História Lupus Mea - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale
Tags Amor, Derek Hale, Derek Se Apaixona, Mate, Paixão
Visualizações 143
Palavras 1.771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ MEUS BACURICOS!

Olha quem voltouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!

Eu sei, muitos estão decepcionados comigo, eu entendo, até eu estou! Durante esse tempo que eu fiquei sem postar, eu só consegui terminar um capítulo, UM, e eu estou puta da vida com isso.

Acontece que meu computador deu um pau, e só arrumaram ontem, e eu queria muito postar um capítulo novo, que já estava pronto, mas o problema é que o capítulo estava no computador e o computador não estava comigo, e sim na assistência técnica. Mas já está tudo resolvido. Vou tentar escrever os capítulos mais depressa possível para poder entrega - lo logo!

GOSTARAM DA CAPA NOVA? EU ADOREIIII!!! Eu to tipo muito orgulhosa de mim mesma, cof cof fui eu que fiz a capa cof cof. Vamos parar de falar — digitar — e vamos ao capítulo!

BOA LEITURA!

Capítulo 11 - Nova Rotina


Fanfic / Fanfiction Lupus Mea - Capítulo 11 - Nova Rotina

LUZ ACIDÁLIA

Beacon Hills


Escuto o alarme soar estridente as 07:00 da manhã, claramente avisando que está na hora de me levantar.

Mas sinto muito te dizer relógio que você tem que ser mais rápido que isso.

Parece que o tempo não está do seu lado. Rio sozinha desse piadinha tosca. As vezes uma piada é tão idiota, que faz você rir de tão idiota que ela é.

Acordei as 06:00 horas da manhã sozinha, não posso negar que não foi pensando no que aconteceu na noite anterior. Pois eu pensei, e pensei muito. A cena dava replay atrás de replay na minha cabeça. Eu dormi com os lábios formigando pensando no selinho não proposital — que eu dei — e no proposital que ele me deu.

Saio do meu quarto e desço as escadas. Entro na cozinha e preparo meu café junto com o da minha mãe.

Queria dizer que minha mãe já estava acordada e fazendo café da manhã, mas não posso. Ela nunca foi assim.

Quando eu morava em Nova York na nossa casa, eu lembro - me que ainda estava no colegial, minha mãe nunca cozinhou, ela sempre contratava uma pessoa que pudesse fazer a comida. Ela até já tentou cozinhar, mas eu fiquei com intoxicação alimentar porque ela não olhou a validade do macarrão, também não podemos esquecer que o macarrão estava extremamente grudado, parecia que tinha passado super bonder

Espera. Ontem ela fez comida?

Oh, não acredito.

Mas a comida estava boa, o que me resta a acreditar que ela comprou a comida pronta e não a fez.

Mas ela disse que fez o jantar... Não tem o porquê dela mentir.

Termino de beber meu café e decido não pensar disso. Por enquanto.

Pego minha bolsa e checo tudo novamente para ver se não esqueci nada. Abro a porta e saio de casa trancando a porta. Vou em direção ao meu carro com a mão dentro da bolsa procurando minha chave.

— Cadê, cadê... – disse procurando as chaves na minha bolsa.

— Problemas, doutora? – disse uma voz extremamente sexy dizer. Levantei a cabeça e avistei Derek encostado em um Camaro Preto.

O quê? Esse é um dos poucos carros que eu sei o nome.

— Derek. – minhas bochechas ruborizaram automaticamente – O-oque... – minha voz soou falha e parei por um instante para coçar a garganta – O que você tá' fazendo aqui?

— Nada, só passei para te cumprimentar. – disse ele dando de ombros.

— Você acordou em plena 7 da manhã, só para passar aqui para me cumprimentar? – pergunto arqueando uma das sobrancelhas, ou as duas. Nunca sei fazer isso direito.

— Bom... – coça a nuca em sinal de nervosismo – Eu também queria lhe fazer um convite.

— Um convite? Conte - me mais sobre isso... – digo abrindo um sorriso de canto enquanto me aproximo mais dele.

— Ok. – disse com um sorriso divertido no rosto – Eu conheço um lugar ótimo pra comer, e gostaria de saber... Você que ir comigo? – perguntou hesitante.

Abro um sorriso e dou as costas pra ele. Caminho até meu carro e antes de entrar nele, digo:

—Hoje? – virei para ele e ele assentiu com a cabeça – Me pega as oito. – dito isso, caminhei até o meu carro e entrei no mesmo, dei partida depois de ter achado as chaves. Antes de virar a esquina da rua, vi pela última vez naquela manhã, o sorriso de Derek.

Estacionei o carro na vaga de funcionários do hospital, foram insuportáveis minutos de ansiedade. Acho que a maioria das pessoas quando está prestes a se apresentar ao seu primeiro emprego, fica ansioso. Se não ficar, fico lisonjeada em ser a primeira pessoa.

Eu não entendo como essas pessoas que trabalham nessa área maravilhosa que é a medicina, estraga sua própria carreira por qualquer coisa.  Como fazer atestados falsos, contrabandear medicamentos, falsos testes de gravidez... São tantas coisas.

Entro no grande hospital e logo avisto a recepção. Vou até vejo uma mulher morena das bochechas bem marcadas e vermelhas mexendo no computador.

— Hm, hm. – coço a garganta a fazendo sobressaltar da cadeira de susto – Perdoe - me pelo susto, mas é que eu sou a nova estagiária daqui. Você sabe me dizer com que eu possa falar?

— Ah, sim, claro que eu sei. – disse a mulher resmungando e pegando um papel e escrevendo algo lá, depois ela estendeu a mão me dando um papel – Vai neste andar e fala com a Melissa McCall, ela poderá te ajudar. – dito isso, voltou a mexer no computador com as bochechas mais coradas do que antes.

Dei de ombros e fui em direção ao elevador que tinha ali, entrei no mesmo e olhei no papel vendo o andar, apertei do botão e as portas se fecharam. Olhei para o espelho e respirei fundo tentando me acalmar.

Sim, eu tenho claustrofobia. Estranho isso, porque parece que eu vou usar muito o elevador daqui por diante.

Ouço a porta do elevador se abri e olho na placa dizendo que estava no andar certo. Saio do elevador quase tropeçando em meus próprios pés. Olho para os lados e vejo que estou em um corredor.

Direita ou esquerda?

Direita sempre!

Viro para a direita e vou caminhando. Mas paro no caminho no mesmo instante.

Não seria melhor ir pra esquerda pela primeira vez? Vai que eu tenho sorte.

Viro de novo, mas dessa vez, para a esquerda e começo a andar, mas paro novamente.

Mas a direita sempre me trouxe sorte.

Viro para a direita novamente e começo andar, paro no mesmo instante com outra dúvida na cabeça.

— Merda! – digo baixo e confusa, não sei se devo ir pela esquerda ou pela direita.

— É... Precisa de ajuda? – pergunta uma mulher morena com roupa de enfermeira.

— Sim, você sabe me dizer onde está Melissa McCall? – digo apontando para os dois lados.

— Sei sim... – disse a mulher – É só você nesse corredor aqui, ela está lá no final, no balcão. – disse apontando para o corredor a direita.

Eu disse Luz, direita sempre.

— Obrigada! – a agradeci e a observei entrar no elevador e as portas se fechar.
Suspirei e virei para a direita, sai andando pelo corredor. Passo por algumas portas, mas uma em especial me chama a atenção.

A porta estava entreaberta, me dando a possibilidade de ver uma parte do lado de dentro. Comecei a ouvir alguns gemidos, me preocupei imediatamente. Temia que fosse algum paciente com dor, pois dependendo do caso, não poderia ajudar.

Sem pensar nas consequências, entrei abruptamente  no quarto. Me arrependi imediatamente.

— O QUE É ISSO? – disse o paciente se cobrindo todo com as bochechas coradas.

— M-me desculpe! – disto isso sai imediatamente do quarto morrendo de vergonha.

Comecei a andar pelo o corredor tentando esquecer esse mico que eu acabei de passar, e me concentrei apenas em achar a tal Melissa McCall.

Andei por alguns minutos até o final do corredor e finalmente pude ver a bancada com uma mulher digitando algo no computador.

Quando chego mais perto, reconheci a mulher que estava ali. Era a mesma que me atendeu quando eu fui na casa do Scott.

— Oi. – digo chegando perto dela – Me chamo Luz, eu sou...

— Eu sei quem você é. – disse ela me interrompendo sem parecer ser rude – Como já deve saber, eu sou Melissa McCall. – falou estendendo a mão para mim em forma de cumprimento.
Segurei a mesma e a cumprimentei de volta.

— Você já fez um estágio em um hospital em Nova York, certo? – perguntou ela e eu movimentei a cabeça em concordância – Então já deve saber como mais ou menos funciona as coisas em um hospital. – perguntou ou afirmou, não sei. Eu apenas fiz o mesmo movimento de antes concordando.

Fomos andando pelo corredor, ela ia me explicando a rotina do hospital. Conforme ela explica, ela ia me mostrando as salas dos outros médicos, laboratórios, banheiros etc... No fim, ela me levou para um vestiário, eu acho.

— Aqui é onde nós guardamos nossas roupas, bom, tem alguns enfermeiros e médicos que prefere vir já de casa com o uniforme, como eu, mas é de sua escolha se quiser vir ou não. Agora se você quiser guardar algo aqui, toma a chave. – disse ela indo até o armário vinte e oite e pegando a chave em cima do mesmo e me entregando.

— Ok, tudo gravado e anotado. – disse pegando a chave e colocando no bolso.

— Seu jaleco. – falou pegando um jaleco em um gancho na parede e me entregando.

— Obrigada. – agradeci colocando o jaleco.

— Vou te mostrar alguns dos pacientes que estão nesse andar.

Assenti sem dizer nada e a acompanhei.

Passamos por alguns quartos e cumprimentamos os internos, alguns pacientes estavam dormindo, mas aqueles que estavam acordados foram muito gentis comigo.

— Esse paciente aqui, bom, como posso dizer? – fez uma pergunta retórica – Ele é rabugento, mesmo sendo tão jovem, então se ele te tratar mal ou algo do tipo, saiba que não é nada pessoal, ele é assim com todo mundo. – disse me avisando antes de entrar na sala

Assenti com a cabeça e ela abriu a porta, quando eu vi quem era o rabugento, fiquei com o rosto rubro na hora.

— O que que essa louca tá fazendo aqui? Pode sair do meu quarto já! – disse o homem mau - humorado.

Sai do quarto queimando de vergonha com uma Melissa confusa logo atrás.

— Espera, você já conhecia ele? – indagou com o cenho franzido.

— N-não, é que foi assim... – disse me virando para ela – Eu estava passando pela frente do quarto, e como a porta estava entreaberta, deu para ouvir uns gemidos, – disse corando – não consegui distinguir na hora se era de dor ou de... outra coisa. Então eu entrei com tudo no quarto, foi aí que eu peguei ele se masturbando.

Melissa ficou me encarando sem dizer nada. Comecei a ficar constrangida novamente, depois de um tempo me olhando, Melissa começou a ter um ataque de risos.

Fiquei me perguntando o que era engraçado. Não é nada engraçado ter pego um cara no flagra com a mão na massa. Não literalmente na massa, e sim no.... ESQUECE ISSO, LUZ!

Mas pensando por esse lado, — o dela, ou seja, o engraçado — até que tem graça sim.

— Ok, tudo bem! – disse ela parando de rir aos poucos – Vamos esquecer que isso aconteceu, e torcer para que ele não abra a boca pro diretor. O cara é uma fera! – disse isso e saiu andando.

— Ei, espera! – dou uma corridinha e paro ao lado dela a ouvindo explicar mais sobre o hospital.

 

 

 


Notas Finais


Meio curtinho, mas tá valendo, não é?

Até o próximo capítulo! ☻♥


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