História Luna - Sirius Black - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais, Sirius Black
Visualizações 14
Palavras 1.346
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - 12. O novo trio de Hogwarts




•••


O Natal havia ocorrido bem, e assim as férias acabaram também.

Era o primeiro dia de aula após as férias do fim do ano, Luna foi atrás dos marotos, mas no fim, tinha encontrado apenas Severus, Regulus, Hannah e Lily, os outros quatro ela já não fazia ideia de onde estariam, mas ela descobriria, da forma que fosse, mas descobriria.

Com tanta curiosidade da Potter mais velha as aulas rapidamente se passaram, e a noite caiu. A morena chamou Hannah para ir até a biblioteca junto dela, ela teria que pegar alguns livros de história da magia, não tinha solução, toda aula do Sr. Binns ela dormia.

Luna pegou sua capa, cobriu ela e Hannah e as duas foram até a biblioteca. Após elas abrirem a porta viram uma luz, claramente tinha mais alguém alí, as duas se aproximaram devagar e máximo que conseguiram ver foi um livro de transfiguração aberto em uma página que falava sobre a animagia, e daquele assunto ela entendia muito bem. Uma voz ecoou após elas duas entrarem totalmente no local:

– Não entendo, por que não podemos dizer isso a Luna? - A garota reconheceu rapidamente a voz de seu gêmeo.

– Porque ela não sabe disso, duh! - Solar falou, a cada palavra que eles davam luna ficava ainda mais curiosa para saber o que é que eles tanto escondiam dela.

– Folheia isso direito Solar, assim nunca saberemos como nos transformar-mos em animagos. - Eles queriam se tornar animagos ilegalmente, isso parecia tão errado e tão legal ao mesmo tempo que as revelações vieram como uma onda gigantesca de surpresas, luna precisava apenas saber o porquê, de qualquer forma não estava gostando nem um pouco, deveriam ser como uma família, não deveriam mentir uns para os outros, ela tiraria toda essa história a limpo depois quando descobrisse o motivo de eles quererem fazer tamanha besteira, ela sabia que nenhum deles conseguiria ficar durante um mês com uma folha de mandrágora na boca.

– Eu já disse para vocês pararem de querer se transformarem em animagos por minha causa, eu tenho Luna ela sempre me ajuda nas transformações, duvido muito que ela fique feliz de saber que foi excluída pelos amigos. - dessa vez foi Remus quem falou, a mais nova ficava lisonjeada que o acastanhado pensasse coisas tão boas sobre ela. Mas ela chorou por eles não terem a convidado para fazer aquilo também, ela faria de tudo para ajudar Remus John Lupin.

– E quem liga? Nós vamos nos transformar e não será Luna que vai nos impedir. - Solar falou secamente, Luna não sabia de onde estava vindo tanta arrogância com a mesma mas decidiu simplesmente ignorar, o que não foi tão eficaz quanto a garota pensava

Quando ela começou a soluçar Hannah a abraçou, a azulada era outra que não acreditava em que os outros estavam a excluindo, os antes tão elogiados pela sua amizade em Hogwarts não estavam confiando na garota que os uniu, sem ela e James não haveriam marotos e Solar não estaria junto deles.

Luna se sentindo confortável, chorou e chorou bastante. Ela ainda não acreditava que eles planejavam fazer coisas malucas sem ela, afinal, ela sempre seria a excluída, ela estava cansada de ser segunda opção, a mais nova das sonserinas ali presente conseguiu pegar apenas um livro de história da magia e saiu correndo para a comunal de sua casa, entrou em seu dormitório que dividia com Hannah, e as duas gêmeas Avery irmãs de Isaac, o batedor do time de quadribol da sonserina.

Ela se jogou na cama e se pôs a chorar, eles fizeram isso justo com ela, a única do grupo que sempre quis ser animaga, desde que viu Tia Minnie se transformar na aula de transfiguração do primeiro ano. 

Outro dia:


Luna, para se sentir melhor decidiu dar um passeio por Hogwarts algo que ela não fazia há muito tempo enquanto olhava os grandes quadros e acenava viu os marotos vindo, e Xenophilius vinha uns metros a frente, quando eles foram se aproximando a única reação que Luna teve foi agarrar o Corvino pela gravata que continha as cores azul e prateado e lhe dar um beijo, ela enlaçou seus braços em seu pescoço e ele segurou sua cintura, os meninos passaram direto, não perceberam sua presença ali, Como sempre, pensou Luna e a garota o soltou, ele logo tratou de perguntar:


– Você poderia esclarecer? - O garoto jogou seus cabelos loiros e longos para trás dos ombros e a sonserina respondeu:


– Isto foi um beijo ué, o que mais teria sido? - Xenophilius cobriu seu rosto com uma das mãos e deu um sorriso.


– Mas por que tão de repente? - a garota riu já tendo a melhor resposta para aquilo.


– Ué, homens agarram mulheres nas ruas o tempo inteiro, por que elas não podem fazer o mesmo? - Ela rebateu confiante como sempre fazia quando queria chamar a atenção de alguém, Xenophilius parou e pensou, logo concordou com o pensamento da garota, os direitos deveriam ser iguais.


– Concordo com seu modo de pensar sobre o fato, mas não acredito que se você for ao ministério da magia agora eles vão concordar com isso, o máximo que vão dizer é que você é mais fraca e por isso estaria lá se lamentando. - Luna sorriu e confiantemente respondeu:


– Contra fatos não há argumentos, e sabe qual meu único fato? - o loiro balançou a cabeça pedindo para ela prosseguir. – Não estou nem aí, nem aí para o que pensam, tenho minha própria opinião e não preciso que a respeitem e a amem, porque eu já faço isso, e não preciso que os outros façam pra mim, eu sou simplesmente eu, no singular, adicionando amigos em alguns casos, não vim ao mundo sozinha, mas vim primeiro que meu gêmeo, então sou única, como uma rosa pálida, uma única rosa pálida.


– Por isso que eu gosto de você Luna, você sempre tem uma ótima filosofia sua para nos ensinar, não sei como não caiu na Corvinal também. - O garoto olhou diretamente para ela e ela encolheu os ombros.

– Já me disseram isso, mas eu com certeza se fosse da Corvinal iria contradizer todos os filtros que geralmente as pessoas colocam sobre os corvinos, minha inteligência não é da melhores, minha criatividade também não, e eu sou muito mais louca que vocês para entrar no meio de meros mortais. - Xenophilius riu, o que fez a garota rir também.

Depois de um tempo que passaram em silêncio ele passou um dos braços pelos ombros da sonserina e os dois fizeram uma competição de que cumprimentava mais quadros no dia, Luna acabou vencendo, e Xenophilius no final olhou para ela e sorriu, mas logo percebeu que algo estava estranho com ela naquela tarde, e então ele perguntou:

– Luna, por que não está junto dos marotos? - ela olhou para para seus próprios pés e o garoto fez uma cara de indignação. – Brigaram de novo não foi? Como aconteceu?

– Não brigamos exatamente ainda. Eu descobri algo que me deixou muito chateada, eu ainda não contei para eles e Solar o ocorrido, quero que eles notem minha falta, mas pelo jeito que eles estavam se divertindo sem mim, acho difícil verem que eu sumi- falou a garota cabisbaixa.

Eles continuaram andando por toda Hogwarts, fazendo diversas brincadeiras e a da vez era para ver quem corria mais e obviamente iriam esbarrar em alguém, naquele exato momento Luna esbarrou em alguém e esse alguém era a lufana Anne Hall, uma garota bem agradável e divertida e isso Luna logo tratou de descobrir depois de derrubar todos os livros que segurava.

Luna, como sempre, conquistou Anne. Assim como Anne conquistou Luna também, e o trio de um corvino, uma lufana e uma sonserina ficou a tarde inteira conversando e acabaram por todos ficarem amigos.

A menina Potter já estava muito mais feliz do que na noite anterior, porém a tristeza ainda estava lá, fazendo significância mesmo que em uma só parte de seu coração, e continuava passando por sua cabeça "eles se esqueceram de você".



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