ler a mensagem, mas decido não responder por agora. Melhor assim. 

[…]

 Point of View Alessia Sarri
Turim, Itália - 28 de fevereiro de 2020

- Estou em casa! - meu pai diz e eu sorrio ao ver que ele havia chegado mais cedo do trabalho hoje. 
- Como foi tudo lá? - pergunto enquanto abraço-o rapidamente. 
- Tudo tranquilo. O jogo de domingo foi adiado para maio, o que significa que teremos mais tempo de preparação para a segunda partida da semifinal da Copa Itália. - ele diz e eu assinto. 
- A situação toda é preocupante. - eu digo e ele concorda. 
- Poucas pessoas estão pelas ruas. A maioria de máscara. - ele diz e eu concordo. - Dei folga para os jogadores amanhã para treinarmos domingo. - ele diz e eu sorrio. 
- Você é um ótimo técnico. - eu digo e ele ri fraco. 
- Você diz isso só porque não é minha jogadora. - ele diz e eu gargalho. 

Eu e meu pai aproveitamos o sono da tarde de Chiara para assistirmos um filme de comédia no Netflix. Quando o filme acabou, aproveitei para subir e ver minha gorducha que até agora não havia acordado, enquanto meu pai ficou na sala assistindo televisão. 

- Você acordou e não chorou, meu amor? - eu pergunto ao ver Chiara acordada quietinha no berço. 

Pego minha bebê no colo e vou direto ao banheiro com ela. Aproveito que ainda não está muito frio para dar o banho dela. Esse era o segundo momento favorito dela. O primeiro, com certeza, é mamar. Nunca vi uma bebê gostar tanto de mamar. 

[…]

Desço as escadas calmamente com Chiara em meu colo e rio fraco ao ver Douglas, Cristiano e Paulo sentados no sofá conversando animadamente com meu pai. 

- Vocês não têm casa não? - eu pergunto e eles riem fraco. 
- Eu tenho. Você me deu carona. - Cristiano diz e eu rio fraco. 
- Você também me deu carona. - Paulo diz rindo e eu assinto. 
- Ei, por que você não me deu carona? - Douglas pergunta e eu gargalho. 
- Não sei, ué… Você não pediu. - eu digo, dando de ombros, sentando-me no sofá e colocando Chiara em meu colo. 
- Você pode me dar uma carona da próxima vez? - Douglas pergunta e eu rio. 
- Posso, Douglas. - eu digo e ele ri. 
- Ótimo. Agora vou te apresentar à minha mulher. - ele diz e eu rio surpresa. 
- Você é casado? - pergunto completamente surpresa, já que eu não tinha a menor ideia disso. 
- Não exatamente… Sou noivo. Mas nós já moramos juntos. - ele diz e eu assinto entendendo. 

Meu pai e jogadores conversavam sobre algumas coisas e faziam questão de tentar de me incluir no assunto, fazendo com que eu participasse um pouco da conversa. Depois de alguns minutos, meu pai decidiu pedir comida. 

- Eu não aguento mais comer massa. - eu digo sincera, vendo todos rirem de mim. 
- Vou pedir comida japonesa. Pode ser? - ele pergunta e todos assentem rapidamente. 

Meu pai fez o pedido enquanto os jogadores conversavam sobre o coronavírus. Sinceramente? Só eles para me fazerem rir sobre um assunto tão sério. O pânico de Douglas era completamente engraçado, mesmo ele sabendo que ele não era fator de risco. Aproveitando-se de saber do pânico do amigo, Paulo e Cristiano aproveitavam para jogar uma onda de pânico no jogador brasileiro. 

- Do que você tanto ri? - meu pai pergunta curioso quando volta para a sala. 
- Douglas com medo de toda essa situação, parecendo uma criança de 5 anos. - eu digo e ele ri olhando pro jogador. 
- Pelo amor de Deus, Douglas. - meu pai diz revirando os olhos, nos fazendo rir ainda mais. 

Depois de conversarmos mais um pouco, jantamos todos juntos e logo depois os meninos foram embora. Foi uma noite divertida. E noite com jogadores em minha casa estava começando a virar rotina… 

 


Notas Finais


Voltei com o quinto capítulo dessa história que já tem um espaço especial em meu coração!
Espero que vocês estejam gostando... Deixem opiniões, comentários e sugestões por aqui pois eu sempre leio tudo e sempre respondo.
Espero também que, em meio a essa pandemia, você estejam se cuidando e tomando todos cuidados necessários. Dentro das possibilidades, fiquem em casa! Só saiam para coisas extremamente necessárias e lavem as mãos constantemente! Não brinquem com a saúde de vocês.
Se cuidem :) Vejo vocês domingo (22/03)
Xx


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