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História Luxúria - Capítulo 1


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Notas do Autor


Volteeeeeeeei! Agora vamos iniciar a coletânea dos pecados, começando pelo pecado da Luxúria, com o nosso querido Taehyung.

Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Luxúria - Capítulo 1 - Prologue

A sua hostil vida em Paris tinha de piorar. Fazia meses que vivia a mesma rotina: De casa para o trabalho, do trabalho para casa. Era claro que se divertia em seu trabalho; amava fazer seus shows no pole dance — ou como dizia seus pais, "dançar agarrada naquele 'pau de ferro" —. No entanto, mesmo estando realizada em seu trabalho, sua mãe havia descoberto estar com alzheimer, em março daquele ano. Todos estavam arrasados; seu pai entregou-se às bebidas, e ela, afundou-se no trabalho, a fim de conseguir pagar o tratamento de sua mãe, mas, logo veio a notícia de que ela já estava em um nível muito avançado, pois por vários anos ignorou os sintomas e, teve que ser internada em uma clínica geriátrica — ou melhor dizendo, uma casa de repouso —, e com isso, mais gastos. Não que isso fosse um problema, ela tinha dinheiro.

Lamorisse — seu sobrenome —, como preferia ser chamada; era uma prostituta de luxo e, uma domme. Só os homens mais corajosos a encaravam; era conhecida com uma das dommes mais bonitas de Paris. Tinha nome. Todos a conheciam. Fazia sucesso com os homens de 25 a 40 anos. Era uma sádica nata.

Trabalhava na casa noturna, Red Secrets. Ela era uma das mais disputadas entre os homens de Paris, e também, uma das mais caras.

Era uma mulher ambiciosa, sabia desfrutar dos momentos que a vida proporcionava-lhe; era esperta. A disputa por ela entre os homens era evidente, mas, só se deitava com quem pagasse mais.

Sua relação com seus pais era, consideravelmente boa. Eles sempre deixaram que ela trilhasse o seu próprio caminho, sem interrupções, mas é claro que foi um choque para eles saber da mais nova profissão da filha, afinal, não é todo dia que se descobre uma coisa assim. 

Lamorisse também era formada em sexologia, então, se tinha uma pessoa que entendia de prazer, essa pessoa era ela. A ideia de seguir esse ramo foi pelos seus direitos; ela via muitas pessoas falarem que os homens conheciam mais do prazer, o que não é mentira, já que homens são seres mais voltados para o prazer; são mais visuais do que emocionais. Mas as mulheres conhecem muito do prazer também, só são oprimidas; aqueles típicos estereótipos onde a mulher não poderia sentir prazer, só o homem.

Lamorisse só havia conhecido mulheres incríveis em sua vida, mulheres que mudaram sua cabeça  — antes bem fechada —, e abriram seus olhos para o mundo. Ela sentia orgulho de ser o que era; uma mulher independente que jamais abaixa a cabeça para homem algum.

Kathryn foi uma das principais peças de sua vida, depois de sua mãe. Kathryn era sua melhor amiga, sua confidente, sua alma gêmea — segundo ela mesma —. As duas conheceram-se na casa noturna em que trabalham até hoje. Kathryn era uma dançarina de lá e, quando Lamorisse chegou, ela foi quem mais a acolheu. Era mais que tudo sua irmã de outra mãe.

A mãe de Lamorisse — Coralie —, era uma mulher em seus plenos 59 anos, muito conservada, mas muito cabeça dura. Coralie tinha duas filhas, sendo Lamorisse a mais velhas, com 28 anos, e Catherine a mais nova, com 24 anos. Suas filhas eram seus xodós, suas maiores riquezas; mas Catherine havia sumido em seu aniversário de 18 anos, e depois disso, sua mãe nunca mais a viu.

Lamorisse seguiu sua vida, mas sua mãe ficou muito instável, chegando a ter vários ataques de pânico; sua sorte era que ainda tinha a filha mais velha para dar-lhe cuidados, e assim, seguiu sua vida.

[...]

Paris, na França

26 de agosto

23:40 PM

O alarme do seu despertador soou. Seu sono era bem desregulado, por causa do seu trabalho, e por chegar tão tarde, arrumava a casa e dormia até a hora de trabalhar, novamente.

Levantou e correu para seu banheiro, onde logo entrou em seu box; estava atrasada até demais. Mesmo apressada, passou a espuma densa, vagarosamente, em sua delicada pele. Após o término do seu banho, apressou-se em perfumar sua pele com um perfume bem leve, mas marcante; ainda se deliciou com seu hidratante de corpo que possuía um cheiro doce.

Saiu do banheiro e andou em direção ao seu closet, tirando dali um vestido longo, bem colado que carregava uma fenda até o meio das coxas e possuía a cor preta.

Botou seu vestido e um salto fino; e fez uma maquiagem bem leve, como sempre fazia, mas, sabia que logo que chegasse em seu trabalho, eles pediriam para que ela passasse uma sobra mais pesada.

Deu uma última olhada em sua aparência e logo rumou para a boate em seu carro.

[...]

Dançava, sensualmente para todos ali. Fazia movimento no pole dance capazes de impressionar ou enlouquecer qualquer um. Seus clientes iam a loucura.

Ela trajava uma lingerie vermelha, trabalhada em renda e uma máscara, também de renda. Era óbvio que a máscara era apenas parte do visual, pois todos já conheciam seu rosto, até demais.

Andou majestosamente até uma bancada que possuía vários chicotes, e pegou o que mais gostava, o açoite. Aquela era a parte do show que ela mais esperava, a parte que poderia chicotear eles, ainda em cima do palco.

Era claro que todos ali já haviam consentido com tal ato, por um regulamento ser preenchido na entrada da boate, explicando cada espetáculo e seu funcionamento.

Dessa vez ela faria diferente, normalmente apenas chicoteava eles de cima do palco, mas hoje desceria e andaria entre eles, e quem a tocasse, seria chicoteado deliciosamente.

Então, desceu lentamente as escadas e andou em direção aos homens que já assobiavam para ela, e começou a andar entre eles, esperando sua oportunidade.

E sua primeira vítima foi um homem moreno de olhos bem pretos como duas jabuticabas, que passou as mãos em suas pernas, e foi chicoteado no mesmo lugar. Aquilo assustou todos, e um sorriso maldoso surgiu em seus lábios, quando perceberam o que ela queria fazer, e entraram na brincadeira.

E assim foi seguindo. Todos brincaram, ninguém recusaria uma ação dela cheia de ternura. Mas a brincadeira acabou quando um homem entrou na boate.

Com seus cabelos negros e olhos verdes brilhantes; um rostinho bonito que não escondia sua orna de trevas, seu olhar era de dar arrepios, e estavam fixos nela.

Mal sabia ela, que era aquele homem que a levaria do céu ao inferno em minutos, aquele que a faria trilhar um caminho de espinhos pontiagudos e traiçoeiros, aquele que a mergulharia em um mar de luxúria e lhe consumiria por inteiro, até seu último fio de sanidade.


Notas Finais


Eu não tenho nem palavras para elogiar essa capa da @Plasweet! Ficou tão perfeita, muito obrigada!

O maravilhoso @JONGDEUS-, que me ajudou com essa sinopse, obrigadinha amigo! <3

Meu perfil --> @satamik

Peculiar - Namjin:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/peculiar--namjin-18710886

Até o próximo, e descupe-me pelos erros!


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