História Luz da minha vida (SwanQueen) - Capítulo 27


Escrita por: e notsodeardiary

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Swanqueen
Visualizações 1.531
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Galerinhaaaa! Desculpa a demora, não desistam de mim. Aconteceram alguns problemas pessoais que me impediram de atualizar na data em que planejei, mas enfim... já estou de volta e espero que gostem do capítulo. Responderei logo os comentários do capítulo passado, prometo.

Dedico a vocês que tiveram a paciência de esperar a atualização!


Minha beta Ah Palas Athena, você tem todo o meu carinho.

Capítulo 27 - Capítulo 27


Fanfic / Fanfiction Luz da minha vida (SwanQueen) - Capítulo 27 - Capítulo 27

Emma havia passado três vezes em frente à residência da paixonite de Henry, já se preparava para uma quarta vez quando Lola começou a puxar a coleira vigorosamente em direção a sua casa. Parecia que a cadelinha estava incomodada com algo, querendo a todo custo voltar. Estranhando o comportamento da peludinha, a loira resolveu fazer a vontade dela e retornou para casa. Quando estavam próximas da cerca, ouviu os gritos de Zelena.

A ruiva conseguiu evitar o tombo da irmã, mas se não fosse por Emma ajudá-la a apoiar Regina também teria ido ao chão. Nessas alturas Henry já arrastava Lola para o quintal, pois a cadelinha latia incessantemente em direção a Regina.

Toda a gritaria e latidos chamou a atenção de Ruby que se assustou ao ver a cunhada desmaiada. Porém não houve tempo para perguntas, Emma já fazia os procedimentos de primeiros socorros e ditava ordens para todos, inclusive para Zelena que mesmo tão pálida quanto a irmã ajudou a carrega-la para o sofá.

Alguns segundos depois, Regina começou a reagir. Levou a destra até o rosto e apertou os olhos, em seguida os abriu lentamente encontrando dois pares de olhos encarando-a fixamente.

— Emma, corre aqui. Ela acordou! — exclamou Ruby, mais aliviada ao ver a amiga recobrar os sentidos. — Vou buscar um pouco de água com açúcar para dar a ela.

— O que aconteceu? — Regina murmurou.

— Você desmaiou, sis. E quase matou todo mundo de susto. — a ruiva esclareceu. — Como está se sentindo?

— Minha cabeça está latejando e estou tonta. — queixou-se ao sentir algumas pontadas na cabeça.

Emma veio rapidamente da cozinha com o telefone no ouvido e a chave do carro na mão.

— Certo, ela acordou, doutora. — afirmou ao telefone, observando as reações da namorada. — Tudo bem, obrigada.

— E então? — Zelena perguntou ao ver que a cunhada havia finalizado a chamada telefônica — O que a médica disse?

— A obstetra aconselhou a levá-la ao hospital para uma avaliação.

— Diga a ela que não tem necessidade, Emm. Eu já... — Regina protestou, porém, interrompeu-se ao sentir uma forte tontura ao tentar se levantar.

— Só que não, teimosinha. — a ruiva ironizou, fazendo Regina sorrir.

— Aqui a água com açúcar. — falou Ruby entregando o copo à amiga, que bebeu em pequenos goles o líquido adocicado.

— Vamos, amor. — Emma se inclinou e tomou a namorada nos braços. Já prevendo mais protestos, tratou de chamar a atenção da morena — Psiu, fica quietinha, linda. Você ainda está fraca.

— Isso aí, loira, mostra que esses braços fortes não servem apenas para levantamento de garfo. — disse Ruby ao dar uns tapinhas no braço esquerdo da amiga enquanto se adiantava para abrir a porta para as mulheres passarem.

— Para de falar besteira e me ajuda a colocá-la no carro, Ruby.

— Emm, eu posso andar! — disse com obviedade.

— E eu posso te carregar, simples assim! — contrapôs antes de beijar a testa dela. — Cadê a Zelena?

— Ela foi buscar a bolsa da Regi. — respondeu Henry se juntando a elas na calçada. Ignorando sua calça jeans suja de terra e a camisa que tinha marcas de patinhas, o garoto trazia um semblante preocupado e logo perguntou como a morena estava.

— Você foi acalmar a Lola ou lutar com ela? — perguntou a ruiva ao sair de casa e enxergar o estado do sobrinho.

— Aquela cachorra parecia um Pitbull, precisei prendê-la na lavanderia.

— Depois que nos sairmos você pode soltá-la, filho. A sua tia Ruby vai te fazer companhia. — informou ao acomodar Regina no veículo — Já pegou tudo, Zel?

— Sim, já estou com os documentos. Vamos? — Emma assentiu para a cunhada, pois não havia se lembrado desse detalhe. Fez uma nota mental de se programarem para estarem preparados quando Regina entrasse em trabalho de parto.

O caminho para o hospital foi tranquilo e rápido, uma vez que não havia transito naquela hora. Regina se manteve quieta, a dor de cabeça estava aliviando, embora estivesse enjoada e sentisse o corpo mole, assim apenas se manteve acomodada no banco traseiro, recebendo o carinho da irmã. De vez em quando os olhos verdes de Emma a buscavam pelo espelho retrovisor, como uma forma de garantir que a namorada estava bem.

 

***

 

Kristin Bauer, a obstetra de Regina, já as esperava em seu consultório. Dessa forma, a médica a examinou cuidadosamente e depois a encaminhou para mais alguns exames de praxe. Enquanto isso, Emma e Zelena aguardavam, inquietas, na sala de espera.

— Porra, foram fabricar os equipamentos! — a ruiva reclamou, andando de um lado para o outro. — Faz mais de uma hora que estamos aqui, sem notícias.

— Esses exames demoram mesmo, Zelena. — Emma suspirou, passando a mão pela face.

— Como você consegue ficar tranquila?

— Tranquila?! — deu um sorrisinho irônico — Eu fiquei apavorada quando vi minha mulher desacordada e, agora mesmo, estou me segurando para não invadir aquela ala de exames. No entanto, surtar não ajudaria em nada, não é?

— Você está certa. — sentou-se ao lado da cunhada.

Permaneceram em silencio por alguns segundos, se ouvia apenas o som baixo da televisão.

— Emma... — a ruiva se remexeu, inquieta — Então, eu queria me desculpar com você.

— Sobre o quê? — A xerife franziu o cenho, confusa.

— Bom, quando minha irmã falou comigo ao telefone, fiz mau juízo sobre o seu caráter antes mesmo de te conhecer. — encarou os olhos verdes — Antes que ela passasse mal, Regina e eu discutimos, a coisa ficou acalorada e acabei falando umas merdas envolvendo você.

— Não precisa se desculpar. Eu entendo, também ficaria desconfiada se estivesse no seu lugar. Na verdade, esperava por um tratamento hostil da sua parte. — disse com sinceridade no olhar — Honestamente eu não me importaria se assim fosse, porém desejava que nos déssemos bem por consideração a Regina. Ela já passou por tantas decepções que seria, no mínimo, egoísta fazê-la passar por mais um conflito.

— Esperava que eu a tratasse mal e mesmo assim me acolheu na sua casa?

— Não falo da boca para fora quando digo que faria qualquer coisa pela minha mulher.

— Vejo que minha irmã finalmente encontrou alguém que valha a pena! — tocou no ombro da loira.

— É que ela estava procurando na direção errada. — entrou na brincadeira.

— Emma, não sou uma pessoa fácil de lidar. — a loira fingiu uma expressão de surpresa e sorriu, fazendo a cunhada rir também. — Para de rir. Isso é sério, porra! Como eu estava dizendo, eu posso ser difícil, mas gostaria muito que tivéssemos um bom relacionamento. Não digo apenas por Regina, falo por nós também. Eu realmente quero ser amiga daquela que trouxe luz para a vida da minha irmã.

— Obrigada, Zel. — puxou a cunhada para um abraço de lado. — Ei, você está chorando?

— Não seja idiota. Foi só um cisco que caiu no meu olho. — disse enxugando os olhos lacrimejantes.

— Cisco sem vergonha, hein. Acertou logo os dois olhos.

— É bom que isso não saia daqui, Swan! Lembre-se que você ainda está em estágio probatório.

Emma abriu a boca para continuar a conversa, mas desistiu ao ver uma atendente do hospital se aproximar.

— Acompanhantes da srta. Mills? A dra. Bauer informou que a paciente se encontra no quarto 302, vocês podem visita-la.

 

Ao entrarem no quarto, se depararam com médica aferindo a pressão de Regina. A morena havia trocado a roupa por uma bata hospitalar e se encontrava confortavelmente sentada sobre o leito.

— Vocês fizeram muito bem ao trazê-la. — disse Kristin, depositando o estetoscópio em sua mesa. — Síncopes nesse estágio da gravidez podem parecer algo simples e inofensivo, no entanto, deve ser verificada para não se tornar uma complicação maior e que traga riscos.

— Mas o que houve comigo não afetou o bebê, certo? — Regina questionou, preocupada.

— Fique tranquila, de acordo com os exames, vocês estão bem. — respondeu a médica para o alivio das três mulheres, principalmente de Zelena que estava se sentindo culpada pela situação. — Desmaiou, pois, houve uma queda súbita da pressão arterial. Pelo o que me relataram, acredito que tenha sido motivado por uma tensão emocional. O corpo somatizou e causou o mal-estar.

— Entendo, tomaremos mais cuidado. — Emma sentou-se na poltrona ao lado da namorada. A morena buscou sua mão e entrelaçou seus dedos aos dela. Depois do susto, ambas ansiavam por aquele contato. — Ela já está liberada para voltar para casa?

— Emma, gostaria que Regina passe a noite em observação.

— Por que? Você disse que estava tudo bem! — Zelena indagou.

— Elas realmente estão bem. É apenas uma sugestão, pois acredito que o cuidado nunca é demais. — sorriu pacificamente — Não se preocupem, ambas serão monitoradas durante toda a noite e, caso precise, Regina poderá ser medicada.

Nesse instante a enfermeira entra trazendo uma bandejinha com alguns frascos e agulhas. Swan imediatamente se pôs alerta.

— Regina, agora você vai ser medicada, tudo bem?

Kristin informou acerca dos medicamentos para as mulheres enquanto a enfermeira preparava os injetáveis, sob o olhar receoso de Emma.

— Amor, calma, ok? — disse a loira, praticamente colada em Regina — Vai ser somente uma picadinha. Você pode apertar a minha mão se quiser.

— Estou calma, meu bem. — sorriu do jeito da namorada, Swan estava claramente apavorada com a agulha.

— Certo, mas não olha, linda. Se olhar é pior! — Zelena negou com a cabeça. Guardaria essa informação para zoar a cunhada futuramente, sim ou claro?


Notas Finais


Dessa vez pretendo atualizar logo, ok? Please, me digam o que acharam do capítulo.


Alguma Pana por aqui? Queria o link do grupo, pois precisei sair por motivos de celular desobediente.
Beijos!


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