História Madness and lies - Capítulo 1


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Categorias A Rainha Vermelha
Personagens Elara Merandus, Evangeline Samos, Farley, Gisa Barrow, Julian Jacos, Kilorn Warren, Mare Barrow, Personagens Originais, Príncipe Maven Calore, Ptolemus Samos, Sara Skonos, Tiberias Calore "Cal" VII, Tiberias Calore VI
Tags Cal, Comedia, Drama, Elara Merandus, Evangeline Samos, Família, Farley, Ficção, Mare Barrow, Maven Calore, Novela, Romance
Visualizações 27
Palavras 1.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Nosso primeiro encontro


Fanfic / Fanfiction Madness and lies - Capítulo 1 - Nosso primeiro encontro

NORTA...

NARRADORA 

_ Como assim os cofres reais estão vazios ?  pergunta Cal a o tesoureiro real.

_ Eu não faço a mínima ideia de como isso pode ter acontecido majestade, responde o homem  tão impactado quanto ele com a descoberta.

_ Mais da metade do tesouro real foi roubada sob os nossos narizes como isso pode ter acontecido ? se pergunta Anabel. 

_ E agora o que faremos ? O reino está completamente falido,  o que faremos ? se pergunta Cal em pânico.

_ Quem poderia ter feito uma coisa dessas ? indaga Anabel.

A única pessoa que ela conhecia que seria capaz de  algo assim estava morta há semanas.

ALEARDALLE ...

MAVEN

Abro as portas do meu cofre uma sala enorme guardada por portas de aço e um sistema de segurança acompanhado de sensores de movimento, raios lasers e muita pedra silenciosa.

Ela não tem mais o mesmo efeito sobre mim descobri recentemente que quando se mantém contato com a pedra silenciosa por muito tempo seu organismo acaba se acostumando a lidar com ela.

Meus poderes ainda são desligados por ela é claro, mas não sinto mais enjoado, fraco ou com dor de cabeça perto dela ao contrário de Jon que mal está se aguentando em pé.

_ Eu não aguento mais vamos sair daqui você ja admirou o seu tesouro real o bastante por hoje, fala ele andando lentamente até a saída.

Pego o controle que controla o movimento das portas em meu bolso e aperto o botão que as fecha o fazendo se voltar para mim irritado. 

_  Quer me deixar pra morrer aqui é?  Eu fui o único que ajudei você, grita ele.

_ E por que você fez isso? Por que me ajudou ? pergunto querendo saber o motivo de Jon ter me tirado de Montford.

_ Seu irmão, a Guarda Escarlate eles me odeiam e querem me matar por ter traído eles no passado, você também está tentando me matar agora, mas nós dois sabemos que não vai até o fim com isso afinal se me matar não vai ter ninguém para ajuda - lo a tomar o que é seu de volta além do mais você me paga bem para  arriscar a minha  eles não, responde ele parecendo ser sincero.

_ E por que eu deveria confiar em você ja me traiu uma vez ? pergunto esperando que me dê um motivo convicente para não ativar os raios lasers.

_ Se eu quisesse o seu mal o teria deixado pra morrer em Montford, mas eu não fiz isso fiz ?

_ Você está  tramando algo eu não sei o que é, mas vou descobrir, digo - lhe.

_Isso quer dizer que vai me deixar viver não vai ? pergunta ele.

_ Por enquanto, respondo apertando o botão que abre as portas do cofre.

_ Ah maravilha ,onde é o meu quarto ? pergunta ele dando uma olhada pela mansão que minha mãe herdou de meu avô  quando este faleceu e com a morte dela eu herdei.

Ninguém em Norta sabia desse lugar eu cuidei bem para que esse fosse o meu refúgio caso algum dia todos meus inimigos se unissem contra a mim e eu precisasse fugir.

Enviar parte do tesouro real para cá foi uma das minhas ideias mais geniais sem dúvida.

Nada traz mais segurança e poder a alguém do que dinheiro.

_ Eu fiquei com uma venda nos olhos a viagem inteira, você não vai me dizer onde estamos ? pergunta Jon. 

_Aleardalle, respondo.

_ Alear o que...

_ Esse lugar ja foi uma província próspera até virar o destino preferido de férias da casa merandus, homens era escravizados tendo que trabalhar de graça para eles, mulheres davam a luz a filhos cujos os pais elas nem se lembravam de terem se deitado, crianças tinham pesadelos a noite e nem as suas mães eram capazes de conforta - las, quando o verão acabava e os murmuradores iam embora as outras pessoas faziam o mesmo com medo da volta deles com isso a cidade acabou falindo e os únicos que ficaram aqui foram os condenados a ficarem e os burros de mais pra partirem, digo enquanto observo a paisagem quase deserta pela janela.

_ Ja esteve aqui antes ?

_ Um ano antes de meu pai me forçar a ir para guerra com Cal minha mãe me trouxe aqui e eu detestei o lugar, ainda detesto não a nada de bom aqui, respondo amargo.

_ É um bom lugar para se esconder, diz ele.

_ É um bom lugar pra se morrer, mas não vou ficar aqui esperando a morte chegar com o dinheiro que tenho posso contratar mercenários para lutar contra meu irmão, a guarda escarlate e aquelas três vadias ninfoides, um dia eu ainda governarei o mundo é uma promessa pode acreditar, digo - lhe.

_ Eu acredito que você é um homem de palavra quando quer, fala ele.

ROSE

Aleardalle deveria ser o lugar mais chato do mundo.

Nunca acontecia nada de interessante aqui.

Quando eu era pequena costumava sonhar em conhecer o mundo todo, mas agora sei que estou condenada a ficar aqui para sempre e nada me entristece mais do que isso.

_ Hein loirinha no que você está pensando ? me pergunta um dos bêbados da mesa da frente.

_ Em nada que seja da sua conta,respondo irritada aproveitando que  meu chefe não estava por perto.

_ Huuu atrevida eu gosto disso, por que você não vem aqui e me serve outra bebida ?

_ Você já bebeu demais e está quase na nossa hora de fechar acho melhor você ir pra casa, respondo.

_ Então me traga a garrafa inteira pra eu levar pra casa garota, fala ele pondo o dinheiro em cima da mesa.

Pego a garrafa sem opção e a levo para ele assim que me entrega o dinheiro lhe dou a garrafa e dou - lhe as costas.

Quando faço isso ele  dá um tapa forte me meu traseiro e começa a rir.

Viro - me para o encarar furiosa e lhe dou uma bofetada.

_ Venha aqui, fala ele me puxando para o seu colo.

Ele fica tentando me beijar enquanto suas mãos sobem pelas minhas pernas, me desepero e acabo quebrando a garrafa de bebida em sua cabeça o fazendo desmaiar.

Fico olhando para ele, o sangue em sua cabeça e a garrafa sem saber o que fazer quando meu chefe chega.

_Denovo Rose é a segunda vez esse mês que isso acontece, reclama ele.

_ Ele me agarrou a força, digo me defendendo como da outra vez.

_ Eu lhe disse quando começou a trabalhar aqui que seria assim e você me disse que não se importava, que precisava desse emprego para não morrer de fome o que mudou agora ?

_ Eu...eu...

_ O que custa ser mais gentil com os clientes ? comigo ? pergunta ele pondo a mão dele sobre a sua a deixando ainda mais nervosa.

_ Não posso fazer isso, respondo.

_ Então está demitida, me comunica ele.

_ Porque eu não quero ficar com nenhum desses bêbados muito menos com você tudo bem seu velho nojento, digo aproveitando para falar tudo o que penso.

Largo o meu avental no chão e pego a minha bolsa e o meu casaco no armário ao lado.

_Você ainda vai voltar aqui morrendo de fome me implorando para servir a esses bêbados nojentos de dia e a mim a noite sua vadia burra,  diz ele.

_ Nunca, digo cuspindo em seu rosto.

Ele me segura pelo braço irritado e dou lhe um pisao no pe com as botas de salto que nem comecei a pagar a saio correndo.

Depois de uns dez minutos paro de correr quase sem fôlego.

_ Rose, ouço Emily chamar atrás de mim.

_ O que aconteceu com você ? pergunta ela preocupada.

Conto - lhe toda a história enquanto caminhamos até a pequena pensão onde vivíamos.

_ Nossa finalmente você saiu daquele emprego você ia acabar sendo espancada por um daqueles bêbados ou talvez até matando um deles se ficasse lá.

_ É mais agora eu fiquei sem nenhum trabalho e várias contas pra pagar, falo peocupada.

_ Talvez não por muito tempo, fala ela.

_ Como assim.

_ Ouvir dizer que estão precisando de empregados lá, diz ela apontando para  a mansão dos murmuradores.

_ O que eu prefiro os bêbados do bar a um bando de murmuradores eles que podem me fazer trabalhar de graça.

_ Não tem murmuradores lá ouvi dizer que quem mora lá são membros da casa Arven que ficaram do lado errado da guerra, conta ela.

_ Todos os lados da guerra estavam errados, digo - lhe.

_ Bom isso não importa o importante é que eles tem uma mansão enorme e poucos empregados, fala.

_ Trabalhar pra prateados não sei se isso é uma boa ideia, confesso.

_ Eles estão pagando dois mil, revela ela.

_ Espero que não peçam referências.

DOIS DIAS DEPOIS ...

NARRADORA

Rose havia sido chamada para o emprego no dia seguinte a entrevista e estava animada e a o mesmo tempo receosa.

Ela nunca tinha trabalhado para prateados antes e não ouvira coisas boas das pessoas que conhecia que já tinham passado pela experiência.

Tudo o que ouvirá é que eles tratavam gente como ela ( vermelhos ) como lixo.

A primeira tarefa que encaregam Rose é limpar o quarto do dono da casa depois que a criada mais velha a qual era a encarregada dessa tarefa passar mal. 

Rose arrumava a cama quando a porta é aberta derrepente  assustando - a  e a fazendo se virar para encarar a pessoa que havia a aberto.

_  Quem é você  ?  E o que está fazendo aqui ?

MAVEN

Levo um susto ao entrar  em meus aposentos e encontrar uma estranha nele a única que tinha autorização para entrar nele era Anna uma criada mais antiga da casa que  tinha sido minha babá até minha mãe dispensa - lá  injustamente e começar a tomar conta ela mesma de minha educação arruinando à minha infância e saúde mental.

_ Meu nome é Rosalie, mas todos me chamam de Rose eu sou nova aqui esse é o meu primeiro dia e...

_ Tudo bem já chega você fala demais, digo cansado de aguentar tanta falação.

_ Me desculpe eu...

_ Você entrou no quarto errado mais isso não vai mais se repetir do contrário irá ser mandada embora eu fui claro ?

_ Na verdade eu fui manda...

_  A única que pode entrar neste quarto e mexer mas minhas coisas é Anna ninguém mais ao menos que essa pessoa queira ser demitida ou morta diga isso aos seus amiguinhos.

_ Si... Sim senhor, fala ela assustada pegando o balde que trazia consigo.

Observo - a por alguns instantes antes de sair apesar do olhar assustado, o cabelo preso e o uniforme sem graça ela era muito bonita.

Mais bonita do que Mare até.

Seus cabelos loiros, seus olhos azuis intensos ela parecia um anjo.

Derrepente percebo que ela também estava me analisando.

_ O que está esperando saia logo, grito a fazendo voltar a si e sair correndo.

Não podia ficar esperando ela me reconhecer ou notar a estranha atração que estava sentido por ela.

ROSE 

Saio do quarto tremendo e como o coração acelerado.

Aquele homem era uma pessoa horrível.

Era um arrogante que se achava melhor  que todos por ter o sangue prateado.

Era  garoto mais bonito que já tinha visto na vida.

Meu último pensamento me faz ficar irritada comigo mesma.

Como posso ter achado algo de atraente naquele sociopata ?

Parte de mim não queria voltar a vê - lo nunca mais, mas outra parte daria tudo para outro encontro com ele.








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