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História Luxúria - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bem, estou me aventurando nesse site com uma história cheia de luxúria.
Quero de antemão agradecer a uma pessoa muito especial que me aturou durante um mês e meio, eu enchendo sua caixa de mensagem com os meus por favores. Mas Agora com essa onda de quarentena fiquei sabendo que está dodói.
mas mesmo assim me enviou o rascunho já analisado.

Melhoras meu bem, você é uma Guerreira Cléo.
Boa leitura meu povo!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Luxúria - Capítulo 1 - Prólogo

Sexta-feira… fim de mais um  cansativo dia no escritório.

 

Arrumando minhas pastas no assento traseiro do carro, percebo o quanto o estacionamento está vazio.

 

Aquela altura todos da minha repartição deveriam estar no bar da esquina. Excerto o ser careta e anti-social aqui.

 

Com meus vinte e sete anos, usei a maior parte de meu tempo para cuidar da aparência e me estabelecer financeiramente.

 

 Por causa de meu empenho e determinação, conseguir trabalho em um dos mais conceituados escritório de advocacia da cidade. Como os sócios majoritários dizem, sou um prodígio no ramo.

 

Meu sucesso me rendeu uma cobertura luxuosa e um jaguar na minha garagem. Porém, essas conquistas me tiraram algo maior, a chance de viver meu grande amor.

 

Amor que deixei no dia em que sair da minha cidadezinha no interior. Ainda recordo das feições de seu lindo rostinho coberto por lágrimas, e por respingos da fina chuva naquele fim de tarde.

 

Éramos apenas dois jovens, crianças para dizer ao certo, mas nunca desejei tanto beijar uma boca quanto a dela. Ainda sonho com isso algumas vezes, porém quanto mais o tempo passa, mais distante fica essa possibilidade.

 

De lá, até aqui, muito tempo passou e muitas pessoas passaram por minha vida. O custo de vida na cidade não foi fácil como pensei, e como consequência me tornei o que sou hoje, um homem frio, arrogante e egoísta, tão mesquinho ao ponto de não ser capaz de sentir amor.

 

Viver assim não é bem, viver… mas faço o possível, é o impossível também. Eu não me importo com o que dizem ao meu respeito. Não tenho tempo para amor. Apenas para o trabalho e o prazer.

 

Só queria chegar em casa é me acabar em uma garrafa de Johnnie Walker que ganhei recentemente de um cliente, após o ganho de uma causa quase impossível. Sei que para uns sou o advogado do diabo, mas para a classe alta da cidade de Nova York sou um grande achado. Graças à isso obtive a chance de conhecer o melhor é mais caro que o dinheiro poderia me oferecer. Por isso também, adquirir o habitual costume de mesmo à distância sentir cheiro de fragrâncias baratas… Como agora.

 

— Olá senhor — a voz aguda e irritante de Ellen, minha nova secretaria me fez trincar os dentes. Ela era por si, uma linda mulher, belo corpo e lindos olhos escondidos atrás de camadas generosas de maquiagem. Talvez apenas um pouco soberba, abusa nos decotes e no fato de ter um belo par de seios… mas não misturo trabalho com prazer.

 

— Não foi com os outros? — indaguei, devolvendo seu cumprimento com desdém.

 

— Fiquei, para se por acaso, o senhor precisasse de meus serviços — seu dedo traçou com detalhes os botões da minha camisa até a linha da cintura. Meu membro logo ficou ávido a querer aquele toque. Porém, minha destra segurou seu pulso firme.

 

— Senhorita, não estou disponível para seus devaneios. Respeito é bom e eu o aprecio muito, principalmente aqui, em nosso ambiente de trabalho — soltei seu pulso com um olhar sério e repreendedor.

 

Me dirigir ao assento do motorista sem dar a ela um direito de resposta. Em poucos segundos deixei para trás uma boa transa, porém, sairia bem caro. Estou certo disso!

 

Tudo que precisava era encher a cara e dormir um pouco. Mas assim como eu, vários outros motoristas disputavam espaço na principal rodovia da cidade.

 

Resolvi pegar um pequeno desvio pelas vielas da cidade. Três ruas e três quarteirões a frente já estaria em East Side. O bípe de uma nova mensagem no celular me distraiu ao ponto de colidir com algo.

 

— Mas… que porra é essa! — Sai imediatamente buscando resposta. E achei.

 

— Droga! — fechei a mão em punho socando o capuz do carro. Peguei o celular e disquei a emergência.

 

— Alô! Preciso de uma ambulância — disse nervoso ao ver a aglomeração se formar.

 

Não demorou muito, e uma viatura policial chegou. A garota devia ter uns dezenove anos, um corte na lateral de sua cabeça estava tirando meu auto controle. Como fui tão imprudente a esse ponto?

 

— Senhor precisa nos acompanhar — o policial me tocou o antebraço puxando com força.

 

— Eu irei assim que a mocinha for socorrida. Não irei fugir de minhas responsabilidades — esclareci tirando rudemente a mão do policial que apertava meu braço.

 

— Ele não teve culpa policial — uma idosa vendedora de flores pronunciou — à menina estava fugindo de um homem que tentava, coloca-lá em uma caminhonete preta, logo ali — seu olhar e braço apontou na mesma direção em que uma caminhonete cantou pneu em fuga.

 

— Todas as unidades, caminhonete preta indo em direção à East Side, possível suspeito de sequestro — o policial falou no rádio, partindo em uma perseguição.

 

O barulho das sirenes de ambulância, deixaram meu coração batendo mais compassadamente.

 

— Alguém à conhecê? — um dos paramédicos perguntou olhando ao redor, precisamos que alguém a acompanhe — disse a colocaram na ambulância. 

 

— Preciso que alguém a acompanhe — um outro paramédicos voltou a repetir 

 

— Eu irei — disse entrando no carro já seguindo a ambulância que já partia do local a minha frente. Eu precisava consertar meu erro. Ela não pode morrer, não pode — Preenchi todos os formulários do  seguro social e obviamente, irei pagar a conta.

 

Passava das duas horas da manhã, estava avaliando o tamanho do estrago feito no carro… sondado ainda se via sangue na lateral do farol.

 

Meu Deus! se essa garota morrer; adeus minha carreira. Egoismo? Talvez, Mas lutei muito para ver desabar minha vida der repente —  Peguei o telefone e liguei para a única pessoa a quem confiava.

 

 

— Jhon! Estou no hospital central. Pode, vim aqui? Acho que fiz burrada — respirei fundo e desliguei o celular.

Me restou apenas esperar.

 

 

 


Notas Finais


grato a quem se dispor a acompanhar o enredo.


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