História Lullaby - Capítulo 16


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Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie sweeties, olha quem resolveu aparecer finalmente, euzinha! kkkk
Primeiramente, já vou pedindo mil desculpas pela demora horrivel, me desculpem. Eu estava ( e ainda estou) enfrentando um bloqueio criativo feat desânimo tensos, e é dificil escrever quando você tá assim. Me desculpem por isso e peço encarecidamente que tenham paciência comigo por favor rsrs
Tentarei não demorar mais quase dois meses de novo, vou me esforçar mesmo pra voltar com o próximo capitulo logo, ok?
Agradeço a todas as novas leitoras, muito obrigada por favoritarem e a todas que estão lendo, obrigadinha suas lindas <3
Desculpem também o capitulo meio bléh, não desistam de mim pfvr hueh
Peço que perdoem também qualquer erro e boa leitura!

Capítulo 16 - Plans For The Future


- Elizabeth? 

 

- Oi Sebastian, vim ver como você está. –  a loira disse, ainda parada do outro lado da porta. 

 

O rapaz ficou um tanto surpreso por vê-la ali, mas deu passagem para ela entrar. Lizzy entrou e logo tornou os olhos preocupados para ele, que estava com uma pequena bolsa de gelo no hematoma do rosto. 

 

- Eu não sabia como você estava, mas passei numa farmácia e comprei umas coisas pra fazer curativo. – ela disse,  mostrando a sacolinha. Sebastian ficou ainda mais surpreso.

 

- Por essa eu não esperava. – se aproximou. 

 

- Deixa eu ver isso. – pediu e observou o resultado do desentendimento na boate. 

 

Ela ficou com dó por ver aquele roxo no olho dele e se dispôs a fazer um curativo no pequeno corte no supercílio. Sebastian argumentou que não era necessário e aquilo não era nada, mas Lizzy insistiu ao dizer que era o mínimo que poderia fazer pra ajudar depois do que ele fez. Ele acabou cedendo e se sentou para ela poder fazer o curativo. 

 

- Aii... – ele grunhi ao sentir o antiséptico.

 

- Desculpe, esqueci de avisar que ia arder um pouco. – ela murmurou enquanto ajeitava. – Isso não vai ficar bonito. 

 

- Com certeza não vai. – ele disse, com os olhos fechados e a testa franzida por causa da ardência. 

 

- Obrigada por ter me defendido. – disse ela. – Foi gentil da sua parte. 

 

- Não precisa agradecer. Não foi só porque foi com você, eu faria por qualquer garota que visse nessa situação. – murmurou. – Eu posso ser um cafageste, mas eu nunca forçaria uma garota e nem ficaria assistindo um babaca fazer isso. 

 

Lizzy parou um momento, observando-o. Ele abriu um pouco os olhos, notando o olhar dela.

 

- Isso é gentil, Sebastian. De verdade. – disse. – É um alivio saber que você não é um caso tão perdido. – murmurou num tom leve, terminando o curativo. 

 

Ele deixou um sorriso breve escapar, mas ficou em silêncio enquanto ela terminava. 

 

- Pronto. 

 

- Obrigado. – ele disse, a olhando. – Você está bem? Aquele idiota não te machucou, não é? 

 

- Apesar do susto, eu estou bem. – suspirou. – Bom, eu já vou. Já passou da meia noite e eu realmente preciso de um banho e cama. Obrigada de novo. 

 

Ele esboçou um sorriso e a acompanhou até a porta. Observou ela seguir e ficou pensativo. Apesar da noite não ter acabado como ele imaginava, ele se sentia com a consciência mais tranquila em relação a Elizabeth. Não eram amigos, mas quem sabe isso poderia mudar em breve. No fundo, era o que Sebastian desejava. 

 

 

Aquela quinta-feira transcorreu normalmente. Era pouco mais das cinco da tarde quando Chris chegou em casa com Gale. Ao adentrar, notou o silêncio. Parecia não haver ninguém em casa. Ele seguiu para a cozinha com a pequena, afim de preparar algo pra ela beber. Gale estava especialmente risonha e Chris transbordava de amor pela filha. 

 

Ele nem sabia como descrever como era boa a sensação de ter um serzinho tão especial em sua vida e como a amava. Gostava de admirar os detalhes da filha, e cada sorriso, risada ou brincadeira era novo e único pra ele. A paternidade realmente o havia mudado. Chris as vezes se pegava meditando nisso, mas agora ele tinha a certeza que sabia o que era amar incondicionalmente. 

 

Ficou com Gale ali enquanto ela tomava sua mamadeira. Também fez um lanche breve e depois que terminaram, voltaram pra sala. Assim que chegou ao cômodo, a campainha tocou. Era Scarlett. Os três foram para o sofá, mas Chris deixou Gale andar pela sala e voltou a atenção para a loira. 

 

- Como foi seu dia? 

 

- Ah, foi bom até. Só teve um pequeno contratempo com uma das crianças que caiu durante a aula e se machucou, mas ela esta bem, foi só um susto. – explicou calmamente. – E o seu? 

 

- Corrido. – suspirou. – Mas, não foi ruim. 

 

- Você parece cansado. – ela levou a mão gentilmente ao rosto dele. – Precisa tirar umas férias, Evans. 

 

Ele sorriu fraco e soltou um longo suspiro. 

 

- Eu bem que queria mesmo umas férias, mas agora não dá. 

 

Scarlett ia falar, mas ouviram passos descendo a escada. Lana descia sem pressa e os avistou ali no sofá. Houve um breve silêncio até ela se aproximar de onde estavam. 

 

- Olá. – os cumprimentou, serena. – Chris, sem querer atrapalhar vocês, mas pode me ajudar com as malas? Eu vou para o hotel. 

 

Scarlett e Chris se entreolharam e ele se levantou, concordando. 

 

- Eu dei até sexta para você ir. – disse a ela. 

 

- Não se preocupe, eu já deveria ter ido. No fundo, você sabe disso. 

 

Ele apenas assentiu com a cabeça e caminhou para a escada. Scar respirou fundo antes de se levantar também e olhar Lana. 

 

- Pode comemorar, Scarlett. ­– ela murmurou. – Não vou mais ficar aqui. Era tudo o que você queria, eu aposto. 

 

Scar a olhou serena e passou por ela, caminhando na direção da Gale. Pegou a pequena no colo e tornou a olhar a outra loira. 

 

- Sinceramente? Me sinto aliviada sim. Você não é uma boa pessoa. – respondeu. Lana a encarou um momento. 

 

- Você não sabe nada sobre mim. – falou num tom sério. – Mas se acha que vai me ver longe assim tão fácil, está enganada. Eu ainda tenho um bom motivo pra vir aqui de vez em quando. 

 

Se aproximou dela e tentou pegar Gale de seus braços, mas Scar recuou com a pequena. Lana a fuzilou com o olhar e chamou Gale carinhosamente e a garotinha acabou indo para os braços da tia. Scarlett bufou. 

 

- Você não vai afastar a minha sobrinha de mim. – Lana disse com certo rancor no tom de voz. 

 

- Será que você tem mesmo algum sentimento verdadeiro pela Gale, ou isso tudo é fingimento? – Scar questionou. – Não dá pra acreditar no que você diz, Lana. 

 

A loira a encarou novamente, com certo desdém. 

 

- Não brinque comigo, Scarlett. Você não me conhece. – falou. – Não se intrometa no meu relacionamento com  a minha sobrinha, ou eu não respondo por mim. 

 

- Você está me ameaçando? 

 

Lana não respondeu pois Chris estava descendo a escada, trazendo as malas dela. As duas apenas trocam um olhar cheio de tensão. A mulher se despediu da sobrinha com vários beijinhos no rosto da pequena e a entregou para Chris, e disse que virá sempre visitar a sobrinha. Ele não contradisse, apenas concordou. Lana saiu sem pressa, não demorou muito para o táxi dela chegar. 

 

Depois que ela saiu, Scarlett conseguiu respirar um pouco menos tensa e comentou com Chris que Lana não é flor que se cheire e que talvez não fosse uma boa ideia deixar ela ficar vindo ali pra ver a Gale. Chris não discordou, mas disse que não se importa dela ver a sobrinha de vez em quando, contato que não faça nada que prejudique a pequena. 

 

Scar ponderou e acabou cedendo. Apesar da nítida ameaça que Lana fez, saber que ela não vai mais esta dormindo debaixo do mesmo teto que Chris a deixava mais tranquila. Ela ficou ali com os dois e foi embora horas mais tarde. 

 

O restante da semana a partir dali correu um pouco corrida. Tanto Chris como Scarlett tentaram encontrar tempo durante a semana para se verem. Lana não deu noticias durante aqueles dias e só na sexta Chris soube por Anthony que ela já estava em seu apartamento. Sebastian e Elizabeth também não voltaram a se ver durante os dias que seguiram o acontecimento na casa de show, mas ambos sempre se pegavam pensando e se lembrando do ocorrido. 

 

Quando o fim de semana enfim chegou, Chris e Scarlett finalmente puderam tirar um tempo a mais para ficarem juntos. Apesar do cansaço, combinaram alguns programas 'em família'. Ambos queria passear com Gale, e fora o que fizeram. E também falaram de casamento e do futuro. Eles estavam felizes, isso era inegável. E o fim de semana transcorreu o mais agradável e apaixonado possível. 

 

Na segunda, Scar teve folga. Se se colocou a disposição para passar o dia com a Gale e Chris concordou. Ele deixou a pequena com ela antes de seguir para o trabalho. Enquanto passava o dia com a garotinha, Scarlett não conseguia evitar os pensamentos sobre maternidade. Não é segredo que ela tem esse desejo. Se pegou varias vezes pensando no quanto Chris é um pai maravilhoso e é inevitável não sonhar em ter uma família com ele. Na verdade ela sabia que já tinha. Gale era como sua filha, e isso ninguém podia tirar dela. 

 

Chris saiu um pouco mais cedo do trabalho de foi direto pra casa. Pensava em se trocar e ir para a casa de Scar e ficar lá com ela e a filha. Ele passou aquele dia pensando seriamente e havia decidido pedir Scarlett em casamento. Não fazia mais sentido adiar o compromisso. Chris estava convicto de que queria Scar pra sempre em sua vida. Assim, não demorou muito depois que chegou para se aprontar. Ensaiava mentalmente um discurso fofo para fazer o pedido. 

 

Mas ao ouvir a campainha tocar, ele revirou os olhos. Não era a melhor hora para receber visita, porém foi atender. Foi inevitável esconder a surpresa. 

 

- Oi Chris. – era Lana. 

 

Ele a observou, por um momento sem palavras. Ela estava diferente da última vez que a vira, quando ela saiu de sua casa. Os cabelos estavam compridos e levemente ondulados, e ele teve que relembrar a si mesmo mais uma vez que Lisa estava morta. 

 

- Está de saída? Vim ver a Gale. – ela murmurou, dando um breve sorriso. 

 

- Na verdade, eu estou. Você está bem? 

 

Ela passou por ele, adentrando. Só então ele nota as sacolas que ela trouxe. 

 

- Estou sim. – ela as deixou sobre o sofá. –Trouxe umas coisinhas pra minha pequena. – o olhou. – Gostou do meu novo visual? 

 

Ele deixou um riso sem humor escapar dos lábios e negou com a cabeça. 

 

- Isso é algum tipo de provocação? – questionou. 

 

- Provocação? Claro que não. – ela riu fraco. – Ora, eu só quis mudar o visual. Mas tudo bem, eu sei que fiquei ainda mais a cara da Lisa. 

 

Chris ficou sério. 

 

- Gale não está, eu deixei ela com a Scar hoje. – respondeu. 

 

Lana não escondeu a frustração ao ouvir aquilo e bufou. 

 

- Que ótimo. – e suspirou. – Certo. Mas, podemos conversar? 

 

- Lana, eu estou de saída. Não dá pra conversar agora. 

 

- Chris, por favor. Eu só preciso de quinze minutos, por favor. – pediu, com mais jeito. – Só me escuta então, por favor. Precisamos acertar algumas coisas e eu preciso me desculpar com você. 

 

Ele se aproximou, respirando fundo e buscando paciência em seu íntimo. 

 

- Lana...

 

- Chris, eu sinto muito por ter falado aquelas coisas ruins sobre você e a Scarlett. – ela o interrompeu, olhando-o nos olhos. – Eu não tenho nada a ver com a sua vida e nem com o seu romance com ela. Confesso que tive sim umas ideias fantasiosas sobre um possível relacionamento entre a gente, mas eu já entendi que isso não vai acontecer porque você e ela se amam. 

 

Christopher ficou um tanto surpreso com as palavras dela. Lana suspirou. 

 

- Me desculpa. – murmurou. – Me desculpa mesmo. 

 

Ele ponderou, olhando nos olhos dela e querendo acreditar que ela estava mesmo sendo sincera.

 

- Tudo bem, Lana. – murmurou. Ela sorriu e estendeu a mão para ele. 

 

- Podemos selar a paz entre nós? – perguntou. Ele observou a mão dela um momento e acabou apertando. 

 

- Podemos. 

 

- Ótimo. Posso vir amanhã pra ver a Gale? – ela pediu. Chris ponderou na situação, mas acabou cedendo. 

 

Lana combinou de voltar ali no começo da noite para ver a sobrinha e depois se despediu. Chris ficou aliviado e surpreso pela mudança de atitude. Mas não tem tempo de pensar muito, tratou de ir logo para a casa de Scarlett. 

 

Lana entretanto, chegou em seu apartamento minutos depois pensativa. De fato, precisaria fazer mais para atrapalhar a felicidade daquele casal. Pensar em como Scarlett poderia estar feliz e sendo amada por Chris fazia o estômago dela revirar. E ela também sabia que esse romance colocava em risco ela poder ver a sobrinha e não estava disposta a abrir mão da garotinha. O desejo que também tinha de ser mãe fazia seu íntimo odiar ainda mais aquele relacionamento. Se Scar e Chris se casassem, a loira poderia impedi-la até mesmo de ir naquela casa. 

 

Foi então que Lana se lembrou de algo que poderia ser oportuno. Achou um pequeno frasco que tinha guardado consigo de um forte calmante que usava a um tempo atrás quando tinha crises depressivas mais fortes. Se ela queria atrapalhar aquele romance, teria que usar armas diferentes. Ela já sabia o que poderia fazer e não iria parar agora. E se fosse necessário jogar sujo, ela assim o faria.


Notas Finais


P.s: Leiam as notas iniciais.

Gente, o que acham que a cobrinha vai fazer agora? Dêem seus palpites e aguardem u.u
Até o próximo!


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