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História Made In The USA (Demi Lovato x Dulce Maria) - Capítulo 110


Escrita por:


Notas do Autor


Ei gente, bom domingo a todos. Não se esqueçam de comentar nos capítulos para que eu possa saber se vocês estão gostando da historia...

Boa leitura!!

Capítulo 110 - Aquele com a descoberta do sexo do bebe


DulcePOV

Em um final de semana após contarmos a todos, decidimos ter uma folga das loucuras. Por sorte, os enjoos haviam acabado, mas as mudanças corporais começaram.

Fomos ao shopping, assistimos a um filme e tomamos milk shake, então decidimos dar uma olhada nas lojas. Compramos algumas roupas mais confortáveis para mim, já que algumas de minhas calças estavam mais apertadas.

Porém, foi quando passamos na frente de uma loja com roupas infantis, que as coisas ficaram mais interessantes.

Entramos por curiosidade, mas logo vimos algo que nos chamou a atenção. Era um macacão zig mundi amarelo e verde água, com a frase 'love my mama' na frente. Era tão pequeno e delicado que me surpreendeu por um momento. Então percebi que teria uma pessoa daquele tamanho em cinco meses.

Demi me viu olhando e, com um sorriso, comprou a peça pequena.

Tínhamos um horário marcado para o dia seguinte e, com sorte, seria possível ver o sexo do bebê. E aquela foi nossa discussão depois de comprarmos uma pizza de chocolate que eu estava morrendo de vontade de comer.

"Eu acho que é menino." Demi comentou enquanto limpava as mãos em um guardanapo.

"Você quer que seja um menino?"

"O que vier vai ser amado e paparicado." Ela deu de ombros. "E você?"

"Idem, mas acho que é menina." Peguei o último pedaço e dei uma grande mordida. "Já pensou em algum nome?"

"Demi Júnior está fora de cogitação."

Sorri. "É um nome adorável, no entanto."

"Em seus sonhos, querida, em seus sonhos." Ela brincou com um sorriso zombeteiro.

"Como quiser." Revirei os olhos. "Ainda temos alguns meses para decidir isso. Seu quarto vai ser ao lado do nosso, certo?"

"Claro."

"Podemos começar a decorá-lo semana que vem. Tem que ser antes que eu fique tão grande que mal vou conseguir caminhar." Coloquei meu prato na mesinha e suspirei. "Quero fazer parte da coisa, sabe."

Demi sorriu e acenou em acordo. "Bom, sei que o melhor plano para amanhã não seria jantar com a minha família, mas minha mãe insistiu."

"Ela está bem animada, não é?"

"É o primeiro neto."

Concordei. "Podemos jantar com sua família amanhã, claro."

Demi chegou em casa a tempo de irmos juntas ao consultório. Ela meio que assumiu a direção desde o começo da gravidez e eu sabia que ela se preocupava com meu esforço.

Já havíamos ouvido seu coração antes, mas, mesmo assim, era uma emoção incrível a cada vez. Eu segurava sua mão com tanta força que deveria estar desconfortável, mas Demi não reclamou.

"Parece que o bebê está cooperando conosco hoje." A médica comentou enquanto apertava alguns botões. "Eu só preciso achar o ângulo certo... Parabéns, senhoras, é uma menina."

"Uma menina?" Indaguei, mesmo sabendo que tinha ouvido certo. Lágrimas escorriam pelo meu rosto e meu coração batia mais rápido. Demi estava congelada quando olhei para ela. Sua expressão estava dividida entre surpresa e admiração. "Amor?"

"Menina." Ela murmurou, tirando seus olhos da tela para me olhar. "Vamos ter uma filha." Demi nunca me pareceu mais feliz antes. Ela se inclinou e beijou minha testa.

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"Uma menina?! Mas que maravilha!" Acho que nunca vi Dianna sorrir tanto na minha presença.

"Uma sobrinha para estragar, beleza!" Maddie exclamou do outro lado da mesa.

"Mais uma menina." Eddie comentou de seu lugar ao lado da ponta da mesa, onde sua esposa se sentava sempre. "Estou feito, mas vão acabar me enlouquecendo um dia."

"Mal posso esperar!" O prato de Dianna estava completamente esquecido. "Um quarto rosa, bonecas... Ah, eu quero levá-la para as aulas de balé! Vou comprar sua primeira mochila, rosa com algumas bonequinhas, e ensiná-la a dançar valsa!"

"Ok, chega." Interrompi rapidamente. Todos olharam para mim e tive que engolir o medo que o olhar de Dianna causava. "Eu sei que você está animada, mas é a minha filha. A nossa filha. E quero lhe dar opções. Ela pode querer um quarto azul e uma mochila de super-herói. Se ela quiser aprender futebol e não bale, tudo bem, vou ensiná-la. Se ela quiser dançar hip hop, beleza, mas se preferir valsa, beleza também. Vou deixá-la escolher se quiser uma boneca ou uma bola. Não quero que ela venha ao mundo com rótulos bobos de gênero impostas a ela. Vou lhe dar escolhas, opções. Azul e rosa. Balé e futebol. Bonecas e super-heróis. Quero que ela forme suas próprias preferências."

O silêncio que seguiu meu discurso era quase ensurdecedor e estava começando a me desculpar quando Demi apertou minha mão.

"Eu concordo." Falou com um sorriso. "Admiro a sua vontade, mãe, mas ela é nossa filha e vamos criá-la do nosso jeito."

"Me deem licença." Quando ela deixou a mesa, jurei que Dianna me odiava.

Foi Dallas que quebrou o silêncio desconfortável. "Já estava na hora da mamãe ouvir isso. Quem quer salada?"

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Na semana seguinte, compramos latas de tinta e cobrimos o chão com jornal. Cobrimos algumas partes das paredes com fita e começamos o trabalho pesado ao som dos Beatles. As paredes foram pintadas de verde água com detalhes em lilás e parecia adorável depois de três dias de trabalho.

O teto foi pintado em listras largas com as duas cores, então colocamos figuras de plástico que brilham no escuro por boa parte dele.

Tivemos ajuda com os móveis, que começamos a comprar no mês seguinte. Eddie, Jack, Max e Marcus montaram tudo. Maddie encheu as prateleiras bonitas de madeira com ursinhos de pelúcia. A maioria era minha, que eu havia resgatado da minha casa no México.

Em um mês, o quarto estava montado e pronto para uso, inclusive com um estoque crescente de fraldas.

Meu corpo continuava passando por mudanças. No sexto mês, meus seios estavam enormes e incrivelmente sensíveis. Minha libido tinha praticamente desaparecido e percebi que isso estava sendo difícil para Demi também quando seus banhos ficaram mais longos. E ainda tive que comprar roupas de gestante.

Demi pintou o cabelo de rosa, como disse que faria para avisar os fãs sobre o sexo do bebê, e postou uma foto nossa em todas as redes sociais. Em poucos segundos, os comentários apareceram com mensagens de felicidade e parabenização.

Os desejos estranhos começaram e eu me vi querendo comida tailandesa no meio da noite. Eu sei que Demi não ficava feliz em ter o sono interrompido, mas se vestia e saía de casa sem reclamar todas as vezes que eu queria algo incomum.

Os desejos se modificavam rapidamente também. Em um dia eu podia comer geleia com qualquer coisa, mas no outro eu não conseguia nem olhar para o pote sem vomitar.

Eu posso negar o quanto quiser, mas os hormônios estavam em alta. A prova? Eu chorei assistindo 'Scary Movie' porque era muito engraçado. A cara de pânico de Demi foi bastante cômica e chorei por causa disso também.

O mais impressionante, no entanto, foi senti-la chutar pela primeira vez. Foi fraco e repentino, mas incrível. Quando os chutes ficaram mais fortes, Demi conseguiu senti-los também e tinha um sorriso no rosto por três dias seguidos.

Demi estava sendo, na verdade, incrível. Apesar de tirar sarro da minha coleção de livros sobre gravidez e bebês, ela leu cada um deles. Quando viu que o ouvido do feto começa a se desenvolver no terceiro mês, ela criou o hábito de falar com a minha barriga. Era estranho, mas incrivelmente fofo ao mesmo tempo. No começo, eram comentários aleatórios, mas, conforme minha barriga crescia, o que era bem rapidamente, Demi começou a cantar e ler.

Já havíamos cogitado alguns nomes, mas nenhum parecia o certo. De qualquer forma, estavam todos esperando com ansiedade pela chegada da nossa garotinha.

 



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