História Mabill-Uma verdade mal dita, ou uma mentira bem contada? - Capítulo 1


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Mabill
Visualizações 227
Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galerinha tudo bom Pois bem essa é a minha segunda fic tratando desse assunto shipp que eu amo então é isso que eu queria dizer/possuir nas notas iniciais vamos para história?

cap editadoo <3

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Mabill-Uma verdade mal dita, ou uma mentira bem contada? - Capítulo 1 - Prólogo

 Está de noite  e com isso o medo está me atacando, estou sozinha e longe de amparo algum não tem ninguém aqui dentro para me ajudar, meus olhos se encontram nublados e molhados pelas lágrimas, meu rosto se encontra um tanto desconfortável, pois possui algumas lágrimas secas sobre o mesmo, minha mãe saiu e por incrível que pareça meu pai está de viagem, e dipper? Bom, eu e dipper não nos falamos mais, ele está na Califórnia e eu em Manhattan, quem diria não é mesmo?

Estou em meu quarto, mais precisamente em frente à porta do mesmo, estou paralisada e olho para a escada atentamente, com os olhos arregalados, morrendo de medo. Minha mente está a mil, existem várias e várias possibilidades do que pode acontecer hoje... Nesta noite. Sinto as mãos levemente tremulas, passo uma na outra sentindo a temperatura fria de ambas, principalmente nas pontas dos dedos. De repente sinto uma dor muito forte em minha barriga, solto um grito de dor e acabo caindo no chão de joelhos. Levanto uma das minhas mãos para a maçaneta da porta e a giro, logo a abro, respirando com dificuldade entro no quarto, engatinhando com cuidado e com uma mão no local dolorido, a dor é lacerante. Sinto algo duro e percebo que é o cabo de uma faca de cozinha acabo rangendo os dentes e fecho os olhos, sorte que não é muito grande, retiro a faca de uma vez. Dou um grito silencioso e olho para cima, com a visão lentamente escurecendo. Sussurro todos os nomes que vem a minha cabeça, tentando lembrar onde havia jogado meu celular.

- Dipper...

Sussurro chegando perto de minha cama, tentando ficar em pé, mas apenas me sento, com as duas mãos pressionando a região esquerda de minha barriga sentindo a dor alucinante. Continuo sussurrando os nomes, tivô stan, tivô Ford, mamãe, papai...

- Bill...

Estalo meus olhos, como?! Por que eu o chamei?! Eu jurei jamais repetir esse nome! Eu jurei!

- Ajude-me... Alguem...

Lembro-me de onde havia deixado meu celular e levo uma das mãos para cima da cama, o peso em meu braço estava simplesmente insuportável, logo pego em meu celular sinto a temperatura baixa e sorrio fracamente por ter achado minha possível salvação, toco na tela... O desbloqueio... Entro no teclado... E digito o número da primeira pessoa que vêm em minha cabeça... Dipper... Coloco no viva-voz e jogo a cabeça para trás, quase desmaiando. Ouço o telefone parar de discar e a tão já conhecida voz dizer “esta chamada está sendo encaminhada para a caixa postal, deixe o seu recado após o sinal” e foi me dado o sinal...

- Dipper... – digo com a voz pesada – me ajuda...

Suspiro e após retirar minha cabeça da cama, ouço passos pesados... Parecem subir a escada, me assusto e me enfio debaixo da cama. Jogo o celular em cima da cama novamente e fico por lá, observo o chão, este pouco iluminado pela luz da lua cheia.

O meu tão esperado assassino entra no quarto, me encolho com muito medo, e apenas o espero se cansar... Alguém pode me salvar agora? O que eu faço? Enquanto cogito em ligar para a policia para alegar tentativa de homicídio sinto dois braços fortes em minha cintura me puxando para o meio da escuridão, me assusto e quase grito, apenas não o faço, por que do nada aparecer uma mão em minha boca, tapando a mesma, me debato e tento de todo o jeito retirar o que está a prender meus movimentos. Ao me acalmar um pouco e vendo que aquela pessoa que me havia prendido não me fará mal, pelo menos era isso o que eu achava, já estou exausta para criar expectativas ou até mesmo cogitar em novamente me debater para fugir, relaxo e me aquieto. Viro meu rosto observando pela fresta da cama os pés do meu suposto assassino, enquanto ele anda para lá e para cá eu ouço tudo quanto é nome sair de sua boca... Ele está me rotulando? É isso mesmo o que eu estou ouvindo? Quase rio de mim mesma ao ouvir meus pensamentos, como posso estar com esses pensamentos tão bobos agora? Ele pode se agachar e meter bala em mim...

Uma onda de alivio inunda o meu peito o que me fez suspirar ao vê-lo sair do quarto e ir até a sala, consigo distinguir pelos barulhos que os seus pés fazem, por mais que eu ache que estou tremendamente errada, pois nem ver direto eu consigo. Meus olhos começam a soltar lágrimas que logo molham novamente o meu rosto, levo a mão à boca e reprimo um soluço.

 O que você quer? Se imagine em uma casa escura, você deitado no sofá, você esta na sua casa então não é nada mais justo você poder andar livremente por ela, como por exemplo, você levanta do sofá e vai ao banheiro e quando volta quase tem um ataque cardíaco ao ver um suposto assassino olhando para a televisão, do nada ele te olha, aí você literalmente morre de medo de morrer, não tem mais ninguém que ligue para você ou que sequer possa te oferecer ajuda... Tente sair dessa... Ah, vivo.

Olho para a pessoa que me salvou, ela está encapuzada. O medo novamente sobe a minha cabeça, e se essa pessoa for só mais uma acompanhante? Ou ate um Assassino reserva?! O Que eu vou fazer? Meu olhar vira de ponta cabeça, resolvo então olhar para frente em direção à janela, a lua está começando a ficar baixa, apenas com nuvens que começam a preencher seus lados, lentamente a cobrindo, ela está linda.

 Pensando que talvez essa fosse uma última vez terei aquela vista desabo em choro, ainda sentindo os braços ao redor de meu corpo pressionando levemente a lesão, a qual lateja. Medo? Talvez. Eu não vou mais me controlar, já estou tremendo dos pés à cabeça, a única coisa que pode acontecer a mais é que eu... Morra. Olho para trás na esperança de que não seja mais ninguém que esteja desejando a minha morte e em um movimento rápido retiro o capuz de sua cabeça revelando assim o seu rosto. Paraliso por alguns segundos, e logo sorrio totalmente irônica, mas volto a chorar, desta vez de alivio, felizmente não é ninguém que tenha sede do meu sangue, para falar a verdade não é ninguém que eu não conheça, muito pelo contrário ele me parece familiar, mas ao mesmo tempo, parece que nós nunca nos vimos...

É um Garoto loiro, realmente muito bonito, seus olhos em um tom de dourado, sua pele um tanto morena só que mais puxada para o branco e o branco de seus olhos é puxado para o azul, suas roupas para um tom amarelado e o seu moletom se encontra em tom preto. Ele está com um brinco que tem uma tonalidade um tanto puxado para o bronze, seus cabelos são lisos e ele estava saindo de baixo da cama talvez para achar um lugar que nos leve ou o leve para fora de casa, como que nós vamos? A janela é muito alta e lá em baixo tem um louco filho da puta que quer me matar!Infelizmente estou com mais medo do que qualquer outra coisa! Ele estava alternando o olhar entre mim e a janela do quarto, ele me olha e agora fixa seu olhar em mim... Não acredito que ele vai pular a janela...

- Vamos.

Ele diz baixo e me retira de baixo da cama, me ajudando a fiar em pé. Fecho os olhos sentindo dor e acabo me debruçando sobre ele, me agarrando em seu braço como uma ação automática, logo ele me senta na cama e me faz deitar, o sinto colocar uma de suas mãos no local lesionado bem de leve, mas mesmo assim me causando uma dor ridiculamente lasciva. Devagar ele subiu minha blusa, talvez para ter melhor visão, o vi dar um estalar de dedos e do nada uma faixa com o mesmo tecido de gase aparece em sua mão, ele estende a ponta para mim.

- Segure...      

Faço o que ele pede e vejo-o estalar os dedos novamente, já não estou mais raciocinando direito, então paro de prestar atenção nos movimentos que ele faz.

- Vai doer.

Ele me avisou e logo sinto uma ardência horrível no local, quase grito, mas seguro... Como? Não faço a mínima ideia. É uma sensação parecida com quando sua mãe passa álcool no raladinho do joelho, ou sei lá... Quando você está fazendo a unha e não percebe um machucado, aí você acaba passando a acetona por cima e dá aquela dor. Bem, pense nessa dor e a multiplique em... Dez. É mais ou menos isso... Logo após passar aquela coisa horrível no machucado, ele passou a faixa em minha barriga envolvendo o lugar, talvez seja para estancar o sangue ou... Apenas uma tentativa para deter uma futura infecção.

- Venha, ou prefere que ele te mate? - fala ele indo até a janela e a abrindo

- s-sim obrig-ada.

Digo falhando com o tom, logo me repreendendo.

- De nada, mas você vai ter que me compensar depois. Não estou te salvando de graça. Nunca fiz ou vou fazer isso.

Onde mesmo que eu já tinha ouvido aquilo? Com qual frase aquilo se parecia?

- Melhor não, vai que seja só mais uma distração para me levar até ele?

Digo mole, já sentindo as consequências da perda de sangue.

- Vamos logo estrela. Não aguento mais ficar aqui. – Ele diz e me puxa levemente para perto dele

Estrela...?

- Quem é você? –Tento falar em um tom firme, mas sai mole do mesmo jeito. Dou-me um tape face mental por isso.

- Vamos logo. Talvez... No caminho eu te conte... Quem sabe?

Dito isso ele me puxa para fora da janela e pula... Filho da puta, eu sabia que ele ia pular. O olho de forma assustada e totalmente desacreditada. Ele tinha realmente acabado de saltar de uma altura bem desconfortável, e ainda por cima com meu corpo em seus braços. Surto e dou um grito totalmente desesperado, logo o agarro pelo pescoço e ele parecendo compreender meu medo passa as mãos pela extensão da minha cintura e o aperto entre nossos corpos aumenta. Sinto um solavanco e apenas acabo fechando os olhos e ficando com o corpo dos pés à cabeça tremendo. Repasso lentamente os acontecimentos anteriores em minha cabeça, eu estava de boa, maratonando uma serie na netflix. Até aí beleza, ai depois disso eu levantei pra ir fazer alguma coisa, da qual eu infelizmente não me lembro agora e assim que eu volto, tem um intruso em minha casa... Esse intruso queria me matar. Ele me deu uma facada na barriga, eu entrei no quarto, liguei pro meu irmão e cogitei em ligar para a policia... POR QUE DIABOS EU NÃO LIGUEI PRA PORRA DA POLICIA?!!! Porque eu sou burra! Mas okay... Depois do meu Irmão não me atender eu meio que perdi a consciência e fiquei chamando por nomes que talvez me ajudassem naquele memento... Mãe... Pai... Dipper... Bill... Pera! BILL!!!

"Bill Cipher"

Será que é ele? Não... Impossível. Ele está morto... eu vi com meus próprios olhos! O Stan perdeu a memoria! Ele morreu! Morreu... Tenho certeza disso...

Olho para o garoto o analisando...

É ele?

...........


Notas Finais


eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!! acabei de editar esseeeee huhuuuuuuuuuuuuuuu


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