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História Luz dos meus olhos. ( Jikook ) - Capítulo 9


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Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction Luz dos meus olhos. ( Jikook ) - Capítulo 9 - Capítulo 9

Final de um dia lindo!

Jimin.

JungKook cantou algumas músicas do Justin Bieber, sua voz é linda. Ele gosta muito de músicas romântica.

Com as histórias muito tristes que os amigos contaram, me senti mais próximo à eles... Senti o laço de amizade sendo fortalecido. Cada um deles demonstraram sua admiração por mim. Mesmo eu sabendo que na minha história, eu não tive outra opção além de seguir em frente, assim como eles. A vida não nos dá opção de retornar... Refazer. Se eu tivesse  essa oportunidade, talvez eu escolheria nunca me aproximar do Taemin...

– Eu já vou. – Seokjin fala se levantando.– Meu amor já enviou duas mensagens.

– Eu vou com você. – Taehyung diz se levantando.– Meus amores ficaram o dia inteiro sem mim... Estou louco de saudades. JungKook, você mora pertinho, depois você ajuda Jimin descer?

– Sim, eu vou ficar um pouco mais.– JungKook se senta mais próximo de mim.– Quando ele quiser desço com ele.

Recebo abraços e beijos dos meus amigos que logo saem me deixando sozinho com JungKook.

– Eu queria te fazer uma pergunta, sem querer ser invasivo... Você sabe o motivo do seu irmão cometer essa atrocidade?– Faço a pergunta que rodeou minha cabeça desde o fim da história.– Ele nutria algum sentimento amoroso em relação a você? Desculpa minha curiosidade...

– Tudo bem... – JungKook diz se aproximando mais, sentando bem ao meu lado.– Eu me fiz essa pergunta por muito tempo. Queria saber o motivo... Até que um dia eu fui até a penitenciária. Ao saber da minha presença ele não quis me receber. Voltei outras vezes até que um dia ele aceitou minha visita. Ele disse que conhecia Hyuna. Eles estudaram juntos, e que Hyuna sempre fez da vida dele um verdadeiro inferno, por não ter pais e por ser adotado. Segundo ele, Hyuna ao encontrá-lo na minha casa, quando não havia ninguém por perto, ela dizia que ele era um rejeitado... Nunca seria um Jeon. Estava sempre pelos cantos o ofendendo. Ele disse que certo dia, eu estava trabalhando, meus pais haviam saído... Hyuna falou pra ele que engravidou de propósito para esfregar na cara dele que um Jeon de verdade nunca seria como ele... Rejeitado. No dia do acidente, ela na verdade havia empurrado ele, como ele conseguiu se segurar, Hyuna perdeu o equilíbrio, caindo da escada... Ele fugiu acreditando que ninguém acreditaria nele. Afinal ele não era um Jeon. Era somente alguém que ninguém queria por perto.

– E o que você pensa sobre tudo isso? – Pergunto. – Você acreditou na versão dele?

– Olha, eu sempre sofri bullying na escola, por ser um nerd... Sei exatamente como as pessoas podem ser cruéis. – JungKook diz após um longo suspiro.– Hyuna, sempre fazia perguntas sobre Minho, perguntava o motivo de meus pais terem o adotado já que tinham um filho legítimo. Eu não entendia muito bem a fixação que ela tinha nesse assunto. Depois que voltei pra casa, fiquei pensando em tudo isso... Somando as informações com minhas lembranças... Eu acreditei na versão do Minho. Tanto que estou pagando os melhores advogados pra tirar ele da cadeia. Eu o visito de vez em quando, junto com meus pais. Meus pais no início ficaram com raiva dele. Eu contei a história pra eles, então eles aceitaram visitá-lo na penitenciária.

– Incrível!– Digo pensativo. – Eu também acredito nessa versão. Pois como você relatou, ele sempre foi gentil... Ele rejeitou Hyuna desde que ela entrou na sua casa. É possível sim, ser verdade.

– Eu me lembrei como ela tratava algumas meninas, ou até eu mesmo, quando sentia ciúmes.– JungKook diz.– Hyuna era muito mimada... Eu era apaixonado por ela, então, relevava... Assim como no seu relacionamento, eu esperava que ela mudasse.  Meu sofrimento agora é mais por minha filha, que nem pude ver seu sorriso.

– Um dia, você vai encontrar um grande amor, e esse amor, vai colar seu coração despedaçado. – Digo fazendo um carinho em sua mão. – Você terá uma linda família... Eu sei que um novo não apaga o que você perdeu... Mas ameniza a dor.

Bebemos mais um pouco de vinho, JungKook cantou outras músicas. A noite estava agradável. Kai e meu pai se juntaram a nós, trazendo bolo em uma bandeja.

Ficamos até tarde conversando, ouvindo música.

– Já está tarde, amanhã eu venho te ajudar com o livro.– JungKook diz se levantando.–  Eu vou te ensinar a usar o aplicativo. Quando você acordar, me envia uma mensagem que eu venho. Boa noite.

JungKook me abraça e beija meu rosto.

– Boa noite JungKook. – Digo sorrindo.– Até amanhã.

JungKook se despede da minha família, Kai desce junto com ele me deixando sozinho com meu pai, que nesse instante me abraça pelos ombros me fazendo de deitar sobre seu ombro.

– Eu gostei muito dos seus amigos.– Meu pai diz me fazendo sorrir.– Amigos de verdade são assim... Nos incentivam, nos fortalecem.

– Eu também gosto muito deles.– Digo. – Eles  tornam o peso mais leve, sabe? Me fazem me sentir vivo, ter esperança.

– Sim, eu entendo.– Meu pai beija minha cabeça.– JungKook te encheu de mimos... Ele é muito inteligente.

– São coisas muito úteis. – Digo sorrindo.– Agora eu posso ligar e enviar mensagens sem precisar de ajuda. Eu amei os presentes que ele me deu. Gostei de todos os presentes, mas do JungKook foi especial, não só pra mim, como para as pessoas que têm a mesma necessidade que eu.

– Vamos descer?– Meu pai tenta se levantar.– Não quer?

– Não, seu colo está muito bom.– Digo me aninhando em seu colo.– Faz muito tempo que não ganho um colinho.

– Você está carente... – Meu pai brinca bagunçado meus cabelos. – Você precisa arrumar um namorado... Mas um namorado que preste.

A última frase saiu com um sorriso. Balanço minha cabeça negando.

– Não sei... Não estou pronto pra um novo relacionamento.– Digo.– Afinal, passei quase oito anos da minha vida em um relacionamento abusivo... Preciso me apaixonar por mim muitas vezes antes de me apaixonar novamente.

– Te entendo... – Meu pai suspira. – Eu sofria tanto vendo você com aquele imbecil...

– Agora já passou. – Digo fazendo um carinho na mão do meu pai. – Nem vale nosso pensamento ou raiva.

Descemos, eu fui para meu quarto, tomei um banho e me joguei na cama.



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