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História Made In The USA (Demi Lovato x Dulce Maria) - Capítulo 63


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Notas do Autor


Não se esqueçam de comentar nos capítulos para que eu possa saber se vocês estão gostando da historia...

Boa leitura!!

Capítulo 63 - Aquele com os preparativos do casamento e o medo de trovões


DulcePOV

"O primeiro passo é decidir a data." A mulher baixinha com uma prancheta na mão e usando um terno bem desenhado falou. "Já decidiram a data?"

"Já." Demi respondeu. "16 de agosto."

A mulher virou algumas folhas em sua prancheta, então olhou para nós novamente. "Um sábado. Tudo bem. O segundo passo é decidir onde."

Estávamos no escritório da assessora de casamentos e, depois de meia hora de conversa fiada, ela decidiu ir aos negócios. Faltando menos de duas semanas para sairmos em tournée, era melhor tentar deixar o máximo de coisas prontas antes de começarmos as viagens malucas.

Depois de mais meia hora discutindo onde seria, decidimos que iríamos alugar um salão para a festa, mas que o casamento seria ao ar livre no imenso campo agregado ao salão.

O próximo passo, segundo a mulher, era fazer a lista de convidados e decidir quem seriam os padrinhos e madrinhas. O que nos deu a chance de ir embora, porque, segundo ela, precisávamos pensar muito naquele assunto. Dei graças a Deus por ser dispensada da chatice que passávamos, e prometi que iria recompensar Demi com tacos para o jantar.

Fizemos uma Twittcam depois da janta e nos divertimos enquanto respondíamos as perguntas que as pessoas enviavam pela sua conta no Twitter. Honestamente, era uma pergunta mais louca que a outra e, algumas, até indecentes. Mas ouvimos muitos comentários positivos sobre como todos estavam ansiosos pela tournée e estavam contando os dias para que ela começasse. Alguns até falaram que mal podiam esperar pelo nosso casamento, o que me deixou bastante confusa, já que quem deveria estar ansiosa por isso somos nós.

Depois que nos divertimos com as perguntas por meia hora, decidimos que era melhor fazermos outra coisa. E, não, não foi sexo... ainda. Escolhemos um filme de terror, sem surpresa alguma nisso, e deitamos no sofá enroladas em uma coberta. Eu adorava noites assim, onde nós duas ficávamos abraçadas assistindo alguma coisa, apenas apreciando a presença uma da outra.

Foi na metade do filme que ouvi algo que fez com que eu me arrepiasse. Um trovão. Sim, sei que é um medo de criança, mas nunca superei ele. Assim que o som soou, de repente, agarrei as cobertas e deu um gritinho muito, muito, menininha, que teria me deixado envergonhada, se não fosse o medo que percorria meu corpo em ondas.

"O que foi? O filme nem está na parte de terror ainda." Demi tentou puxar a coberta para longe de mim, mas agarrei-me a ela com mais força ainda quando outro trovão explodiu no céu, dessa vez mais perto. "Você tem medo de trovões?"

Não é uma grande surpresa ela não saber disso. Não é como se chovesse todos os dias em LA, principalmente uma tempestade, e isso não é algo que eu gostaria de admitir em voz alta. Apenas acenei com a cabeça e virei praticamente uma bola quando me espremi no braço do sofá.

Eu esperei que ela risse de mim. Quem tem medo de trovão com trinta anos nas costas? Ok, vinte e oito, mas mesmo assim... Ao invés disso, Demi puxou a coberta lentamente e eu deixei o pano ir.

"Vem." Demi disse, em pé ao lado do sofá, com a mão estendida na minha direção.

Balancei a cabeça, negando. "Estou bem aqui." Tentei chegar mais para trás no sofá, mas era impossível.

"Confie em mim."

Não é que eu não confiasse nela, mas eu sempre odiei tempestades. Os trovões são muito altos e os relâmpagos muito claros, e me dão arrepios. Demi, no entanto, já havia me informado em uma ocasião que ela adorava tempestades porque, segundo ela, lhe dava uma sensação de calmaria. Tenho certeza que isso faz sentido na cabeça dela, mas não na minha (ou de qualquer outra pessoa).

"Eu não acho que é uma boa ideia." Mesmo sabendo disso, estendi minha mão e peguei a dela, sentindo meu pânico aumentar consideravelmente.

Demi sorriu e me ajudou a levantar, antes de nos orientar até a porta de vidro da sacada, por onde se podia ver a tempestade lá fora. Meu corpo tremia de medo e ela deve ter percebido isso, porque me puxou para um beijo suave, que me acalmou instantaneamente. Quando nos separamos, ela se sentou no chão na frente da porta e me puxou para sentar em seu colo, onde eu me acomodei confortavelmente.

"Coloque suas mãos no vidro." Ela instruiu, recebendo um olhar perplexo meu. "Sério." Demi diz com um sorriso.

Tive que respirar fundo para conseguir fazer o que ela pediu, colocando as palmas das minhas mãos no vidro gelado. "Por que?"

"Quero te mostrar uma coisa. Feche os olhos."

"Mandona." Resmunguei, tentando acalmar meu medo com o som de sua risada. Novamente, fiz o que ela instruiu.

Em seguida, seus dedos estavam nos meus braços, traçando um caminho lento para cima e para baixo. Eu suspirei uma vez, duas, senti um arrepio bom na minha espinha, então Demi empurrou meus cabelos para o lado e beijou meu pescoço, o que me fez gemer baixinho. Senti um sorriso em seus lábios e corei.

"Preste atenção, ok?" Demi sussurrou no meu ouvido, enquanto seus lábios se moviam pela minha pele.

"Em que?" É meio difícil me concentrar em qualquer coisa com o seu corpo tão perto do meu.

E, como se estivesse esperando sua deixa, um trovão soou, perto demais para o meu gosto, me fazendo pular um pouco. Seus braços me mantiveram no lugar, no entanto. "Espere um pouco." Nem uma batida de coração depois, senti os minúsculos pêlos de trás do meu pescoço e braço se arrepiarem. "Sentiu?" Sua voz estava abafada.

"O que foi isso?"

"Não tenho ideia." Demi riu levemente. "Descobri isso quando era criança, também tinha medo de trovões, então, um dia, no meio de uma tempestade, quando escutei um trovão dei um pulo e, para me firmar, encostei na janela do quarto. Foi quando senti isso, faço isso sempre desde então."

Meus olhos se abriram e eu me virei para conseguir olhá-la. "Sério?"

Demi sorriu e acenou em acordo. "Sim. É como uma corrente elétrica, não é? Como algo correndo pelo seu corpo."

"Isso é incrível." Minha voz denunciava meu espanto por aquela nova descoberta. "Posso sentir de novo?"

"Claro." Ela sorriu novamente. "Só temos que esperar o próximo trovão."

Virei-me novamente e recoloquei minhas mãos no vidro, fechando os olhos em seguida. Meu estomago parecia vibrar em ansiedade. Alguns minutos depois, outro trovão soou e aquela sensação elétrica passou pelo meu corpo novamente, me deixando, ao mesmo tempo, excitada e nervosa.

"Não abra os olhos." Demi sussurrou em meu ouvido, descendo suas mãos para o meu quadril.

Seus dedos deslizaram por baixo da minha camiseta larga do Capitão América, e fizeram pequenos círculos pela minha pele, fazendo com que um diferente tipo de arrepio percorresse meu corpo. Eles continuaram subindo até ficarem logo abaixo dos meus seios, fazendo com que eu me tornasse uma bagunça de suspiros.

Quando uma de suas mãos deslizou sob o cós da minha calça de pijama, já estava bem ciente de como iríamos terminar a noite. Mudei-me um pouco para não cair de seu colo, colocando os dois pés no chão, mas deixando minhas mãos no vidro como forma de apoio. Soltei um suspiro quando seus dedos deslizaram sob minha calcinha.

"Demi..." Gemi, contrariando meus quadris em busca de mais atrito.

"Está tudo bem." Demi sussurrou quando seus dedos deslizaram entre minhas dobras molhadas, provocando, um pouco hesitantes no início, mas se tornaram mais ousados quando eu gemi novamente.

Por sorte, ela não perdeu tempo me provocando. Demi logo encontrou um ritmo constante, bombeando para dentro de mim seu dedo indicador e médio, enrolando-os um pouco, enquanto a palma de sua mão batia em meu clitóris. Tentei controlar meus gemidos, tendo consciência que estávamos na frente de uma porta de vidro, mas perdi qualquer esperança disso acontecer quando ela torceu os dedos, fazendo com que eu perdesse qualquer vestígio de controle.

Com a tempestade estourando lá fora, com trovões e raios para todos os lados, me desfiz completamente, com os dedos de Demi presos firmemente dentro de mim, fazendo com que uma eletricidade percorresse minhas veias. Meus dedos estavam enrolados contra o vidro, sentindo os espasmos do prazer. Quando consegui me recuperar, lhe dei um beijo meio desajeitado por causa de nossas posições, adorando sentir a sensação de seus dedos ainda dentro de mim.

"Você é incrível." Sussurrei quando me afastei um pouco.

Logo depois, ouvi outro trovão estourando em algum lugar perto, mas não sentia mais medo. Estava perdida olhando na profundidade castanha de seus olhos, muito interessada em outras coisas para me lembrar de um pequeno som do lado de fora.

"Você não está mais com medo." Sua voz parecia realmente surpresa com esse fato. Apenas balancei a cabeça e sorri. Demi devolveu meu sorriso, deixando seu queixo dividido que eu tanto amo transparecer ainda mais.

"Vamos para a cama." Murmurei depois de alguns minutos apenas olhando para a beleza que mudou completamente minha vida.

 



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