História Madly Mad In Seul - Capítulo 31


Escrita por: e Wielle

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Adolescente, Bangtan Boys, Bebidas Alcoólicas, Colegial, Jikook, Kookmin, Long-fic, Namjin, Soft, Taeyoonseok, Viagens
Visualizações 167
Palavras 1.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEY HEY HEY
CALMA
NÃO VAI LER AINDA
TEM ALGUNS RECADINHOS ANTES

Bem, primeiramente... Olá a todos!
Gostaríamos de nos desculpar pela demora, mas o capítulo finalmente chegou.

Uma coisinha bem importante, pessoas: Não temos data para postar os capítulos. Estava difícil pra cumprir o prazo, então agora os capítulos virão em dias aleatórios, sem prévia de horário também.

A fanfic está no seu rumo final, mas vocês ainda terão alguns capítulos de MMIS, não se preocupem ❤️

Chega de enrolação, né?
Fiquem com o capítulo, meus anjos :)

~Wielle

Capítulo 31 - Thirty


Fanfic / Fanfiction Madly Mad In Seul - Capítulo 31 - Thirty

Jimin e eu saímos do colégio após eu finalmente conseguir convencê-lo a ir comigo numa lanchonete que não ficava tão longe dali.


— Jeongguk já tá tarde, acha que ainda está aberto? - falou, referindo-se a lanchonete -.


Já se passava das seis da tarde, o céu estava negro mas mesmo assim não era tão tarde a ponto dos comércios estarem fechados.


— Com certeza está, hyung - sorri simplista - Não vai me dizer que só diz isso porque não quer mais ir?


Talvez se eu usasse um pouco de drama...


— Eu só es-


— Poxa Jiminnie... - que minha atuação comece - Você falando assim até parece que não me quer por perto, que sou um homem ruim demais pra tê-lo... Que não mereço seu amo-


— Não não! - afobado, me interrompe - Eu te amo muito, sabe disso, e é claro que te quero por perto!


Seus olhos pairaram sobre o chão e sua voz saiu como um fio.


— É que eu me lembro muito bem desse lugar, lembro a hora que fui surpreendido, que fui encurralado, que quase fui... aish - suspirou -.


— Mas eu te protegi, certo? - passei meu braço esquerdo pela sua cintura, caminhando consigo assim, próximo de mim - E eu vou sempre te proteger, mesmo que isso custe a minha vida.


— Você não devia falar assim...


— Pois eu só estou dizendo a verdade - retruquei - Aceite-a.


— Eu também quero te proteger...


Ah, então esse era o problema?


— Meu anjo, olha nos meus olhos - pedi, parando e segurando delicadamente seu rosto com minha destra - Eu amo você. Não precisa se preocupar em me proteger, está bem?


— Eu amo você também - me abraçou repentinamente - Mas...


— Nananinanão - interrompi - Sem "mas" por hoje, okay?


— Okay.


Continuamos a caminhar, a lanchonete já não estava mais tão longe, somente uma volta no quarteirão e logo estaremos de barriga cheia.


[...]


— Vai por mim. - peguei de sua mão o cardápio que segurava com certa força. Seria fome ou desconfiança de que eu fosse realmente fazer isto? De qualquer forma, eu fiz - Esse daqui é o mais gostoso que tem por aqui.


Havia falado um pouco mais alto que o normal, e acabou que um dos funcionários que estava à nossa frente, do outro lado do balcão, ouviu e me olhou torto.


Eita caralho, ele entendeu errado. Melhor eu rever minhas ações, não é mesmo?


— Digo... - limpo a garganta, grunhindo baixo - Esse prato é um dos melhores que há nesta lanchonete, são todos gostosos, mas esse daqui... Hum... É de dar água na boca! - será que atuei bem? -.


— Oh meu majestoso namorado, quão bom degustador de lanches és, não?! - Jimin entrou nessa comigo, mas tava na cara que era pra caçoar da minha pessoa mais tarde - Só pra te avisar, - abriu um sorriso - ele saiu daqui antes mesmo de você começar a dar um de ator - caiu na gargalhada -.


— Droga... - em rendimento comecei a rir com ele - Mas e então, vai escolher o que eu optei ou vai usar o método do "minha mãe mandou"? - não podia ser o único a ficar sem zoar, então não perdi a primeira oportunidade -.


— Não tenta dar a volta por cima não, tá? - inflou as bochechas - Pode ser a que me recomendou - apoiou a cabeça em sua destra, que estava encima do balcão - Vamos ver se é tão gostoso assim como diz.


— É gostoso sim - tombei a cabeça para o lado oposto de Jimin e completei baixinho - só não mais que você.


— Eu ouvi isso!


— Mas é a mais pura verdade! - arregalei meus olhos - Ei, por favor - acenei para um dos atendentes do local, até que o mesmo veio em nossa direção -.


Seus trajes eram uma camisa branca, calça jeans escura e, para completar, um avental para identificá-lo como funcionário da lanchonete. Haviam grandes bolsas negras debaixo de seus olhos, ele parecia estar exausto.


— Nos vê o número vinte e sete, por favor - já ia voltar a dar minha atenção a Jimin quando me lembrei que não tinha dito quantos lanches. O jovem cansado ainda estava ali - Dois.


— E para beber? - perguntou -.


— O que vai querer, Jimin?


— Hum... Uma soda.


— Uma soda e um refrigerante sabor laranja - complementei -.


O de avental saiu dali após dizer que logo voltaria com nossos pedidos, seguindo para atrás de uma parede. Com certeza lá era a cozinha.


— O ano passou tão rápido, né?


Não havia parado pra pensar em tal assunto, mas agora que Jimin havia o mencionado... Sim, o ano já estava prestes a acabar e eu não fazia ideia do que fazer em seguida.


— Realmente, passou rápido sim... - concordei - Já pensou em como vai prosseguir após o fim do ensino médio?


— Oh... - ele parecia agora entender a gravidade do assunto - Não sei... Na verdade, estava pensando em tentar algo como engenharia civil.


— Parece interessante... - ouvi um "e você?" vindo do ruivo - Ah, eu ainda não tenho certeza, mas minha mãe sempre me diz que eu seria um bom advogado.


— E você quer ser um advogado?


— Na verdade não, - respondi, sincero - desde criança eu sempre quis ser policial.


— Você ficaria bem sendo policial, Jeongguk - sorriu -.


— Você acha?


— Uhum.


— Com licença - o funcionário anunciou sua presença, trazendo em suas mãos o que havíamos pedido, organizando os lanches e as bebidas na mesa - Tenham um bom apetite, rapazes.


— Obrigado - Jimin agradeceu e eu acenei com a cabeça -.


— Se achar tão bom quanto eu disse que era, eu te pago outro!


[... ]


Já se passavam das nove horas da noite, Jimin e eu havíamos acabado de sair da lanchonete ambos satisfeitos, claro. Eu o levaria até sua casa no primeiro ônibus que aparecesse, mas o único ponto que tinha por ali era perto do colégio, e então teríamos que passar pelo mesmo lugar que passamos antes.


Não vou negar, o clima era pra lá de assustador. Rua quase deserta, pouca iluminação e o único barulho que tinha ali era de carros que passavam de vez em quando.


— Jeongguk-ah... - murmurou -.


Jimin apertou mais ainda minhas mãos e colocou sua outra mão vazia em torno de meu braço, encostando sua cabeça em meu ombro e aproximando sua boca em meu ouvido.


— Eu tô com medo...


— Não precisa ter medo amor, nada pode nos acontecer aqui e-


— Eu não teria tanta certeza assim - uma voz grave e aguda ecoou entre as paredes de um beco que estava à nossa frente. Um barulho arrepiante de algo arrastando na parede ou chão deixou Jimin ficar ainda mais encolhido. Era possível ouvir passos de sapatos em nossa direção e o tal que estava ali murmurar algumas coisas desconexas - O que vai fazer agora, Jeon Jungkook?


Em seu rosto continha uma máscara branca e sem detalhes, era impossível ver o rosto que se escondia ali debaixo. Suas vestes eram diferentes demais para fazer dele um conhecido meu. Seria uma brincadeira dos garotos?


— Isso é algum tipo de brincadeira? - Jimin sussurrou em um fio de voz, demonstrando um total desespero perante a situação - Jeon, eu estou com medo.


— Park... - comecei a andar com o mesmo para longe daquele beco, aumentando a velocidade conforme o ruivo entendia minha intenção - Preciso que você corra.


— O quê?


— Corre, o mais rápido que puder!


— Mas e você? - ele relutava -.


— Pelo amor de Deus, corra!


A figura mascarada apareceu e uma faca estava em suas mãos.


— Acho engraçado o jeito como tenta proteger ele...


— Eu o protejo.


— Ah, não... Você só tenta - o desconhecido concluiu... Onde estava querendo chegar com aquilo? - Depois que eu acabar contigo, ele será o próximo.


— Do que está falando?


— Quero matar vocês dois.


— Você quer? Simplesmente assim?


Conversar com estranhos já era desconfortável, então por que eu falava com um estranho que, ainda por cima, quer me matar?


— Não quero, eu vou.


Aquele diálogo acontecia em movimento, eu recuando - preparado para correr - e o mascarado se aproximando.


— Seguinte cara... Logo já é fim de semana, já tá de noite, eu ainda tenho muita coisa na vida pra fazer... - tentava enrolar enquanto recuava para perto de algum lugar movimentado, que no caso era uma loja de roupa próxima - O que acha de eu te pagar um lanche, a gente conversar e você esquecer isso de nos matar, huh?


— Está debochando de mim, Jeon?


— De forma alguma, eu só-


Em meio ao desespero, algo invade minha cabeça: como ele sabe nossos nomes? Isso não o faz um desconhecido.


— Quem é você? Está a mandato de quem? - perguntei dando passos curtos para trás -.


Olhei para os lados e já não via mais Jimin, ele deve ter conseguido correr e pedir ajuda para alguém.


— Sou aquele que não te interessa o nome - falou num tom elevado -.


Em questão de segundos o estranho que usava máscara veio para cima de mim, e, numa agilidade, enfiou a faca em minha barriga.


A dor era gritante, e a risada alta que acompanhava minha tortura era de se dar medo. Um sádico? Um psicopata? Por que ri fazendo isso? Queria juntar forças para tirá-lo de cima de mim, mas tudo que eu conseguia fazer era pensar.

Pensar em Jimin.


Eu não posso fraquejar. Não nesse momento maravilhoso que estou tendo em minha vida. Não posso ficar parado sabendo que meu o amor vai precisar de mim. Tenho que me levantar e lutar mesmo estando ferido.


Eu tenho, mas não consigo.


Notas Finais


Vejo vocês no próximo capítulo ツ


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