História M a d L o v e - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Visualizações 4
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem ♥️

Capítulo 11 - Indiferença.


Fanfic / Fanfiction M a d L o v e - Capítulo 11 - Indiferença.

 

                                    (...)

- O corte não foi profundo então vou pedir apenas para higienizar duas vezes ao dia e trocar o curativo sempre que necessário, em relação ao trauma vamos encaminhar você a um psicólogo. - a socorrista da ambulância me diz enquanto termina de preencher minha ficha

- Estou bem, não preciso passar com uma psicóloga. - digo a ela me levantando da maca improvisada que havia sido montada no jardim do asylum - posso ir? - aponto então para a saída do lugar

- Você tem certeza disso? traumas são comuns e você pode precisar de ajuda... - ainda com a prancheta em mãos a socorrista me encara com dúvida se me liberava ou não

- Tenho, obrigada até aqui

Ao me levantar da maca noto então uma aglomeração de pessoas do lado de fora dos portões do asylum, a chuva naquele momento já estava mais fraca e menos densa e os repórteres no local indicavam o quanto a mídia estava ansiosa para saber qualquer notícia sobre a fuga do palhaço, eu sabia que aquela não seria uma fuga definitiva afinal, como ele disse se nada tivesse dado errado aquela noite eu seria então seu plano A e fugiriamos juntos...

" ele vai voltar pra nós buscar amiguinha, vamos esperar algum sinal dele"

a voz infantil ecoa em minha mente dando enfim conforto para minha angústia, eu sabia que no fundo eu teria apenas que ter paciência, ele iria me buscar

- ele não te abandonou harleen, ele vai voltar - digo em voz baixa confirmando a mim mesma que era só questão de tempo

Ao chegar nos portões do asylum me direciono rapidamente para o estacionamento sem chamar a atenção de ninguém, a última coisa que eu queria agora era sair nos jornais locais como a "vítima" do palhaço, esse título não era meu. busco no retrovisor alguma imagem boa em mim e apenas vejo um cabelo molhado e uma atudura em volta do pescoço devido ao corte... aquele era o único sinal que eu tinha dele e faria valer a pena cada mililitro cortado por ele... passo então os dedos sobre meus lábios relembrando o beijo e um enorme sorriso surge em mim, eu estava entorpecida por aquele momento e ninguém poderia estragar ou tirar isso de mim, foi um momento único e apenas nosso, somente nós dois sabíamos o que aquele beijo e aquele corte significava, ninguém mais poderia entender o que eu estava sentindo por ele, ninguém, a sociedade não entende seus motivos de matar e jamais entenderia os meus de me apaixonar.

- Harley? - o diretor do asylum se aproxima do vidro do carro com batidas chamando minha atenção

- Sim? - digo abaixando o mesmo o encarando

- Me desculpe não ter chegado antes, soube do acontecimento e vim o mais rápido que pude, você está bem Harley? - o homem diz erguendo as sobrancelhas notando o curativo em volta do meu pescoço

- Estou sim, isso não foi nada, não se preocupe - digo girando as chaves do carro informando que não queria conversa

- porque não tira um dia de folga amanhã? vai te fazer bem, estou preocupado com seu psicológico - ele diz se afastando um pouco do vidro

- Tudo bem, vai me fazer bem mesmo, agora já vou indo... minha cabeça está doendo um pouco.

- Não quero uma carona? posso te levar pra casa.

- Não precisa, estou bem de verdade, agora tenho que ir estou cansada por hoje.

- Claro, bom descanso e qualquer coisa que precisar nos contate, queremos o seu bem estar.

" vocês querem que eu não processe vocês pelo acontecido seu idiota" a voz infantil grita em minha mente e fico feliz por ele não ter ouvido, mas no fundo eu sabia que era verdade, uma coisa dessas na justiça acabaria com a reputação do arkham mas felizmente eu não queria Isso, havia pessoas ali dentro que me importava, Hera e Selina eram pacientes maravilhosas e não as queria perder também... observo então o sol nascer logo a frente e caio em si que o dia já estava começando me fazendo lembrar que eu ainda estava com sono

- um dia de folga extra realmente vai me fazer bem - dirigo em direção a estrada principal da cidade fugindo dos jornalistas que provavelmente iriam se multiplicar em poucas horas.
                                                   (...)

- Jonny os armamentos já estão na garagem? - Coringa diz ao um dos homens que estavam de guarda em frente a porta de sua mansão

- Sim senhor, a munição já chegou diretamente do exército americano e amanhã iremos fechar uma parceria com fornecedor de bombas diretamente do Irã - o homem diz confiante

- Perfeito, estive tempo demais fora dos negócios.... - Coringa se direciona para a escadaria logo a frente que dava acesso a sua suíte - teremos que fazer uma nova visita ao Arkham em breve, o celular do espantalho ficou no lugar e quero saber quem era seu antigo sócio para termos uma conversa a sós sobre estar vendendo drogas na minha cidade

- Podemos acionar um segurança do local pra isso senhor - um de seus homens diz a Coringa que ergue as sobrancelhas em resposta

- Não, eu já tenho um outro plano em mente, apenas façam o que eu mandar - Coringa encerra a conversa subindo então em direção a seu quarto

O lugar era grande e muito espaçoso, dentro do ambiente havia uma área reservada a bebidas e um escritório, o luxo do cômodo era inegável assim como dos outros cantos da casa... buscando um copo de whisky Coringa se apoia em um cadeira com o pensamento longe, sua mente só vagava em Harley, todos seus pensamentos se resumiam a ela no final e no fundo aquilo o irritava profundamente, nenhuma mulher havia perturbado sua mente da forma que ela fazia... aquilo realmente estava se tornando um teste de resistência, seu copo é arremessado para uma das paredes do escritório enquanto suas mãos alisavam seus cabelos verdes para trás, algo estava errado e ele podia sentir Isso...


Notas Finais


♠️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...