História Lux: Onyx - BUGHEAD 2 temporada - Capítulo 5


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Categorias Riverdale
Tags Aliens, Bughead, Riverdale
Visualizações 156
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, estive um pouco sem motivação.

Boa leitura!!

Capítulo 5 - Lux - Cap.5


Josie estava à minha espera no meu armário depois da aula de biologia.

— Posso ir para casa? — Eu perguntei enquanto trocava os meus livros.

Ela riu.

— Estás a ter um dia mau?

— A quem o dizes. — Por um segundo pensei em elaborar mais a minha resposta, mas o que eu poderia dizer-lhe? —Eu estava atrasada esta manhã. Tu sabes como isso afeta o meu dia a partir daí.

Fomos até fundo do corredor, conversando sobre a festa de sexta-feira e o que iríamos usar. Eu realmente não tinha colocado muita atenção nisso, imaginando que eu acabaria por usar jeans e uma camiseta.

— Todo mundo vai bem vestido. — Ela explicou. — Já que temos muitas razões para realmente vestir algo de bom por aqui.

— Nós acabamos de ter o baile — Eu gemi, sabendo que não tinha nada elegante para vestir.

Josie mudou de assunto, lançando-se na rotineira conversa sobre que faculdades ela se iria candidatar. Ela estava à espera que eu fosse enviar uma aplicação para a WVU. A maioria dos alunos estavam a candidatar-se para lá.

— Betty, tu realmente precisas de começar as candidatações. — Ela insistiu enquanto ela pegava num prato de algo que parecia ser bife. — Tu estás a ficar sem tempo.

— Sabes, eu ouço isso da minha mãe todos os dias. Eu vou, quando eu decidir para onde quero ir. — O problema era que eu não tinha ideia de onde eu queria ir ou o que eu queria fazer.

— Tu não tens o tempo todo. — Disse ela, só para me relembrar.

JB já estava na nossa mesa, e eu lancei-me no meu próprio discurso no momento em que me sentei.

— Então eu não posso usar calças jeans para a festa? Eu tenho que usar um vestido?

— Huh? — JB piscou e olhou para mim.

— A Josie disse-me que eu tinha que usar um vestido na sexta-feira à noite. Eu realmente não planejei isso.

JB pegou No garfo e empurrou a comida em torno do seu prato.

— Tu deverias usar um vestido. Temos que ser princesas bonitas da noite e arrumar-nos para a festa.

— Nós não somos seis.

Verônica bufou e repetiu:

— Princesas bonitas?

— Sim, princesas bonitas. Tu podes pegar um dos meus vestidos. Eu tenho alguns. — JB cutucou nos seus feijões verdes. Algo não estava bem com ela. Ela não comia e agora estava a sugerir que eu poderia usar um dos seus vestidos.

— JB, eu não acho que eu iria caber num dos teus vestidos.

Ela virou o rosto angelical em direção ao meu, com os lábios virados para baixo nos cantos.

— Eu tenho muitos vestidos que tu podes usar.

— Não sejas boba. — Olhei para ela, estupefata. — Se eu entrasse num dos teus vestidos, eu ficaria como uma salsicha bem embalada.

O olhar de JB passou por cima dos meus ombros, e tudo o que ela ia dizer morreu nos seus lábios. Ela arregalou os olhos e o seu rosto empalideceu. Eu estava com medo de virar, meio que à espera de encontrar um conjunto de funcionários do Departamento de Defesa a passear pelo nosso refeitório da escola em ternos pretos. A imagem no meu cérebro era igualmente hilária e assustadora.

Eu lentamente torci-me no meu lugar, preparando-me para ser jogada no chão e algemada, ou seja lá o que for que eles faziam. Levei um momento para perceber porque JB estava totalmente paralisada, e quando eu me virei, fiquei confusa.

Era Archie Blossom - o gêmeo bom, como eu gostava de me referir a ele, o amigo? Namorado? De JB...

— O que está a acontecer? — Eu perguntei, virando-me.

O seu olhar correu para mim.

— Podemos conversar mais tarde?

Em outras palavras, não era algo que ela pudesse dizer na frente dos outros.

Eu balancei a cabeça e olhei para trás. Archie estava a pegar comida, mas notei mais alguém. Blake estava junto às portas para o refeitório, procurando por alguém na multidão. O seu olhar encontrou a nossa mesa e os seus olhos castanhos caíram em mim.

Ele sorriu, exibindo um conjunto de dentes ultra brancos, e acenou. Eu dei-lhe um aceno baixo.

— Quem é esse? — Perguntou JB, franzindo a testa.

— O nome dele é Blake Saunders. — Verônica disse, olhando para o seu almoço. Ela cutucou a comida com o garfo como se esperasse que ela fosse saltar do seu prato e fugir. — Ele é um garoto novo na nossa aula de biologia. Eu descobri que ele está a morar com a tia dele.

— Tu foste atrás dos seus arquivos pessoais ou algo assim? — Eu perguntei, achando graça.

Verônica bufou.

— Eu ouvi-o a falar com Joaquim. Ele estava a interroga-lo.

— Acho que ele está a vir para cá. — JB virou-se para mim, a sua expressão estava ilegível. — Ele é bonito, Betty.

Eu dei de ombros. Ele era muito bonito. Blake lembrava-me um surfista, e isso era quente. E ele era humano. Pontos bônus por isso.

— Ele é fixe, também.

— Fixe é bom. — Disse Josie.

Fixe era ótimo, mas... Olhei para a mesa na parte de trás. Jughead não estava sentado com a gente hoje. Ele parecia estar numa discussão acalorada com Jason. Cheryl também não estava lá. Estranho. Os meus olhos escorregaram para Jughead. Ele olhou para cima naquele exato momento. O sorriso no seu rosto desapareceu. Um músculo na sua mandíbula estourou. Ele parecia... Chateado. Uau. O que eu faço agora?

JB chutou-me por debaixo da mesa, e eu torci de volta. Ao meu lado estava Blake. Um sorriso nervoso estava no seu rosto e seus olhos cintilaram sobre a mesa.

— Ei.

— Oi. — Eu disse. — Queres sentar-te?

Balançando a cabeça, ele pegou na cadeira vazia ao meu lado.

— Todo mundo ainda está a olhar para mim.

— Ah, deve desaparecer dentro de um mês ou algo assim. — Eu disse a ele.

— Oi. — Verônica acenou. — Eu sou a Verônica, e estas são a Josie e a Jellybean. Somos as amigas fixes da Betty.

Blake riu.

— Prazer. Tu estás em biologia, certo?

Verônica assentiu.

— Então, de onde vieste? — Perguntou JB, com a sua voz surpreendentemente firme.

A última vez que eu ouvi esse tom foi quando Cheryl tinha aparecido no jantar com Jughead antes do início das aulas.

— Santa Monica. — Depois de mais uma rodada de suspiros, ele sorriu. — O meu tio estava a ficar cansado da cidade, então ele resolveu ficar o mais longe possível dela.

— Bem, isso é o máximo que tu podes conseguir. — Verônica fez uma careta depois de tomar uma porção da sua comida. — Eu aposto que o almoço era melhor em Santa Monica.

— Nada, também é questionável por lá.

— Então, já te estás a adaptar às aulas? — Josie cruzou as mãos sobre a mesa, como se estivesse a fazer uma entrevista para o jornal da escola. Tudo o que ela precisava era de uma caneta e papel.

— Bem. É uma escola muito menor do que a minha antiga, então eu tenho sido capaz de encontrar o meu caminho facilmente. As pessoas são mais agradáveis aqui, exceto pela coisa toda de ficar a olhar. E tu? — Ele virou-se para mim. — Desde quando tu ainda és tecnicamente nova?

— Oh não, eu já entreguei o meu status de aluna nova completamente para ti. Mas é muito fixe por aqui.

— Não acontece muita coisa, porém... — Verônica acrescentou.

A conversa mudou facilmente. Blake era super amigável. Ele respondeu a cada uma de nossas perguntas e foi rápido em rir. Acontece que ele tinha aula de ginástica com Verônica e arte com Josie. De vez em quando, ele olhava para mim e sorria, revelando um conjunto de dentes brancos e retos. Não parecia nada com o sorriso do Jughead - quando ele decidia agraciar o nosso mundo com a sua presença - mas era bom. E também chamava a atenção das outras meninas. Os olhos delas continuavam a ir e a vir para nós.

As minhas bochechas estavam a ficar mais quente a cada segundo.

— Vamos dar uma festa na sexta à noite. — Verônica deu-me um sorriso rápido. — Tu és mais que bem-vindo. Os pais de JB estão a deixar fazer a festa na casa dela, enquanto eles estão longe neste fim de semana.

JB endureceu com o garfo a meio caminho da sua boca. Ela não disse nada, mas eu poderia dizer que ela não estava feliz com o convite. Qual era o problema? Metade da escola apareceria sem ser convidado.

— Isso soa legal. — Blake olhou para mim. — Tu vais?

Eu balancei a cabeça, torcendo a tampa da minha garrafa de água.

— Ela não tem um par... — Verônica adicionou com um olhar malicioso.

A minha boca abriu-se. Muito sutil.

— Sem namorado? — Blake pareceu surpreso.

— Não. — Os olhos de Verônica brilharam. — Tu tens uma namorada que deixou para trás na Califórnia?

JB limpou a garganta quando ela parecia achar a comida no seu prato de extremo interesse. Mortificada, eu queria esconder-me debaixo da mesa. Blake riu.

— Não. Sem namorada. — Ele voltou a sua atenção para mim. —Mas eu estou surpreso que tu não tenhas um namorado.

— Por quê? — Eu perguntei, perguntando-me se eu deveria estar lisonjeada.

Como a minha grandiosidade era tão extrema que eu não poderia estar solteira?

— Bem... — Blake disse, inclinando-se na direção a mim. Quando ele falou, foi bem no meu ouvido. — Aquele cara ali. Ele está a olhar para ti desde que eu me sentei. E ele não parece feliz.

JB foi a primeira a olhar. Os seus lábios formaram um sorriso apertado.

— Esse é o meu irmão.

Blake assentiu com a cabeça quando ele se inclinou para trás.

— Vocês namoraram ou algo assim?

— Não. — Eu disse. Todos os músculos do meu corpo exigiram que eu desse uma olhada. — Ele é simplesmente... Jughead.

— Huh... — Disse Blake, alongando-se. Ele cutucou o meu braço. —Portanto, não há competição?

Os meus olhos arregalaram-se. O rapaz, ele era ousado. O seu nível de gostosura subiu dez pontos.

— Improvável.

Um sorriso lento rastejou sobre os lábios de Blake. Ele tinha o lábio inferior mais cheio. Parecia totalmente beijável.

— É bom saber, porque eu queria saber se tu querias ir buscar alguma coisa para comer depois da escola?

Uau. Olhei para JB, que parecia tão surpresa quanto eu. Eu tinha toda a intenção de descobrir por que ela estava a agir de modo estranho sobre Archie e depois falar com Jughead sobre as coisas estranhas que vinham acontecendo. JB interpretou mal a minha hesitação.

— Podemos sair amanhã depois da escola.

— Mas...

— Está tudo bem. — O seu olhar parecia dizer “ Sai, diverte-te . Sê normal.” Ou talvez fosse o meu pensamento positivo, porque ela não parecia muito satisfeita com o interesse de Blake em mim. — Está tudo bem. — Ela repetiu.

Eu poderia esperar mais um dia para falar com Jughead. Olhei para Blake e os nossos olhos encontraram-se. Eu encontrei-me a acenar. O sorriso de Blake permaneceu no seu rosto pelo resto do almoço. Perto do final, eu cedi e tive que olhar, porque eu ainda podia senti-lo. Blake tinha razão. Jughead estava a olhar. Não para mim, mas para o garoto ao meu lado. Não havia nada de amigável na linha dura da sua mandíbula ou nos seus olhos escurecidos.

O olhar de Jughead deslizou para o meu. Houve uma agitação no fundo do meu peito. Eu tentei respirar, mas senti-me perfurada. Os meus lábios formigavam. Sem dúvida não havia competição .

Blake e eu decidimos ir ao Pop´s depois da escola. Pegamos carros separados. O vento uivava quando chegamos lá, balançando os galhos nus das árvores que cercavam o estacionamento enquanto passavamos. As suas bochechas estavam vermelhas quando pegamos uma cadeira perto da lareira crepitante.

— Eu não acho que me vou acostumar com o vento aqui. É brutal.

— Eu também. — Eu disse, esfregando as mãos geladas sobre os meus braços. — E disseram-me para esperar um monte de neve no inverno.

Interesse iluminou os seus olhos, fazendo com que as manchas de verde se destacassem. Longe de serem tão brilhantes como os de Daemon, apesar de tudo.

— Clima perfeito para snowboard, então. Tu fazes snowboard?

Eu ri.

— Eu mataria-me em dois segundos. Eu fui esquiar uma vez com a minha mãe e não foi bonito.

Blake sorriu e, em seguida, voltou a sua atenção para a garçonete com os nossos pedidos. Surpreendentemente, eu não estava nervosa. Não havia um sentimento embriagado no meu estômago quando os nossos olhares se encontravam. A minha pele não parecia fina de tão esticada. E eu não sabia o que isso significava. Parecia tão... Normal.

Ele contou-me sobre o surf enquanto esperávamos pela minha fatia de pizza de queijo e pela sua xícara de chili. Eu disse-lhe que o mais próximo que eu iria de surf era assistir os caras na Flórida. Eu não tenho esse tipo de coordenação, e ele tentou convencer-me de que não era tão difícil. Eu ri. Muito.

Nós levámos o nosso tempo a comer. Com ele, eu não estava a pensar em alienígenas do espaço ou a ameaça iminente do DOD ou um Arum. Foi a hora mais relaxante que eu tinha passado num longo tempo. Perto do fim, ele estava a rasgar um guardanapo em pedaços minúsculos, enquanto ele sorriu para mim.

— Então, tu tens um blog?

Surpresa, eu balancei a cabeça e percebi que eu fui pega na minha nerdice.

— Sim, eu amo livros. Eu faço resenhas no blog. — Fiz uma pausa. — Como tu sabes?

Blake inclinou-se para a frente e sussurrou:

— Eu pesquisei sobre ti. Eu sei, é uma coisa nerd de se fazer, mas eu achei o teu blog. Eu gosto de como tu escreves os teus comentários. Muito espirituosa. E tu és apaixonada por isso.

Lisonjeada e completamente conquistada pelo fato de que ele realmente lia os comentários, eu sorri.

— Obrigado. O blog é realmente importante para mim. A maioria das pessoas não entende.

— Oh, eu totalmente entendo. Eu tinha um blog sobre surf.

— Sério?

Ele acenou com a cabeça.

— Sim, eu sinto falta do surf e dos blogs... A coisa toda de se conectar com pessoas de todo o mundo que compartilham a mesma paixão. É uma comunidade muito legal.

Esse cara era perfeito. Ele não tirava sarro de mim como Jughead fazia sobre a coisa toda do blog. Pontos legais para Blake. Eu tomei um gole da minha bebida enquanto olhava pela janela. Nuvens escuras e grossas cobriam o céu.

— Quando te vi pela primeira vez, eu associei-te a um surfista. Tu tens essa aparência.

— Que tipo de aparência?

— Tu tens a aparência de surfista. O cabelo, o bronzeado, é muito bonito.

— Bonito? — Ele arqueou urna sobrancelha.

— Ok, é muito quente.

Ele sorriu.

— Eu gosto do som disso.

Ele tinha uma dessas personalidades, bem como JB, onde eu não podia deixar de me sentir confortável perto dele. A mudança era bem-vinda depois da sensação de alfinetes e agulhas que sinto perto de Jughead. Quando saímos do restaurante perto das cinco horas, eu não podia acreditar no quanto de tempo havia passado. O vento soprava no meu cabelo, mas eu ainda estava animada demais pela minha tarde com Blake para me preocupar com o fato de que eu não tinha comprado uma jaqueta ainda.

Blake cutucou-me com o cotovelo.

— Estou feliz que tu vieste comigo.

— Assim como eu. — Eu girei as minhas chaves quando paramos no carro dele.

— Eu normalmente não faço esse tipo de coisa. — Ele inclinou-se contra o capô da sua caminhonete, cruzando os tornozelos. — Tu sabes, apenas chamar alguém na mesa na frente de estranhos.

Vento forte resfriava as minhas bochechas quentes.

— Tu parecias muito confiante.

— Eu sou quando eu quero alguma coisa.

Afastando-se do capõ, moveu-se para ficar à minha frente.

Oh Deus. Ele ia beijar-me? Eu totalmente amei a tarde fácil que tínhamos acabado de passar, mas, bem... Eu só não sentia certo dar esperanças a ele. Eu não sabia o que estava a acontecer com Jughead, se alguma coisa realmente estava a acontecer, mas eu sabia que não era justo fingir que estava completamente livre. Eu tinha sentimentos por Jughead, eu só não sabia o que eles significavam.

Blake inclinou-se para mim, e eu congelei. Acima dele, os ramos abalaram e gemiam sob a força do vento.

Houve um estalo alto, e minha cabeça ergueu-se. Um dos ramos grossos quebrou sob o peso do vento. Pânico pulou na minha garganta como espiral para baixo, onde Blake estava. Não havia nenhuma maneira que ele pudesse se mover rápido o suficiente, e pelo tamanho do ramo, prometia grandes danos.


Estática correu sobre a minha pele, passando entre as camadas da minha roupa. Eu senti os minúsculos pelos na parte de trás do meu pescoço se arrepiarem. Com o coração acelerado, eu dei um passo à frente e eu pensei que eu gritei “Para”, mas foi só na minha cabeça.



E o ramo...












Parou no ar, suspenso no ar....




Notas Finais


Para quem não leu a 1ª temporada , de quê que estão à espera?
https://www.spiritfanfiction.com/historia/lux-obsidian--bughead-1-temporada-13547017

Comentem oque acharam, divulgem, favoritem e....

Kissess!


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