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História Luminos - Capítulo 17


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Notas do Autor


Olá meus amoreees, espero que estejam todos bem!

Realmente estava desanimada para continuar mexendo nessa história, mas resolvi voltar a mexer aos poucos. Espero que estejam todos bem e se cuidando.

Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 17 - Capítulo XVI


Fanfic / Fanfiction Luminos - Capítulo 17 - Capítulo XVI

Lee Hajin 

— Bom dia. – Ji saudou assim que acordei.

— Bom dia. – sorri recebendo um beijo em resposta. – Que horas são? – perguntei esfregando os olhos.

— Duas e meia. – reparei no mesmo instante que ele estava bem vestido. Provavelmente havia acabado de chegar da rua, já devia ter feito muita coisa.

— Acabei dormindo demais. – me espreguicei na cama grande, levantando-me em seguida.

— Depois da noite cansativa, não me admira. – sorriu me abraçando pela cintura. – Você fica tão linda usando minhas camisas. – beijo todo o meu rosto deixando-me feliz.

— Só quando estou usando elas? – perguntei abraçando seu pescoço.

— Sem elas também. – sorriu safado. Ele era impossível, dei um tapa leve em seu braço arrancando-lhe uma risada. – Digo... Você fica linda de qualquer jeito Bae, sabe disso.

— Sei. – o encarei. – Não vai trabalhar?

— Não, hoje sou todinho seu. – me deu um beijo no rosto. – Temos muito para conversar e que resolver, então deixei o dia reservado para isso.

— Finalmente vai me contar tudo? – estava esperançosa mais uma vez.

— Vou, mas vai ter uma condição. – o olhei desconfiada, não gostava dessas condições.

— Qual?

— Falaremos disso mais tarde. Vai tomar banho e se aprontar, fiz sua comida. – GD foi me levando direto para um banho, usando seu tom brincalhão, pouco habitual.

— Que graça, todo atencioso. Mal te reconheço. – levei na brincadeira, lhe arrancando um revirar de olhos.

Maldita mania.

— Vai logo. – me soltou, me pegando de surpresa com um tapa estalado na bunda, me fazendo dar um pulo em susto.

— Idiota!

— Eu sei que você gosta. – seu tom estava carregado em malícia.

— Continua sendo idiota. – sorri e entrei para o banheiro, fechando a porta em sua cara.

Liguei o chuveiro para ajustar a temperatura enquanto me despia. Entre em baixo da água morna sentindo meus músculos reclamarem de dor pela noite passada, mas não me arrependia. Estava feliz, e me sentia diferente, finalmente havia alcançado o coração de G-Dragon, e não podia estar mais satisfeita.

Lavei meus cabelos com cuidado e calma, me sentindo ainda mais limpa.

Terminei meu banho e voltar para o quarto, indo diretamente para o closet, onde vesti um short jeans claro e uma blusa preta de mangas, calcei uma sandália baixa da mesma cor. Tirei o máximo de umidade possível com a toalha e apenas os penteei deixando secar sozinho.

Desci as escadas indo em direção à cozinha, vendo GD ao telefone, não hesitei em abraçá-lo por trás. O mesmo se assustou por estar distraído, vendo que era eu entrelaçou nossos dedos, voltando a focar no telefone.

— Te ligo depois. – deu uma pausa. – Eu sei, podemos resolver isso amanhã, não é algo absurdo que não possa se deixado para amanhã. – esperou, provavelmente ouvindo o que o outro tinha a dizer. – Prometi passar o dia com Hajin hoje, não posso adiar, já estava adiando isso antes. – parou de falar de novo. – Ok, até amanhã então. – ele disse e desligou.

— Se for algo muito urgente, não me importo se você for resolver, podemos fazer isso quando você chegar. – mesmo não querendo admitir que me incomodava o fato dele ter que sair, não poderia demonstrar isso, era o trabalho dele, não algo que desse para adiar. Ainda mais no ramo em que ele estava.

— Está querendo se livrar de mim, é?! – me pegou pelas coxas erguendo me no ar, automaticamente abracei sua cintura com minhas pernas, colando nossos corpos.

— Jamais! – sorri. – Apenas fiquei preocupada, pelo jeito que falava, parecia algo importante. – cometei como quem não quer nada.

— Nada que eu não possa resolver amanhã, não se preocupe. – sorriu torto. – Já disse, hoje meu dia é reservado para você. – me colocou sentada em cima ilha escura da cozinha, olhando em meus olhos.

— Obrigada por separar um tempo para mim em sua tão lotada agenda. – ironizei lhe arrancando uma risada.

— De agora em diante, eu sempre terei tempo para você. – me soltou indo até o balcão pegando um prato bonito de comida, em todas as suas variedades. – Fiz especialmente para você, bom apetite.

— Você já comeu? – perguntei.

— Sim, ia esperar por você, mas estava com muita fome. – admitiu. – Fui resolver umas coisas de manhã e voltei na esperança de você já estar acordada para comermos juntos, mas fui engando.

— Você me cansou muito ontem. – reclamei levando o garfo cheio de comida até a boca.

— Vou cansar ainda mais hoje. – minhas bochechas coraram com sua confissão.

Já deveria estar acostumada a esse tratamento inapropriado dele, mas tudo isso ainda era novo para mim.

Voltei a comer enquanto conversávamos sobre como tinha sido o seu dia até agora, não me admirava que tinha sido agitado como sempre. Terminei de comer me sentindo muito cheia, desci da bancada e lavei meu prato. Acabamos não resistindo a um pote pequeno de sorvete que estava dando bobeira no congelador e o tomamos todo antes de voltar para o andar de cima.

Ji me levou direito para o escritório e nos sentamos no sofá de estofado preto que estava lá. Não podia negar que estava um pouco nervosa com o que viria, eram fatos que seriam parte do meu cotidiano a partir daquele momento.

— Antes de qualquer coisa, tenho duas coisas para te pedir. – ele nem havia começado e meu coração já estava acelerado.

— O que é? – engoli a seco.

— Independente do que você ouvir aqui, não me julgue e em hipótese alguma conte isso a alguém. O que vou te contar aqui, nem mesmo Hyorin sabe, é de extremo sigilo. – não pude deixar me sentir importante por estar sabendo dessas coisas. – Só vou poder te contar tudo isso, se você aceitar uma coisa. – enfiou a destra dentro do bolso justo da calça tirando de lá uma caixinha dourada com um laço em cima.

— O que? – a ansiosidade estava quase me consumindo ali.

— Você tem que aceitar ser minha namorada. – aquela frase me pegou totalmente desprevenida. Ele abriu a caixinha na mão revelando duas alianças de ouro branco, me pegando de surpresa com sua grandeza, ambas grossas e bem destacadas.

Ele coçou a garganta se virando quase o corpo todo em minha direção.

— Nunca fui muito bom com palavras e nunca estive nessa posição que me encontro agora. Não é algo fácil para mim, mas desde que te conheci, sinto que estou de frente a minha felicidade e não é algo que eu posso perder. – começou. – Jinnie, você aceita namorar comigo? Sei que não sou uma boa pessoa e que tudo que faço não é o correto, mas eu amo você, me apaixonei perdidamente por você e prometo te proteger, não importa o que aconteça. – suas mãos tremiam mostrando o quanto estava nervoso.

— É claro que quero! – me joguei em seus braços, o abraçando forte, distribuindo vários beijos em seu rosto. – Não me importa o que você faça, desde que seja puro de coração, me ame e me trate bem, estarei ao seu lado para tudo.

— Eu te amo. – me beijou intensamente.

— Também amo você. – admiti sorridente.

Trocamos as alianças e finalmente tudo parecia completo, eu era dele e ele meu.

— Não tem mais escapatória, nem de mim e nem desse mundo. – admitiu. – Tem certeza que quer isso? – podia ver em seus olhos a insegurança.

— Tenho, se isso for para acompanhar você, eu tenho. – voltamos a postura de antes no sofá.

— Preparada? – perguntou enquanto mexia em meus cabelos.

— Sempre.

— Eu e os meninos somos mafiosos. – sabia que ele tinha poder, e que mexia com coisas erradas, mas não sabia que era a esse ponto. – Eu sou o líder, mando em tudo isso. Sou dono de boates, de bocas de fumo, de casas noturnas e cabarés, estamos envolvidos com tráfico de drogas, de armas e revendemos por um preço mais alto o que faz com que nós adquirimos ainda mais lucro. – começou explicando. – Dentro de Seoul e da Coreia, há outras pessoas como eu, porém o meu território é o maior, o melhor e o mais disputado. Estou no patamar mais alto, como algum dizem: no “trono”. Como consequência adquiri vários inimigos com o tempo, e eles querem o que é meu. Minha cabeça está em jogo e a da todo que amo vai como brinde. – apertei o pulso, assustada com tudo aquilo. – O homem que está atrás de você se chama Daesung, nós dois temos um passado conturbado, o que nos leva a nos odiar mais do que a maioria. – tossiu um pouco. – Ele quer destruir tudo aquilo que é importante para mim, já faz um tempo que ele vem colocando homens na minha cola para conseguirem descobrir mais coisas sobre mim.

Tudo aquilo era informação demais para poder associar em um momento crucial como aquele. Não estava preparada, mas também não podia fazer corpo mole

— Quando nos viu juntos pela primeira vez, ficou completamente louco, porque viu ali uma oportunidade única para me atingir e vai fazer de tudo para conseguir. Por isso aqueles caras estavam atrás de você, por isso os tiros e eles conseguiram subordinar o médico e o ameaçaram para conseguir implantar um chip de rastreio em você para seu monitoramento. – cada palavra que ele dizia parecia ter sido tirada de um filme, mas não era, era a verdade. – Se os pontos não tivessem se rompido nós nunca saberíamos que isso estaria ai. Por isso não te deixei sair de casa até que se recuperasse por completo. Você no sairá sem mim até que eu consiga acabar com esse desgraçado, entendeu? – perguntou segurando meu rosto. Ele estava aflito, e realmente podia ver o medo de algo acontecer.

— Entendi. – respondi baixo.

— Você está bem? – ele estava preocupado. – Se arrepende de ter me conhecido ou de estar comigo? – seu tom era frio. – Tem a liberdade para pular fora quando quiser.

— Não me arrependo de nada, é só coisa demais para digerir de uma vez só. – respondi e ele acariciou meus cabelos, beijando minha testa.

— Eu sei. – suspirou. – Tenha o tempo que precisar.

— Obrigada. – o beijei.

— Hoje temos um lugar muito importante para ir. – acariciou meus cabelos olhando em meus olhos. – Você vai me acompanhar em tudo de agora para frente.

— Onde vamos? – perguntei curiosa.

— Em um baile de gala em um cassino. – respondeu. – Pessoas extremamente poderosas estarão lá, um ótimo lugar para fazer negócios.

— Pessoas como você?

— Sim! Mas também há empresários ricos e pessoas donas de muita riqueza, e todos esses fazem negócio com pessoas do meu mundo. – riu divertido. – Isso é frequente, mas reuniões como essa e dessa proporção, acontecem no máximo duas vezes ao mês.

— E se Daesung estiver lá? – perguntei e ele riu fraco me puxando para mais perto me fazendo sentar em seu colo.

— Ele estará, na tentativa falha de me amedrontar, mas em um lugar como esse ele não fará nada mais que ameaças. – ele riu e vi algo mais no seu sorriso, algo mais obscuro além do que eu podia entender. – A maior parte das pessoas presentes são meus aliados, tenho proteção de sobra, fora os seguranças e os caras, mas quero que conheça a todos, eu falei sério sobre você me acompanhar de agora para frente, será mais fácil proteger você.

— Tudo bem. – sorri abraçando seu pescoço. – Poderei usar aquele vestido que me deu.

— Você ficará linda. – sorri. –  Terei um presente para usar junto.

— Mais presentes? – afirmou com a cabeça.

 

Kwon Ji Yong

 

— Está arriscando demais leva-la para lá. – Top interviu.

— Eu sei, mas nunca a deixaria aqui sozinha, depois do que aconteceu não vou sair de perto dela. – tomei um gole do meu whisky. – Além do mais, agora que ela já sabe da maior parte das coisas, não da para não incluí-la nisso.

— Eu também não a deixaria sozinha. – tragou seu cigarro e acabou sorrindo. – Fico feliz que finalmente estão juntos.

— Também. – ri fraco e traguei meu cigarro.

— Essas mulheres demoram demais! – Taeyang reclamou descendo as escadas.

— Elas ainda não estão prontas? – olhei no relógio vendo que já passava das nove da noite.

— Hajin está terminando de arrumar Hyorin. – respondeu e se juntou a nós ao lado de Seungri.

— Da até medo de olhar para aliança do GD. – disse Seungri e eu ergui uma sobrancelha. – Olha o tamanho dessa coisa.

— Isso é para saberem que ele está muito bem acompanhado. – ouvi a voz de Hajin e logo meu olhar se voltou para a escada.

Meu coração perdeu uma batida.

Ela estava incrivelmente bonita usando um vestido longo vermelho com duas grandes fendas nas pernas e um decote avantajado deixando seus seios deliciosos turbinados fazendo minha boca salivar. Seus lábios estavam cobertos de um batom vinho e a maquiagem escura realçava seus lindos olhos verdes e seus cabelos agora estavam negros mais uma vez, jogados de lado a deixando extremamente sexy.

— Limpa a baba! – Top me deu um tapa nas costas e eu logo revidei, indo rápido receber minha mulher no pé da escada.

— Quem diria que eu viveria para ver o diabo de quatro por uma mulher. – disse Taeyang abraçado à cintura da esposa, me fazendo rir puxando Hajin para mim.

— Você está perfeita. – recebi um dos sorrisos mais lindos do mundo.

— Você também. – sorriu cobrindo meus lábios com um selinho, me arrancando um sorriso.

— Tenho um presente para você. – a encarei.

— O que é? – perguntou.

— Vire-se de costas. – pedi.

Assim que ela me obedeceu tirei um colar de diamantes do bolso o colocando em seu pescoço ela se virou sorrindo e olhando para o mesmo.

— É lindo amor. – seus olhinhos brilhavam tanto quanto o colar.

— Igual a você. – sorri lhe dando um selinho.

— Precisamos de uma foto em família! – disse Hyo-rin empolgada desviando nossa atenção.

— Gostei da ideia, vou abraçar minha mulher invisível. – Seungri faz de conta que abraçava o ar e todo mundo riu ganhando um tapa de Hyorin.

— Estou falando sério, andem!

Antes de sairmos de casa Hyorin nos obrigou a tirar foto juntos e então eu e Hajin tiramos uma foto juntos me fazendo sentir ainda mais poderoso pela mulher ao meu lado, a verdadeira mulher do diabo.


Notas Finais


Se cuidem galera, evitem ao máximo saírem de casa, e higienização é sempre muito importante!

Espero que tenham gostado.

Até a próxima.
@Najumoon


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