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História Lung - Supercorp - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Prólogo


Beacon Hills, Califórnia

15 de agosto de 2020

É mais de uma hora da manhã, uma névoa preenchia a floresta da cidade e os moradores estavam no décimo quinto sono enquanto um grupo andava pelas árvores, todos com lanternas em suas mãos e em completo silêncio.

O primeiro corpo encontrado na floresta foi há dois meses, um casal estava procurando um local para transar quando caíram em cima do cadáver, foi o primeiro de muitos que estavam por vim. A primeira vítima era uma mulher que trabalhava na lanchonete mais famosa da cidade, teve todo seu sangue drenado do corpo e algumas pessoas sabiam quem poderia ter causado isso

O segundo corpo foi encontrado dois dias depois, poucos quilômetros longe do último corpo. Dessa vez foi um homem, ele era professor e foi morte na sua corrida matinal, seu corpo foi achado por polícias enquanto procuravam pistas da primeira morte e depois disso acharam que era um serial Killer.

- A chance de encontrar um corpo aqui é uma em um milhão – Um homem se virou para a líder daquele grupinho, ela suspirou e olhou para os lados.

- Amanhã é o primeiro dia de aula desde que esses assassinatos começaram e estou com medo dos estudantes virarem alvos – Ela contou e desligou sua lanterna, jogando o cabelo para o outro lado da sua cabeça.

- Polícias vão ficar de olho nos alunos, tudo vai ficar bem, Kara – Ele andou, apertando o ombro da mulher, ela balançou a cabeça e se virou para andar na direção que eles tinham estacionado o jipe antigo do homem.

No dia seguinte, o sol estava invadindo a janela do quarto, refletindo contra o cabelo roxo da mais nova da casa. A garota que dormia sobre a cama deu uma reclamada enquanto se virava para a direção oposta da janela, mas os seus planos de continuar dormindo foram interrompidos pela sua mãe.

Primeira dia de aula depois de quase três meses dentro de casa, fazendo os vizinhos pedirem férias enquanto os pais estão trabalhando ou apenas fora de casa. Por causa de uma tintura no cama, a garota passou as últimas duas semanas de férias dentro de casa, apenas saindo com uma das mais velhas, que sempre faziam questão de não querer levar a mesma.

Ela é a irmã mais nova, sendo dois anos mais nova que a mais velha e só um ano mais nova que a irmã do meio. Está entrando no ensino médio e parecia que não entendia qual era o tamanho daquela responsabilidade, ela escuta as irmãs falando que o mais difícil estava começando e que ela deveria estar se preparando para escolher qual faculdade ela queria fazer, a resposta que ela dava em todas as conversas era que queria abrir um puteiro apenas para irritar suas irmãs e as mesmas sempre falavam que precisa de faculdade.

- Bom dia, gerenciadora de puteiro – Ela estava comendo seu cereal quando sua irmã apareceu na cozinha, ajeitando sua fiel touca em seus cabelos.

- Mãe, a Davina está me chamando de gerenciadora de puteiro de novo – A garota sorriu de forma debochada para a irmã quando a mãe a repreendeu, ela era a irmã mais nova e sempre tinha razão em qualquer discussão.

Davina era a do meio, tem dezesseis anos e está no segundo ano do ensino médio e já sabe qual profissão ela queria seguir, jornalista como a sua mãe, queria seguir todos os passos que a mãe seguiu. Ela amava implicar com sua irmã mais nova, mas no fundo nunca conseguiria viver sem a mesma.

- Josie – Davina andou até o pé da escada, gritando pela sua irmã mais velha que estava demorando para descer - Não quero me atrasar no primeiro dia por sua causa – Ela gritou novamente e sorriu vitoriosa quando viu a Josette no topo da escada, pronta para ir para a escola e mexendo no celular.

- Vamos, meninas – A mãe das três apareceu na cozinha, apressando elas e pegando seu copo térmico com o seu precioso café - Tomem cuidado – Ela se virou para as mais novas depois de fechar o copo dela. Ela ficou um pouco preocupada com as mesmas na escola depois desses assassinatos.

- Mãe, você tem uma ideia de quem pode estar fazendo isso? – A mais nova perguntou enquanto estavam andando para a garagem da casa.

- Não, Lori, mas logo vamos saber – Kara fez um leve carinho nas costas da mais nova e elas olharam para os dois carros estacionados na garagem, um era o jipe da Kara que ela tinha uma grande paixão enquanto o outro é uma camionete Ford Ranger que Josie escolheu quando completou dezesseis.

Josie como a mais velha, sempre teve a maior responsabilidade, cuidar das suas irmãs quando a Kara estava trabalhando. Quando Davina completou a mesma idade que a morena, Josie resolveu começar a trabalhar pra manter a cabeça ocupada durante a tarde e Davina cuidava da Lori nas tardes.

Durante uma dessas tardes, Davina recebeu MG e Jed em sua casa e deixou a mais nova sem supervisão, o que ocasionou a mesma pintando seu cabelo de roxo e ficando de castigo em seguida. Kara não se importaria de pintar o cabelo de roxo, o único problema foi que Lori pintou sem permissão, pegou um tutorial na internet e quase queimou seu couro cabeludo no processo.

Kara seguiu para o prédio do jornal enquanto as mais novas foram para seu destino, a temida escola. Kara sabia que os policiais da cidade são incríveis, mas mesmo assim não deixava de ter medo que algo acontecesse com elas e por isso pediu para Josie não desligar o celular durante a aula.

- Katie – Kara fechou os olhos quando escutou a voz da sua chefe, que claro, errou o nome dela - Quero que você entreviste uma pessoa – Cat Grant era a tão temida chefe do jornal da cidade, um jornal que era muito conhecido no país e que trouxe muitos dos novos moradores da cidade - Estão abrindo uma nova filial da L-Corp na nossa cidade, a dona de empresa estar por aqui e eu quero uma exclusiva com ela – Cat explicou e estendeu um papel para a outra loira, que pegou enquanto concordava com a cabeça - Agora vá.

- Bom dia para você também, Srta. Grant – Kara murmurou e pegou a bolsa que tinha acabado de colocar em cima da sua mesa. Kara é a jornalista chefe do jornal e todas as entrevistas importantes eram colocadas para ela.

O novo prédio da L-Corp não ficava muito longe do prédio da CatCo, ela só ficou alguns minutos dentro do carro antes de parar na frente do prédio. As pessoas passavam pelo prédio e apreciavam a arquitetura do mesmo, é um pouco mais moderno que o prédio da CatCo e muito mais moderno que os outros prédios daquela cidade, ninguém poderia negar aquilo.

Como de costume, a sala da chefe ficava no último andar. Kara passou toda a viagem de elevador cantando um música aleatória enquanto batia a mão contra sua perna direita. Depois de alguns minutos, ela se deparou com um andar com decoração em branco e dourado, de primeira, ela achou que era uma clínica, mas depois percebeu o nome da empresa em dourado.

- Srta. Danvers? – Uma mulher se aproximou da loira, que assentiu - Ótimo, você está atrasada dois minutos – Ela puxou a loira pelo braço e a levou até a frente de duas enormes portas brancas - Ela está te esperando.

Kara entrou na sala depois que a mulher abriu a porta. Kara olhava em volta enquanto andava para perto da enorme mesa branca da sala, a cadeira está virada para a parede de vidro da sala, a pessoa sentada nela está segurando um copo com whisky enquanto apreciava a vista da pequena cidade.

Kara sentia um cheiro familiar de menta, o cheiro de um perfume doce que pareceu ser utilizado apenas para aquele dia, o cheiro de ansiedade estava saindo dos poros da outra pessoa e o cheiro forte do whisky invadia o nariz da loira. Não era oito horas da manhã e a pessoa já estava bebendo.

- Bom dia, Kara Danvers – Aquela voz rouca que tirava a sanidade de Kara e que agora apenas causava raiva. O sorriso atrevido quando ela se virou para olhar a mulher loira que estava parada no meio da sala, seus lábios estavam molhados por causa da bebida e cobertos por um batom vermelho escuro.

Seu corpo estava coberto por uma blusa social branca por debaixo do blazer e a Kara não percebeu qual era a parte debaixo da roupa da mulher, estava mais focada na cara de pau da outra para checar toda sua vestimenta.

- Desgraçada...



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