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História Luxúria - Capítulo 24


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Notas do Autor


Oiii anjos, como estão? Bom, nesse capítulo eu queria recomendar uma música para vocês ouvirem enquanto leem. O nome da música é Drip da cantora Asiahn, acho que a batida da música vai fazer vocês entrarem no clima da melhor parte desse capítulo. Se quiserem também escutar a música que eu coloquei no capítulo de hoje, fiquem a vontade. A batida também é muito boa e também vai deixar vocês no clima. Boa leitura 😘🙂

Capítulo 24 - Prova


"Possua... É seu... Você ainda é a única que eu adoro, não há mulheres por aí para se ter sentimentos, adivinha de quem é? Seu... Isso não é um segredo, amor, todo mundo nos viu. Na próxima vez que fodermos, eu não quero foder, quero fazer amor. Na próxima vez que conversamos, eu não quero só conversar, quero confiar. Na próxima vez que eu me orgulhar quero que seja de você e na próxima vez que eu for perder tempo quero que seja todo com você. Nervoso, eu estou nervoso. Acorde comigo neste fim de semana, nós podemos... Adivinha de quem é? É seu... Me possua. Eu disse: venha e me possua. É seu, sempre serei seu." - Own It / Drake


Oooh assim que as mãos do platinado alçaram meu corpo dentro do elevador e me ergueram pude sentir de uma forma fodidamente deliciosa que ele estava certo ao dizer que me mostraria o quanto não possuía vergonha na cara. 

Assim que as portas do elevador se abriram no décimo segundo andar o Park saiu dele comigo em seu colo, nossas bocas continuavam seus trabalhos uma na outra enquanto andávamos as cegas pelo corredor. Assim que chegamos na porta do apartamento do maior foi um sufoco até conseguirmos abrir a porta, com o meu corpo erguido e excitado em suas mãos, o Jimin me jogou brutalmente no sofá e tirou a sua blusa.

Eu nunca o vi tão faminto, tão deliciosamente excitado. Aquilo estava me deixando totalmente doida, assim que ele rasgou o pacote de camisinha e colocou no seu membro, pude ver que o desespero dele era tão grande quanto o meu. Pulamos os beijos, toques, mordidas e qualquer outro tipo de preliminar, indo direto para o que nós mais necessitávamos.

Não precisávamos falar nada, nossos corpos se entendiam tão bem, seu corpo falava a minha língua e o meu falava a língua dele. A química que temos na cama é tão incrível quanto o gosto de chocolate. É tão prazeroso quanto beber um copo de água gelada em um dia  quente. Nossos corpos eram feitos sob medida, um para o outro, sobre isso não me restavam dúvidas. Eles se encaixavam tão bem, cada pedaço meu parecia ser feito para ser encaixado nele, tipo peça de quebra cabeça. Era assim que eu me sentia: cada pedaço meu e dele eram partes de um jogo de quebra cabeça. 

Cada vez que ele ia mais fundo gemidos emitidos pela onda de prazer que possuia o meu corpo ecoavam pela sala, aquele ambiente cheirava aos nossos perfumes juntos e a sexo. O doce e o amadeirado só ficaram tão bons juntos porque vinham de nós, duas pessoas totalmente embriagadas pelo prazer e saudade. Duas pessoas que precisavam tanto uma da outra quanto precisávamos de oxigênio para viver. 

Quanto meus dedos passaram a apertar mais forte a almofada e a ponta dos dedos dos meus pés passaram a transmitir a onda elétrica que se estendeu por todo o meu corpo e se concentrou na minha intimidade, pude sentir que havia chegado ao meu limite. Mas o platinado não, ele mudou de posição e continuo me penetrando até alcançar seu limite. 

Nós não paramos assim que conseguimos alcançar nosso ápice, aquilo não era nem o vislumbre do paraíso. Precisávamos de mais, aquilo era tão pouco, ele prometeu me levar até o paraíso e eu cobraria até finalmente alcançar o céu. 

Sua língua passou a estimular o meu clitóris, eu ia ao delírio quando o mesmo era chupado. Seus dedos passeavam sob a minha intimidade e eu poderia jurar que ele estava fazendo aquilo para me provocar. 

Jimin:- te ver tão vulnerável aos meus toques é o meu paraíso. - confessa e sorri malicioso. 

Arfo assim que ele penetra um de seus dedos na minha vagina. Seus dedos e língua eram ágeis, sabia muito bem como satisfazer uma mulher. E isso era o que me mais me deixava doida pelo Park, ele sabia exatamente onde te tocar para trazer o paraíso até você. Ele sabia exatamente o poder que tinha, o poder que seus beijos e toques tinham, e claro, usava isso ao seu favor. 

- o que você faz comigo quando estamos sozinhos é o meu paraíso. Só você é capaz de me levar até lá, eu amo o que você causa em mim. - digo no mesmo momento que o meu quadril passou a se movimentar no dedo do moreno. 

Soltei um gemido de puro desgosto quando seu dedo saiu da minha intimidade, ele engatinhou até que seu corpo estivesse no meio da minhas pernas, em seguida ele me beijou de uma maneira tão prazerosa, pude sentir um pedaço da sua promessa naquele beijo. 

Sorri cansada quando seu membro me visitou pela segunda vez hoje. Ele estava cada vez mais insaciável, nunca foi tão difícil satisfazer o Park. Meu corpo se encontrava tão mole quanto uma gelatina. 

Quando ele me colocou sentada no seu colo e me fez comandar o sexo quis dizer que eu não tinha forças. Mas ao ver sua cabeça pendurada para trás e todo aquele desejo a flor da pele, criei forças. 

Ouvi ele gemendo meu nome enquanto eu cavalgava nele era o meu paraíso. O suor escorrendo pelo seu pescoço e abdômen se juntava ao meu. Aumentei o ritmo e seus gemidos ficaram mais graves, quando senti as veias do seu membro engrossarem sorri ao ver que consegui o satisfazer. 

Deitei minha cabeça no seu peito com o seu membro ainda dento de mim e recebi carícias do platinado. 

Jimin:- você é maravilhosa. - diz e deposita um beijo na minha cabeça. 


                         🌹 ~ 🍎 ~ 🌹

Enquanto o meu professor tomava banho eu estava no seu closet procurando uma blusa para vestir. Ouço a campainha tocar e o medo me atingi em cheio. Tive medo de ser um dos amigos do Jimin que também eram amigos do Jin, mas respirei aliviada assim que vi pelo olho mágico que era a In-ha. 

Senti uma vontade imensa de abrir aquela porta e esfregar na cara dela que o Jimin era meu, que ele nunca foi dela. Mas as consequências desse ato poderiam me afetar muito. Deixei que a campainha tocasse até que o Jimin viesse. 

Jimin:- quem é? - pergunta assim que adentra a sala vestindo uma calça de moletom preta e secando o cabelo. 

Tive que me controlar para não voar nele e o fazer repetir a nossa tarde maravilhosa. 

- a sua namoradinha. - digo com desdém. 

Jimin:- ela está na minha frente. - rebateu e sorriu adoravelmente para mim. - acho que terei que refazer a pergunta, quem é? 

- a In-ha - digo com desdém. 

Jimin:- quer fazer as honras? - pergunta se sentando no sofá. 

- queria, mas não posso. 

Jimin:- então deixa tocar. Não quero ter que aturar o surto dela hoje. - ao dizer isso ele me puxa para sentar no seu colo e me dá um selinho. 

- você também não queria aturar meu "surto" quando te peguei com ela? - pergunto o encarando. 

Jimin:- com você é diferente, quando eu te vi não sabia ao certo o que você faria, nunca imaginei que eu seria tratado daquela maneira depois que eu tivesse traído uma mulher. - seu sorriso debochado estampa a sua face. - para ser sincero, ser tratado daquela maneira por você foi muito excitante. 

- você não presta, Park Jimin. 

Jimin:- todos sabem disso, principalmente você, meu amor. - seus lábios vão de encontro ao meu dando início a um beijo apaixonado e repleto de carícias. 






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