História Lumus - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Corvinal, Drama, Fantasia, Ficção, Grifinória, Harry Potter, Hogwarts, Lufa-lufa, Magia, Mistério, Original, Romance, Sobrenatural, Sonserina
Visualizações 38
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só quero avisar que esse é um dos meus capítulos favoritos, já que um Neville LongBottom já professor aparece, e os alunos convidados chegam à Hogwarts para o torneio aaaaaa. Sempre gostei dessa cena nos livros e principalmente nos filmes.
Boa leitura!

Capítulo 7 - Os Convidados


 

Sebastian Withmore se aproximou de Emery, que ficou envergonhada ao notar que ele a examinava com curiosidade. Mais uma vez, a menina secou as lágrimas e tentou se recompor com um suspiro. Apesar de seu rosto corado e olhos vermelhos demonstrarem claramente que estava chorando, Emery tratou de parecer o mais normal possível para evitar perguntas e especulações.

— Sim, está. — Ela sorriu contra sua vontade. — O que faz por aqui?

— Estava indo para a aula. — Respondeu Sebastian. — Tem certeza que está bem? Não precisa esconder, eu percebi que estava chorando.

— Não era nada, eu só estou cansada. Está sendo um pouco difícil me adaptar à Hogwarts. As coisas são bem diferentes de onde eu vim. — Emery ajeitou a mochila cheia de livros no ombro, desconcertada.

— Entendo... queria poder ajudar, mas a adaptação realmente leva tempo, e acho que chorar não ajuda muito. — Sebastian sorriu. — Qual a sua próxima aula?

— Herbologia na estufa principal. E você, para onde vai? — Emery perguntou com a esperança de que Sebastian também precisasse ir para as estufas e lhe mostrasse o caminho.

— História da Magia. Não vai ser fácil tolerar o falatório lento do professor Binns por cinquenta minutos. — Sebastian rolou os olhos enquanto se afastava. — Eu preciso ir. Até mais tarde, eu espero.

— Claro, nos vemos mais tarde. — Emery acenou, aliviada por Sebastian não ter levado o assunto adiante.

Sebastian desapareceu corredor afora e Emery, que estava com a cabeça latejando graças ao choro, seguiu seu caminho na direção contrária com a esperança de que alguém pudesse ajudá-la a encontrar as estufas. Tentando ignorar a ameaça de Lucinda e o fato de que o assunto de família pioraria em breve, Emery seguiu pelas escadas que se moviam, pedindo informações sobre a localização de sua próxima aula para alguns quadros depois de perceber que todos os alunos já estavam em sala de aula. Depois de ouvir as instruções de um quatro velho e desbotado, Emery conseguiu chegar até a porta dos fundos das estufas. O corredor rodeado de janelas extensas que levava até as estufas era grande, sujo, e cheirava a esterco de Dragão. Dezenas de sacos de esterco e nutrientes para as plantas estavam espalhados por todos os lados e alguns vasos estavam empilhados em um canto próximo. Depois de se desvencilhar de uma pilha de sacos de nutrientes para plantas-agarradoras, Emery chegou à estufa principal. Dessa vez a aula seria junto com os alunos da Lufa-Lufa, que conversavam e fuçavam nos vasos vazios em cima da mesa longa no centro da estufa. Aliviada por não estar tão atrasada, Emery procurou um lugar no meio dos colegas da Corvinal e se posicionou na frente de um vaso vazio ao lado de Helena, que esperava ansiosa para o início da aula. Emery não conversou muito enquanto esperava, apenas sorria e acenava com a cabeça concordando com os comentários de Helena sobre algumas das plantas ao seu redor.

— Bom dia, pessoal.

Um homem alto e rechonchudo entrou na estufa segurando um vaso igual ao dos alunos. Ele parecia bem-humorado e nem um pouco incomodado com o cheiro ruim do esterco presente. Tinha cabelo castanho claro, olhos pequenos e um rosto redondo e simpático o suficiente para fazer Emery prestar total atenção.

— Eu sou o professor Neville LongBottom e vou ser o professor de Herbologia de vocês esse ano, e nos próximos também, eu espero. — Começou o professor, se posicionando entre dois alunos na mesa. — Coloquem as luvas, pois hoje vamos aprender como fazer uma Abútua crescer instantaneamente. Alguém pode me falar o que é uma Abútua?

 Uma garota da Lufa-Lufa e um rapaz da Corvinal ergueram as mãos ao mesmo tempo. Emery permaneceu quieta, pois não fazia ideia do que era aquela uma abútua apesar de conhecer uma boa quantidade de plantas mágicas. O professor LongBottom apontou para o garoto da Corvinal, que desatou a falar.

— Também conhecida como parreira-brava, a abútua é uma planta que produz frutos de coloração roxo-escuro. Para seus frutos amadurecerem levam cerca de cinco semanas. É também uma planta muito procurada por preparadores de poções.

— E por que são procuradas para poções? — Perguntou o professor.

— Os preparadores de poções extraem de seus frutos uma seiva que fica espalhada em sua estrutura, usando-a em poções de todos os tipos para engrossá-las e aumentar seus efeitos. Também pode ser ingerida para curar envenenamentos de grau um. — Completou a garota da Lufa-Lufa que havia levantado a mão anteriormente mas perdera a primeira chance de responder. O professor parecia satisfeito.

— Correto! Ótima resposta, pessoal. Cinco pontos para cada uma das casas. — Anunciou o professor, fazendo alunos da Corvinal e da Lufa-Lufa comemoraram discretamente. — Coloquem as luvas e peguem um pouco do pó de crescimento no saco. Para o crescimento perfeito da abútua, vocês devem colocar o pó com cuidado e delicadeza. Se colocarem de qualquer jeito ou em excesso, a planta irá crescer muito, ou nem se quer sair do vazo.

 O professor LongBottom pegou um saco grande e pesado no canto da estufa e o colocou aberto em cima da mesa. Dentro dele havia um pó escarlate com um cheiro suave e adocicado. Emery vestiu as luvas de pano grossas que o professor distribuiu e esperou que ele dissesse quando começar. “Será fácil, só tenho que colocar o pó no vaso”, pensou a menina, tendo a plena certeza de que conseguiria fazer a tarefa dada sem qualquer problema.

 

— Para dar certo, vocês devem colocar apenas uma pitada do pó no vaso e esperar até a planta crescer. Podem começar. — Anunciou o professor, se afastando da mesa para poder ver os alunos fazerem sua tarefa.

Emery colocou a mão dentro do saco e pegou um pouco do pó com o máximo de delicadeza possível. Ao contrário do necessário para a aula, suas mãos eram pesadas, portanto, ela tentava ter o máximo de cuidado ao despejar o pó escarlate sobre a terra escura e úmida. Demitri, que estava do outro lado da mesa, quase enfiava o rosto dentro do vaso para conseguir ver bem a quantidade que estava colocando, enquanto Helena despejava o pó no próprio vaso sem preocupação em colocar demais ou de menos, como se fizesse aquilo todos os dias. Assim que acabou, Emery retirou as luvas e se acomodou na mesa para observar os outros alunos enquanto esperava sua planta crescer pacientemente, tendo a certeza de que ela ficaria grande e perfeita.

Aos poucos, os alunos começavam a comemorar na estufa quando viam os ramos de suas Abúduas saindo da terra e crescendo cada vez mais. Emery apertou os olhos na direção do próprio vaso, mas não viu nada além da terra. Helena chamou o professor LongBottom para mostrar sua Abúdua que havia crescido mais rápido que as demais. A planta se mexia dentro vaso, balançando os galhos verde-vivo que pareciam perfeitamente crescidos.

— Muito bem, senhorita. — Elogiou o professor. — Olhem só pessoal, a Abúdua da senhorita Hennigan cresceu por completo antes mesmo de bater cinco minutos! Mas parece que não teve muita delicadeza cuidando da sua não é, senhorita?

 O professor LongBottom se virou para Emery, que ficou imediatamente desconcertada. Não pelo comentário do professor, mas pelo olhar de Helena em seu vaso, que ainda continuava apenas com terra. Mas não fora só o dela. Outros alunos também ficaram desapontados por não terem conseguido fazer a Abúdua crescer.

— Não se preocupem se suas Abúduas não cresceram. Em alguns casos o pó não tem efeito se a pessoa que o usa está com um humor negativo ou ansioso. — Explicou o professor no final da aula. Imediatamente Emery entendeu o motivo do seu fracasso em fazer a planta crescer. Depois de prometer que tentariam de novo outro dia, o professor LongBottom liberou os alunos que seguiram para sua próxima aula, apressados. Emery deixou a estufa ao lado de alguns colegas da Corvinal, pronta para encarar um dia longo de aulas.

 

 

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Quando o sol começou a se pôr e os alunos começaram a se preparar para o jantar, Emery já estava exausta. A menina passara a tarde toda ouvindo a voz lenta e sonolenta do Professor Binns, o professor de História da Magia, e sentindo o cheiro desagradável da poção para curar furúnculos de um garoto que havia adicionado um ingrediente errado durante a aula de Poções. Sua cabeça latejava ainda mais e ela só queria se deitar e não pensar em nada. Emery sabia que não deveria ficar tão preocupada com a ameaça de Lucinda, pois tinha certeza absoluta de que o Cálice de Fogo não a escolheria dentre de tantos alunos. Apesar de seus conhecimentos avançados para a sua idade, ela sabia que para competir era preciso muito mais que intelectualidade.

 Emery foi tirada se seus pensamentos por Lisa, que se sentou na sua frente falando alto. Demitri, que conversava com alguns colegas sobre o Torneio Tribruxo desde que se sentou na mesa, foi interrompido por Lisa, que prendia os cabelos loiros no topo da cabeça sem pressa.

— Para com isso, Demitri. — Reclamou Lisa. — Esse torneio é perigoso e fatal para qualquer um, até para o mais esperto. Você deveria pensar melhor antes de colocar o nome no Cálice. Ser excelente em Quadribol não significa ser excelente em tudo.

— Você só diz isso porque quer que o Felton seja escolhido. — Disse Demitri, se autoconsolando. — Ele se gabou o dia todo dizendo que vai colocar o nome no Cálice, mas eu aposto que ele não duraria meia hora.

— Não fale assim dele, ele é mais do que inteligente. É corajoso, esperto e habilidoso. — Lisa suspirou, apoiando as mãos no rosto enquanto encarava o além.

— Quem é Felton? — Emery perguntou, rindo da situação. Demitri apontou discretamente para o rapaz sentado não muito longe, na ponta da mesa. Era um jovem charmoso de cabelos castanhos na altura dos ombros, que sorria convencido para todas as meninas que passavam pela mesa. Emery riu e voltou a olhar Lisa, que permanecia extasiada.

— Lisa, ele não me parece tão corajoso, habilidoso e esperto. A única coisa que ele faz é sorrir para as garotas. — Disse Emery, se empoleirando na mesa. — Mas as aparências enganam. Talvez ele seja escolhido pelo Cálice de Fogo e acabe ganhando o torneio, nunca se sabe.

— Emery Wardwood? — Uma voz feminina soou às costas de Emery, e a mesma se virou rapidamente. Amanda, a monitora da Grifinória que a levou até minerva em sua chegada sorriu. — Sou Amanda Lancaster. Acho que se lembra de mim...

— Sim, claro que lembro, Amanda. Posso ajudar?

— Eu vim apenas dar um recado. — Explicou Amanda. — Sebastian pediu para encontra-lo no Hall agora mesmo, se possível.

— Ah, certo. Eu já vou. — Avisou Emery já se levantando da mesa. Com um aceno, Amanda voltou para a mesa da Grifinória e Emery seguiu para fora já imaginando o que estava por vir. Ela pensou que talvez Sebastian quisesse fazer perguntas sobre o choro de mais cedo ou espicular o que estava acontecendo, mesmo que uma parte sua deixasse claro que ele não se importava tanto assim com seus problemas. Assim que deixou o Salão Principal e atravessou as portas altas que davam para o Hall, Emery avistou Sebastian, que a esperava encostado na estátua centenária de um bruxo velho e curvado. O cabelo do rapaz estava tão ondulado quanto na loja da Madame Malkin quando se conheceram. Seus ombros largos se destacavam mesmo por baixo das vestes e da capa que estava presa em torno do pescoço.

— Sebastian... — Emery cumprimentou. — Aconteceu alguma coisa?

— Na verdade ainda não. — Sebastian sorriu, parecendo animado. — Lembra quando eu disse que não poderia te ajudar com a adaptação?

— Sim, eu me lembro — Emery riu. — O que tem?

— Digamos que durante uma aula eu descobri uma forma de te ajudar, mesmo que temporariamente. — Sebastian se aproximou de Emery e agarrou sua mão. — Tenho certeza que vai se sentir em casa depois do que vou te mostrar.

Sebastian arrastou Emery para fora do Hall de entrada e a guiou pelo pátio externo que dava acesso à propriedade. Emery não reclamou apesar de estar confusa com as intenções de ajuda do rapaz. Apenas aceitou segui-lo para onde ele fosse. Sebastian só parou de arrasta-la quando entraram na ponte extensa de madeira que dava acesso à estrada de terra por onde os alunos chegaram no início das aulas. O lago negro, não muito distante, estava reluzente graças aos raios rosados do sol que já havia se posto quase por completo, deixando apenas o crepúsculo no céu limpo. Apesar disso, a ponte estava escura e balançava lentamente de um lado para o outro, de forma que qualquer pessoa sensível se sentiria enjoada.

— Chegamos. — Sebastian finalmente soltou a mão de Emery.

— O que viemos fazer aqui, exatamente? — Emery perguntou confusa, se aproximando da beirada da ponte ao lado de Sebastian.

— Espere só mais um pouco... — Falou o rapaz, olhando atendo para o céu. — Chegamos bem na hora! Olhe para cima, Emery!

  Os olhos de Emery se ergueram em direção ao céu que parecia comum, até que viu ao longe algo grande e desgovernado voando em direção ao castelo. A menina deu alguns passos para trás, temendo ser alguma criatura gigantesca e ameaçadora. Mas assim que o objeto voador se aproximou do castelo e começou a criar forma, Emery conseguiu reconhecer as tão familiares carruagens majestosas de BeauxBatons, que voavam pelo céu graças aos cavalos alados gigantescos e brancos. Emery levou as mãos à boca, surpresa. A carruagem ficava maior cada vez que se aproximava, e logo os cavalos alados passaram velozes pela ponte e voaram em direção à floresta, onde pousaram poucos minutos depois.

— Eu não acredito! — Emery se virou para Sebastian, com empolgação. — Isso foi... eu nem sei o que dizer. Eu não acredito que os alunos de BeauxBatons estão aqui!

— Certamente vieram para o Torneio. Ouvi a diretora comentar com o professor Binns que eles chegariam ao anoitecer e lembrei que você era de lá. Imaginei que isso te deixaria feliz depois de ter chorado mais cedo.

— Não teria melhor forma de me deixar feliz. É tão bom vê-los aqui... — Emery não conseguia parar de sorrir. — Obrigada por isso, Sebastian.

— Não tem de quer. — O rapaz encarou os próprios pés por alguns segundos. — Vem, vamos voltar. Se alguém nos pegar aqui estaremos encrencados. — Avisou o rapaz assim que ouviu o relógio bater sete horas. Juntos, eles voltaram sem pressa para o castelo enquanto Emery explicava para Sebastian porquê eles usavam cavalos alados ao invés de magia para viajarem. Quando adentraram no Salão Principal já lotado, Emery correu de volta para a mesa da Corvinal e se sentou em eu lugar, ofegante e com um sorriso de orelha a orelha.

— Por que está sorrindo tanto? — Lisa perguntou, curiosa. Após ter certeza de que ninguém ao redor estava tentando ouvir o que dizia, Emery se aproximou dos colegas para contar a mais nova novidade.

— A carruagem de BeauxBatons acabou de chegar em Hogwarts! — Anunciou, completamente extasiada. — Sebastian e eu vimos a carruagem pousar na floresta. Eles vão competir contra Hogwarts!

— Caramba, que intenso! — Falou Demitri. — Soube que eles parecem inocentes, mas são competidores natos.

— E são. — Confirmou Emery. — BeauxBatons está atrás de Hogwarts nas vitórias de torneio por apenas um ponto.

— Mas ainda falta uma escola. Quem será? — Perguntou Helena ainda mais baixo, checando se ninguém estava prestando atenção na conversa. — Ilvermorny talvez? Eu já li sobre os alunos de lá, parecem bons concorrentes.

— Eu aposto cinco galeões de que será Durmstrang. — Emery cruzou os braços, agora não tão sorridente. — Eles são competitivos e não perderiam a oportunidade de participar. E o diretor de Durmstrang, Viktor Krum, é um babaca.

— Bom, sendo eles ou não, o importante é que será uma competição difícil. — Disse Demitri, confiante.

— E você poderá ver seus amigos de novo caso eles tenham vindo, Emery. — Comentou Lisa, animada.

— Silêncio, por favor! — A diretora Minerva apareceu e se posicionou no púlpito, cortando a conversa de todos no salão. — Como foi falado, hoje teremos o prazer de conhecer os competidores das outras duas escolas escolhidas que permanecerão em Hogwarts até o fim do torneio e, consequentemente, do ano letivo. Espero que sejam hospitaleiros, educados e guardem a rivalidade somente para o dia da competição. — Minerva olhou diretamente para a mesa da Sonserina na última frase. — Deem as boas-vindas para o diretor Viktor Krum, e os rapazes de Durmstrang!

A porta se escancarou e um homem não muito alto de aparentemente quarenta e poucos anos entrou no salão. Ele tinha a cara amarrada e cabelos pretos penteado para trás para exibir ainda mais o rosto achatado e sobrancelhas grossas. Krum usava um longo sobretudo marrom e grosso combinado com botas pretas e aparentemente pesadas. Logo atrás dele estavam oito rapazes também de cara amarrada, que trajavam o uniforme de Durmstrang: vestes de couro escuro e pelagens grossas o suficiente para os aqueceram do frio intenso da Noruega. O desenho de um brasão cujo símbolo era uma águia de duas cabeças se destacava no lado direito das vestes dos rapazes, que marcharam ao lado do diretor até Minerva, que esperava por eles.

 Os alunos de Hogwarts bateram longas e altas palmas como cumprimento aos rapazes, que acenaram para todos e se postaram em um canto. Minerva apertou a mão de Krum e indicou que se acomodassem na mesa posta especialmente para eles no canto do salão.

— Agora, por favor, deem uma salva de palmas para as moças e os rapazes de BeauxBatons, acompanhados pela diretora Olímpia Maxime!

 O coração de Emery se apertou, esperando a porta se abrir novamente. Ela sorriu de orelha a orelha quando viu a Diretora Maxime entrar no salão, chamando atenção graças a sua altura absurda e elegância refinada em seu longo vestido rendado. Atrás dela, estavam quatro meninas e quatro meninos, que caminhavam lentamente junto com Maxime, trajando o tão conhecido uniforme azul-areado com uma fina capa de seda, que carregava consigo o brasão dourado da escola. Os alunos de BeauxBatons acenavam para os de Hogwarts, que faziam o mesmo. Emery, que estava na extremidade esquerda do Salão, observava com os olhos brilhantes, satisfeita por ter enxergado dois de seus amigos entre eles entre os convidados. Maxime cumprimentou minerva informalmente, como boas e velhas amigas e, junto com os alunos, se sentou na mesa ao lado de Dursmtrang.

 Emery não imaginava que um dia tão ruim ficaria tão bom.



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