História Mad World 2. (Riverdale) - Capítulo 23


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Categorias Elle Fanning, One Direction, Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Elle Fanning, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Harry Styles, Kevin Keller, Louis Tomlinson, Personagens Originais, Sierra McCoy, Veronica "Ronnie" Lodge, Zayn Malik
Tags Riverdale
Visualizações 21
Palavras 1.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Lavagem cerebral.


Fanfic / Fanfiction Mad World 2. (Riverdale) - Capítulo 23 - Lavagem cerebral.

Demorou algumas horas, mas os serpentes foram soltos. Assim que eles saem, eles topam com os outros na porta da delegacia.

Veronica:— Saí da minha frente! — Empurra a irmã e vai na direção de Archie.

Beatrice:— Vai com calma irmãzinha, você pode cair com essa pressa toda. — Coloca o pé na frente da mesma e ela tropeça, mas caí bem encima de Archie que a segura e a abraça.

Harry:— Bea? Oi! — Ele vai diretamente na direção da mesma e a abraça.

Beatrice:— Eu disse que íamos tirar vocês daqui. — Retribui o abraço sorrindo.

Harry:— Que história maluca é essa da Penny? — Pergunta e logo Beatrice começa a explicar tudo para ele. Enquanto Manuelly ia até Zayn e o abraçava também.

Zayn:— Eu acho que não estou respirando! — Fala ainda sendo abraçado fortemente por Manuelly, mas logo retribui sorrindo.

Manuelly:— Por isso eu não gosto dessa ideia de gangue, é perigoso! — Fala desfazendo o abraço e olhando no rosto do mesmo.

Zayn:— Calma, eu estou bem, não estou? — Fala sorrindo e Manuelly sorri de volta.

Manuelly:— Que bom que está. — Dá um selinho e o abraça novamente. Logo vê seu irmão e corre até ele também. — Manuel! 

Manuel:— Oi Manu. — Sorri a abraçando.

Manuelly:— Cadê a Alessia? — Pergunta mas logo vê Alessia passando com seu pai.

Manuel:— Pergunta respondida? 

Alessia nem pode falar com seus amigos, seu pai já estava bravo e isso só iria piorar a sua situação.

Beverly:— Jayjay! — Abraça o mesmo sorrindo.

James:— Ah Bev! — Sorri e dá um beijo no rosto da mesma e logo retribui o abraço a pegando no colo.

Beverly:— Eu sei que não faz tanto tempo, mas que saudade! — Sorri e logo beija o mesmo.

Emily:— Já que agora já está tudo bem, eu vou voltar para Rosewood, qualquer coisa que precisar, me liga. — Fala para Katie, ao ver todos se abraçando e comemorando.

Katie:— Tá bom. — Sorri. — Emily... — Vai até a mesma e a beija. — Tchau.

Emily:— Até Adams. — Ela sorri e logo saí caminhando.

Louis:— Então é isso... A fila andou. — Ele fala se aproximando de Katie.

Katie:— Louis... — Ela suspira. 

Louis:— Desde quando está ficando com ela? — Ergue uma sobrancelha.

Katie:— Não ficamos antes, esse foi o nosso primeiro beijo. — O olha. — Louis a nossa relação era só diversão, mas já está na hora de dar um basta e começar a viver coisas mais intensas, cada um pro seu lado. Espero que entenda. E pra falar a verdade... Acho que sempre gostei mais de meninas. — Ela fala dando de ombros.

Louis:— De boa. — Ele responde desviando o seu olhar e colocando as suas mãos no bolso. — Seja feliz. — Ele sorri e logo se afasta.

Katie:— Louis! — O chama e ele a olha. — Seja feliz você também. 

Billy:— Até agora não tem notícias da Aurora? — Pergunta se aproximando de Katie.

Katie:— Não... — Fala balançando a cabeça.

Billy:— Precisamos encontrar ela, antes da briga das gangues. — Fala em um tom preocupado. — Eu vou nessa. — Se despede e anda rapidamente pela calçada, até se esbarrar com alguém. — Foi mau.

Penny:— Tudo bem. — Ela fala sorrindo e Billy a encara. Ela apenas continua o seu caminho, para a entrada da delegacia.

Os serpentes que ainda estavam lá na porta, a olharam, dessa vez, não foi com rivalidade e raiva, foi com gratidão, se não fosse ela... Eles não estariam livres. Jughead a cumprimenta e ela retribui, mas logo entra na delegacia.

Alec:— É... As pessoas podem realmente mudar. — Fala chegando na porta da delegacia.

Katie:— Sei não... — Fala desconfiada. — Está atrasado. — O olha.

Alec:— Foi mau. — Fala passando a mão na nuca.

Os serpentes não demoram ir embora, Alec e Katie foram atrás de Aurora. Alessia conversou com o pai ainda dentro do carro.

Alessia:— Pai? — O chama sentada no banco de trás.

Sr. Martin:— Quer mesmo que essa conversa aconteça aqui? Ok. — Ele fala ainda irritado. — Está de castigo e proibida de encontrar com aquele garoto.

Alessia:— O que!? O Manuel!? O que o Manuel tem haver com isso!? — O responde.

Sr. Martin:— Não se faça de sonsa! Ele estava preso com você, aliás... Sem esse grupo de "serpentes" também, pode avisar á eles que você está fora. E esse garoto com quem você está saindo, só está te metendo em encrenca, você acha que eu não fiquei sabendo sobre a pichação no muro? Então era isso que fazia nas férias? Que coisa de vândalo Alessia! — Fala bravo.

Alessia:— Eu gosto! E eu já sou bem grandinha para tomar as minhas próprias decisões, eu me responsabilizo por elas, não precisa me deixar de castigo. — Retruca.

Sr. Martin:— Eu sou o seu pai, seu responsável, você não está provando isso que está me dizendo, então vai ficar de castigo sim! E vai entrar na linha. — Dá a sua última palavra e Alessia bufa de raiva.

Manuel também se encrencou quando chegou em casa.

Marcela:— Os serpentes... Acabaram pra você! — Fala brava olhando para o filho.

Manuel:— Não exagera mãe. — Fala em um tom calmo. — Eu estou bem, não estou? 

Marcela:— MAS PODERIA NÃO ESTAR! — Grita o assustando. — CHEGA MANUEL! EU NÃO TENHO PAZ DESSE JEITO, TEM NOÇÃO QUE VOCÊ PASSOU DIAS NA CADEIA? TEM NOÇÃO DE COMO A SUA FAMÍLIA FICOU!?  

Manuel:— Desculpa mãe... — Fala se aproximando.

Marcela:— Por causa das encrencas que você se mete culpa dessa gangue, até sua irmã já chegou machucada aqui! — Fala ainda nervosa.

Manuel:— Oi!? — Ri. — Eu não acredito que você fez isso... Pela primeira vez, eu achei que você realmente estava preocupada comigo, mas isso é por causa da minha irmã, não é? Você tem que mencionar ela e no bem dela, em toda a "merda" que eu faço. Impressionante! 

Marcela:— Não começa com esse drama adolescente! — Se altera.

Manuel:— Não... Não começa você! Aliás, eu nem quero te ouvir mais, desculpa por ter te deixado tão preocupada, mas não se preocupe mais, porque a Manuelly nem faz parte da gangue, ela não está correndo nenhum perigo. Eu vou para o meu quarto. — Fala sério e segue para o seu quarto.

Enquanto isso... Mais brigas aconteciam, mas dessa vez na sala de visitas na cadeia.

Sr. Alcântara:— Você por aqui? — Ele sorri.

Penny:— Cínico. — Fala séria. — Você agiu pelas minhas costas!

Sr. Alcântara:— Você fez o mesmo comigo, aliás... É exatamente por causa da sua falta de lealdade que estou aqui. — Fala sério a olhando de volta.

Penny:— Que você passe a sua vida toda nesse lugar. — Fala sorrindo. — Eu tive uma conversa com os amigos da Aurora, eu descobri que você a ameaçou, até o último momento que pode... Você foi a última pessoa á estar com ela, antes dela desaparecer? 

Sr. Alcântara:— Talvez. — Ele diz abrindo um sorriso novamente.

Penny:— Onde ela está agora? — Pergunta e o mesmo continua em silêncio. — RESPONDE! 

Sr. Alcântara:— Calma mamãe. Eu te falo quando eu sair daqui. — Ele fala sorrindo.

Penny:— Foi você quem me mandou a mensagem também, como se fosse o Lionel, não foi? 

Sr. Alcântara:— Você ficou apavorada. — Fala rindo.

Penny:— Eu vou descobrir onde ela está, sem precisar da sua ajuda. — Fala séria se aproximando do mesmo. — E se eu fosse você, não tentava sair desse lugar, fique preso para a sua própria segurança, porque se você sair... Eu mato você. 

Sr. Alcântara:— Além do desaparecimento da sua filha, tem outras coisas para se preocupar. Os escorpiões vão meter bala em você, na sua gangue e nos serpentes que se tornaram seus aliados.

Penny:— Estamos preparados. — Ela fala e saí da sala.

Não, na verdade, eles ainda não estavam preparados, mas começariam a se preparar o mais rápido possível. Enquanto todos se perguntavam onde estava Aurora. A mesma sofria uma tortura psicológica, na casa em que Lionel cresceu.


Eu estava sentada em frente á um quadro, onde tinha o desenho de todos os meus amigos que estavam presos. Estava presa em uma camisa de força, era um castigo por causa do meu último surto nesse lugar. Era uma tortura, tudo naquele lugar era uma tortura, era horrível. Eles queriam fazer uma lavagem cerebral em mim.

Enfermeiro:— Quem é você? — Pergunta me olhando.

— Aurora Horan... Peabody? — Disse em um tom de voz bem calmo, estava muito sedada.

Enfermeiro:— Resposta errada. — Ele se vira para o quadro e desenha uma faca no pescoço de Billy, na mesma hora, uma lágrima escorre pelo meu rosto. — Você sabe o que acontece cada vez que você erra, um dos seus amigos morre na prisão, você sabe que o seu pai tem poder para isso. Vou repetir a minha pergunta... Quem é você? 

— Aurora... — Respondi olhando para um ponto fixo. — Aurora Alcântara. — O olhei e ele sorriu como aprovação.

O pior, é que logo depois que eles me enchem de remédios e aplicam injeções em mim, eu realmente fico confusa e perdida, eles conseguiam fazer a maldita e doentia lavagem cerebral.


Notas Finais


Até o próximo! ❤


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