1. Spirit Fanfics >
  2. Luxury >
  3. Uma festa de desesperanças

História Luxury - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


✧⁺⸜₍。•∇•。₎⸝⁺✧ 𝐎𝐥𝐚! 𝐐𝐮𝐞𝐫𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐞𝐫𝐞𝐣𝐚𝐬! 𝐉𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐡𝐨𝐣𝐞?

Antes do capítulo começar, quero agradecer vocês pelos 11 favoritos °ʚ(*´꒳`*)ɞ° Pode parecer pouco, mas para mim, já é grande coisa!

Bem, a imagem de hoje é o vestido da personagem, já que ao meu ver, não conseguir descreve-lo corretamente (⸝⸝⸝╸▵╺⸝⸝⸝)

(╯✧▽✧)╯𝐏𝐞𝐠𝐮𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐱𝐢𝐜𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐡𝐚 (𝐨𝐮 𝐜𝐚𝐟𝐞), 𝐬𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐦𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐞 𝐚𝐩𝐫𝐨𝐯𝐞𝐢𝐭𝐞𝐦 𝐨 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐮𝐥𝐨

Capítulo 3 - Uma festa de desesperanças


Fanfic / Fanfiction Luxury - Capítulo 3 - Uma festa de desesperanças

ー Capítulo 2: Uma festa de desesperanças.


❝Se alimentar de uma esperança falsificada, faz parte da vida humana. Nós humanos, conseguimos ser tolos ao ponto de aceitarmos este fato e cair na mentira por querer.


Frutos e mais frutos crescem neste jardim de esperança desnecessário. Oh, por que eu ainda acredito lhe encontrar tão facilmente? Por causa da sua ida fácil? Ou por eu ter me tornado uma tremenda de uma obsessiva por ti?


Eu não me importo se me tornei assim. Talvez, no final das contas, eu apenas esteja neste estado por desespero. Desespero, de querer ir embora deste lugar e ir para outro.


Eu apenas queria encontrar paz neste mundo.❞



Selina ainda aguardava Sebastian enquanto escrevia algumas anotações. Fez os cálculos sozinha e isso, lhe deu tempo para ficar sozinha sem ter o homem por perto.


Acabou por decidir não ficar tão sentimental. Mais uma vez, repremia e comia seus sentimentos como se estivesse enfiando-os com força para dentro, assim como a possível esperança que Angelina lhe deu.


A japonesa, nunca compreendeu as saídas repentinas de seu mordomo. Sentia que ele estava a mentir para a mesma, embora o contrato de ambos, não permitisse. Sentia que ele fazia algo fora do combinado.


Andou até o espelho do escritório e mostrou sua língua para si mesma, encarando a marca do contrato. Estava normal, o que significava que estava tudo ocorrendo dentro dos conformes.


Pensou um pouco e abriu um sorriso traveso, indo até o hall de entrada da casa, mais especificamente, para o centro da escada e sentando-se no mármore branco com as pernas cruzadas.


ー Estou entediada, Sebastian. Você sabe que não é bom deixar sua senhoria tediada e atrasada com seus próprios compromissos. ー Botou sua língua para fora, mostrando o selo do contrato, que imediatamente, brilhou.


Após alguns segundos, a porta foi aberta e lá estava o mordomo de preto com um olhar sério expressamente de raiva. Selina, apenas apoiou o cotovelo na perna direita, e a mão, em seu rosto, olhando Sebastian com um sorriso simpático com um toque sádico.


ー Estava preoucupada que algo tivesse acontecido ao meu querido ¹akuma~ ー Cantarolou a última parte e disse a frase com um tom normal e irônico.


ー Peço desculpas quanto ao meu atraso. ー O homem, colocou a mão no peito e se reverenciou o mínimo. Embora tivesse um tom sério e controlando a irritação em sua voz, era expressa a sua raiva pelo atrapalhamento da garota referente aos seus assuntos.


ー Tudo bem, eu lhe concedo meu perdão. ー Ficou em pé com um olhar sádico. ー Mas ainda sim, estou com tédio, além de quero brincar um pouco com o fogo. 


Sem quaisquer preocupações, a moça jogou-se daquele centro, onde rapidamente, foi pega por Sebastian, que estava com os olhos arregalados quanto ao que a garota acabará de fazer. Ela, nunca teve coragem de realizar este ato, embora várias vezes tivesse ficado na beirada do centro da escada. Talvez, aquilo fosse um teste idiota? Ou ela apenas tenha perdido o juízo?


A de cabelos negros apenas passou a mão pelo frio rosto do mordomo e começou a gargalhar da expressão do mordomo.


ー Você é mesmo muito divertido, Sebastian! ー Continuava a rir muito, até que parou e o olhou sádica e séria. ー Espero que não se atrase novamente, sabe o quanto demoro para me maquiar. ー Passou a mão pelos seus cabelos, arrumando-os.


ー Peço novamente minhas desculpas.


ー Por que não me leva para o banheiro? Afinal, a festa começa oito horas. São sete agora.


ー Como desejar. ー Carregou a moça estilo noiva até o banheiro, onde colocou-a com delicadeza no chão. Michaelis sabia o motivo daquele comportamento. Novamente, estava a comer seus sentimentos por ser obrigada a sair e não poder expressa-los enquanto assisti algum filme americano clichê com pipoca com caramelo, o que a fazia ter características de alguém mimada e "sádica".


ー Sabe, Sebastian... Andei pensando sobre o dia que nós conhecemos. ー Observou o homem abrir a torneira da banheira para que a água fique morna quente. ー Pensei bastante também sobre homem, principalmente o que ele foi e o que ele fez. Penso as vezes o que como as pessoas lá de cima me julgam por tê-lo matado. ー Suspirou. ー Se eu o matei, foi apenas pela minha salvação. ー Dizia calmamente enquanto trocava-se para o banho.


ー No entanto, acabou por cair em minhas mãos. ー Respondia calmamente o Michaelis, ajudando-a a se despir. ー Que tipo de salvação é esta, senhorita Selina?


ー Eu sou humana, não sou? ー Abriu um sorriso simpático, no entanto, com um toque estranho. ー Humanos são idiotas e fazem sacrifícios ilógicos apenas para favorecer a si mesmo e seu ego. Se sinta privilegiado, você está sendo considerado uma salvação, querido akuma~. ー Cantarolou a parte final de sua frase.


ー Vocês humanos são mesmo uma espécie estranha e fascinante ao mesmo tempo. ー Seus olhos, estavam com a coloração de sua parte demônio, e seu sorriso, mostrava as pressas.


ー Né? Eu também acho isso. ー Ficou completamente nua e cobriu com as mãos, os bicos dos seios, entrando na banheira, que fez seus pelos arrepiarem pelo prazer de está lá dentro.


Se afundou um pouco, deixando apenas apenas os olhos para fora. Isso, foi apenas por alguns segundos, quando colocou apenas sua cabeça para fora.


O mordomo logo começou a lavar o corpo da moça sem tocar em seus seios ou partes íntimas. Toda vez que dava banho na mesma, arrependia-se por ter falado que aquilo fazia parte de uma boa senhoria.


Assim que terminou seu banho, foi direto ao closet de roupão, tentando pensar em uma ótima roupa para a ocasião.


ー Achas que devo ir representando a Florence? Ou apenas com uma roupa formal? ー A moça perguntava para o mordomo enquanto olhava o guarda-roupa.


ー É um evento onde vários outros empresários estarão. Como a senhorita é nova naquele local, acharia melhor com algo que representasse a Florence. 


ー Então... ー Tirou um vestido até o joelho, transparente nas longas mangas e colo, forrado nos seios e barriga. Sua cor, era meio bege com toque verde. Ele também possui flores nos peitos, nas mangas e no início da saia, além de um cinto verde. A Florence, tinha como cores centrais rosa claro e verde claro, para dar mais significado as flores. ー O que acha deste?


ー Perfeito. ー O de olhos castanhos avermelhados pegou o vestido de suas mãos e virando-se para que ela colocasse suas roupas íntimas.


Selina colocou sua calcinha e logo após, adesivos de seios. Embora não gostasse muito, era a única alternativa para que o vestido caísse bem, já aquele um sutiã, estragaria a beleza do vestido.


ー Já. ー Virou-se para frente da moça e ajudou-a a colocar o vestido com delicadeza para que não ficasse amassado. Assim, a moça foi até a penteadeira e pediu para que o homem fizesse algum peteado em seu cabelo. Ele logo fez uma coroa de tranças solto, colocando alguns detalhes em seu cabelo para que desse a atenção devida tanto no vestido, quanto no cabelo.


A Shiro fez uma maquiagem básica com tons nudez para não exagerar muito. Claro, usou os produtos de sua marca para que possa fazer propaganda com os mesmo durante a festa.


Esperou um tempo para que seu mordomo se arrumasse para a tal ocasião. Como possivelmente receberiam pistas sobre o paradeiro daquela mulher, tinham que manter o máximo da aparência para que dessem as informações suficientes a ela.


Lá estava o Michaelis, vestido com um terno preto, camisa social branca com dois botões abertos e sapatos pretos. Para Selina, se ele fosse um desconhecido, iria querer transar com o mesmo.


ー Lembre-se que em qualquer caso, você não é meu mordomo, e sim, meu ficante. ー Pegou a pequena bolsa dourada.


ー Entendido. ー Estendeu as mãos para a moça. ー Vamos, senhorita Selina?


Ambos foram até o carro, onde quando o motorista iria abrir a porta, Selina apenas disse: "está dispensado esta noite após nos deixar na festa. Aqui está o dinheiro para o táxi", a de olhos azuis, deu uma boa quantia de dinheiro para o motorista e entrou no carro, sem dar pistas ao demônio sobre o motivo dela dispensar o empregado.


Assim que chegaram no local, as atenções foram para ambos. Apenas manteram olhares de quem não ligavam enquanto entravam na mansão da Dalles.


ー Oh, ali está Selina! A garota que lhes falei! ー Assim que madame Red avistou-a, puxou-a para um meio de pessoas animada. ー Conheçam Selina Shiro, a dona da Floresce! Selina, esses são Patrick, Gray, Lau e Ran-mao, esposa do chinês.


ー É um prazer conhece-los. ー Dizia simpática.


Dois dos homens ali presente e Ran-mao, olharam a de cabelos negros com um olhar chocados e de fascinação. Patrick, foi o único que não conseguiu admirar a garota ali presente. Como ela pode ser dona de um grande negócio que cresceu em tão pouco tempo?


ー Ora, Angelina, não nos disse que ela era tão jovem assim. ー Dizia Patrick. ー Como ela conseguiu fazer a Florence crescer tão rápido?


"Por que homens assim, adoram questionar em como uma mulher jovem pode conseguir algo tão rápido e crescente?" Questionava-se por dentro, querendo revirar os olhos.


ー Eu apenas sou jovem em físico, senhor Patrick. ー Respondeu Selina com um sorriso gentil e olhar confiante. ー Sempre quis ter um negócio próprio, então, desde meus 15 anos estudo um pouco dos mercados para poder empreender corretamente. Caso queira saber algo sobre minha empresa, basta me perguntar. ー Pegou uma das taças de champanhe e bebeu.


O homem, ficou calado devido o constrangimento que a garota lhe colocou. Como pode ser tão direta assim a um homem poderoso como ele?


ー E-Eu vou indo no buffet. Com licença. ー Patrick saiu do local.


ー Ah! Ali está Sebastian! ー A ruiva, avistou o mordomo e puxou-o para dentro da roda. ー E este é Sebastian, o mordomo dela!


ー Uma boa noite, cavalheiros e dama. ー Reverenciava-se.


Ran-mao, movida pela curiosidade por sentir que conhecia aquele homem de algum lugar, aproximou-se do mesmo, ficando cara a cara. 


"Até mesmo nessa vida, ela ainda usa roupas curtas?"


ー Querida, não seja rude com o querido mordomo. ー Lau, puxou a esposa pela cintura e olhou Sebastian com uma expressão questionadora. ー Acho que já nos conhecemos, querido mordomo.


ー Desculpa, mas não lembro-me do senhor. ー O de roupas negras, responde educadamente.


ー Oh, eu também pensei isso! ー Angelina disse animada. ー Talvez ele seja semelhante a algum ator ou garoto propaganda.


ー Parece que meu mordomo lembra muito algum ator de Hollywood. ー Selina dizia simpática e olhando Sebastian.


ー Mas me diga, senhorita Selina. ー Gray se pronunciava. ー Como a senhorita conseguiu crescer tão rapidamente sua empresa? Trabalho com chás, mas demorei muito tempo para conseguir o que conseguiste em três meses!


ー Eu fiz bastante marketing antes de lançar as primeiras bases e paletas. Com a ajuda de meu mordomo, que é um ótimo auxiliador, conseguimos despertar o interesse de várias pessoas, além de mandar amostras para blogueiros bastante famosos no mundo da maquiagem.


ー A senhorita não é deste país, não é? ー Lau, agora era quem questionava a garota.


ー Não, sou do Japão, Tokyo.


ー Mais uma parceira asiática! ー O chinês dizia animado.


Com todo aquele ciclo formado, todos começaram a conversar normalmente. Lógico, a japonesa estava ali para conseguir pistas da pessoa que tanto procura, e não fazer amizades. De pouco em pouco, usava manipulação nos quatro ali presente, principalmente em Angelina.


Após o casal se afastar, Selina sabia que aquela era a hora perfeita para perguntar sobre o ocorrido de mais cedo para a estilista.


ー Angelina, quem era aquela mulher que você me falou mais cedo? Aquela que se parece comigo.


ー Ah, sim. ー A de fartos deu um longo gole em sua bebida. ー É uma ex-funcionária minha que trabalhou em uma antiga loja... Ela também era japonesa. No entanto, sumiu faz um longo tempo.


ー Você possui alguma informação sobre ela?


ー Não, houve um pequeno incêndio nesta loja que ela trabalhava e eu perdi toda a documentação dela... Por quê?


ー A-Ah! É que eu... ー Pensou rapidamente. ー Tenho uma tia que morava ou mora aqui, já que perdir o contato dela após a mesma partir.


ー Entendo... Mas, acho que ela foi trabalhar em alguma loja do Brooklyn, não sei ao certo, sinto muito. ー Angelina dizia um pouco incomodada por não ter repostas para a garota.


ー Tudo bem. ー A Shiro segurava ao máximo suas lágrimas. ー Eu tenho que ir, Ann, pois amanhã tenho que ensaiar para meu discurso da coletiva. ー Abraçou a ruiva. ー Até outro dia. ー Saiu rapidamente dali.


Sebastian, que estava entretendo Lau e Ran-mao, se despediu deles e foi ao encontro de Selina, que ainda segurava ao máximo sua lágrimas. Séria e balançando os pés, esperando o carro chegar.


Assim que um dos funcionários trouxe o carro e as chaves, a moça não o deixou dar a Sebastian e pegou-as, indo até o banco do motorista.


ー Senhorita-. ー Quando ia citar outra palavra, foi atrapalhado pelo berro da moça.


ー SÓ VAI NA DROGA DO BANCO DO COPILOTO! ー Entrava no carro irritada e batendo a porta.


Sem questionar, o demônio entrou no local indicado, pensando que loucura aquela mulher iria cometer.


Selina acelerou o carro indo para o lado oposto de casa. A janela do carro, estava aberta, e com isso, ela chorava e berrava de dor. Dor, de se alimentar por uma esperança idiota. Dor, de sempre reprimir o que sente para ver se o sentimento vai embora. Dor, de tentar ser forte para conseguir o que deseja.


Quando Sebastian menos percebeu, eles chegaram em um local vazio com apenas mata. O demônio não fazia a menor ideia aonde eles estavam e o que faziam ali.


A Shiro apenas saiu do carro e gritou com todas as suas forças. Berrou para que o mundo ouvisse a sua dor e sua angústia.


ー Senhorita... ー A figura preta tentou se aproximar da mesma e quando tocou em seu ombro, em um ato surpreendente, ela o derrubou no chão, ficando encima dele e começando a bater em seu peito.


ー EU NÃO QUERO SER FORTE! EU NÃO QUERO MAIS SER FORTE! ACHE ELA, SEBASTIAN! VAMOS, SEBASTIAN! ACHE-A! ー Gritava aquelas palavras enquanto chorava e batia no peito de seu mordomo que estava com os olhos arregalados. Selina, nunca havia chegado naquele limite. ー ACABE COM ISSO! ACABE COM ISSO AGORA, SEBASTIAN! 


Assim que ela gritou aquelas palavras, por alguns segundos, viu a sua senhoria como aquela que ele procura. Desde os cabelos cinzas longos, até os olhos azuis acinzentados. Ah, como aquele grito de desespero lembrou a sua mulher?


Tomado pelo sentimento e lembrança da vez que sua amada estava naquele estado, apenas agarrou os pulsos de Selina e abraçou-a. Um abraço amoroso, caloroso e preenchido de saudades. Naquele momento, as máscaras de ambos, caíram. Ela, era apenas a garota assustada e tomada pelo medo. Ele, o demônio que perdeu a única mulher que amou durante toda a sua vida. Aquela mulher, que lhe deu sentimentos humanos e foi assinada brutalmente.


Naquele momento, não existia um contrato e um selo. Apenas existiam duas pessoas tomadas pelo passado e pela dor de perder o que era precioso para si.


Ficaram abraçados por um longo tempo enquanto as lágrimas de Selina rolavam pelo rosto, e Sebastian, sentia a presença de sua amada por aquele local. Para ele, era estranho, já que só havia ele e a sua contrante ali.


Quando se acalmou, a jovem sentia-se cansada e acabou desmaiando nos braços do mordomo, que pegou-a em estilo noiva e deitou-a no banco do passageiro de trás.


Apenas concentrou-se e logo, soube o caminho até a casa. Aos poucos, as lembranças daquela que amava, foi invadindo sua cabeça, juntamente com o que acabará de ver ao Selina berrar. 


"Acho que cheguei ao meu nível máximo de delírio" pensou consigo e suspiro.


Quando chegaram sem casa, Sebastian teve que se esforçar para tirar a maquiagem da garota, dar-lhe banho e troca-la para dormir. Não que tenha sido difícil, apenas era cansativo fazer aquilo.


Ao chegar no próprio quarto, pegou a única fotografia que tinha com a moça. Ambos, estavam sorrindo gentis para a câmera em vestes elegantes que expressavam um casório ou apenas uma festa.


ー Eu ainda lhe acho, querida. ー Falava para a foto que logo após, beijou-a com carinho e amor e guardou-a em uma caixa de madeira antiga, que continha duas alianças, um cachecol preto mal feito e algumas jóias.


Notas Finais


¹Akuma: Significa "demônio" em japonês

(੭˙ ˘ ˙ )੭ Até mesmo o diabo, pode ter sentimentos.

Saibam que este capítulo, foi essencial para o resto da fic e o que planejo fazer daqui para frente.

Não se esqueçam também que está fic está montada com mistérios, então, façam suas teorias.

◝(⑅•ᴗ•⑅)◜..°♡ 𝐋𝐡𝐞 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐨 𝐚𝐧𝐬𝐢𝐨𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐮𝐥𝐨! 𝐔𝐦 𝐛𝐞𝐢𝐣𝐨 𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐞𝐫𝐞𝐣𝐚, 𝐝𝐚 𝐭𝐢𝐚 𝐂𝐡𝐞𝐫𝐫𝐲 🍒


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...