História Ma Douce Schizophrénie - Capítulo 11


Escrita por:

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Categorias My Chemical Romance
Tags Frerard
Visualizações 26
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei um pouco, mas voltei
Eu precisava fazer muitas coisas da escola, me desculpem

Booom, esse capítulo tem Lemon e confesso que eu ri bastante escrevendo ele (Eu não tenho maturidade o suficiente para isso, ignorem hahahah)
Não se se ficou bom, mas eu tentei

Já aviso que o próximo capítulo virá com altas polêmicas
2 bj

=)

Capítulo 11 - Capítulo 10


GERARD P.O.V

Hoje completavam exatos dois meses desde aquela tarde, Frank e eu estávamos ficando, não era nada sério, mas era bom, era natural. Ele já fazia parte da banda, que estava incompleta antes de ele chegar, a My Chemical Romance não tinha nenhuma reputação ainda, enquanto eu falava que nós deveríamos desistir Frank sempre era otimista em dizer que as coisas não eram tão fáceis, mas logo conseguiríamos alcançar um público. A verdade é que por mais que eu tenha esse pessimismo todo, eu acreditava que as músicas poderiam ajudar alguém, essa era a minha intenção desde o início, salvar vidas.

Ontem eu recebi uma mensagem de Frank, dizendo queria que ficasse com ele por um tempo porque que seus pais iriam passar uns meses em Manhattan para tirar férias, o que eu achei uma puta sacanagem, ele era o filho deles, o mínimo que deveriam fazer era tratá-lo como tal. Mas enfim, eu iria, por mais que as nossas casas fossem literalmente na frente uma da outra, sozinhos, sem adultos chatos, nós teríamos mais privacidade.

Eu estava arrumando uma mochila para ir até a casa de Frank, algumas mudas de roupa, carregador de celular e celular. Atravessei a rua e fui toquei sua campainha, ele abriu a porta rapidamente e pulou em cima de mim, abraçando meu pescoço com os braços e me beijando com rapidez, eu adorava isso nele, o medo e a vergonha que ele tinha há um tempo atrás não existia mais, eufórico, animado, mas ainda assim me parecia misterioso. Ele dizia que não era assim, que foi Jenny quem o ensinou a ser uma pessoa melhor e eu confesso que eu tinha ciúmes dessa garota, ele andava muito com ela, falava dela sempre que podia, diria que nos daríamos bem se nos conhecêssemos, o que eu duvido muito. Só nesses dois meses ele apareceu com duas tatuagens novas. Uma das tatuagens circulava toda área abaixo do umbigo, “Search And Destroy” com desenhos bonitos enfeitando as palavras. Também tinha as duas pistolas nas costas, eu amava suas tatuagens, aquela era uma das minhas preferidas antes do escorpião no pescoço, eu também tinha uma fascinação fora do comum por aquela tatuagem, nele elas ficavam tão bonitas, nem parecia que a pele amorenada havia sido mutilada pelas mãos de uma pessoa segurando um aparelho contendo uma agulha na ponta.

Ele me deu passagem e eu entrei na casa, era simples, uma televisão em um rack, a sala e a cozinha sendo divididas pela mesa de jantar e um balão ao lado desta, algumas fotos antigas, o que eu deduzi serem de alguns parentes seus, um sofá encostado na parede, janelas atrás do mesmo e cortinas claras tentando bloquear a luz, Frank, me disse para acompanha-lo e subiu uma escada, o segui até o andar de cima, seus quadris faziam um movimento diferente quando andava, esse era um detalhe nele que adorava, era algo sutil, porém sexy. Ele me guiou até seu quarto e colocou minha mochila na cômoda e depois de um pequeno debate decidimos que iriamos assistir Sexta-feira 13, um filme clássico e clichê, mas que Frank amava, ele foi fazer pipoca e eu coloquei o filme, ele voltou com refrigerantes e ficou ao meu lado em cima da sua cama, eu percebia que ele ficava meio agitado em alguns momentos, mas nem eu nem ele falávamos algo, até que ele levantou apressado e desceu as escadas.

-Frank?

-Eu já volto Gee- Sua voz soava desesperada, fiquei preocupado, mas não fiz nada, ouvi ele praguejar algumas coisas baixinho, franzi as sobrancelhas. Eu até pensei em ver o que estava acontecendo, mas logo ele voltou para o filme comigo, bem mais calmo e se aninhou nos meus braços, ele estava de costas para mim, sentado no meu colo, apoiei minha cabeça em seu ombro enquanto acariciava sua cintura, ele fingiu se ajeitar em cima de mim, rebolando suavemente por cima de meu membro, apertei sua cintura e ele jogou a cabeça para trás, entreabrindo a boca, eu distribuí beijos, chupões e mordidas pela extensão do seu pescoço. Ele se arqueou todo, fazendo mais pressão em meu membro, o virei de frente para mim e o beijei, ele me empurrou para que eu ficasse deitado, subiu em cima de mim de novo e se inclinou para me beijar, coloquei as mãos em sua bunda e o movimentei em cima de mim até ele o fazer sozinho. Inverti nossas posições com um pouco de agressividade e parei para olhar para ele. Era lindo, seus cabelos esparramados no travesseiro, seus olhos me olhavam com um misto de esperança e alegria, sua pele parecia brilhar pela luz do fim de tarde, ele mordia o piercing no lábio em provocação, foi aí que eu percebi que eu deveria fazer alguma coisa. Guiei minhas mãos à barra de sua camiseta e puxei para cima, ele levantou os braços, eu o livrei daquele tecido e ele sorriu, um sorriso inocente contradizendo aquela cena toda. Não perdi tempo e desabotoei os botões da sua calça jeans, o membro sendo protegido somente pela boxer azul marinho

-Você está vestido demais- Ele falou e se ergueu na minha direção, tirou minhas roupas e me puxou pelo pescoço, colidi nossos quadris e ele gemeu, arqueando as costas, coloquei minhas mãos no elástico da sua boxer, tirei aquela peça de seu corpo e ele pareceu se aliviar e se envergonhar ao mesmo tempo, retirei a minha própria boxer e perguntei:

-Onde... É...

-Segunda gaveta do criado mudo- Ele disse rindo, corei e fiz o que ele mandou, abri a tampa do tubinho branco e lambusei meus dedos com o produto, ele abriu as pernas um pouco mais e eu guiei meus dedos para a sua entrada nunca antes violada, forcei o indicador e vi ele fazer uma careta, continuei empurrando meu dedo até que pelo menos a ponta estivesse dentro dele e Deus, como ele era apertado, é claro que eu já havia lidado com virgens antes, era sempre difícil, mas com ele era diferente, eu gostava muito dele, gostava de verdade e eu não queria machuca-lo, e para dificultar mais ainda Frank era apertado como o inferno.

Meu indicador já estava dentro dele por inteiro, me movimentava suavemente para que ele se acostumasse com a dor, ele gemia baixinho, com as feições retorcidas em dor, mas empurrava seu quadril em direção ao meu dedo, adicionei o segundo dedo e o expandi o máximo que pude, com movimentos de vai e vem. Ele já estava um tanto acostumado, ofegava e se empurrava contra mim cada vez mais

-Gerard- Ele tentou chamar minha atenção, mas eu estava concentrado demais em como ele era bom e como eu o tinha nas mãos, eu seria seu primeiro- Gerard, anda logo- Ele disse rebolando suavemente, saí do transe e logo entendo o que ele queria dizer. Peguei o tubo de lubrificante ao meu lado e espalhei pelo meu membro, retirei meus dedos de seu interior e ele gemeu de dor.

-Desculpe- Posicionei meu membro na sua entrada e pincelei aquele lugar, ele gemeu manhoso e entrelaçou as pernas nas minhas laterais, me puxando para perto dele, murmurando para que eu fodesse logo. Eu queria provoca-lo mais, mas nem eu estava aguentando. Pressionei meu pênis sobre a sua entrada e ele me apertou mais contra si, tentando conter a dor, parei por um instante e ele abriu os olhos que antes estavam apertados

-Está tudo bem?- Eu perguntei- Se quiser é só falar que eu paro- Disse com preocupação

-Dói u-um pouco, mas não ouse parar Ge-erard- Ele disse e deu um tapinha no meu braço, sorri e continuei com os movimentos

Eu estava dentro dele pela metade, eu um movimento leve de vai e vem, eu poderia gozar só com isso, ele era a melhor coisa do mundo, o jeito que ele se contraia e se empurrava contra mim era mágico, seus músculos tentavam me expulsar a todo custo, ele estava com os olhos abertos, olhando para mim enquanto eu me movimentava, decidi que era hora de aumentar a velocidade e eu o fiz, fui para trás e me empurrei para frente, com uma força um pouco maior do que eu desejava o que me fez entrar de vez nele. Ele jogou a cabeça para trás e abriu a boca, escapando dela um gemido gutural pela sensibilidade

-Frankie? Eu te machuquei?- Perguntei parando os movimentos

-N-não Gerard, eu... Eu g-gostei, faz isso de novo- Ele disse sorrindo, ok ele era meio masoquista, se fosse a minha primeira vez sendo passivo eu jamais agiria assim. Mas confesso que gostei desse seu lado. Fui para trás de novo e me empurrei com mais força, ele gemeu de puro prazer enquanto arranhava minhas costas com as unhas curtas e massacrava minhas laterais apertando as pernas ao meu redor, continuei a me empurrar contra ele, indo o mais fundo que eu podia, eu nunca tinha sido assim com alguém, mas Frank me despertava coisas novas, eu queria tê-lo em meus braços e cuidar dele como se fosse um bebê, mas eu também queria machuca-lo, queria que ele sentisse o mesmo que eu, como se a pele queimasse quando estamos perto. Eu sabia que ele gostava, pelo jeito que ele gemia e buscava mais daquilo, como se precisasse de mim dentro dele para sobreviver, ele mordeu meu pescoço com brusquidão, se concentrando naquele ponto, senti a ferida arder e ele sorrir contra minha pele. É eu não sabia que ele era tão desinibido e bruto na cama. Me empurrei com mais força para dentro dele e acho que atingi sua próstata, ele urrou e começou a rebolar contra meu membro com força, busquei atingir aquele ponto mais vezes, pois eu estava perto e sabia que ele também. E só nesse momento eu me toquei que seu pênis ainda estava duro, sem estímulo algum. Coloquei uma das minhas mãos ao seu redor e comecei a bombeá-lo no ritmo das estocadas, ele praticamente gritou e senti seu líquido escorrer pela minha mão, fui até seu pescoço e deixei um chupão ali, enquanto me liberava dentro dele. A marca não sairia tão cedo e eu sorri com a imagem, me apoiei sobre os cotovelos e dei um selinho em seus lábios, ele ofegava e sorria, estava em êxtase.

-Você gostou?- Perguntei

- ‘Tá brincando Gerard? Eu amei- Ele disse e me puxou para um beijo, me afastei e levantei para ir ao banheiro

-Onde vai?- Ele perguntou

-Lavar a mão, baixinho- Disse rindo e ele sorriu

Voltei para o quarto e Frank já estava dormindo, me deitei ao seu lado e passei a mão por sua cintura, o abraçando enquanto dormia. Logo eu adormeci também, com um sorriso no rosto e muitas dores, mas ainda assim feliz


Notas Finais


É, né, foi isso

O que acharam??

=)


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