História Lupo di Famiglia - Capítulo 41


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Hoje é aniversário do Pétreo!🍾🍷🥃🥂🍻🎂🎊🎉🎁

Capítulo 41 - Briga de irmãos.


Fanfic / Fanfiction Lupo di Famiglia - Capítulo 41 - Briga de irmãos.

No avião indo para Nova Orleans um clima tenso se instalou entre Lílivi e Pétreo, ela se recusava a aceitar que os novos membros da "família" iriam ser realocados pelo exército particular do irmão que também a forçou a obedecer pela submissão do poder, e Pétreo apenas ignorava os "caprichos" da irmã em manter um bando de inúteis próximos a eles, além de que ele também tinha mais com o que ele precisava se preocupar.

No restaurante do avião haviam quarenta outros lobisomens da ordem dos lobos de caça do rei, inclusive o general Alexander.

Zoe procurava encontrar uma maneira de suavizar os ânimos entre os irmãos, mas a mera idéia parecia improvável, contudo improvável não é impossível.

_ Alexander não é? Posso conversar com você um pouco? _ perguntou Zoe tensa tentando sorrir.

_ Claro minha rainha, o que deseja conversar?_ concordou Alexander retirando os fones de ouvido que Zoe não percebeu que estavam ali antes.

_ Conhece meu marido há muito tempo?

_ Mais ou menos, para os humanos mais do que possível.

_ Já viu esses dois assim antes?

_ Pra ser honesto não, já vi em momentos ruins, mas nunca bravos um com o outro, isso me parece até esquisito na verdade!

_ O que você pode me falar sobre a Lílivi?

_ Não muito, ela sempre manteve distância do nosso séquito militar, exceto talvez o Dexter, ouvi falar de que os dois eram grandes amigos, mas no geral eram apenas boatos e nada mais.

_ Desculpa o incômodo!_ Falou Zoe se afastando do general que voltou a ouvir sua playlist do Link Park no celular.

_ Não é incomodo algum._ declarou Alexander alimentando o som da música que estava no volume 1 e mesmo assim todos lá dentro conseguiam escutar.

Las Vegas.

Vlad e Kiara estavam olhando a cidade juntamente com um grupo de alunos e "tutores" nesse grupo estavam também Annora, Zack, Xenovia, Elijah, Niklaus, Lorenzo, Russel, Natália e Meia-noite.

_ Como esse lugar é luminoso!_ falou Annora emprecionada com a cidade.

_ Se você gosta de balbúrdia!_ Falou Zack entediado.

_ Lembrem-se meus jovens, não é só por que estamos na famosa "cidade do pecado" que vamos fazer burradas._ disse Natália de forma sarcástica olhando um cassino.

Eles foram até o centro da cidade onde Pétreo alugou um hotel inteiro para os jovens, houveram divisas de quartos nas quais Annora ficou com Vlad, Xenovia com Russel, Kiara com Elijah, Zack tinha um amigo na cidade por tanto não ficou no hotel, os vampiros por serem mais ativos à noite saíram pra se divertir com as boates da cidade, por estarem muito enraizados na sociedade os seres sobrenaturais tem adaptações em estabelecimentos especializados neles, nas boates de Las Vegas principalmente os vampiros tem boates sob as boates, são locais exclusivos para eles onde as luzes são menores a música é mais bem tocada, as drogas são de melhor qualidade, tudo lá serve unicamente para dar a aparência de um lugar melhor dentro da balada onde poucos podem entrar e como nada atrai a humanidade mais do que o que eles não podem ter encontrar presas é mais fácil, Natália, Niklaus e Lorenzo estavam com as pulseiras de platina que lhes davam total acesso ao local "VIP" em menos de um minuto algumas garotas começaram a se oferecer aos dois irmãos e até mesmo em cima de Natália, eles escolheram cinco delas e as levaram, cada vampiro tem um carimbo de posse que revela quem é a "convidada" de quem sinalizando aos outros para não "tocar", cada garota teve seu pescoço carimbado e seguiram até onde Meia-noite os esperava.

_ Não grite, não fuja, não tenha medo, e muito menos revide de qualquer forma, isso não vai doer e no final da noite tudo o que você vai se lembrar é que se divertiu muito bebeu tequila, e teve uma noite inesquecível comigo._ foi o que os três vampiros falaram às garotas que obedeceram de forma literal.

Lorenzo estendeu a mão sobre o decote da primeira que chamou sua atenção pelo cabelo loiro aruivado, deixou um dos seios à mostra e mordeu alí, Niklaus por sua vez era mais fetichista, ele foi direto na que parecia mais depravada possível, levantou vagarosamente o canto da blusa de uma morena e mordeu próximo do quadril do lado esquerdo, Natália não era como os outros vampiros quando se tratava de depravação, mas não recusou a refeição gratuita, pelo menos não Joana que emergiu de seu subconsciente e mordeu o pulso da que separou para si mesma, Meia-noite não se alimentou de humanas, no entanto mordeu o ombro de Joana com delicadeza se alimentando devagar dela evitando dor desnecessária.

As duas restantes ficavam andando dentro do local se embriagando e usando entorpecentes enquanto não eram servidas aos seus anfitriões.

O lugar tinha uma única regra: não matar, o que logicamente inclui transformar.

Em questão de alguns minutos a música mudou e vampiros e humanos começaram a dançar desinibidos rossando uns nos outros sujando um aos outros de sangue, suor, fluidos corporais diversos e bebidas misturadas com drogas.

O lugar era escuro com luzes coloridas piscando freneticamente, as mesas feitas de alumínio com pintura abstratas em vermelho, o piso e o teto de pedra macissas, na parede do fundo um enorme palco com postes de poledancing onde vampiras eram apresentadas de corpos despidos e decorados com pinturas feitas de sangue humano, Lorenzo logo perdeu o Interesse na loira com toques vermelhos no cabelo, quando ele terminou ela já estava meio pálida, mas continuava viva e pela sua expressão parecia até ter gostado.

Se movendo rapidamente pelo lugar ele encontrou as outras duas que estavam no bar completamente bêbadas e chapadas pelos narcóticos, ele as conduziu até onde o irmão continuava com a morena agora sem roupas com marcas de mordidas espalhadas pelos seios, pescoço, quadris, coxas, canelas na região íntima, mas ainda estava viva, porém pálida.

Meia-noite e Joana nem estavam mais lá, no lugar estava uma garota com uma mordida no ombro falando meio desnorteada. _ Voltamos em trinta minutos.

_ Vista às roupas novamente, mas me espere, vou te ligar e quando você atender vai fazer tudo o que eu mandar_ disse Niklaus sorrindo exibindo as presas e mordendo a própria língua antes de enviá-la na boca da morena em um beijo, as feridas se fecharam totalmente deixando em seus lugares marcas avermelhadas parecendo chupões.

As outras duas praticamente se jogaram oferecendo os pescoços a eles, uma era loira magra, com tatuagens, short jeans cinza mais curto do que devia ser no início com uma camiseta branca transparente com sutiã de silicone vermelho, a outra tinha cabelos castanhos escuros, alta, olhos de um tom amarronzado, usava uma saia curta preta, um colete de lã branca fina e um conjunto de roupas íntimas vermelhas de renda que ficou fácil de se ver quando ela se sentou no colo de Niklaus.

Lorenzo pegou a loira colocando as mãos em sua bunda a levantando no ar, depois ele levantou a blusa e abaixou o short, quando ele ia abaixar a calcinha ele percebeu que ela estava sem, o que facilitou bastante a mordida que alcançou o útero da garota que estava em período menstrual.

_ Olha só! Um bônus._ falou Lorenzo enquanto sorria para o irmão. _ Parece que ela está facilitando pra mim.

_ Irmão, você é bem nojento as vezes!_ declarou Niklaus.

_Ela deveria é me agradecer, irei garantir que ela não tenha que se preocupar com descida de sangue esse mês.

_ Mas corre o risco de deixá-la estéril!

_ Outro favor, nunca mais terá que se preocupar com crianças a acordando no meio da noite.

_ Se vira, não vou mais me importar com os seus caprichos!

_Quem olha acha até que não foi você que me ensinou a caçar nossas presas.

_ Isso foi há muitas vidas atrás.

Niklaus encarou a outra olhando onde escolheria morder primeiro, ele então a deitou no sofá onde eles estavam levantou um pouco a base da saia e mordeu entre as pernas na coxa esquerda bem em cima da artéria femoral que sangrou rápida e intensamente, mas logo cessou, pois os furos eram pequenos o que facilitou para que Niklaus a curasse passando seu sangue de um corte que ele mesmo fez no dedo.

Niklaus agora estava de rosto mais avermelhado sob efeito de álcool e narcóticos que a garota havia usado.

Ele pegou a garota e seguiu até um local separado onde havia uma porta com um scaner a laser onde ele mostrou a pulseira, a porta se abriu revelando um quarto branco todo arrumado com o mais fino requinte, a cama era de madeira preta, entalhada à mão, um quadro mostrando um vampiro nú se alimentando de uma humana despida, o teto era um grande espelho dourado.


Notas Finais


Hoje também é o meu, então me desculpa o capítulo curto, mas queria fazer algo pra mim hoje.


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