História Luz na escuridão . - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie
Chegamos em uma parte importante da história, Passado.
Conhecer, sentir, salvar.
Os personagens passaram por estas três etapas durante os capítulos que postarei por agora.
Espero que gostem.
Boa leitura =3

Capítulo 21 - Memórias


Matt P.O.V 

- Onii-chan, não me deixe - uma criança falava - Quero ficar com você.

- Não tenho força para te salvar dele se ele te achar, preciso que fique aqui e se comporte para ele não te machucar, me esqueça.- falou uma voz masculina parecida com a de Ayato.

- não me deixe - a menina chorava, eu não conseguia ver o rosto dela, pois estava embaçada.

Depois deste diálogo, tudo ficou escuro denovo e um garoto com o rosto embaçado apareceu.

Agora é como se fosse um teatro, pois consigo ver todos os atores, mas alguns rostos ficam embaçados.

O garoto estava deitado em uma cama velha e provavelmente dura.

Ele lia um livro calmamente até que a porta se abriu e um homem a qual consegui ver perfeitamente o rosto entrou.

O menino largou o livro e se levantou com raiva, jogou uma faca na direção do homem e ela passou raspando de seu rosto deixando uma pequena e fina linha de sangue formar no belo rosto do homem.

- Saia daqui - O menino falou 

- Não, meu pequeno @#&[email protected], você é meu - o nome do menino foi censurado e o homem disse a frase com um sorriso diabólico.

- Não sou seu e nunca serei - falou o menino com raiva.

Logo, com uma agilidade inacreditável o homem correu até o garoto e o imobilizou em questão de segundos.

O garoto não tentou se debater, sabia que era burrice. Sabia que se tentasse fugir, imobilizado daquele jeito, quebraria seus braços.

O homem que estava em suas costas lambeu o pescoço do menino que logo começou a tremer 

- denovo n-não ugh - gemeu em timidez e fraqueza enquanto se encolhia nos braços daquele homem.

O homem injetou uma agulha no menino e liberou o líquido da seringa nele.

Em questão de alguns minutos, o menino ficou corado e ofegante, estava suando muito.

- desgraçado - Murmurou enquanto o homem lambia e mordia seu pescoço enquanto passava sua mão embaixo de sua blusa.

- ugh - se encolheu denovo quando recebeu uma mordida em sua orelha 

Um gemido tímido e sofrego.

Os olhos do menino encheu-se de lágrimas grossas que escorriam em abundância pelo seu rosto.

- Chame por mim, seu pai - o homem falou sussurrando, eu senti o desespero do menino, a dor.

- Você n-nunca será meu pai - falou o menino. Ele não deixava o homem ver sua fragilidade.

- Posso não ter o mesmo sangue que você, mas te criei quase sua vida inteira, sou seu pai - falou o homem com a boca no abdômen nu do garoto

- ugh - o menino mais uma vez se encolheu. - Não m-me toque.

- Mas você gosta, não é mesmo @#&[email protected]? - o homem falou enquanto abaixava a calça do garoto com a boca.

- Desgraçado - Murmurou o menor com raiva e fragilidade pela droga injetada o deixar fraco. - P-pare

O homem lambeu lentamente o membro já ereto, por causa da droga, do garoto.

- ah-n - saiu um gemido da boca do garoto 

O homem engoliu toda a extensão  do membro de garoto que se desequilibrou e foi empurrado bruscamente para a cama que antes estava lendo.

- Você me quer junto a você, não é mesmo ? - quando o homem falou isso, eu e o menino trememos e um desespero tomou conta de mim e dele.

O maior tirou suas roupas logo se ajeitando na entrada do menor que implorava para não ser penetrado. 

O mais velho penetrou completamente o interior do menor que chorava e gemia de dor.

- P-pare, P-porfavor - ele falava, eu sentia a dor dele, como se algo estivesse me rasgando ao meio, ardia, doía,  nós ficamos nos sentindo sujos enquanto ele o penetrava sem dó ou preparo.

Demorou um tempo com aquela cena e os gritos do menino até que o homem gozou e saiu de dentro do menor.

O corpo do menor despencou na cama e logo ele se encolheu.

O mais velho pegou suas roupas e quando terminou foi até a porta, mas antes de sair virou o rosto pro rapaz.

- Você pertence a mim, se fugir, pertenceram ao mundo. O mundo é pior que eu. Você foi amaldiçoado desde que estava no útero, ninguém ligará para você, morra como um verme, Ayato.

Ayato

As memórias são de Ayato, a dor em meu peito foi enorme até eu sentir meu coração parar, e logo acordei desesperado por ar.

- AYATO - gritei desesperado levantando da cama a qual estava, mesmo não sabendo como fui parar aí, e corri para a porta.

- Ei Matt - falou Angela - O que foi? 

- A-Ayato - murmurei e logo que Ayato apareceu atrás de Angela, meu corpo doeu e minhas pernas falharam.

- Ei pequeno anjo, você está bem? - perguntou Ayato enquanto me segurava para não cair.

Chorei ao lembrar do sofrimento que vi e senti.

Abracei Ayato forte 

- Você sofre, você sofreu, agora estou aqui, estarei contigo para o que der e vier.

Ayato abaixou sua cabeça, apoiando em meu ombro e me abraçou, logo começou a chorar baixinho.

Eu acariciei seus cabelos até eu não aguentar mais e dormir denovo.






Notas Finais


Estupro é crime, denuncie.
Estamos entrando na fase onde os personagens vão ficar mais conectados.
Direi que é uma fase mais tranquila por enquanto.
Mas talvez tensa, talvez não.
Agradeço por lerem
Até a próxima =3


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