História Lyra - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Merlin, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Molly Weasley II, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Órion Black, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Theodore Nott, Victoire Weasley
Visualizações 15
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - 2- Conversa de garotos


Fanfic / Fanfiction Lyra - Capítulo 2 - 2- Conversa de garotos

Pov James

Eu e meus pais tínhamos acabado de chegar na Toca, estava tudo normal, minha tia conversando com minha vó na cozinha, os garotos discutindo quadribol na sala, sempre a mesma coisa, eu já estava começando a ficar entediado com os almoços na Toca, sinceramente, no fim me encostei no canto da sala e fiquei observando a discussão.

- O que aconteceu?- perguntou minha mãe se aproximando.

- Só estou um pouco desanimado, mãe, não se preocupe- falei sorrindo torto para ela.

- Esse desânimo já vai passar então- falou Órion sugestivo.

- Como assim?- perguntei

- Vamos dizer que uma certa loira resolveu voltar mais cedo de Nova York.- falou ele e eu abri um sorriso.

- Onde ela está?- perguntei agitado.

- Ela falou que ia explorar a Toca para ver como ficou- disse vovô Arthur.

Eu saí correndo o mais rápido que pude dali, passei por vários cômodos, todos os quartos, mas nem um sinal da Lyra, acabei parando em um dos corredores e resolvi colocar a cabeça para funcionar, aonde ela poderia estar? E logo a resposta veio, o jardim, é óbvio, fui correndo para lá e me deparei com a porta de vidro aberta, pude ver sua silhueta virada para as cerejeiras, sempre tão previsível pequena.

- Imaginei que fosse estar aqui- falei andando em sua direção.

Ela se virou e me deu seu melhor sorriso, logo começou a correr e praticamente se jogou em meus braços, eu mal podia acreditar que estava com ela de novo, quanta saudade que eu senti dessa peste, ela estava igualzinha, claro que os seios estavam mais fartos e os quadris também, ela estava completamente perfeita, e com certeza o meu membro pensou o mesmo, já que resolveu dar sinal de vida. Eu a soltei rapidamente para que não percebesse e ela falou:

- Bom, sou um ser previsível

- Não posso negar- falei e rimos- então, o que achou da nova Toca?

- Não tem mais cara de casa de vó, mas eu achei que ficou incrível, a biblioteca então, é magnífica.- falou ela com brilho nos olhos.

- E gostou do seu quarto? Eu ajudei a decorar, fiquei meio perdido entre tantas opções de cortina e papel de parede, mas no final ficou aceitável- falei um pouco receoso.

- Eu nem sabia que eu tinha um, me mostra agora mesmo, James Sirius Potter!- falou pegando em minha mão e me arrastando casa adentro.

Nós subimos a escada, ainda de mãos dadas, adoro o toque dessa garota, viramos no corredor da esquerda e seguimos até a última porta, que por coincidência, ficava ao lado do meu quarto, abri a porta para ela entrar e pude ver a maravilha em seu olhar, ela olhava para tudo, mas seus olhos pararam na penteadeira, era realmente muito bonita, cheias de fotos que sorriam para nós, por fim ela se virou e me abraçou com força.

- Eu amei cada detalhe, me senti em casa, obrigada- falou.

- De nada, pequena- falei retribuindo o abraço.

Lentamente fomos nos separando e os nossos olhos se perderam em um transe, os corpos ainda grudados e as respirações calmas, os meus olhos viajavam desesperados de seus lábios carnudos para os olhos dela, por fim ela quebrou toda a distância entre nossas bocas, era um beijo calmo e cheio de carinho, logo pedi passagem com a língua e ela cedeu, minhas mãos apertaram sua cintura com certa força e os beijos se intensificaram aos poucos, a coloquei contra a parede, a apertando com toda minha força, ela parou o beijo e olhou para minha camisa, entendi isso como uma indireta, então a joguei para longe, peguei em suas coxas e a impulsionei para cima, suas pernas se prenderam em minha cintura com certa firmeza, então andei com ela em meus braços e levei-a até sua cama, não consegui resistir por muito tempo e minhas mãos acharam a barra de seu vestido e o tiraram, pude ver naquela hora um conjunto lindo de lingerie branca, e um corpo mais lindo ainda por baixo dela, a olhei fundo nos olhos e pude sentir um pingo de vergonha por sua parte.

- Tão linda- sussurrei em seu ouvido.

Ela tinha um corpo maravilhoso, seios fartos, cintura fina, os quadris largos e coxas grossas, uma bunda perfeita, não tinha como alguém achar essa garota feia nem se quisesse.

Voltamos a nos beijar com um desejo extremo, desci minha boca para seu pescoço e o explorei deixando algumas marcas e mordidas ali, voltei a sua boca e a beijei novamente, era um beijo tão gostoso, poderia ficar ali por muito tempo, até que a porta se abriu e pude ver as caras espantadas de meus pais, eles rapidamente fecharam a porta, mas eu sabia que não tinham ido embora, eu e ela nos vestimos novamente e abrimos a porta com certo medo. Meus pais sabiam que eu não era mais virgem, perdi com 16 anos, já vai fazer um ano, mas nesse caso é diferente, Lyra é minha prima, de consideração obviamente, o que não torna isso errado, mas não tenho certeza de como eles pensam em relação a isso.

Abrimos a porta e eu pude ver um sorriso enorme na cara de minha mãe e um meio sem jeito na cara do meu pai.

- Desculpem crianças- falou minha mãe- deveríamos ter batido na porta.

- Sem problemas, tia Gina- disse Lyra corada- nós deveríamos ter trancado a porta.

- Bom, agora se os rapazes não se importam- falou minha mãe indo em direção à Lyra- nós iremos ter uma conversa de garotas.

- Eu aproveito e converso com James também- falou meu pai- colocar o papo em dia, sabe?

Meu pai abriu a porta de meu quarto e nós entramos, pude ver as meninas fazendo o mesmo, eu me deitei em minha cama e meu pai se sentou na poltrona ao lado.

- Então, senhor James, pode me explicar o que foi aquilo?- perguntou meu pai.

- Olha pai, eu sei que você acha isso errado porque ela é minha prima de consideração e tals, mas a gente não tem conexão de sangue, não tem nada errado em nós ficarmos juntos. Aquilo que você viu foi uma coisa completamente inesperada, é claro que nós já tínhamos nos beijado antes, mas eu não sabia que ia chegar naquele ponto. Então me desculpa, porque eu não me arrependo de nada do que aconteceu e poderia ter acontecido naquele quarto- falei e pude ver o choque em seu rosto.

- James, não tem problema nenhum vocês ficarem juntos, como você disse, ela não é sua prima de sangue. A minha única preocupação é que eu sei que você nunca foi fã de relacionamentos sérios, e eu tenho certeza que a Lyra te ama, todos sabem disso, eu só não quero que ela saia machucada na história, até porque eu também tenho certeza que ela é virgem, então pode parecer que você só a procurou por sexo e depois a abandonou, você me entende?- pergunto num tom compreensivo.

- Ela é virgem?- perguntei chocado e meu pai afirmou com a cabeça.- Então ainda bem que vocês interromperam a gente. E assim, eu sei que não tenho um histórico bom com garotas, mas com ela é diferente, eu sorrio só de ouvir o nome dela, eu fico nervoso quando estou perto, é involuntário, todo o meu corpo reage perto dela, eu a amo pai, como nunca amei ninguém, eu quero fazer ela a pessoa mais feliz desse mundo, eu quero beijá-la, tocá-la, dar uma primeira vez digna de uma pessoa tão incrível, eu quero ter uma vida com ela, e eu nunca quis isso com ninguém.- meu pai me olhava com um sorriso enorme.

- É tão bom ouvir isso meu filho, fico orgulhoso de você, você tem a minha bênção para esse relacionamento- falou feliz e eu não pude evitar de sorrir- agora vamos, o almoço está quase pronto.




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