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História Lust Titans 3: Recall - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá pessoas :)

Espero que estejam todos seguros dentro de casa e aderindo a quarentena.

Estou um pouco sumido, mas agora pretendo escrever mais e trazer entretenimento pra vocês.

Espero que gostem dessa história que estava com vontade de escrever há um bom tempo.

Boa leitura!

Capítulo 1 - (Dick x Hank) Recall


~ RECALL ~

Dick estava sentado em frente ao supercomputador da sala de comandos da torre. Na enorme tela passavam informações sobre crimes ocorridos nos últimos dias da cidade de São Francisco, crimes que foram interrompidos graças as ações da equipe de Titãs. O rapaz parecia extremamente centrado, como se estivesse traçando uma narrativa em sua cabeça.

Ele se estica na cadeira, apoiando as mãos atrás da cabeça enquanto olhava para o teto. Sua feição havia mudado, parecia confuso, como se algo não se encachasse.

— Você vai acabar virando um morcego se continuar passando noites em claro em busca de bandidos.

O líder dos Titãs nem precisou olhar para trás para identificar a voz de Hank e até se permitiu a um sorrisinho com a piadinha.

— Eu prefiro algum tipo de ave com hábitos noturnos. — responde Dick, girando a cadeira e se deparando com o amigo encostado no batente da porta e com os braços cruzados.

Hank ostentava um sorriso sarcástico o que faz Dick arquear uma sobrancelha. Ele conhecia o amigo tempo o suficiente para saber seus dois estados de espírito predominantes: o de cara fechada que está prestes a socar a cara do primeiro que aparecer e o de cara sorridente que quase sempre vem acompanhado de segundas intenções, subentendidas. No momento, ele apresentava o segundo estado de espírito. Dick mantinha os olhos nele, o analisando de cima abaixo.

— O que tá pegando dessa vez? — questiona Hank, adentrando o recinto.

Isso gera mais curiosidade. Ele não costuma ter interesse nesse tipo de coisa, analisar situações. Ele é mais do tipo de agir primeiro e pensar depois. Deveria haver algo nas entrelinhas no interesse dele. Mas, Dick quis deixar isso de lado e gira sua cadeira para frente do computador outra vez.

— A série de crimes que nossa equipe tem combatido ultimamente parece ter um padrão. — Dick começa a explicar, tendo a completa noção de que Hank havia parado atrás de si. — Se descobrirmos isso, seriamos capazes de prever o próximo ataque.

— Hum. Não faz muita diferença já que sabemos que eles estão atacando no exato momento em que estão fazendo alguma merda, não é? — contrapõe Hank, dando de ombros.

— É claro que faz diferença. — rebate Dick. — Facilitaria nossas vidas e poderíamos emboscar os bandidos. Isso é lógico.

Um breve silêncio se faz presente no local. Hank não parecia nem um pouco interessado em nada disso, então ele diz:

— Acho que você precisa desencanar um pouco. — ele pressiona as mãos sobre o ombro se Dick, sentindo uma leve tensão nos músculos e dando apertos esporádicos.

Dick sente seu corpo queimar no local em que é tocado e com esse simples ato ele consegue ler todas as intenções de Hank.

— Não tenho tempo para isso, Hank.

— Vamos lá. Uma rapidinha. Você merece. — Hank diz, inclinando o rosto para que fosse dito mais próximo ao ouvido.

— Eu sei que sua relação com a Dawn não está a mil maravilhas, mas você pode procurar outras formas de se aliviar. Que tal fazer isso sozinho?

O revirar de olhos de Hank era claramente um ato que indica que ele sabe o quão difícil é convencer Dick Grayson, mas não iria desistir ainda.

— Pelos velhos tempos — insiste, deixando os apertos no ombro de Dick mais estimulantes. — Não foi exatamente aqui a última vez que você começou um boquete em mim e fomos interrompidos por um chamado de emergência? — a voz de Hank ficava mais rouca e sensual a medida que aproximava seus lábios do ouvido de Dick.

— Isso foi há alguns anos.

— Eu sei. Quero relembrar da sensação da sua boca no meu pau. E você sabe... — Hank faz uma pausa e solta sua respiração quente na nuca de Dick que se arrepia — ...ninguém senta numa piroca como você.

A última frase atingiu Dick com um arrepio e uma onda de calor avassaladora, bem no seu íntimo que se contraiu com o comentário. Lembranças de uma noite anos atrás, quando ambos se encontravam bêbados e frustrados sexualmente os levaram a aproveitar da companhia um do outro de modo cada vez mais íntimo e carnal.

Com o afastamento dos membros originais da equipe, fez com que a tensão sexual existente entre eles fosse apagada. Contudo, desde que haviam se reunido outra vez, fagulhas previam que a chama reascenderia a qualquer momento. Ainda mais agora que se dava conta de que desde que havia assumido de fato a liderança da equipe como Asa Noturna, não teve momentos de prazer, nem com outras pessoas ou até mesmo quando está sozinho em seu quarto. O simples toque, provocante, do amigo de longa data reviveu seus desejos da carne.

Hank interrompe o estímulo e se coloca ao lado do líder. Devia estar sem cueca por debaixo da calça, pois, apesar da peça larga, dava para ver claramente um belo volume ali.

— O que me diz? — pergunta Hank, movendo ousadamente seu quadril na direção de Dick que comprime os lábios numa forma de auto controle, mas que foi em vão.

— Você é um puto. — solta, por fim, se dando por vencido.

— Então vem mamar esse puto.

Tomado pelo impulso, antes que pudesse se arrepender, Dick abaixa a calça a sua frente, revelando o pau avantajado do Rapina, belos 21 centímetros, relativamente grossos. Não fez muita cerimônia e logo o colocou na boca. A medida que seus lábios envolviam a extensão sua língua explorava a glande e todo o resto, relembrando aos poucos a deliciosa textura daquele pau que ele tanto adorava ter em sua boca, no passado.

— Ooh, isso Grayson, engole meu pau.

Hank erguera sua regata e estimulava os mamilos com os próprios dedos enquanto gemia sentindo seu pau redescobrindo a maravilha de atingir a garganta do amigo, que era extremamente habilidoso nisso. O que fizera com que jamais esquecesse, ou superasse, o seu boquete desde a primeira vez que o antigo Robin não apresentou muita difícil em lidar com seu pau enorme. Ele adorava quando, sabiamente, Dick pressionava seu instrumento com as paredes internas da sua garganta e ao sair, seu pau estava incrivelmente babado.

Em seguida, Dick lambeu, de baixo para cima, toda a extensão do membro, voltando a glande e envolveu-a com seus lábios, mas não concretizou o ato, fazendo Hank soltar um som de frustração. Em contra partida, o contato dos lábios subira pela pelve, chegando ao abdômen, aplicando caricias molhadas nos músculos. A regata fora jogada em qualquer lugar da sala quando Dick passou a sugar seus mamilos, à medida que seu pau era estimulado pela mão, igualmente habilidosa.

— Sua vez de retribuir. — diz Dick, com a mão contra o peito de Hank.

A camiseta de Dick também é jogada para um lugar qualquer quando Hank aplicou uma trilha de beijos descendo pelo peitoral dele até chegar ao baixo ventre e rapidamente abaixar a calça com cueca e tudo. Dick não ficava muito atrás do amigo com seus belos 19 centímetros de pau, incrivelmente duros.

Ao ter seu pau rapidamente abocanhado Dick geme deliciosamente, mesmo que de forma contida. Os fios loiros escuros foram agarrados com uma moderada força por Dick que se deliciava, com um sorriso, ao comandar os movimentos.

As mãos livres de Hank apalpavam a bunda carnuda do amigo, apertando-as, separando-as e passando os dedos na região entre as nádegas. A resposta do corpo de Dick a esses estímulos indicava sua ansiedade para que aquela área fosse devidamente tratada, e Hank queria chegar nela rápido.

Assim, ele coloca Dick contra a parede mais próxima, com as costas curvadas e o quadril levemente empinado. Ele refletia sobre o quanto seu amigo mais novo sabia ser muito promíscuo quando queria, enquanto analisava a cena por alguns segundos antes de se ajoelhar e meter sua língua entre as nádegas dele.

Correntes de prazer são liberadas pelo corpo de Dick ao sentir os toques ásperos de Hank afastando suas nádegas para que sua língua atingisse a sua entrada. Seu corpo estremece e suas extremidades se contraem com o contato molhado, interno e delicioso. Do mesmo modo que ele era expert em usar a boca para chupar um pau, Hank era ótimo em usar sua língua para deixar qualquer um delirando.

— Tô louco pra meter meu pau nesse cuzinho. — diz Hank, dando um tapa na bunda do amigo.

— Tá esperando o que para me foder?

Sendo guiado completamente pelo tesão, após a provocação, Hank se posiciona atrás dele com seu pau na mão forçando-o a entrar.

Dick solta um gemido sôfrego ao sentir o volume invadindo e arrombando seu cu aos poucos. Hank continua até que conseguisse colocar o máximo. Ele geme quando o interior de Dick se contrai.

— Wow, você continua apertado pra caralho..

A resposta veio com um gemido, uma mistura de desconforto e a deliciosa lembrança da sensação de acomodar o tamanho desleal de Hank. Sendo do tipo que não se deixa ser vencido facilmente, Dick toma a iniciativa e começa a mover seu quadril, sentindo a extensão do membro deslizando para fora e para dentro.

As mãos de Hank estão firmes em sua bunda, sentindo o músculo tensionar com os movimentos enquanto seu pau é cada vez mais engolido pelo interior quente e apertado.

Eles gemem em conjunto quando Dick atinge a base, os 21 centímetros completamente dentro de si. Agora é a vez de Hank se colocar a prova e começar a mover seu corpo, fazendo movimentos assertivos e arrancando gemidos prazerosos.

Os movimentos eram um pouco brutos e o toque das mãos era áspero contra as definições do abdômen de Dick, ao passo em que ele era fodido com a gentileza de um cavalo.

A elasticidade de acrobata do antigo Robin permitiu que Hank erguesse uma de suas pernas a altura de seu ombro e voltar a investir contra sua entrada. Dick pressiona seu corpo contra a parede, se agarrando ao equilíbrio, em sua única perna em contato com o chão, e a sensação de submissão que o Rapina empregava sobre si. Seus gemidos que até então eram contidos e baixos, começavam a sair de seu controle.

— Ungh mais forte, Hank aah.

Atendendo ao pedido, Hank empurra com uma tremenda força seu pau para dentro, resultando em um impacto alto de seus corpos, o que levou Dick a contrair com força seu interior e liberar um gemido entrecortado com sua respiração pesada.

A brutalidade de Hank foi mantida quando segurou o cabelo de Dick e aproximou para sussurrar palavras safadas próximas ao seu ouvido.

O líder dos Titãs coloca a mão sobre o peito de Hank que interrompe os movimentos e com apenas um simples olhar de Dick, entende o que deve fazer.

Hank sai de dentro de dele e se deita, segurando seu pau apontado para cima. Posicionando-se logo acima, Dick sente a glande pedido passagem, e então começa a se empalar, novamente, naquele enorme membro. Ele fecha os olhos e aperta os lábios, se permitindo sentir o corpo grosso e comprido lhe alargar, outra vez. Ao chegar à base, ele abre os olhos e morde o lábio inferior ao encarar Hank sorrindo maliciosamente abaixo de si.

Seu quadril começa a subir e descer, à medida que sua cabeça pende para trás e de seus lábios são balbuciadas palavras de prazer. Ele desce completamente, mais uma vez, e rebola provocativamente, arrancando um gemido alto e longo do amigo. Dick sorri e então volta a movimentar com mais velocidade.

As mãos de Hank passeiam pelo corpo alheio, tocando, apertando e estimulando, traçando um caminho até o membro que batia pesadamente no seu abdômen com os movimentos. O ritmo da masturbação, logo iniciada, seguia o ritmo com o qual Dick subia e descia, intensamente.

Eles estavam em chamas, os corpos brilhando por conta do suor que escorria por ambos. Dick já não controlava a frequência nem a altura de seus gemidos, deixando seu corpo, que já estava entregue ao momento, reagir como bem queria a todos os estímulos, enquanto Hank gemia e soltava palavras pervertidas provocando-o a subir e descer com mais força a cada novo movimento.

— Oh, Dick ninguém senta tão gostoso como você ugh.

Isso foi o que Hank conseguiu dizer antes de ser atingido pelo clímax e se permitir gozar em jatos fortes no interior de Dick que revirou os olhos ao se sentir ficar pegajoso, mas ele não interrompeu os movimentos, prolongando as sensações de prazer em Hank até sentir o seu ápice e se esvair, deixando o abdômen abaixo de si lambuzado pelo seu gozo.

Ainda assim, Dick mantém seus movimentos, agora mais lentos, e diminuindo-os gradativamente, como se não quisesse deixar as sensações irem embora. Ao ser vencido pelo cansaço, ele se deixa cair ao lado do amigo. Ambos esperando suas respirações normalizarem.

Hank passa os dedos sobre o gozo em seu abdômen e diz antes de levá-lo a boca:

— Aos velhos tempos.

Dick comprime os lábios em um meio sorriso. De repente, algo em sua feição muda e ele se levanta em um salto, indo até o computador.

— O que deu em você? — questiona Hank, se erguendo um pouco pelos cotovelos.

— Como eu não tinha pensado nisso antes? É claro que há um padrão codificado nesses ataques. Então o próximo só pode acontecer... aqui. — explica Dick, no momento em que um ponto vermelho aparece piscando sobre o mapa de São Francisco, na tela do computador. — Talvez minha mente estivesse sobrecarregada e eu só precisava esvaziá-la para chegar nessa conclusão. — acrescenta Dick, ainda olhando para a tela.

— Eu disse que você precisava desencanar um pouco.

— As vezes, você tem razão.

— Isso quer dizer que podemos voltar a fazer isso mais vezes?

— Isso quer dizer quer dizer que você precisa levantar sua bunda daí pois temos um plano a traçar. — exclama Dick juntando suas roupas no chão para vesti-las.

— Você não disse um não diretamente, então posso considerar um sim? — insiste Hank, se levantando.

Dick o encara com um olhar de julgamento por ter feito tal pergunta, porém sua feição logo se suaviza e ele responde:

— Considere um talvez.

Fim.


Notas Finais


Comentem o que acharam, ou se tiverem sugestões e críticas.

Beijinhos <3


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