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História Lust - Imagine Jungkook - Capítulo 13


Escrita por: e Ghostter


Notas do Autor


Eai meus doces de leites com amendoins (super aleatória, mas ok kkkkkk. isso é culpa da minha maldita vontade de comer doce, relevem essa informação).
Cheguei mais rápido que pude, pqp, dia 4 de fevereiro Lust fez um aninho, ti fofo. Cá está o meu presente para vocês, espero que gostem.

— ♡➴ betado por @fajuta.

Capítulo 13 - Proposta indecente


Duas coisas que a vida me ensinou quando eu não passava de uma pirralha imatura: não confie em estranhos e não ande com quem não conhece. Exatamente essas duas coisas que eu quebrei agora que me tornei uma mulher adulta. 




Se eu conseguisse mexer qualquer músculo do meu corpo, seria as minhas pernas. Eu correria ao encontro do oficial Kim e perguntaria se aquilo era verdade. Não podia ser verdade! Eu confiei nele, depositei minhas fichas em sua pessoa pensando que valeria a pena, que ele fosse alguém neutra e simples que entenderia as minhas frustrações, não a pessoa que faria de mim a maluca pirada de quem todos sabem de cada passo que dar. 




— Você está mentindo. — O timbre baixo que soprou as minhas palavras ao vento quase não foram capazes de serem compreendidas pelo moreno à minha frente. Por que Jungkook estava em todo lugar que eu ia? No trabalho, na minha casa, na casa de pessoas conhecidas, todos, sem exceções. Parecia que tinha um radar, algo que o notificasse o local e a hora de onde eu estava. 




— Não estou. Você sabe que não estou. 




— Você está mentindo pra mim! Está tentando reverter a situação só porque eu estava distante do Taehyung e agora que resolvi voltar com ele, está tentando evitar. O que você vai ganhar com isso? Nada Jungkook! Você não ganhará absolutamente nada. 




— Você está sendo equivocada. Não pretendo ganhar coisa nenhuma. — Estimulou sua insatisfação com os braços. 




— É mesmo? Pois bem, de mim a única coisa que ganhará será mais ódio do que eu sinto de você. 




— Mas você é teimosa mesmo. Sabe que não estou mentindo e fica aí tentando achar uma desculpa para não culpar o outro. — Disse saindo do local onde estava repousado. — Escute só uma coisa, se ele for o dono do site, fique sabendo que vou acabar com a vida dele. 




— Porque isso agora? Seu ego foi ferido? Tempos atrás você nem ligava para as fofocas que faziam de você, pelo contrário, adorava saber que estava na boca do povo. 




— Isso é uma visão que você teve de mim, nunca disse que gostava daquilo. 




— Você é um imbecil. Vá embora, não tem mais nada que possa fazer aqui. — Me curvei de sua pessoa e passei a caminhar até a entrada da minha casa, logo abrindo e fechando a porta. 




Encarei por algum tempo a madeira à minha frente fechada. Levei meu rosto até o olho mágico e quase dei um grito quando a face desgostosa do homem estava de frente de mim, sendo separados pela porta, e eu com a mão no peito. 




— Meu notebook está aí, quero-o de volta. — Gritou. 




Puta merda, deveria pegar aquele aparelho e arremessar do segundo andar para ver se meu ódio diminui, mas daí lembro que não tenho como pagar outro, por isso descarto essa ideia que em minha cabeça, seria uma baita terapia para acalmar os meus nervos. Destravo a porta e não ergo a cabeça para cima, dando as costas e indo até a cozinha buscar um copo d'água, na esperança de que talvez assim meu peito volte a funcionar regularmente, não freneticamente. 




Já no cômodo com a decoração em xadrez nas paredes, pego o copo de vidro e busco a água na geladeira. Tomo todo o conteúdo transparente do recipiente, e me encosto na quina do balcão que tinha na minúscula cozinha. Com os braços cruzados, pernas fechadas e o corpo jogado para trás, consigo ver de longe Jeon futucando no seu aparelho na cor cinza. Pouco tempo depois de tanto tempo sentado no meu sofá e com o notebook no colo, deixa de utilizar o objeto, o fechando e pegando com uma das mãos, vindo até a mim. Para na divisão da sala e da cozinha me analisando sem nenhuma fisionomia no rosto e sem demonstrar qualquer tipo de expressão. 




— É engraçado. — Solta um sorriso fraco e balança aos poucos a cabeça para os lados, fazendo com que os fios escuros e longos se movam e deixe sua atitude um pouco mais impactante ao meu vê. — Brigamos muito ultimamente. Gostava de como éramos antes, não de como somos agora. 




— Fazer o que, as pessoas mudam. — Jogo as palavras em sua cara como forma de defesa. O antes entre nós era: eu muito boba e sempre ia na onda dele. Ele era manipulador e metido, isso alimentava o seu egotismo. 


O nós de agora é baseado em eu não correr atrás de sua atenção e ele não conseguir superar que o nosso caso terminou. 




— Tem razão. Todos mudam. — Disse com o olhar abaixado. De repente voltou com o rosto para cima e me fitou sem cerimônias. Inesperadamente caminhou até mim, deixando seu computador portátil do meu lado. Seu corpo estava bem perto de mim, e sem esperar se chocou contra o meu. A troca de olhares que criamos deixou as coisas tensas. Os braços musculosos dele estavam entre meu corpo, se apoiando no balcão atrás de mim. 




Levei minhas mãos até seu peitoral, empurrando-o, porém o desgraçado segurou minhas mãos e me trouxe de volta para seu tronco quente. Tentei me desvencilhar do seu aperto, mas de nada adiantou. Travei na hora, abusado de uma figa, cachorro, filho da mãe, cretino safado. 




— Me solta. — Ordenei. 




— Só me diz como consertar as coisas. — Murmurou. Engoli à seco e travamos uma guerra infinita de olhares presos entre nós. O tempo parou subitamente, e sem delongas tentei novamente sair de seus braços, sem sucesso. Ele prendeu ambos os braços em volta do meu corpo e me empurrou de volta para a bancada, me pressionando. 




— Me larga, Jungkook. — Proferi. 




— Você não me disse como devo consertar as coisas. — Expôs. 




– Me desprendendo é uma ótima iniciativa. — Respondi na ironia. Eu declararia aquilo como assédio, se não tivesse gostando da sensação gostosa que era sentir tão de perto seu perfume e poder desfrutar o privilégio de ver tão de perto a pintinha abaixo do seu lábio inferior. Dos olhos aparentemente inocentes me apreciando sem nenhum descaradamente. 




— Durma comigo esta noite. — Disse subitamente me surpreendendo. Dei uma travada enquanto observava seu rosto cheio de esperanças contra o meu. 




— O que? 




— Por favor, apenas essa noite. 




Como podia? A cada dia ficava mais louco a minha vida. Em um eu perdi o emprego, outro eu quase transei com o meu ex ficante e agora estou concedendo essa proposta indecente. Eu quero, mas tenho medo. Não foi só uma vez que ele me machucou, foram várias. Eu não quero correr o risco de me tornar uma pessoa masoquista, que se prenderá a sentir migalhas de afeto por outro e que só sente algo quando o assunto é meu corpo, mas não a minha personalidade. 




— Está fazendo isso por causa do Taehyung? 




— Estou pedindo uma última chance. — Me olhou audacioso, me deixando com as pernas tremendo e com o coração a mil por horas. Não consegui formular nenhuma resposta concreta para sua declaração. Deixei que as coisas fossem naturalmente, não respondendo nada que saia da sua boca, deixando-o com um brilho incomum e as mãos que me seguram por trás se desfrochando. 




Sem permissão ou consentimento de minha parte, observei sua face chegar pouco a pouco até a minha e de súbito nossos lábios se chocarem. Com um selo desprevenido permanecemos, até ele se disponibilizar para um beijo de verdade. Um digno de cena de filme erótico, onde o casal se perdem no contato íntimo e encenam algo bem mais que o profissionalismo nas cenas. 




Sua mão direita sobe até parar na curvatura do meu pescoço, e sua outra mão prende na minha cintura, me sustentando com o seu calor corporal e com seu gesto deleitoso. Solto meus braços do seu peito os levando até seus ombros largos e musculados. Sua boca abandona a minha para ir de encontro ao meu pescoço, onde chupa e suga a área. Mordo com força meus lábios na intenção de não gemer, mas as ações de Jungkook são todas a favor do que eu tanto privo de sair pela minha boca. 




Levo minhas mãos até seu cabelo macio, os puxando como forma de aliviar um pouco o prazer que estava sendo proporcionada. Reviro os olhos quando sinto sugar e mordiscar uma parte sensível do meu pescoço. Ele volta para a minha boca e me beija ferozmente, sem paciência, mas com muito bom agrado. Suas mãos atrevidas descem até minhas coxas cobertas pela calça e desconta toda sua força ali, onde de supetão ele me pega no colo e me põe em cima da bancada. 




Faz com que minhas pernas se abrem e entra no meio delas, pressionando os íntimos. As mãos em volta da minha cintura me forçam a deixar nossos corpos arrochados. Jogo a cabeça para o lado, levando minha boca até a maciez do seu pescoço, selando e dando chupões na região. Escuto seu riso fraco bem próximo ao meu ouvido, onde deixa sussurros incompreensíveis saírem por sua boca. 




— Preciso foder você logo. — Segreda na minha audição. Volto olhar em seus olhos, cheios de luxúria e tesão preenchidos nas orbes. Sua cara de safado se forma e me beija novamente, porém somos interrompidos por um som estridentes. — Porra. — Deixa seu descontentamento sair pelos seus lábios ao se dar conta que seu celular está tocando no bolso do seu jeans. — Só ignora. — Fiz me atacando outra vez, sugando meu lábio com pressão. Faz com que eu arqueei minhas costas para trás assim que ele põe mais do seu peso sobre o meu. — Sinto saudades do seu uniforme era mais fácil de tirar e a saia me permitia levar minha cabeça debaixo das suas pernas de forma prática. 




— Malandro. 




— Gosta de quando sou safado com você! Somos farinha do mesmo saco, querida. — Diz, todavia, o som toca novamente. Deixa um grito de raiva sair e pega o celular dentro do bolso, atendendo-o em seguida. Balança a cabeça centenas de vezes, e murmura coisas desconexas. — Entendi, já estou indo. — Desliga o aparelho e volta com a atenção para mim. — Preciso ir. — Concordo com a cabeça e desço do mármore assim que ele me dar espaço. 




Visualizo ele pegar o próprio notebook e caminhar até a saída. Acompanho-o para no fim trancar de vez a fechadura da porta, entretanto, ele se vira para mim e me rouba um selinho. 




— Estamos bem, não é? — Afirmo com a cabeça, o enxergando tranquilizar a postura e seguir caminho fora. Vejo de longe o volume em suas calças e percebo que preciso tomar um banho e trocar a minha peça íntima de baixo. Fecho a porta assim que não consigo mais avistar a viatura na minha rua e vou a caminho do banho. 




— Cachorro. — Respondo comigo mesma, rindo e lembrando das cenas quentes que tivemos a pouco tempos atrás. 






Notas Finais


No meu vê não teve nada MUITO impactante nesse capítulo, mas queria fazer um agrado para vocês do mesmo jeito. Até o próximo anjos coloridos do meu céu (isso é a falta de açúcar no meu sangue)

🕊️🌧️🍃🌻✨☕🌺🍏⚡🍰🌾🥧🦋👒


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