História Luiza alves - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Briga, Ciumes, Hot, Paixão, Provocação, Romance
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Palavras 1.722
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem ❤❤❤

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Luiza alves - Capítulo 7 - Capítulo 7

Já se passaram quase 40 minutos e nada do Ricardo aparecer. Não sei o porquê, mas eu começo ficar um pouquinho agoniada. Me viro para o outro lado do salão da festa e surge um ser passando a mão levemente no cabelo. Parece que estava vindo em câmera lenta, percebo que sua gravata estava totalmente torta.

--- Ricardo, você não sabe arrumar uma gravata? - Eu pergunto dando um sorrisinho de leve e olhando fixadamente para seus tentadores olhos azuis.

--- Quer ter a honra de ajeitar a gravata de Ricardo Albuquerque? - Ele pergunta num tom provocante.

--- Só vou ajeitar pois não suporto ver uma gravata desajeitada. - Digo arrumando sua gravata a deixando impecável.

--- Você quer dançar ? --- indaga ele me estendendo a mão.

--- Sim --- Digo segurando sua mão

e com um pequeno sorriso. Andamos até onde outras pessoas dançavam, estava tocando uma música clássica.

--- Posso? --- Ele pergunta colocando sua mão na minha cintura.

--- Já está colocando né! --- Eu respondi revirando os olhos.

--- Luiza, porque você sempre é tão grossa? - Ricardo pergunta me guiando na valsa lenta.

--- Não sou grossa, sou apenas eu! --- Respondo olhando em seus olhos azuis quentes.

Ricardo logo me gira no ritimo mais rápido da valsa. Dou um giro perfeitamente sincronizado com a música clássica. Na volta do giro, Ricardo me pega e nossos corpos se unem perfeitamente. Sinto sua respiração quente em meu pescoço.

--- Você está linda demais! --- Ele fala com a respiração quente em meu pescoço.

--- Vo… vo... você está com a boca no meu pescoço. --- Eu falo um pouco trêmula.

--- Ah, desculpe! Luiza, seu perfume é tentador! --- Ricardo fala um pouco num tom sedutor olhando fixadamente nos meus olhos.

--- Podemos voltar para valsa? —- Eu falo um pouco sem graça.

—- Claro! — Ricardo responde com cara de desgosto.

A música volta novamente em um ritmo mais acelerado, estamos dançando em sincronia quando Ricardo... Pisa na BARRA DO MEU VESTIDO! Eu me atrapalho de uma forma, que até viro meu pé de uma forma terrível! Sinto uma pontada em meu tornozelo e dou um leve grito e perco o equilíbrio. Ricardo se assusta e me segura.

— Aaaaiiiii meu tornozelo! —  Dou um grito.

— Luiza, o que foi? — Ricardo fala rapidamente.

— Se você não percebeu, você acabou de pisar na barra do meu vestido e eu perdi o equilíbrio. E torci meu tornozelo, Ricard! — Respondo com raiva e com voz de dor.

— Me desculpe! Eu me atrapalhei — Diz ele com tom de aborrecimento.

Logo, surge a Elizabeth, toda desesperada. Ela vem depressa ao meu encontro e vem me acudir. Percebo que ela lança um olhar furioso para Ricardo.

— Luiza, Oh meu bem o que houve? — Diz Elizabeth um pouco impaciente.

— Digamos que um sapato de grife “invadiu” a mais perfeita barra que um vestido poderia ter. — Eu respondo tentando parecer amigável.

— Ricardo, você foi o responsável por isso ter acontecido, então leve a Luiza IMEDIATAMENTE para o médico — Elizabeth fala brava, mas obviamente sem perder a classe.

— Ah, sim sim, claro Mamãe. — Ricardo fala um pouco nervoso.

— Não precisa! Eu sei me virar muito bem sozinha! — Eu digo na tentativa de me levantar da cadeira em que estava sentada.

—Luiza, vou te levar sim! — Ricardo “ordena” para mim.

— Ah! E você também não consegue andar direito, vou precisar te carregar. Acredite, é para o seu bem. — Ele diz logo me levantando.

— Me solte agora, eu não preciso disso! Eu sei levantar sozinha! — Eu digo olhando brava para Ele.

—Para de graça Luiza! — Ele diz, e logo eu já estava em seus braços.

Estava até tonta por conta de tanta dor. Parecia que tinha uma pessoa “enfiando” uma faca nos ossos do meu tornozelo.

Felizmente as pessoas estavam indo embora, não restava nenhum fotógrafo. A noite esfriou cada vez mais, como meu vestido era feito só de tule e pedrarias, eu estava passando um frio danado. Aos poucos comecei a tremer, Ricardo com certeza percebeu meu corpo gelado e a minha ‘tremedeira’.

— Luiza você esta gelada e tremendo! Toma, coloque meu paletó. — Ele disse colocando seu paletó sobre meus braços.

— Obrigada, mas não precisava! — Digo um pouco nervosa.

Como eu estava em seus tentadores braços, dava até para sentir seus músculos fortes me carregando. Seu corpo estava um pouco quente, como se não estivesse sentido frio nenhum, eu por outro lado, continuava morrendo de frio.

Ricardo me levou até o deslumbrante carro luxuoso dele e me colocou sentada no macio banco de couro de seu carro. Ele entrou e seguimos em direção a algum médico por aí.

— Ricardo, vamos para este médico, ele é meu médico particular. — Falo mostrando o endereço pelo celular para ele.

— Tem certeza? É de confiança? — Ele fala parecendo preocupado.

— Você realmente acha que vou passar em um médico que não seja de confiança?? Ah, faça-me o favor né Ricardo! — Respondo totalmente seca.

— Ah, OK, tudo bem, tudo bem! — Ele diz atendendo o que eu disse.

— É quase ali! — Eu digo indicando o local.

Para a minha total felicidade e alívio meu médico, Dr. Miguel estava lá, no seu hospital particular tão conhecido por mim!

— Ok, espere! Vou parar o carro e te pegar. —  Ricardo diz.

Eu apenas concordo com a cabeça.

Ricardo para e desce do carro, ele abre a porta e me carrega novamente no colo até a entrada do hospital particular do Dr. Miguel.

—  Aqui, vou te colocar nessa cadeira de rodas. —  Ricardo diz me colocando na ‘Bendita cadeira de rodas’

— Era só o que né faltava! Eu, Luiza Alves indo de cadeira de rodas! —  Falo retrucando e revirando os olhos.

— Shiiiiiuu Luiza! — Ricardo diz dando uma risadinha.

Seguimos andando no imenso hospital. Finalmente aparece aquele ser tão bom e prestativo para mim, sim o Dr. Miguel. Aquele cujo coisas eu nunca vou esquecer!

— Luiza, o que faz aqui? Ricardo Albuquerque, é você mesmo? —  Pergunta o Dr. Miguel com semblante totalmente confuso.

— Miguel, desculpe aparecer assim, não sei se você viu na TV, mas nós estávamos na festa anual dos empresários de Hub City... Enfim, estávamos numa dança formal e esse Babac... Digo, Sr. Albuquerque, acabou pisando na barra do meu vestido e eu perdi o equilíbrio e torci o tornozelo. — Eu falo tentando explicar da maneira mais breve possível

— Ah sim, agora eu entendi! Vamos comigo para o consultório no 10° andar — Disse o Dr. Miguel.

— Eu vou junto! — Diz Ricardo com voz autoritária.

— Não precisa Sr. Albuquerque, pode esperar aqui! — Miguel o responde.

(*POV RICARDO*) :

Quem esse cara pensa que é? Ele e a Luiza parecem ser bem “amiguinhos”, a forma que os dois se olharam é bem estranha! Vou ficar de olho.

Ele é tão chato que levou ela pro 10° andar, como assim??

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— Luiza como você está? Faz um tempinho que não nos vemos, não é mesmo? — Diz Miguel examinando cuidadosamente meu tornozelo.

— Bem, tirando esse tornozelo, o resto está tudo perfeito! — Respondo amigavelmente.

— Ainda não esqueci daquela noite Luiza, foi muito especial! — Miguel Diz olhando com seus olhos azuis delicados.

— Ah, sim! Realmente foi especial. — Eu digo um pouco sem graça que ele até percebe.

— Olha, não estou aqui para te deixar constrangida kkkk. Me desculpe! — Ele diz rindo com um pouco de vergonha.

— Não, tudo bem! Aquela noite foi bem legal pra mim! — Eu respondo com um tom sensual para Miguel.

— Fico feliz em saber disso! — Ele diz se aproximando cada vez mais.

Como estávamos bem próximos um do outro, sentimos aquele “calorzinho” correndo pelo corpo! Miguel logo me deu um beijo delicado, nada apressado, porém com cautela.

— Desculpe! Eu me empolguei — Ele se afasta totalmente sem graça.

— Me desculpa também! Eu não sei o porque disso kkk — Eu digo e nos dois começamos a rir um para o outro.

— Muito bem Srta. Luiza, seu tornozelo está pronto! Mas você terá que usar essa bora pós torção. — Ele diz dando um sorriso amigável.

— Oh não! Com certeza essa é a “bota” mais horrível que já criaram kkkk. Não me vejo usando isso nunca! — Digo rindo.

— Você vai usar sim! Luiza a enfermeira vai te levar, ok? Foi bom te ver demovo! — Miguel diz se despedindo.

— Tchau, Luiza! — Ele me dá um abraço rápido.

— Tchau Miguel! - Eu digo e logo uma enfermeira me leva para o elevador.

(*POV RICARDO*)

Nossa, mas que demora! O que será que está acontecendo?? A Luiza não chega logo! Se demorar mais vou ir atrás dela!

Ah! Finalmente ela apareceu.

Eu cheguei no andar principal, e lá estava o Galã Ricardo Albuquerque, me esperando impaciente. Pra mim era bem estranho ser “cantada” por dois homens maravilhosos e tentadores na mesma noite! Mas fazer o que, eu sou LUIZA ALVES.!

— Oi, você pode me deixar em casa? — Pergunto um pouquinho tímida.

— Claro, você está melhor? — Ele pergunta com semblante fofo e preocupado.

— Sim sim, estou melhor! — Respondo dando um sorriso de leve.

— Sua “bota” é bem fashion! — Ele diz rindo da bota pós torção.

— Já Já eu tiro isso! — Eu respondo rindo também.

Seguimos todo o trajeto até a minha casa, o tempo que ficamos no carro foi no silêncio, apenas uma música baixa. E finalmente cheguei na minha casa depois dessa noite longa! Ele me ajudou a descer e me deixou exatamente na porta de casa.

— Luiza, me desculpe se as vezes eu sou um pouco estranho, é que você me deixa assim! — Ele diz olhando para o chão.

— Ãnn, é mesmo? Nossa! Ah! Ricardo, obrigada por me trazer aqui. — Eu digo sem graça.

— Não tem de quê, Luiza! Boa noite! — Ele diz olhando agora para mim.

— Boa noite, Ricardo! — Eu digo olhando por cima dos ombros e lanço um leve olhar sensual para ele.



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