História MA CITY (Imagine Taehyung com Ilustrações) - Capítulo 40


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Adolescente, Babygirl, Bangtan Boys, Bts, Daddy, Drama, Drugs, Escola, Incesto, Intercâmbio, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kitten, Love, Lovely, Namjoon, Rap Monster, Revelaçoes, Romance, Secundário, Seoul, Sex, Sexo, Suga, Tae, Taehyung, Vida Adolescente, Yoongi
Visualizações 146
Palavras 1.411
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não me acredito que acabou. :')
Por favor, peço-vos que leiam as notas finais até ao fim... Boa leitura ^^

Capítulo 40 - The End


Fanfic / Fanfiction MA CITY (Imagine Taehyung com Ilustrações) - Capítulo 40 - The End

Os seus lábios procuram os meus e unem-se numa fração de segundos. Taehyung explorava cada limite da minha boca e eu deixava-me levar por aquela sensação que já não sentia há tanto tempo. O carro estacionado em frente à escola tinha sido completamente ignorado pelos nossos dois corpos que, naquele momento, ansiavam por prazer.

Os meus cabelos eram despenteados pelas mãos de Taehyung que logo se cansaram deles, avançado para as curvas do meu tronco e coxas.

O telemóvel toca no bolso do ruivo que, com dificuldade, larga os meus lábios rosados e o tira das calças.

-É o Yoongi. Atendo? - Pergunta, de forma preocupada e ainda ofegante.

-Atende. Pode ser importante.

-Estou? - Tento prestar atenção à chamada mas os meus pensamentos levam-me para a cama do Tae. A colcha macia e os lençóis frescos da estação de verão cobrindo os nossos movimentos prazerosos. As persianas entreabertas e a luz apagada, permitindo ao quarto receber apenas a claridade necessária. Logo me lembro que hoje a senhora Jihyo chega mais cedo do trabalho. Decido deixar estes pensamentos de lado já que, garantidamente, não vai acontecer nada.

Ouço Taehyung suspirar como se estivesse arrependido de atender a chamada.

-Que era? - Pergunto.

-O Jungkook vai sair com a namorada. Pediu-me boleia. Ele não sabia que estava contigo mas eu disse que o levava a casa.

-Sem problemas. É só uma viagem. - Repito a última frase para mim mesma dez vezes mas os nervos não se acalmam. Não demorou muito tempo até avistar-mos Yoongi a chegar, de camisa preta desabotoada em cima e umas calças de ganga pretas rasgadas.

-Desculpa lá. Estava mesmo a contar que o Kook não fosse sair. - Ele redime-se ao entrar pela porta de trás. - Também não tenho carro. - Ele suspira. - Olá, S/N. - cumprimenta-me de forma cordial e eu abro um sorriso uma vez que o Tae interrompe a minha próxima fala.

-Que aconteceu ao teu carro?

-Bati com a parte da frente.

-Ui. Não me disseste nada? Como é que isso aconteceu? - Vejo Taehyung arregalar os olhos e rodar a chave na ranhura para que, desta vez, consiga arrancar.

-Estava com uns copos e ao sair do estacionamento bati num dos postes de eletricidade. - Ele ri-se. - Não me magoei mas o meu carro já não pode dizer o mesmo.

-Podias ter dito.

-Não contei a ninguém, Tae. - Ele justifica-se. - Posso fumar um cigarro? - Taehyung assente, abrindo a janela de trás do veículo e Yoongi acende o seu cigarro, como sempre fazia.

-Não estavas a deixar? - Pergunto, repreendendo-o.

 

-Há coisas que não vale a pena deixar. - As suas palavras pairam no ar e invadem-me novamente. Tudo o que ele fazia era tão intenso.

-Yoongi, dás-me um dos teus cigarros? - Taehyung lança-me um olhar de pai preocupado porque tinha estranhado a minha pergunta. - Queria experimentar. - Na minha cabeça, passa-me de repente uma ideia doida. Eu juro que não estou bêbada. Mas, por curiosidade, ia experimentar um dos cigarros de Yoongi e um dos cigarros de Taehyung. Precisava de saber qual sabor me agradaria mais. Eu estava tão confusa que ia basear uma escolha de vida no sabor de um estúpido cigarro mas, desde o início, que o que eles fumavam os caracterizava tão bem. Valia a pena experimentar.

-Não vais fumar, S/N. - Ordena Tae, preocupado.

-Por favor. Também gostava de experimentar um dos teus. - Faço uma carinha piedosa e Taehyung revira os olhos, como se tivesse feito um sacrifício para não dizer uma única palavra.

O carro é estacionado em frente à casa que devia ser de Yoongi.

O carro é estacionado em frente à casa que devia ser de Yoongi. Ele estende-me a mão para o banco da frente e entrega-me o maço de tabaco inteiro. Black Devil era o seu nome. Pela primeira vez tinha conseguido ler as letras da caixa e da borda dos cigarros.

-Ei, ei, ei. Basta um cigarro. Ela só vai experimentar. - Diz, Tae de forma autoritária.

-A caixa só tem um cigarro. - Yoongi sai do carro, de forma impaciente. Quase que diria que estava ansioso para que eu o experimentasse. Digo, o cigarro.

-Agora um teu. - Volto-me para Taehyung que pega na caixa vermelha de Marlboro e me entrega um deles, mesmo sem saber que poderia indicar a sua sentença.

Pouso a mochila no quarto depois de lanchar e conversar um pouco com a senhora Jihyo e Taehyung. Aproveito que este decidiu ir tomar banho e, depois de pegar no isqueiro da sua mochila, dirijo-me para o exterior da casa, dando a desculpa que me ia encontrar com Jun.

As luzes da cidade iluminavam o passeio que eu percorria sem cessar. Os meus pés arrastavam-se como quem caminhava para uma armadilha. Sento-me num banco de jardim e observo as poucas pessoas e os poucos carros que circulavam àquela hora. 20:14. A hora da verdade. Olho para as minhas mãos que seguravam os dois cigarros e o isqueiro.

Não tinha coragem. Neste momento estava decidida a ficar com Taehyung. E se eu gostasse mais do sabor que Yoongi fumava? E se isso fosse um sinal que eu estava a fazer a coisa errada? Um coração divido prestes a solidificar-se com tabaco. Quão irónico.

Levo o cigarro preto à boca e ligo o isqueiro. Não era a primeira vez que fumava. Fumar para levar a dor. Fumar para levar os nervos. Fumar para estar bem. O sabor a menta com o travo de tabaco invade-me. O Yoongi aparece em força na minha mente, o seu casaco no meu colo dentro do seu Honda preto. As correntes no meu corpo. Os beijos. O perfume frio. A presença obscura e carinhosa. Fecho os olhos e deixo-me ir até onde a minha mente me leva. Tinha controle em tudo menos no amor. Apago o cigarro no pavimento e abro os olhos. De volta à realidade e prestes a ser levada novamente - agora pelo cigarro mais convencional, vindo da caixa vermelha de Taehyung. Volto a sentir mais uma vez a menta e o tabaco fundidos num só e despeço-me com algumas lágrimas a quererem soltar-se. Ligo o isqueiro novamente e não é preciso muito para sentir um espasmo no meu corpo. Saberia de tudo agora. Aceno a Taehyung que me abraça numa onda de calor, quando o isqueiro entra em contacto com a ponta do cigarro. Vejo os nosso movimentos projetados no teto do seu quarto e da nossa alegria e entusiasmo por estarmos a fazer amor às escondidas. O perfume dele é caloroso. Os seus cabelos, por muito molhados que possam estar, estão sempre quentes. Os seus dedos a caminhar sobre a minha pele. Volto a abrir os olhos e apago-o novamente no chão em paralelos.

Num impulso, o meu corpo levanta-se e começo a correr. Nunca foi uma dúvida. A resposta sempre esteve lá, à minha frente e, muitas vezes, a meu lado. Tudo estava escrito no momento em que entrei no avião. Não poderia ser de outra forma. No meio do caos que era a minha mente, ele nunca saiu de lá. Por boas ou más razões, eu via-o sempre. Corro em busca daquele que me faz sentir mais viva.

E mesmo se eu morresse agora, eu morria em paz porque, finalmente, tinha descoberto a quem eu pertencia.

______________

22:12h

Em frente ao banco de jardim deixo os dois cigarros pousados verticalmente no pavimento. A caixa de Black Devil pediu para ficar para trás, pousada na madeira velha que rangia sempre que se  sentavam por cima dela. O isqueiro? O isqueiro trouxe-o comigo porque tinha percebido finalmente que precisava de alguma coisa de Taehyung para conseguir acender a chama que ele sempre foi na minha vida.

Agora vejo-o dormir, sem sequer imaginar que acabei de tomar a decisão mais difícil (mas também mais acertada da minha vida). Coloco de volta o isqueiro na mochila, sem fazer um barulhinho que fosse.

Afundo-me na minha cama e encaro a clarabóia. Aquela que era como tabaco para mim. Aquela que me tirava os nervos, medos e ansiedade. Aquela que me via chorar nas noites mais complicadas. Aquela que sabia agora da minha escolha.

Quando a lua for embora, pelo amanhecer, a pequena clarabóia do meu quarto vai permitir que passem os raios de sol tão sortudos por poderem brilhar e vai-me dizer que está tudo bem.

O “amanhã” vai ser um dia normal.

The end


Notas Finais


Ainda não me acredito que acabou. Gostei tanto de acompanhar e escrever esta história com a vossa ajuda! Muito obrigada pelo vosso apoio. Se gostaram desta fanfic, por favor partilhem-na para chegar a mais gente. Não tenho palavras. <3

Agora tenho um pedido a fazer. Quero começar outra mas só começo se tiver 10 comentários neste cap para ter a certeza que terei leitoras <3
Vocês escolhem o tema:
1) Romance com professor
2) Romance - género incesto
3) Romance medieval
4) Romance com chefe de trabalho

Muito obrigada :')
Mil beijinhos.


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