História Ma' Sweet Honeypie. - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abo, Bottom!jungkook, Lemon, Omegaverse, Romance, Taekook, Top!taehyung, Vkook, Yaoi
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Palavras 1.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá minhas tortinhas de mel! Eu confesso que estou bastante insegura com esse capítulo. Eu realmente não sei se estou indo rápido demais com a amizade de ambos, mas devemos recordar que Jeongguk sempre foi um garotinho sociável na fazenda, porém sempre foi repreendido pelo pai e os irmãos. Então, era de se esperar esse comportamento perante ao Taehyung. Certo?

Boa leitura!

Capítulo 5 - Cama Quentinha.


Fanfic / Fanfiction Ma' Sweet Honeypie. - Capítulo 5 - Cama Quentinha.

Taehyung permaneceu ao lado de Jeongguk enquanto o garoto comia faminto. Kim observava a forma que o garoto se mexia, de forma serena, por mais que estivesse desesperado em saciar a sua fome. As bochechas estocavam comida enquanto os dentes mastigavam o que já estava em sua boca. Gguk estava realmente com fome devido ao nervosismo de mais cedo.

— Você conhecia aquele homem? — O chefe puxou assunto. Ao ver que Jeongguk o olhou por alguns segundos e pareceu ignorá-lo, Kim apenas ergueu-se, voltando para perto do fogão.

Nenhuma resposta foi obtida.

— Ele te machucou? — Voltou a perguntar, e tudo que foi ouvido foi o barulho dos hashis contra a tigela de barro.

O clima no ambiente estava tenso. O homem chegou a conclusão que aquele ômega o deixava tenso, nervoso, e totalmente confuso. Nunca sabia o que estava por vir, e mesmo que se enchesse de expectativa, Jeon pronunciava apenas meras palavras.

Por alguns minutos o silêncio reinou novamente. Jeongguk levantou-se, mostrando ser extremamente mais baixo que o chefe. As orelhas de coelho foram reveladas quando o garoto retirou o chapéu de palha e o colocou sob o balcão. Os olhos amendoados varreram o corpo de Kim timidamente, pairando sob o rosto gentil.

— 'Anyo. — Disse, encarando as próprias mãos cujo agora seguravam a tigela vazia. — O senhor me salvou.

Os olhos novamente se ergueram, encarando os do maior.

Jeongguk avançou alguns passos, esticando ambos os braços para entregar o recipiente. O pequeno estava tímido, e as bochechas coradas denunciavam isso.

— Obrigado pela comida. — Fez uma pequena reverência antes de virar as costas.

Quando ambos os corpos se aproximaram e tocaram as mãos, Taehyung respirou fundo, lembrando-se do confortante cheiro sentido mais cedo. E sem pensar duas vezes, o Kim tocou o ombro do menor.

— Jeongguk. — O chamou, e o corpo suavemente se virou. — Você tem para onde ir?

(...)

Ao entrar na casa, pude notar que o pequeno garoto apertou a palha entre os dedos. Orgulhoso, Jeongguk aceitou a hospedagem apenas por uma noite. Aquilo me surpreendeu, afinal, ômegas não costumavam ter o ego tão inflado como o garoto. Eu poderia chamar isso de ego? Talvez um misto de timidez também seria válido.

— Anjo. — O chamei, vendo o mesmo assustar-se.

— Ggukie é um coelho, senhor. — Corrigiu-me, e assim não consegui evitar um sorriso.

Os detalhes do pequeno eram encantadores. A forma que o mesmo mordia os lábios com os dentes da frente, que brincava com os dedos, a forma que os olhos amendoados sempre estavam atentos.

— Hyung? — Fui desperto pela voz doce do garoto, e logo menino se aproximou. — O senhor...

Colocou os fios de cabelo já grandes para trás da orelha. Ele parecia tão frágil.

— Por quê o senhor sempre está cuidando de mim? — Falou de uma só vez. — Ninguém nunca cuida do Ggukie. Por que o senhor cuida?

Eu não sabia como respondê-lo, e nem ao menos o sabia o porquê de querer protegê-lo daquela forma. Mas aqueles olhos esperançosos forçavam-me a dizer qualquer palavra apenas para que o enchessem de brilho novamente.

— Todas as pessoas merecem uma vida digna, Jeongguk. — O acariciei as orelhas, caminhando em direção a cozinha americana. — Agora, vá tomar um banho quente, e eu cuidarei de seus ferimentos.

— Banho quente? Posso mesmo usar água quente para me banhar? — O garoto se aproximou. Era uma mania desse garoto querer sempre estar perto?

— Ora, você... — Ele me interrompeu.

— Anyo, na fazenda, o Ggukie só podia usar a água do poço. — E o sotaque carregou novamente, fazendo-me rir.

Aparentemente, aquele garoto tratava-se de um nativo de Busan.

— Venha cá, huh? Irei preparar um banho bem quentinho para você. — Ergui minha mão para ele, o chamando para o banheiro.

— Hyung! — Gritou feliz assim que viu a água quente sair pela torneira. — Como isso aconteceu? Ó! Tá quentinha.

— Amor, você irá acabar caindo de roupas ai dentro. Tire-as primeiro! — O segurei pela cintura assim que o mesmo se ajoelhou na borda e inclinou-se para frente.

— Ya! — Mordeu-me o dedo. — Ggukie não é filhote para cair dentro da banh...

E caiu. Jeongguk caiu de roupa e tudo dentro da banheira.

Fez um beicinho adorável, caindo na gargalhada em seguida. As orelhas dessa vez estavam em pé, alegres e atentas. Era bom ver que o menino estava mais solto desde sua chegada.

O ajudei retirar a bota suja, e também a meia. O seu cheiro não era nada bom, denunciando suas dificuldades a viver nas ruas. Resolvemos então, que deveria tomar uma rápida ducha no chuveiro para depois mergulhá-lo na banheira. E assim foi feito.

O ajudei com as roupas, as colocando diretamente no lixo. Não teria salvação.

Jamais trataria aquele banho de forma sexual. Apenas fazia a gentileza de ajudá-lo a lavar os fios de cabelo como deveria, e sem ao menos perceber, meus olhos analisavam os ferimentos em suas costas e pernas. Marcas de cinto.

— Quem vez isso? — Indaguei em um tom cuidadoso. — Conte para mim, uh?

— Deixa isso para lá, hyung... — Sussurrou, pegando o sabonete e passando sob o ferimento, fazendo uma careta de dor.

Meu coração apertou.

— Não gosta de falar sobre isso? — Agora Jeongguk se sentava na banheira, completamente inquieto.

E novamente ele se calou. Virei-me para sair do cômodo, quando senti a pequena mão puxar-me de volta.

— Não vai, não. — Pediu. A aquela altura, vi que o pequeno estava prestes a chorar. Seu trauma parecia grave.

(...)

Após o banho, Taehyung emprestou algumas peças de roupas para o menor. O tecido cobria a maior parte do corpo do mesmo, inclusive as mãos e os pés. Kim logo tratou de dobrá-las, deixando-o quentinho naquela noite fria. Finalmente sentia seu coração em paz. O garoto das câmeras estava sob seu teto, e longe de suas preocupações.

— Deite em minha cama essa noite. — Taehyung ofereceu, e o garoto se sentou sob o colchão confortável.

Kim o cobriu com cuidado até os ombros, deixando um beijo sob a testa do menino. Tão inocente, ingênuo e dócil. Como aquele garoto sobrevivia por entre as ruas da cidade mais movimentada da Coréia completamente sozinho?

— Não vá embora amanhã, Ggukie. — Acariciou os fios do menino, que já havia fechado os olhos. — Fica mais um pouco com o hyung. Fica?

— O Ggukie fica... — Disse sonolento. — Mas só mais um diazinho, tá bom?

— Tá bom. — O imitou, e ambos deram um risinho. A voz molinha do coelho denunciava o sono.

— Estarei lá embaixo. — Avisou, mas novamente o menor o puxou pelo pulso.

— Fica com o Ggukie. — Disse, o dando espaço na cama. — Na caminha quentinha do Taetae' hyung.

(...)

Ambos dormiram na mesma cama, mas não se tocaram por nenhum momento, pelo menos isso pensava Taehyung. Jeongguk havia o abraçado a noite toda, procurando se aquecer. O sono de ambos fora zelado por serenidade, cujo durante anos não acontecia com o mais velho. O chefe havia dormido como um anjo, e Jeongguk ainda melhor.

O coelho acordou cedo naquele dia. Ele desceu as escadas e se pôs a explorar a casa. Ligou a televisão ao clicar no botão do aparelho. Ali transmitia Alvin e os Esquilos em forma de desenho. Jeongguk ficou completamente encantado com as cores, e ali permaneceu a manhã toda enquanto o mais velho dormia.

Ao contrário dos dias rotineiros, Taehyung acordou com barulho em casa. Fazia muito tempo desde o último dia que aquilo ocorreu.

— Bom dia, Jeongguk. Como passou a noite? — Disse ao descer as escadas e seguir diretamente para a cozinha, ainda tendo visão do garoto sentado sob o sofá.

— O hyung faz barulhinho que nem gatinho. 'Rooooonc-yummi. — Imitou um ronronado, mais parecido com um ronco. — Ó! Os esquilinhos! Sabia que eu era amigo deles na fazenda?

(...)

A conversa fora agradável. Ao contrário do dia anterior, Jeongguk tagarelava sobre o quanto gostava da fazenda onde morava e dos animais que moravam lá com ele. Enquanto tomava café da manhã, Taehyung prestava atenção em cada palavra, como se fosse o assunto mais interessante de todo o mundo.

— Como eu estava dizendo, hoje farei algumas entrevistas para contratar um funcionário doméstico. — Taehyung continuou a conversa.

— É mesmo? — O garotinho sorriu. — Eu conheço alguém!

— Conhece? — Taehyung parou de mastigar pedaço de bolo que comia apenas para ouvi-lo. — Quem?

— O Ggukie! Sei cozinhar, sei limpar, eu sei plantar. E também sei cuidar. — Disse, terminando o bolo. — Cuidar da casa.

Taehyung estava feliz. Agora, o Kim teria algo para impedí-lo de voltar as ruas.


Notas Finais


Gostaram do capítulo? Deixe um comentário dizendo o que acharam. E lá vai uma perguntinha:

Vocês preferem quando eu escrevo em primeira ou terceira pessoa? (Taehyung/Jeongguk narrando, ou quando eu narro?).

Até logo!


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