História Lupus Clarissimi - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alastor Moody, Andromeda Tonks, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Nymphadora Tonks, Órion Black, Rabastan Lestrange, Regulus Black, Rodolfo Lestrange, Sirius Black, Yaxley
Tags Andromeda Tonks, Bellatrix Black, Narcissa Malfoy, Regulus Black, Rodolphus Lestrange, Sirius Black, Voldemort
Visualizações 118
Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora, estive com um verdadeiro bloqueio com essa fic.
A avó do Rodolphus está viva e vai ter um destaque nos próximos capítulos.

Capítulo 4 - Capítulo bônus


Capítulo Bônus. 

13 de Novembro de 1968

- Por que temos que ir tão longe da casa? – Rodolphus questionou com impaciência. Deveria ter ignorado a solicitação da avó paterna que deveria estar ficando louca ou caduca, como a mãe dele gostava de dizer. Que tipo de avó retirava o neto primogênito da festa de aniversário para arrastá-lo sem motivo aparente para dentro da floresta que cercava a propriedade ancestral da família. Bufou quando tropeçou em uma raiz elevada, quase derrubando o lampião que tinha nas mãos. – Avó, poderia me responder? Eu deveria estar socializando com os outros jovens de sangue puro e avaliando os presentes que recebi dos convidados.

- Continue andando. – Pauline Lestrange ordenou. Caminhava com passos leves à frente do neto mais velho petulante, Rodolphus tinha um mau comportamento, resultado da superproteção e atenção exagerada que recebia da estúpida Josselyn. Amaldiçoava a nora todas as vezes que a via, não se conformava com a fútil garota Rosier que desperdiçava o ouro da família com coquetel e festas sem sentido. Recentemente tinha inventado um clube junto da irmã atoa, Druella Black, o clube nada mais era do que uma desculpa para fofocas da sociedade, bebedeira demasiada e excesso de comida. Nomearam a estupides clube de: Filhas das Sagradas Vinte e Oito. – Se reclamasse menos e andasse mais, já teríamos chegado onde deveríamos.

- Louca. – Rodolphus sussurrou revoltado. Esse era o dia mais importante de sua vida, o decimo terceiro aniversário era uma data marcante para jovens bruxos e bruxas, em vez de estar aproveitando seu grande momento, estava seguindo sua avó idosa dentro de uma floresta escura, sujeito a qualquer tipo de ataque, já que foi impedido pela velha de trazer sua varinha. – Quer me matar antes que eu posso desfrutar de uma bela vida? Além disso, meu noivado com Bellatrix Black será anunciado está noite.

- Você não se casará com essa menina. – Pauline avisou rindo. Voltou-se para o neto mais velho, vendo a expressão confusa nas feições bonitas, ele estava cada vez mais parecido com seu finado marido. – Estou lhe avisando, mesmo que o noivado seja anunciado, você não se casará com Bellatrix. Entretanto, desposará uma de suas primas.

Rodolphus mordeu o lábio inferior, desejava questioná-la, mas não lhe daria a satisfação. Possuía outras cinco primas, Andromeda e Narcissa que eram as irmãs mais novas de Bellatrix, e Ann, Frances e Charlotte Selwyn que eram filhas da irmã de seu pai. Dentre todas as primas, Bellatrix era a única aceitável, além de ser a mais bonita e ter a mesma idade que ele, Bella era uma devota aos ensinamentos puros sangues e crente na palavra de Voldemort.

- Você irá se arrepender meu menino, felizmente ainda estarei viva para ajudá-lo. – Pauline disse com pesar. – Seu pai não me ouviu, mas haverá um dia em que tudo o que eu disse se mostrará real e tanto ele quando você irão se arrepender da marca que negra que um dia foi motivo de orgulho.

- Nada do que fala faz sentido. – Rodolphus se queixou. A avó sempre falava em enigmas e tinha o dom de transformar tolices e grandes palavras. – Já estamos chegando? O que você está carregando dentro dessa cesta?

- O maior presente que alguém poderá lhe dar. – Pauline respondeu. – E ainda falta um grande percurso até nosso local de destino, como disse e repito, continue andando.

Rodolphus fechou os olhos por longos segundos, quando os abriu pode vislumbrar a avó que andava a sua frente no escuro. Tratou de acelerar o passo e ficar lado ao lado com a mais velha, estava ansioso para descobrir o que tinha dentro da cesta que ela carregava. Observando a cesta atentamente, pode ver o tecido que cobria o dito presente se mover.

R&A

- Você não pode fazer algo assim. – Rodolphus disse horrorizado enquanto assistia a avó depositar a criança recém-nascida sobre o centro do pentagrama de sal. O bebê ainda estava com o cordão umbilical, sujo de sangue e de outras coisas gosmentas que Rodolphus não desejava saber o que era. – O que eu vou fazer com uma criança recém-nascida? Que tipo de presente detestável é esse?

- Cale-se por um momento. – Pauline pediu. – Pegue o que está dentro da cesta.

Rodolphus revirou os olhos antes de fazer o que lhe foi solicitado. Dentro da cesta havia uma adaga, o aço era esculpido com runas antigas, a bainha era escura e cravejada com diamantes vermelhos e esmeraldas. Finalmente entendeu o que a avó pretendia fazer com o bebê. Olhou para a mais velha que estava dentro do circulo de sal com a criança, estremeceu e não conseguiu se mover.

- Traga essa adaga e venha para o centro. O que estou lhe dando hoje é algo inimaginável, querido, uma fonte de poder sem limite.

- De quem é essa criança, avó? – Rodolphus perguntou com a voz trêmula. – O que você pretende fazer? – questionou, embora já imaginasse qual seria a resposta, não era tolo.

- Oh, querido. – Pauline sorriu gentilmente. – Não há nada mais saboroso para um Deus feito de sangue do que a alma pura de uma criança inocente.

- Você está louca, mãe estava certa. Está caduca e louca. – Rodolphus falou incrédulo. Assustou-se quando a avó se levantou furiosa de onde estava e praticamente correu até ele, nunca imaginou que alguém tão velha pudesse ser tão rápida.

- Escute-me bem menino. – Pauline avisou. – Esse ritual irá elevar sua magia de uma maneira inimaginável, se fosse tão esperto quanto acredita ser estaria me agradecendo de joelhos por estar desperdiçando minha noite para elevar seu poder mágico. Uma alma pura e inocente é valiosa, mais valiosa do que qualquer coisa e a natureza irá lhe retribuir de maneira inimaginável! Sua mãe é fraca e patética, desdenha de tudo o que não conhece e não é a mais talentosa das feiticeiras.

Rodolphus encarava as feições enrugadas da avó e fechou os olhos quando o choro infantil preencheu a clareira em que se encontravam.

- Você quer ser um grande mago. – Pauline disse. – Deseja que seu nome seja temido por seus inimigos e vangloriado pelos seus aliados. Você deseja glória, sabedoria e muito mais, deseja coisas que ainda nem sabe que deseja. – Segurou o rosto do neto e o ergueu, para que ele lhe olhasse diretamente em seus olhos. – Se você quer que seus desejos se tornem realidade, irá pegar essa adaga e vir comigo para o centro do pentagrama e irá enfiá-la dentro do coração daquela criança. Deve se decidir rápido, pretendo retornar a Mansão antes que o vinho acabe. – Finalizou soltando o rosto do neto e voltando para onde estava e não pode deixar de sorrir ao ouvir os passos incertos de Rodolphus.

Rodolphus apertava a adaga com força enquanto seguia a avó, sentou-se ao lado dela e sentiu os dedos finos e gelados acariciarem seus cabelos.

- Você é um menino adorável, Rodie. – Pauline elogiou. – Sei que está me odiando no momento, mas em alguns anos irá agradecer-me.

R&A

03 de Agosto de 1973

Rodolphus depositou o corpo desacordado de Andromeda sobre a cama. Por algum motivo que desconhecia estava se recordado de sua própria cerimônia de elevação, não houve vinculação mágica, visto que isso foi um adicional a cerimônia da esposa. Talvez, um dia precisasse canalizar a magia dela.

Observou Andromeda que estava adormecida com uma expressão serena no rosto bonito. Os longos cabelos cacheados estavam desgrenhados e a pele morena possuía uma camada de suor e brilhava devido à luz da lua. Cobriu a esposa com o cobertor e estão voltou sua atenção para o aposento destruído. Todas as janelas estavam com os vidros quebrados, os sofás e poltronas estavam de cabeça para baixo acomodados em um canto oposto do que geralmente ficavam, os tapetes se encontravam rasgados e no teto, o fogo da lareira queimava de maneira invertida e a cor do fogo estava mais intensa do que nunca.

Rodolphus observou o quarto e então tudo começar a se reconstruir. Seguiu até o banheiro, já sentia uma ardência no corpo, ficou surpreso ao vislumbrar seu estado. Os cabelos estavam desgrenhados, uma variedade de mordidas se espalhava por seu pescoço e ombro, suas costas estavam arranhadas e o sangue escorria pelas escoriações. Pensou em curar-se, mas decidiu esperar que Andromeda despertasse, ela saberia como lidar com os ferimentos melhor do que ele. 



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