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História Lux - Capítulo 2


Escrita por: exopcylzx

Notas do Autor


Oii, cheguei mais cedo, gostaram? kkk
me perdoem se estiver algum erro, não está betado.
boa leitura S2

Capítulo 2 - Capítulo 02 - Um novo caso



No departamento da homicídios, Chanyeol só faltava socar a tela do computador para descontar a frustração que sentia em não conseguir encontrar nada sobre o Byun. O cara era um completo fantasma em tudo o que fazia, estava prestes a arrancar seus cabelos. Só queria um único deslize, seria pedir muito? Sabia que Baekhyun trabalhava em conjunto e usava o dinheiro para apagar qualquer prova que pudesse envolvê-lo. 

Chanyeol se sentia como um rato de laboratório, não importava para onde fosse sempre ficava encurralado. Sentia-se como se estivessem o usando para pesquisas e testes, já que não permitiam que ele fosse um perito criminal para poder trabalhar e resolver os casos.

Olhou para as várias gravações de áudio sobre a mesa que fez quando estava conversando com Minseok na boate. Mas tudo não passava de lixo perante seus superiores, não conseguia entender como seus superiores achavam tudo aquilo inválido para uso. Sinceramente, Chanyeol não sabia mais o que fazer. Tudo o que fizesse não dava em nada, tinha quase a certeza que um dos envolvidos em acobertar o Baekhyun era seu chefe. Era impossível tudo sumir assim, como se nunca tivesse existido. As provas que vinha juntando durante todo esse tempo, desde a morte de Seungwoo, não conseguia acreditar que tudo tinha evaporado no ar sem mais nem menos. Acreditava que Baekhyun não teria todo esse poder sozinho, ele teria que ter alguma ajuda.

– Desgraçado! – O amaldiçoou, se jogando de encontro ao encosto da cadeira. O olhar vagando pelo teto do departamento. – Sehun... – Chamou, ainda fitando o teto.

– Huh? – Resmungou algo na garganta. Ele parou de digitar e olhou por cima do computador.

Chanyeol levantou a cabeça para olhar para Sehun e fez um sinal para ele se aproximar da mesa. Sehun usou a cadeira em que estava sentado que tinha rodinhas para se locomover até a mesa do outro.

– Se Baekhyun paga para varrer a sujeira que ele faz para debaixo do tapete, é porque tem alguém aqui de dentro o ajudando, certo? – Disse Chanyeol. Sehun seguiu o escutando sem dizer nada. – Tudo que eu junto contra aquele bastardo acaba sumindo ou não valendo como uma prova. Minseok em si já é uma grande prova contra o Byun. – Tentou falar o mais discreto possível para Sehun. Não queria chamar muita atenção dos demais funcionários para o que eles estavam conversando, não precisava que mais ninguém pensasse que ele estava desconfiando de alguém do departamento.

– A diferença é que Minseok não quer depor contra o Byun. Resumindo, ele não conta como uma prova. – Comentou Sehun. – Além do mais, ninguém sabe do teu acordo com ele.

– Mas também não deixa de ser uma. – Pontuou Chanyeol. – Eu tô desconfiando de alguém que pode tá ajudando o Byun.

– Quem? Daqui do departamento?

– Sim, mas não vou dar nomes por enquanto. Primeiro quero ter certeza antes de qualquer coisa.

– Minseok deve saber quem anda ajudando o Byun. Já chegou a falar com ele pra ver se ele sabe de algo?

– Eu ainda não o perguntei sobre isso, mas irei. É bem provável que ele saiba. – Respondeu Chanyeol.

Ambos estavam pensativos agora. Até que uma chavinha girou em sua mente em um click e tudo começou a fazer sentindo. O único que tem acesso a tudo no departamento é seu chefe, Junmyeon. Com isso seria bem mais fácil dar um fim em qualquer evidência contra o Byun ou algo que pudesse o ligar a marte de Seungwoo.

– Chan, pensa uma coisa comigo. – Disse Sehun, trazendo a atenção do outro. – O único em nosso departamento que tem acesso a tudo, sem exceções, quem é?

– Junmyeon. – Respondeu Chanyeol. – Merda! Eu já desconfiava dele.

– Agora só precisamos confirma que a nossa desconfiança está certa.

– Aonde que tá o Jongin? – Chanyeol perguntou, abruptamente, fazendo Sehun enrugar a testa.

– Ele tinha saído para buscar as amostras de sangue no laboratório. Já deve tá na sala dele. – Respondeu o Oh, ainda confuso com a mudança de assunto. – Por quê?

– Nada demais.

– Tem certeza? – Sehun olhou para o corredor assim que ouviu a porta do departamento ser aberta, Chanyeol fez o mesmo, vendo que Jongin se aproximava rápido e com uma expressão de preocupação estampado em seu rosto.

Jongin se aproximou da mesa puxando uma cadeira para se sentar junto a eles.

– Sumiu tudo! – Disse Jongin, sem cerimônias. Mal os comprimentos direito, intercalando o olhar de um para o outro.

– O que sumiu exatamente? – Perguntou Sehun.

– O sangue que Chan coletou na cena do crime. – Respondeu. – Antes de levar ao laboratório para análise, eu mesmo tinha feito uma comparação com o sangue da vítima e o resultado deu como o sangue não sendo de Seungwoo. Isso pode ser uma prova que tinha mais alguém presente na hora da morte de Seungwoo, podendo a ser até quem o matou.

Chanyeol coçou a cabeça em frustração. Até mesmo quando ele quase pensa que está perto, fazem ele voltar para a estaca zero.

– E tem como você saber de quem é esse sangue? – Perguntou Chanyeol.

– Sim, mas preciso usar o laboratório pra isso. Lá os equipamentos são mais completos. – Respondeu Jongin.

– E o que saiu na autópsia? – Chanyeol seguiu dizendo.

– O legista ainda não entregou o relatório da autópsia.

– Então só temos que torcer para que esse relatório tenha algo que nos ajude. – Comentou Sehun.

– Quem é o legista desse caso? Taemin? – Chanyeol perguntou e Jongin assentiu em resposta. – Ele é teu amigo, né não?

– É. Mas não posso interferir no trabalho dele. – Disse Jongin.

– Qual é. Pegar algumas informações não vai torná-lo criminoso. – Disse Sehun. Jongin o olhou e coçou a nuca.

– Vou tentar fazer o que posso. – Disse Jongin depois de um tempo. – Eles estão esperando as amostras para definir que não havia mais ninguém a não ser Seungwoo no local. Quem for que seja, não quer que a verdade venha a tona. – Jongin continuou dizendo. – E acho que é a mesma pessoa que pode tá envolvido com a morte de Seungwoo.

– Mas você tem o resultado das amostras, certo? Vamos usar elas. – Disse Chanyeol. – Onde você as deixou?

– Na minha sala. – Respondeu Jongin. – Mas não acho que você possa usar elas.

Chanyeol franziu as sobrancelhas.

– E por que não? – Perguntou Sehun.

– Vocês dois são burros por acaso? Eu não sou autorizado a fazer esse tipo de coisa fora do laboratório. – Disse Jongin, se mostrando um pouco impaciente.

– Então pegue essas amostras e faça novamente você mesmo no laboratório. – Disse Chanyeol.

– Vem cá, que parte do eu não posso você não entendeu? – Jongin encarava Chanyeol. – Se eles acabaram com todos as amostras, como você quer que eu apareça com mais delas? Não quero ser o próximo a visitar Jesus Cristo tão cedo.

– Ninguém vai matar você. – Disse Sehun, revirando os olhos em seguida. E os dois outros agente olharam para o Oh. – Então, por agora, só mantenha as amostras que você tem longe de qualquer pessoa. Até mesmo do Junmyeon.

– É a única prova que temos agora. – Comentou Chanyeol em voz baixa.






Minseok como sempre estava no bar da boate. Precisava tomar algo forte para tentar fazer sua mente aquietar um pouco, caso ao contrário, iria enlouquecer. Pressionou as têmporas em busca de algum alívio, estava cansado. Esses dias que passaram após a morte da jornalista, mal conseguia dormir direito à noite. Quando fechava os olhos a cena da noite anterior vinha a tona e sempre se repetia como se fosse uma tortura pelo o que Minseok fez.

O erro que cometeu naquela noite viria a tona mais cedo ou mais tarde junto com a revelação da morte da jornalista. Mas enquanto a bomba não explodia seu sono era tirado das noites e isso ficava cada vez pior, era possível ver em seus olhos o desconforto. 

Não tinha medo de ser preso, até por que isso nem chegaria perto de acontecer, Baekhyun o pegaria primeiro se descobrisse que não deu um fim ao corpo da jovem como deveria. Mas o que o deixava mais tranquilo, se é que pode dizer isso, em meio a tudo isso era que o Byun não poderia fazer nada contra ele e mesmo que tentasse todo trabalho que foi feito até hoje seria jogado fora com apenas um click. 

– Vai querer o que hoje? – Perguntou Yixing, chamando a atenção de Minseok que parecia estar somente de corpo presente sentado ao bar.

Realmente, a mente de Minseok não estava nas melhores condições, sua mente vagava e muitas vezes se perdia nos próprios pensamentos. Talvez séria preocupação? Ou medo?

– O de sempre. – Minseok respondeu no automático. Ainda estava com o pensado longe, seu foco em achar uma saída para o problema que ele mesmo criou, estava se fechando cada vez mais. Sentia que estava em um labirinto, mas diferente dos outros este não havia saída para o traficante. Não podia ser pego pela polícia novamente e muito menos pelo Baekhyun. Poderia dizer mil vezes que medo era algo que ele não tinha, mas era muito pelo contrário, ele sabia que no momento que caísse nas mãos do Byun era adios vida e bem-vindo ao inferno.

– Tá com cara de cansado. Muito trabalho ultimamente? – Perguntou o barman, assim que deixou o copo de wisky sobre a bancada e encarou Minseok.

Uma coisa Minseok tinha certeza, quando Yixing perguntava algo era por que estava a trabalho como informante do Baekhyun. Descobriu que o barman era um x9 quando escutou uma conversa ente o Byun e ele contando que Kyungsoo estava se encontrando com um homem moreno. Minseok tinha suas desconfianças sobre quem poderia ser... Se até Kyungsoo estava na lista de suspeitos do Byun, é sinal de que tá na hora de Minseok meter o pé e salvar sua cabeça.

– Apenas noites mal dormidas. – Respondeu sem rodeios, tomando um gole do Wisky em seguida. Fitou o conteúdo líquido no copo girando ao ritmo que balançava o copo com a mão.

– Você deveria ir para casa descansar se esse é o caso. – Disse Yixing, sem desviar os olhos do traficante. – Ou tem algo te incomodando?

“Você está me incomodando!” Pensou.

Minseok negou com a cabeça e virou o resto da bebida. Mirando o olhar no barman logo depois.

– Só me sirva mais uma dose. Depois vou para casa.

“Que se foda! Esse chinês vai contar para o maldito até se eu peidar.”






[Chamada telefônica]

– Ele está indo pra casa. Não consegui nada de muito útil. Ele só dizia que estava cansado e me dava respostas curtas. – Comentou Yixing ao celular. Estava na parte dos fundos da boate onde era feito as entregas de bebidas para a Lux, no momento não havia muito movimento já que era tarde da noite. – Pensei em ir até a casa dele, talvez eu encontre algo.

– Não acho uma boa ideia. Minseok não é burro e eu ainda preciso de você vivo e não em um saco preto. – Respondeu Baekhyun do outro lado da linha. – Filho da puta já deve saber que você é meu informante. – Riu baixo, sem achar graça alguma.

– Não se preocupe. Ele nem vai saber que estive lá. – Yixing prendeu um cigarro entre os lábios e o acendeu, tragando até sentir seus pulmões encherem da fumaça, a soltando pela boca em seguida, ficou observando a fumaça esbranquiçada sumir aos pouco no ar.

Se Minseok sabia ou não sobre ele, pouco se importava com isso. Só queria fazer o desgraçado pagar pelo o que ele fez com sua irmã mais nova.

– Faça como você achar melhor. Apenas não me traga mais dores de cabeça e sim uma solução pra essa merda toda! – Disse Baekhyun e encerrou a chamada, sem despedidas e nem nada a mais.

[Fim da chamada]






– Não vai pra casa, agente Park? – Perguntou Jongin ao passar pela mesa de Chanyeol e ver que ele ainda estava com a cara enfiada na tela do computador, digitando freneticamente.

– Vou mais tarde. – Respondeu sem olhar para Jongin. – Ainda preciso terminar alguns relatórios que estão atrasados e entregar para Junmyeon amanhã.

– Tarde já é. Você precisa descansar, sabia?

Chanyeol parou por um instante de digitar e recostou-se na cadeira, passou as mãos pelos cabelos e suspirou fundo. Dava para notar o quão frustrado ele estava. Chanyeol não se sentia como um agente da homicídios, tinha caso em suas mãos e não conseguia trabalhar em cima dele para o resolver o quanto antes. Isso estava acabando com ele aos poucos.

– Eu sei, mas se eu for agora para casa não vou conseguir concluir isso. – Olhou para o Oh parado na sua frente e sua feição carregava um pinto de preocupação. Chanyeol também estava preocupado, já não aguentava mais beber café ou energético para se manter acordado. Tirando que a cadeira não era melhor que sua casa.

– Faz quantos dias que você não dorme em casa?

– Sinceramemte? Muitos dias.

– Chega. Você vai se matar assim. Precisa ir pra casa tomar um banho e descansar. Se continuar assim não vai conseguir resolver nem os casos mais simples que surgirem. – Disse Jongin, o repreendendo.

– E existe casos simples nessa profissão? 

– Mas que merda, Chanyeol. Pra você conseguir resolver esse caso precisa estar bem. Não só esse caso como qualquer outro.

– Eu vou pra casa...

– Te dou uma carona.

– Depois que terminar-

– Esqueça seu relatório. – Chanyeol foi interrompido por Sehun, que chegou perto de ambos os agentes. Ele estava sério e segurava as chaves de um dos carros usado pelo departamento. Tanto Jongin como Chanyeol, o encaravam sem entender nada. – Acabaram de achar um corpo de uma jovem e precisam da gente lá. – Completou.

– Eu também ? – Jongin perguntou, apontando para si mesmo.

– Sim, você também. – Respondeu Sehun.

– Mas não sou perito na rua.

– Mas é o único presente agora. Não é tão diferente assim.

– É sim. Você sabe o por que eu preferi patologia?

– Nos conte no caminho, Jongin. – Comentou Chanyeol, passando o braço pelo pescoço e ombros de Jongin e arrastando-o junto consigo.

– Não, pera aí. Eu não me dou bem com cadáver. É sério, eu acabei de comer batata frita.




Ao chegarem no local, haviam muitas pessoa e carros da polícia cercando a casa, alguns polícias ficaram em frente à casa para que a multidão não passasse do limite estabelecido por uma fita amarela e estragasse algo na cena do crime. Logo que desceram do carro muitos jornalistas e fotógrafos os rodearam e os bombardearam de perguntas, que não foram respondidas. Não ficaram por ali por muito mais tempo.

– Bando de abutres, carniceiros. – Sussurrou Chanyeol, incomodado.

– Relaxa. Vamos fazer nosso trabalho. – Sussurrou Sehun de volta.

Em frente à casa um policial os esperava para levá-los até o corpo da garota. Jongin vinha logo atrás deles, seria a primeira vez do moreno fora do laboratório. Estava suando frio, só em pensar que veria um corpo sem vida diante dos seus olhos, não se sentia bem com isso.

O policial os cumprimentou assim que os agentes de aproximaram, começando a passar as informações que tinha sobre o caso enquanto os acompanhava até o local onde o corpo da jovem foi encontrado.

– Recebemos uma chamada anônima, que nos passou o local exato do corpo da garota. O que nos deixou desconfiados, que ele sabia exatamente onde estava o corpo. – Disse o policial Choi. – Revisamos a casa fazendo o possível para não estragar nada até vocês chegarem. Não achamos nenhum sinal de arrombamento ou algo quebrado, a única coisa que achamos na casa foi uma entrega de fast-food que nem foi mexida.

– Ela abriu a porta para seu agressor? – Disse Sehun.

– Bem provável. – Respondeu o policial.

– E os pertences e documentos dela? Nada foi roubado? – Perguntou Chanyeol. Ele se aproximou um pouco do corpo e se agachou para o analisar, enquanto vestia as luvas nas mãos.

– Nada. Quem a matou limpou tudo, levou tudo que pudesse nos dizer quem era essa jovem. – Respondeu o policial.

Chanyeol murmurou algo na garganta e moveu a cabeça da garota de um lado para o outro devagar, procurando por alguma marca em seu pescoço mas não havia nada sobre a pele clara.

– Faz quanto tempo desde a ligação? – Perguntou Chanyeol.

– Uns 20 minutos. – Respondeu o policial.

– Jongin, me alcança a câmera. – Pediu Chanyeol, mas não houve resposta do outro.

Jongin sentiu suas pernas perderem a força quando viu o corpo da garota. Todos olharam para ele e Sehun que estava mais perto dele o segurou para que não caísse de joelhos no chão. Ele não conseguiria ficar nem mais um minuto naquele ambiente, ver tamanha crueldade era demais para ele.

– Jongin, você tá bem? – Perguntou Sehun.

— Eu disse... Eu disse que não me dava bem com cadáveres. – Ele respondeu.

– Deixe-o comigo. – Disse o policial Choi, ao se aproximar de ambos. – Ele não está bem. Vou levar ele para a outra parte da casa.

Sehun assentiu e deu espaço para que o policial Choi pudesse apoiar o corpo de Jongin, o ajudando a se manter de pé. Eles saíram dali logo depois.

– Sehun. – Chanyeol o chamou. E o mesmo se aproximou dele. – Olha essas marcas atrás do pescoço dela, parecem agulhas. Mas se você prestar a atenção, não são marcas recentes.

– Tá querendo dizer que ela se injetava alguma droga ou algum medicamento?

– Não necessariamente, mas não descarto essa opção. – Chanyeol levantou a blusa da garota até o umbigo, revelando hematomas por toda região do abdômen e um inchaço local. – Essa garota foi espancada com chutes e socos, e o inchaço indica algum sangramento interno.

– Mas ainda acho que não foi isso que causou a morte dela. – Comentou Sehun.








Notas Finais


não tenho nada a declarar... ksksks
até o próximo cap S2


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