História Mabifica - United Through Pain - Capítulo 9


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Mabifica
Visualizações 40
Palavras 1.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello humans, me desculpem o atraso do atraso, faltou internet até agora pouco. Me desculpem mesmo. Esse capítulo é mais sombrio, meio que ele que inicia uma das coisas mais importantes dessa fanfic. Então fiquem com esse capítulo.

Capítulo 9 - Tingida por sangue.


Fanfic / Fanfiction Mabifica - United Through Pain - Capítulo 9 - Tingida por sangue.

Já era um novo dia, o dia de ontem foi realmente reconfortante. Saber que Pacífica assiste os mesmos desenhos que eu, faz-me ter um apreço ainda maior por ela. Cantar aquela música naquele lugar, com ela, foi realmente mágico. Porém nem tudo é um mar de rosas em minha vida, na verdade, é sempre um oceano de espinhos que me cortam sem piedade alguma.

Tirando essa comparação melodramática, ontem foi um dia muito bom. Eu ja havia acordado fazia um tempo, estava mexendo no computador, vendo algumas fotos minhas antigas, sabe, do tempo que eu ainda era feliz. Observando elas, eu realmente era feliz, sorria para literalmente tudo, usava roupas extremamente coloridas e de cores vibrantes, levava tudo na brincadeira, vendo sempre o melhor nas pessoas.

Porém esta pessoa morreu, agora eu não sou mais feliz, parei de me vestir como antigamente, me afastei de muitos amigos, comecei a me cortar, tentei até cometer suicídio...

Então sou interrompida de meus pensamentos por um Dipper misterioso batendo abrindo a minha porta.

- Algum problema? - Perguntei para o mesmo que ainda mantinha de pé aquele ar de mistério.

- Não, só queria saber se você tá namorando? - Perguntou o mesmo para mim, fazendo-me ficar levemente surpreendida.

- Bom... Isso não é da sua conta. - Falei fechando o notebook, eu realmente não sou grossa com meu irmão, sei que ele se preocupa comigo. Mas realmente ele me interrompeu em um momento de reflexão.

- Ata, ok. Qualquer coisa se precisar de minha ajuda, tô aqui sempre. - Falou o mesmo com um sorriso na boca, saindo logo em seguida.

Após o mesmo sair, decidir ir tomar um banho. Entrei no banheiro e tirei meu moletom preto e depois tirei minha calça de moletom (Que a propósito, também é preta), em seguida tirando minhas roupas íntimas. entrei naquele box frio e liguei o chuveiro, a água não estava fria, muito pelo contrário, estava quase glacial. Mesmo assim fiquei lá parada, enquanto a água fria batia sobre meu corpo, causando arrepios na minha pele.

[...]

Terminado o banho, já estava a caminho da escola, hoje seria preparação para feira de ciências (Ou seja, ficaria de manhã até umas sete da noite na escola ajudando a preparar esse evento, o qual eu resolvi ir para ajudar) como eu estava com tédio resolvi ir, na verdade foi mais para me livrar desses meus pensamentos negativos, que me perseguem em quase todos os momentos. Ao contrário de uns dias atrás, hoje estava completamente ensolarado, sem sinal nenhum de chuva alguma. Não quis pegar um ônibus, e olha, não tive nenhum porque, só não quis, se bem que tanto faz.

Continuei a andar e acabei por encontrar Bill, ele também estava indo para escola, provavelmente para fazer algum trato com alguém ou algo do gênero, mas tanto faz. Ficamos o caminho todo em silêncio, as únicas palavras que havíamos pronunciado fora um: "Oi" vindo de sua parte, e um "Olá" dito por mim.

Ele estava estranho, tipo, mais do que o normal, se é que eu posso chamar alguém de estranho. Porém notei isso nele, algo o incomodava, geralmente ele ficava tagalerando sobre como conseguia enganar qualquer um e essas coisas, mas dessa vez ele estava totalmente quieto, somente na dele, logo ele que é extremamente extrovertido.

De um jeito ou de outro havíamos chegado no inferno que eu chamo de escola. Assim que adentramos fomos para a quadra, onde seria ornamentada para o "grande evento". Um dos professores que estava lá para orientar chegou a nós dois e disse o que deveríamos fazer. O mesmo disse para eu espalhar pôsteres da feira pela escola toda, logo me entregando eles. Já para Bill disse para ajuda-lo a mover umas mesas.

Comecei então a espalhar pelas paredes da escola os pôsteres que o professor havia me entregado, pregando-os por onde passava. Realmente una tarefa fácil, de qualquer modo preguei todos e fiquei fazendo outras tarefas que eram me dadas, até que eu ouvir algo que mudaria minha vida para todo o sempre, e que com toda a certeza que eu possuía eu não deixaria barato.

- Essa Pacífica é uma putinha mimada, eu mesmo já comi ela. - Falou um garoto pelo qual eu tenho um ódio profundo, ele foi um dos monstros que abusaram de mim. Eu lembro até hoje, quando a polícia acreditou na palavra dele é não na minha. Já havia sido uma humilhação contar tudo o que tinha acontecido comigo, e ainda assim a polícia não acreditar... Aquilo foi de mais. Por isso ao ouvir aquilo eu simplesmente larguei no chão a chave de fenda que eu segurava na mão e fui tirar satisfação.

- O que que você falou?! - Perguntei incrédula e cheia de iria.

- Olha o temos aqui, a vadia irmã daquele viadinho, qual o nome dele? Dipper?! - Deu uma risada insuportável - Vocês são uns bostas. - Falou o mesmo rindo de mim com os seus amigos ao redor. Eu já estava preste a espancar esse otário, porém Bill fez isso por mim.

O mesmo surgiu sabe se lá de onde, atingindo aquele babaca com um belo de um soco na cabeça, fazendo o mesmo cair no chão. Seus amigos foram imediatamente ajudar ele, porém Bill simplesmente deu uma de karatê kid e espancou os dois amigos daquele idiota que estavam com ele.

- Olha aqui James (Esse era o seu nome), seu merda, se você encontar em um fio de cabelo de qualquer um Pines, eu juro que você morre, e olha, contra mim não existe porra de papai ou mamãe que te livre de mim. - Falou o mesmo enfurecido, pude observar aqueles babacas sangrando e olha, sinceramente... Eu gostei bastante.

O professor então finalmente chegou e apartou a briga, porém ninguém prestou queixa ou algo assim, Bill além de forte, é muito esperto. Sabia segredos de quase todos da escola, usando como chantagem. O lema dele é: "Um favor por um segredo", assim ele sempre tem vantagem sobre as pessoas.

De qualquer jeito minha raiva ainda continuou, porém resolvi deixar de lado, fui fazer outras tarefas para ocupar minha mente, então peguei a chave de fenda e voltei aquilo que fazia antes dessa briga.

[...]

Já eram quase sete horas da noite, e todos já estavam saindo para suas casas, no final a ornamentação ficou linda, até pra mim. Estava para sair da quadra também, já que praticamente todos já haviam saído, quando algo segurou minha mão.

- Olha aqui, acho bom você falar comigo com mais respeito, afinal, não queremos que o que aconteceu com você se repita, não é?! - James falou rindo, soltando o meu braço e passando por mim, onde apertou minha bunda.

- NUNCA MAIS TOQUE EM MIM! - Falei enfurecida com aquilo tudo.

- Ou o que? Vai me matar? - Falou o mesmo me empurrando e me fazendo cair. - Acho que você precisa de outra lição. - Falou o mesmo abrindo o zíper da calça.

Dessa vez eu não deixaria isso acontecer. Não dessa vez. Peguei o martelo que estava no chão ao meu lado e bati com ele bem forte em sua cabeça, fazendo o mesmo cair.

- Aí! Sua... - Antes que ele pudesse falar qualquer coisa bati outra vez com o martelo em sua cabeça, cortando sua fala.

Bati, bati, bati e bati de novo. Cada vez mais forte em seu crânio que a esse momento já estava aberto. Meu rosto e minhas roupas estavam totalmente ensaguentadas, mesmo assim não parei de bater, confesso que não dei quanto tempo fiquei batendo na cabeça dele, porém quando eu terminei, o seu rosto já estava irreconhecível.

Percebi então que ele estava morto, o seu corpo já não expressava vida alguma. Olhei para minhas mãos ensanguentadas junto ao martelo, e ao invés de sentir qualquer arrependimento, eu senti paz. Paz por saber que aquele monstro estava morto, paz por saber ele nunca mais faria o que vez comigo a outra garota, paz por me vingar. Paz por tirar um peso de minhas costas.

Depois desse momento de paz, veio o desespero de ser presa e tudo mais, eu fiquei sem saber o que fazer, então fiz o que qualquer pessoa em sã consciência faria, fugir.

Eu corri como nunca havia corrido antes, o mais rápido que pude, e eu fui para o único lugar que poderia me ajudar.

Narradora:

[...]

*TOC, TOC, TOC*

- Já vai! - Falou o garoto fascinado por triângulos de forma impaciente.

O mesmo chegou a porta e abriu, tendo uma vista assombrosa.

- Preciso de um favor seu! - Falou a garota banhada de sangue.

- Finalmente.


Notas Finais


Perdoem qualquer erro, críticas são bem vindas. Bye bye anjos.
🍶🥛🍨🍫


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