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História Luna - Sirius Black - Capítulo 14


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Capítulo 14 - 13. pesadelo sem fim


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As semanas se passaram muito rapidamente, e os marotos não entendiam o porquê de Luna ter se afastado, gostariam de perguntar, mas ela sempre estava com o corvino Xenophilius Lovegood, e Anne Hall, a garota estranha da lufa-lufa, como James havia a apelidado há alguns anos. 

Sirius e james estavam como sempre nervosos, hoje era seu jogo contra a sonserina, já Regulus, Hannah e Luna transpiravam calmaria, Anne era a comentarista do jogo, e como ela sempre fazia, ela falaria algumas coisas malucas, como Sirius fez da última vez, mas agora ela não tinha sido subornada para fazer aquilo, Anne gostava de ser estranha, e isso era bom, ela não tinha medo de demonstrar quem ela realmente era.

Sirius olhou para todos os jogadores de seu time se preparando para jogar, entre eles estava lá também Marlene McKinnon, uma garota loira da Grifinória que estava no mesmo ano que ele, a garota polia sua vassoura enquanto seus longos cabelos balançavam, Sirius se via talvez possivelmente apaixonado pela loira, mas Luna não saberia daquilo de jeito nenhum, a mais baixa era muito ciumenta, isso incomoda Sirius? De jeito nenhum, era fofo aquele jeito protetor da garota, mas ele nunca saberia que ele era o único em que ela ficava realmente chateada por estar com outra que não seja ela.

Mas tinha algo que Luna Potter não sabia, era que enquanto ela sofria desesperadamente por Sirius, ele sofria por não ter a sua liberdade que tanto cobiçou, sofria por não ter uma família de sangue que realmente o amasse, e Xenophilius Lovegood sofria por ela também, sofria por não ser correspondido, sofria por não ter seu amor, sofria por sentir a dor, que ela também sentia, e no fim todos sofriam, amores não correspondidos eram horríveis, ninguém merecia, James costumava dizer que deveriam todos amar alguém que nos olhe como Luna olhava Sirius, mas agora Luna não teria coragem de olhar em seus olhos.

Quando Luna foi ver quanto tempo havia se passado des da última vez que falou com os marotos, a garota se via completamente perdida no tempo, havia se passado um mês, um mês sem marotos, um mês sem ajudar remus em alguma coisa, um mês sem o " dia das garotas", um mês sem Sirius Black.

Luna agora estava entristecida, se era um mês sem eles, era um mês sem procurarem a menina que havia juntado todos eles.

E realmente quando reparou os corvinos, grifinórios e os sonserinos não haviam se separado, estavam todos juntos, como sempre, mas faltava aquela pessoa que agita o rolê, faltava Luna.

E Anne e Xenophilius haviam descobrido que um ambiente sem Luna é totalmente sem graça e diversão, parecia que luna era o seu próprio Patrono, sem ela os dementadores deixavam tudo triste e com as piores lembranças o possível.

O jogo começou, e daquela vez Luna estava preparada para fazer uma manobra nova que aprendeu, e graças a essa manobra que fez todos ficarem deslumbrados com a rapidez da garota ela conseguiu distrair os grifinórios por um tempo fazendo Thomas seu apanhador pegar o pomo e eles ganharem o jogo.
[...]

No outro dia Luna havia procurado Xenophilius por toda a escola, mas não tinha o achado, Anne também estava agindo estranho e a pequena grande Luna só ficava com mais dúvidas.

Na hora do almoço Anne estava agitada, muito agitada, a menina da lufa-lufa arrastou sua amiga com pressa até o refeitório, onde tinha um menino loiro da corvinal há espera das duas.

O menino ficou nervoso ao vê-las e Luna só observava todo ainda sem entender nada, Xenophilius logo se aproximou da garota da sonserina e tirou algo do bolso.

Era uma caixinha que tinha dentro dois aneis.

- Luna, quer namorar comigo?- perguntou o corvino.

Foi aí que Luna percebeu que quase a escola inteira olhava para eles, consequentemente um certo Sirius que não tinha ficado nada feliz com a atitude do garoto saiu de onde estava com raiva se aproximando deles e logo dando um soco no loiro fazendo Luna se assustar e os outros ficarem surpresos com sua atitude.

Luna pegou a gravata de Sirius com ódio e disse a ele:

- Quem você pensa que é para fazer isso? Já não basta incentivar Solar a sair do meu lado e ainda quer destruir minha felicidade? Vai viver o caralho da sua vida de merda e deixe que eu mesma vivo a minha, eu não preciso de ninguém ditando o que eu tenho que fazer ou não, eu não preciso de um mero homem para guiar meus passos, pois eu não sou cega, e consigo muito bem andar sozinha. - a garota se ajoelhou ao lado de Xenophilius, colocou uma das mãos em seu ombro e tornou a falar: - Desculpe-me loiro, eu não posso retribuir seus sentimentos, e nem posso me forçar a tentar, um dia alguém vai te amar o mesmo tanto que você me ama, e eu garanto que você vai amar a pessoa de volta. E se eu morrer fazendo algo bom, se certifique que não esqueçam de mim, pois quando minha vida acabar, eu estarei para sempre lá, onde ninguém irá saber, isso é um segredo entre mim e você - Xenophilius e Anne entenderam o que ela estava dizendo ali no meio de todos, ela dizia que estaria para sempre nos seus corações, e isso os dois nunca negariam, pois a amizade da mais nova era tudo que alguém poderia querer.

Definitivamente aquilo foi muito pior que o soco que Xenophilius levou, para Sirius foi como se três bombas atômicas tivessem sido jogadas sobre ele e agora ele enxergava, o menino já não estava mais cego, sua visão voltou junto com sua consciência, o garoto não estava em si.

Depois das bombas e das dores que sentia pelo impacto delas só via uma silhueta, era Luna, sua cabeça girava, girava e girava, mas ele se mantia em pé mas para ele, o chão gélido era o que sentia e em sua mente o nome Luna continuava a se repertir.

A garota que ele via ia se distanciando, até que a não viu mais agora, o que Anne e Xenophilius sabiam o que iam sentir sem Luna estava acontecendo com Sirius.

Frio, dor, medo, ele via borrões negros se movimentando em sua frente, ele já não estava mais entorpecido.

Seus amigos não estavam junto a ele, estavam do outro lado do refeitório, e nem parece que sentiram sua falta, continuaram como fantoches que eram controlados a todo momento, cada passo... Ele também foi controlado, mas Luna, Ah! Aquela garota é fantástica, ela havia o acordado do seu pesadelo, daquele que não podia acordar sozinho.

Mas e os outros, por quanto tempo iriam viver em um grande pesadelo? 



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