História Lux - BUGHEAD - Capítulo 4


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Clifford "Cliff" Blossom, Dilton Doiley, Elizabeth "Betty" Cooper, Ethel Muggs, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Ginger Lopez, Hal Cooper, Hermione Lodge, Hiram Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Melody Valentine, Penelope Blossom, Personagens Originais, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Sierra McCoy, Smithers, Treinador Clayton, Valerie Brown, Veronica "Ronnie" Lodge, Waldo Weatherbee, Xerife Keller
Tags Aliens, Bughead, Cole Sprouse, Riverdale
Visualizações 79
Palavras 3.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Lux -Cap.4


Eu pulei a postagem no meu blog na segunda-feira, principalmente porque era geralmente o tipo de coisa "O que tu estás a ler" e eu não estava a ler nada de novo no momento. Eu decidi que o meu pobre carro precisava de um banho no seu lugar, em vez de naqueles lava jatos . A mãe ficaria orgulhosa se ela tivesse estado aqui, a ver que eu estava do lado de fora durante o verão e não acorrentada ao meu laptop. Diferentemente do cargo ocasional de jardinagem, eu estava tipicamente a fechar-me .

O céu estava claro e o ar carregava um cheiro almiscarado de luz misturado com pinho. Logo depois que comecei a limpeza do interior do meu carro, fiquei surpresa com quantas canetas e laços de cabelo que eu achei. Ver a minha mochila no banco de trás fez-me estremecer. Em um par de semanas eu estaria numa nova escola, e eu sabia que JB estaria cercada por amigos - amigos que Jughead provavelmente aprovava, que não eram eu, porque ele obviamente pensava que eu era uma traficante de crack ( drogas ).

Em seguida, peguei num balde e numa mangueira e ensaboei mais o carro, mas quando cheguei no teto, tudo o que eu fazia era molhar e derrubar a esponja uma dúzia de vezes. Não importa de que lado eu tentasse atacar o teto, não estava a funcionar, a remungar comecei a tirar os pedaços de saibro e grama da esponja. Eu queria lançá-la na próxima floresta. Frustrada, acabei jogando a esponja no balde.

— Tu pareces que precisas de alguma ajuda.

Eu saltei. Jughead estava a poucos metros de mim, com as mãos nos bolsos da frente da calça jeans desbotada. Seus olhos brilhantes, brilhavam sob a luz do sol.

A sua súbita aparição tinha me assustado. Eu não tinha sequer o ouvido. Como alguém poderia se mover tão malditamente em silêncio, especialmente tão alto como ele era? E ei, ele tinha uma camisa. Eu não tinha certeza se eu deveria estar grata ou decepcionada. Bocas à parte, ele era digno de se babar. Eu estalei para fora do transe, me preparando para o inevitável tapa na cara verbal.

Ele não estava a sorrir, mas pelo menos ele não parecia que queria me matar dessa vez. Se alguma coisa, sua expressão assumiu uma máscara de aceitação relutante, provavelmente como eu parecia, quando tinha que dar a um livro que eu estava empolgada um comentário menos que estelar.

— Tu parecia que ias jogar isso de novo. — Ele apontou para o balde com o seu cotovelo, a esponja flutuava acima da espuma. — Eu imaginei que deverias fazer minha boa ação do dia e intervir antes de qualquer esponja inocente perder a sua vida. — Eu tirei alguns fios de cabelo úmido dos meus olhos, sem saber o que dizer.

Jughead inclinou-se rapidamente e pegou na esponja, espremendo para fora o excesso de água.

— Parece que tu tomaste mais banho do que o carro. Eu nunca pensei que lavar um carro fosse tão difícil, mas depois de ver-te nos últimos quinze minutos, eu estou convencido de que deveria ser um esporte olímpico.

— Tu estavas a observar-me? — Tipo assustador. Tipo quente. Não! Não quente.

Ele deu de ombros.

— Tu sempre podes levar o carro para o lava jato. Seria muito mais fácil.

— Lava jatos são um desperdício de dinheiro.

— É verdade. — disse ele lentamente. Ajoelhou-se e começou a limpar a mancha que eu tinha perdido no para-choque ao redor do pneu antes de abordar o teto do carro.— Tu precisas de pneus novos. Estes estão carecas e o inverno é louco por aqui. — Eu não me importava com os meus pneus. Eu não conseguia entender por que ele estava aqui, falando comigo, quando a última vez que tinha falado, ele agiu como se eu fosse o anticristo e praticamente tinha-me presa a uma árvore, emquanto falava sobre maneiras de ficar suja. E por que eu não tinha escovado o meu cabelo hoje de manhã?

— De qualquer forma, estou feliz que tu estás por aqui. —Ele terminou com o teto em tempo recorde e pegou a mangueira. Ele deu um meio sorriso para mim e começou a pulverizar o carro com a água, a espuma escorrendo os lados, como um copo a transbordar. — Eu acho que eu tenho que me desculpar.

— Tu achas que tu deverias?

Jughead encarou-me, os olhos apertados contra o sol brilhante, e eu quase não desviei do spray de água que ele jogou do lado oposto do carro.

— Sim, de acordo com JB eu precisava trazer a minha bunda aqui e fazer bonito. Algo sobre eu matar suas chances de ter uma amiga 'normal'.

— Uma amiga normal? Que tipo de amigos ela tem?

— Anormais. — respondeu ele.

Ele prefere amigos "anormais" para a sua irmã?

— Bem, desculpares-te não significa que entendes-te o objetivo de pedires desculpas.

Ele fez um barulho afirmativo.

— É verdade.

Olhei para ele.

— Tu estás a falar sério?

— Sim. — Ele arrastou a palavra, enquanto trabalhava o seu caminho ao redor do carro enquanto ele continuava a enxaguar a espuma do sabão. — Na verdade, eu não tenho escolha. Eu tenho que fazer bonito.

— Tu não pareces ser uma pessoa que faz qualquer coisa que não queira fazer.

— Normalmente eu não sou. — Ele se moveu ao redor da parte de trás do carro. — Mas a minha irmã tomou as chaves do meu carro e até eu fazer bonito, eu não as terei de volta. É também extremamente irritante obter substitutos.

Eu tentei segurar, mas eu ri.

— Ela pegou as tuas chaves?

Ele fez uma careta, retornando para o meu lado.

— Não é engraçado.

— Tu estás certo. — Eu ri. — É enlouquecidamente hilário.

Jughead lançou-me um olhar sujo. Eu cruzei os braços.

— Eu sinto muito, no entanto. Eu não vou aceitar o seu não tão sincero pedido de desculpas.

— Nem mesmo quando eu estou a limpar o teu carro?

— Não. — Sorri para a maneira como seus olhos se estreitaram. — Tu nunca poderás ter as chaves de novo.

— Oh, droga, lá se foi o meu plano. — Um sorriso relutante brincou com os cantos da sua boca. — Eu imaginei que se eu realmente não me sentisse mal, então pelo menos eu poderia fazer isto.

Parte de mim estava irritada, mas havia outra parte de mim que até que se estava a divertir - relutantemente a divertir-se.

— Tu normalmente és quente e brilhante?

Ele passou por mim e jogou a água fora. — Sempre. Tu costumas encarar os caras quando tu páras para pedir por direções?

— Tu sempre atendes a porta seminu?

— Sempre. E tu não respondes-te à minha pergunta. Tu sempre encara?

Calor infundiu minhas bochechas.

— Eu não estava a encarar-te.

— Sério? — Perguntou ele. Aquele meio sorriso estava lá novamente, insinuando covinhas.

— De qualquer forma, tu acordaste-me. Eu não sou uma pessoa da manhã.

— Não era tão cedo. — Eu apontei.

— Eu durmo muito. E é verão, tu sabes. Tu não dormes?

Eu empurrei para trás uma mecha de cabelo que tinha escapado do meu rabo de cavalo.

— Não. Eu sempre me levanto cedo.

Ele gemeu.

— Tu soas exatamente como a minha irmã. Não é à toa que ela te ama tanto já.

— JB tem bom gosto... Ao contrário de alguns... — Eu disse. Os seus lábios tremeram. — E ela é ótima. Eu realmente gosto dela, então se tu estás aqui para jogar bonito, irmão mau, simplesmente esquece isso.

— Não é por isso que estou aqui. — Ele recolheu o balde e vários sprays e produtos de limpeza. Eu provavelmente deveria tê-lo ajudado a recolher as coisas, mas era fascinante vê-lo assumir o comando do meu pequeno projeto de limpeza. Embora ele mantivesse o meio sorriso estranho, eu poderia dizer que esta pequena troca era estranha para ele. Bom.

— Então por que tu estás aqui, se não é para fazer uma porcaria de pedido de desculpas? — Eu não conseguia parar de olhar para sua boca quando ele falou. Eu aposto que ele sabia como beijar. Beijos perfeitos também, aqueles que não eram molhados e brutais, mas o tipo que enrolava os dedos.

Eu precisava parar de olhar para ele de um modo geral.

Jughead colocou todos os utensílios nos degraus da varanda e se endireitou. Esticando os braços sobre a cabeça, sua camisa subiu, revelando uma pequena amostra dos músculos. Seu olhar permanecia no meu rosto, e calor floresceu na minha barriga.

— Talvez eu esteja apenas curioso em saber o por que dela estar tão apaixonada. JB se dá bem com estranhos. Nenhum de nós se dá.

— Eu tive um cachorro uma vez que não se dava bem com estranhos.

Jughead olhou para mim por um momento, depois riu. Era um retumbante som profundo. Bonito. Sexy. Oh Deus, eu desviei o olhar. Ele era o tipo de garoto que quebrava corações e deixava uma longa lista deles quebrados atrás dele. Ele era um problema. Talvez um tipo divertido de problemas, mas ele também era um idiota. E eu não faria movimentos bruscos. Não que eu tivesse feito.

Limpei a garganta.

— Bem, obrigada pela coisa com o carro.— De repente, ele estava bem na minha frente novamente. Tão perto que os seus dedos dos pés quase tocaram nos meus. Puxei uma respiração afiada, querendo fazer backup. Ele precisava parar de fazer isso. — Como é que tu te moves tão rápido?

Ele ignorou a pergunta.

— Minha irmãzinha parece gostar de ti. — disse ele, como se ele não conseguisse descobrir o por quê. Eu irritei-me e inclinei a cabeça para trás, mas focando o meu olhar por cima do ombro.

— Irmãzinha? Vocês são gêmeos.

— Eu nasci quatro minutos e trinta segundos antes dela. —Vangloriou-se, os seus olhos encontraram os meus. — Tecnicamente, ela é minha irmãzinha.

A minha garganta estava seca.

— Ela é o bebê na família?

— É, portanto, eu sou o único carente de atenção.

— Acho que isso explica tua má atitude, então. — Retruquei.

— Talvez, mas a maioria das pessoas acha-me charmoso.

Comecei a responder, mas cometi o erro de olhar nos seus olhos. Eu estava imediatamente enlaçada pela cor natural, lembrava das mais puras, as partes mais profundas dos Everglades ( Região pantanosa no sul da Flórida ( E.U.A ).

— Eu tenho... Grande dificuldade em acreditar nisso. — Seus lábios curvaram-se ligeiramente.

— Tu não devias duvidar, Bets. — Ele pegou uma seção de cabelos soltos que haviam escapado do meu clipe, girando o cabelo em torno de seu dedo. — Que tipo de cor é essa? Não é castanho ou loiro. — O meu rosto ardia com o calor. Puxei meu cabelo para trás.


 — É chamado de castanho claro.


 — Hmm... — Disse ele, balançando a cabeça. — Tu e eu temos planos a fazer. 


— O quê? — Eu evitei o seu grande corpo, arrastando uma respiração profunda quando eu ganhei alguma distância. O meu coração estava a bater fortemente.


 — Nós não temos planos para fazer.


 Jughead sentou-se nos degraus, esticando suas longas pernas e inclinando-se para trás nos seus cotovelos.


 — Confortável? — Eu rebati.


 — Muito. — Ele piscou para mim. — Sobre esses planos...

 Eu estava a poucos metros dele.


 — O que tu estás a dizer?


 — Tu lembras-te de toda a coisa sobre 'trazer a minha bunda aqui e jogar bonito', certo? Isto também envolve ter as chaves do meu carro? — Ele cruzou os tornozelos enquanto seu olhar deslizou sobre as árvores. — Esses planos envolvem- me a receber as chaves do meu carro de volta.


 — Tu precisas dar-me um pouco mais de uma explicação do que isso. 


— É claro. — Ele suspirou. — JB escondeu as chaves. Ela é boa em esconder as coisas, também. Eu já revirei a casa toda, e eu não consigo encontrá-las. 


— Então, faz-la dizer onde elas estão. — Graças a Deus que eu não tenho quaisquer irmãos. 


— Oh, eu o faria, se ela estivesse aqui. Mas ela deixou a cidade e não vai estar de volta até o domingo. 


— O quê? — Ela nunca mencionou sair da cidade. Ou parentes próximos. — Eu não sabia disso. 


— Foi uma coisa de última hora. — Ele descruzou os tornozelos e um pé começou a tocar em um ritmo desconhecido. — E a única maneira dela dizer-me onde as chaves estão escondidas é se eu ganhar pontos extras. Observa, a minha irmã tem essa coisa de pontos extras, desde a escola primária. 

 Eu comecei a sorrir. — Tudo bem...?

 — Eu tenho que ganhar pontos extras para pegar as minhas chaves de volta. — Ele explicou. — A única maneira que eu posso ganhar os pontos é fazendo algo de bom para ti.


 Eu comecei a rir de novo. O olhar em seu rosto era incrível. 


— Desculpa-me, mas isso é engraçado. 

Jughead soltou um profundo suspiro de desgosto. 

— Sim, é muito engraçado. — ele disse, ironicamente claro.


A minha risada desapareceu.

— O que tu tens que fazer? 


— Eu tenho que levar-te para nadar amanhã. Se eu fizer isso, então ela vai me dizer onde estão escondidas as minhas chaves. E eu tenho que ser bonzinho.


 Ele tinha que estar a brincar, mas quanto mais eu olhava para ele, mais percebia que ele estava a falar asério. A minha boca caiu aberta.


 — Portanto, a única maneira de tu obteres as chaves de volta é se me levar para nadar e ser agradável comigo? 


— Uau. Tu és rápida a entender.


 Eu comecei a rir novamente. 


— Sim, bem, tu podes dar o beijo de adeus as suas chaves. 


Surpresa brilhou em seu rosto. 


— Por quê? 


— Porque eu não vou a lugar nenhum contigo. — Eu disse a ele.


— Nós não temos escolha. 


— Não. Tu não tem escolha, mas eu tenho. — Olhei para a porta fechada atrás dele,  perguntando-me se a minha mãe estava em algum lugar a tentar ouvir lá de dentro. — Não sou eu que estou com as chaves desaparecidas. 

Jughead observou-me por um momento, e então ele sorriu.


 — Tu não queres sair comigo? 


— Uh, não. 


— Por que não? 

Revirei os olhos.


 — Para começar, tu és um idiota.

 Ele acenou com a cabeça.

— Eu posso ser. 


— E eu não vou passar o meu tempo com um cara que está a ser forçado a fazê-lo pela sua irmã. Eu não estou desesperada. 


— Tu não estás?

 Raiva bateu em mim, e eu dei um passo para frente. 


— Sai da minha varanda.

 Ele parecia considerá-lo. 


— Não.


 — O quê? — Eu gaguejei. — O que queres dizer com não?


 — Eu não vou sair até que concordes em vir nadar comigo. 

Vapor deve estar saindo dos meus ouvidos.


— Tudo bem. Tu podes te sentar aí, porque eu prefiro comer vidro a passar algum tempo contigo.

 Ele riu.

 — Isso soa tão drástico. 


— Nem de longe! — eu respondi, subindo as escadas. 


Jughead virou e agarrou o meu tornozelo. O seu aperto era frouxo, a sua mão incrivelmente quente. Olhei para ele, e ele sorriu para mim, tão inocente quanto um anjo. 

— Eu vou ficar aqui todo o dia e noite. Eu vou acampar na tua varanda. E eu não vou embora. Temos toda a semana, Gatinha. Quer acabares com isso e amanhã sair comigo, ou eu vou ficar aqui até tu concordares. Tu não serás capaz de sair de casa.

 Eu fiquei boquiaberta. 


— Tu não podes estar falando sério.


 — Oh, eu posso.

— Apenas diz a ela que fomos e que eu tive um grande momento. — Eu tentei puxar meu pé livre, mas ele segurou-o. —Mente.


 — Ela vai saber se eu estiver a mentir. Nós somos gêmeos. Sabemos estas coisas. — Ele fez uma pausa. — Ou tu estás muito tímida para ir nadar comigo? A ideia de ficares quase nua em torno de mim incomoda-te? 


Eu agarrei o corrimão e puxei o meu pé. O babaca apenas segurava-o levemente, mas o meu pé não se mexia.

 — Eu sou da Flórida, idiota. Passei metade da minha vida em um maiô.


 — Qual é o problema?

 — Eu não gosto de ti. — Eu parei de puxar e fiquei lá. A sua mão parecia cantarolar ao redor da minha pele. Era a sensação mais estranha que nunca. — Solta o meu tornozelo. 


Muito lentamente, ele ergueu cada dedo, segurando o meu olhar.


 — Eu não vou embora, Gatinha. Tu estás a pedir por isso.


 A minha boca abriu-se quando a porta atrás de nós se abriu. O meu estômago caiu,  virei-me para ver a mjnha mãe ali com toda a sua glória no seu pijama de coelho-velho. Oh, pelo amor de Deus. Os seus olhos foram de mim para Jughead, interpretando tudo completamente errado. A alegria em seus olhos fazia-me querer vomitar na cabeça de Jughead. 


— Tu vives na casa ao lado? 

Jughead virou e sorriu. Ele tinha dentes retos, brancos e perfeitos. 

— O meu nome é Jughead Jones.

 A minha mãe sorriu sorriu.

— Alice Copper . Prazer em conhecer-te. — Ela olhou para mim. Vocês dois podem entrar se quiserem. Tu não tens que sentar aí com este calor. 


— Isso é muito simpático da sua parte. — Ele se levantou e deu-me uma cotovelada, e não muito gentilmente. — Talvez devêssemos entrar e terminar de falar sobre nossos planos. 


— Não. — Eu disse, olhando para ele. — Isso não será necessário. 


— Quais planos? — Perguntou a minha mãe, sorrindo. — Eu apoio planos. 


— Eu estou a tentar levar a sua linda filha para ir nadar comigo amanhã, mas acho que ela está preocupada que você não goste da ideia. — Ele bateu ligeiramente no meu braço e eu quase caí na grade. Nunca nenhum rapaz tratou a minha mãe por " você ", ele queria mesmo aquelas estúpidas chaves. — E eu acho que ela é tímida. 

— O quê? — a minha mãe balançou a cabeça. — Não tenho nenhum problema com ela ir nadar contigo. Eu acho que é uma ótima ideia. Eu tenho-lhe dito que ela precisa sair. Sair com tua irmã é ótimo, mas..

- Mãe. — Apertei os olhos para ela. — Isso realmente não é...


- Eu estava apenas aqui a dizer à Betty a mesma coisa. —Jughead deixou cair o braço sobre meus ombros. — A minha irmã está fora da cidade até à próxima semana. Eu pensei em sair com a Betty.


 A minha mãe sorriu, satisfeita.


 — Isso é tão doce de ti.


 Envolvi o meu braço em torno de sua cintura estreita, cravando os meus dedos na sua cintura. 


— Sim, isso é doce de ti, Jughead.- brinquei com ele, ironicamente.


 Ele chupou em uma respiração afiada e a soltou lentamente.

— Tu sabes o que dizem sobre os meninos ao lado... 


— Bem, eu sei que Betty não tem planos para amanhã. — Ela olhou para mim, e eu praticamente podia vê-la prevendo Jughead e os meus futuros filhos.A minha mãe não era normal. — Ela está livre para nadar.

Eu deixei cair o meu braço e balancei para fora do debaixo de Jughead. 


— Mãe...


 — Está tudo bem, querida. — Ela começou a voltar para dentro, dando a Jughead uma piscadela. 


— Foi bom finalmente conhecer-te.

 Jughead sorriu. 

— Também foi um prazer conhecê-la. 


 No momento em que a minha mãe fechou a porta atrás dela, eu girei e empurrei Jughead, mas ele era como uma parede de tijolos. 

— Seu idiota.


 Sorrindo, ele recuou os passos.


 — Vejo-te ao meio-dia, Gatinha. 


— Eu odeio-te. — eu assobiei. 


— O sentimento é mútuo. — Ele olhou por cima de seu ombro. — Vinte dólares que tu usas um maiô de peça única.


 Ele era insuportável.


Notas Finais


Oiie!

Como vocês já perceberam, eu sou portuguesa.

Como a maioria de vocês são brasileiros e podem não entender certas coisas em português, eu queria perguntar-vos se:

1- Vocês querem que eu TENTE escrever certas coisas em brasileiro.

2- Vocês entendem assim, mesmo.


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