História Madness and lies - Capítulo 2


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Categorias A Rainha Vermelha
Personagens Elara Merandus, Evangeline Samos, Farley, Gisa Barrow, Julian Jacos, Kilorn Warren, Mare Barrow, Personagens Originais, Príncipe Maven Calore, Ptolemus Samos, Sara Skonos, Tiberias Calore "Cal" VII, Tiberias Calore VI
Tags Cal, Comedia, Drama, Elara Merandus, Evangeline Samos, Família, Farley, Ficção, Mare Barrow, Maven Calore, Novela, Romance
Visualizações 17
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Sangue nova


Fanfic / Fanfiction Madness and lies - Capítulo 2 - Sangue nova

ROSE

_ Aberração !

_ Mutante ! 

_ Monstro ! 

_ Bruxa !

Gritavam as pessoas lhe insultando enquanto ela era conduzida até a pira por dois brutamontes.

Sua mãe era contida por sua tia enquanto seu pai... bem ele estava apreciando o momento finalmente se livraria da aberração que tanto o atormentava.

_ Você vai queimar bruxa.

_ Não tem lugar pra você no mundo,gritava a multidão empolvorosa enquanto a amarravam na pira e ascendiam as tochas. 

_ Rose ! 

_ Rose, chama Emily batendo na porta a despertando.

Assim que desperta sua cama cai no chão junto com o criado mudo, a penteadeira e todos os outros móveis do quarto.

Estava perdendo o controle.

Outra vez.

_ Hein Rose está tudo bem aí? me   pergunta Emily  do outro lado da porta.

_ Está sim é... eu so esbarrei no criado mudo e derrubei algumas coisas, minto. 

Abro a porta para Emily depois de alguns minutos assim que ela entra no quarto olha ao redor.

Felizmente a única coisa que havia quebrado tinha sido o abajur.

_ Então você não me contou como foi o seu primeiro dia de trabalho, fala ela sentando - se em sua cama.

_ Foi um dia e tanto, digo.

_  O que exatamente isso quer dizer ? pergunta ela.

_ Que foi um dia cheio só isso, respondo não querendo dar muito detalhes sobre o encontro " desagradável " com meu chefe.

Eu sabia que a primeira coisa que Emily ia perguntar era se ele era bonito.

Então eu iria acabar corando me denunciando e ela ficaria pegando no meu pé. 

_ É só isso o que você tem pra contar ? pergunta Emily decepcionada esperando mais detalhes.

_ Eu fui pro trabalho não pra uma festa não tem nada de empolgante pra contar, respondo.

_ Falando em festas ama...

_ Não vou a festa de aniversário da insuportável da Cristal pra você ficar correndo atrás do irmão dela a noite inteira e me deixar sozinha com aquele primo dos dois, falo me lembrando do último ano.

_ Eu e Allan fomos feitos um para o outro e logo ele vai peceber isso, além do mais Derick não é tão ruim assim.

_ Ele é péssimo, a única coisa que ele gosta de falar é sobre ele mesmo e aquela mania dele de ficar ajeitando o cabelo o tempo inteiro me irrita, confesso.

_ Ah tá bem eu prometo que encontro um cara legal pra você dessa vez.

_ Você não vai  precisar encontrar  nenhum cara pra mim naquela festa porque eu não vou,digo convencida.

_ O que Rose você não pode me deixar na mão, argumenta ela.

_ Eu não vou ir nessa festa esqueça, falo.

_ Você é uma péssima amiga, diz ela.

_ Não tente fazer chantagem emocional Emily não vai funcionar, digo me mantendo firme em minha decisão.

NA NOITE SEGUINTE...

_ Rose por favor dê um sorriso falso, me pede Emily.

_ Eu não consigo, você sabe que eu não fico a vontade no meio de tantas pessoas.

_Ah meu Deus Allan está vindo pra cá! exclama Emily com um sorriso de quem ganhou na loteria em seu rosto.

_ Rose eu estou surpreso em ver você aqui Emily sempre diz que não gosta de festas, fala ele encarando - me.

_ Eu é...

_ Fico feliz que ela tenha conseguido trazer você, diz  ele me interrompendo e dando uma olhada rápida em Emily.

_ Obrigada eu fico feliz em saber que sou bem vinda, digo.

_ Você é sempre bem vinda aqui, diz ele com um sorriso.

Retribuo o gesto sem saber direito o que fazer.

_ Então você quer dançar ? pergunta ele.

Não me atrevo  sequer a olhar para Emily para ver a sua reação com o convite.

Ela havia falado dessa bendita festa  a semana inteira e passará as últimas horas se arrumando para a ocasião.

Para ele melhor dizendo.

E agora ele ficava me oferecendo a sua mão com um sorriso galante no rosto.

_ Eu não sei dançar vou acabar pisando no seu pé é melhor você convidar Emily, sugiro.

Ele me olha nitidamente decepcionado.

Todas as garotas na festa esperavam por seu convite, mas ele não estava disposto a oferece - lo a elas e sim a mim e eu estava o recusando.

Allan tinha a aparência de um galã de cinema olhos azuis, cabelo loiro, porte atlético e um belo sorriso fatores que o levam a conseguir tudo o que quer.

Concerteza ele nunca ouviu um não de uma garota antes.

A o contrário de seu primo Allan não me provocava repulsa, mas eu não sentia nada além de simpatia por ele e sabia que minha melhor amiga, minha única amiga pra falar a verdade era louca por ele então não havia qualquer esperança pra nois dois.

_Eu não estou a fim de dançar vou pegar uma bebida e deixar os dois a sós, fala Emily saindo.

_ Você ouviu ela, podemos dar uma volta pela Praia se não quiser dançar, propõe ele.

_ A minha melhor amiga está apaixonada por você assim como a maioria das garotas nessa festa, ela veio até aqui so para ter a honra de dançar com você não a decepcione,  falo me afastando.

ALGUNS MINUTOS DEPOIS...

_ Allan me convidou pra dançar e mesmo sabendo que ele tinha feito isso so porque você pediu eu aceitei e quando ele não estava olhando pra você parada  aí nesse canto ele estava me falando  o quão incrível você é, lhe diz Emily.

_ Eu lamento, digo ao certo sem saber o que dizer.

_  É claro você deve lamentar muito mesmo que todos sempre prefiram você, fala ela irônica.

_ Eu não tenho culpa se ele chamou a mim pra dançar e não você outra em meu lugar teria aceitado o convite, a o invés de ter intercedido por você, falo deixando as palavras escaparem de minha boca.

_ Quer saber não se segure por minha causa ele está ali esperando por você, eu vou embora assim os dois podem ficar mais a vontade, diz Emily irritada apontando para ele.

Alguns minutos após sua partida abrupta decido ir atrás dela.

Os sapatos de salto tornam uma tarefa quase impossível caminhar pela areia da praia então resolvo os tira - los.

Ando mais alguns quilômetros até topar com o bêbado desagradável em que fui obrigada a quebrar uma garrafa de bebida na cabeça na semana passada antes de  me demitir de meu antigo trabalho.

Ele me dá um sorriso malicioso.

Para minha desgraça mesmo com tudo o que tinha bebido naquela noite e a pancada que lhe dei na cabeça ele ainda se lembrava de mim.

Ele me dá um sorriso malicioso e eu tento desvencilhar, mas sou impedida de continuar.

_ Eu estava com saudades de você, fala ele tentando me beijar.

Dou um empurrão nele e o canalha faz o mesmo so que com o triplo de força me derrubando no chão, vejo uma pedra em meio a areia e o acerto do lado da cabeça com ela.

_ Sua vadia imunda, grita ele me dando uma bofetada que me faz voltar ao chão.

Ele me pega pelos cabelos e sussurra em meu ouvido.

_ Demorou mais finalmente eu vou ter o quero de você, sussurra ele em meu ouvido me pegando pelo cabelos.

Grito por socorro,  mas ninguém parece me ouvir.

Assim que ele rasga as costas de meu vestido o medo de alguém me ver usando meus poderes some completamente.

Eu poderia usar o dom ou a maldição com que nasci para me livrar dele ou deixa - lo fazer o que quisesse comigo.

A escolha era clara.

Me concentro e o tiro de cima de mim o fazendo dar de encontro a uma grande rocha. 

Olho para seu corpo inconsciente no chão.

Havia muito, muito sangue mesmo.

Acho que ele estava morto.

Eu já havia machucado pessoas antes quando era criança sem querer, mas nunca havia matado alguém.

É claro que ele queria me fazer mal, mas...

O que eu faria agora ?

Acabei de tirar a vida de um homem.

Se alguém nos encontrasse assim eu seria presa.

A fofoca logo chegaria ao vilarejo vizinho e então meu pai viria terminar o que começou.

Precisava fazer algo, mas o que ?

Olho a o redor e jogo seu corpo no mar o fazendo levitar como fiz anteriormente.

Assim demorariam mais para achar o corpo.

Talvez nem achassem.

Saio correndo dali ao ouvir alguns barulhos.

Quando chego ao meu quarto na pensão vou pra de baixo do chuveiro onde fico um bom tempo paralisada enquanto a água escorria por meu corpo.Sa

Queimo o meu vestido e me deito na cama, mas obviamente não durmo.

Fico apenas encarando a escuridão relembrando  cada detalhe dos acontecimentos que me levaram a tornar - me uma assassina.

MAVEN

Andava pela praia meio sem rumo quando ouvi alguns gritos pedindo por socorro, assim que avistei Rosalie apanhando daquele brutamontes.

Perdi a minha cabeça meus punhos ascenderam em chamas involuntariamente.

Eu queria desmenbrar aquele  homem com minhas próprias mãos. 

Como ele se atrevia a tocar nela dessa maneira ?

Não conseguia entender o por que, mas eu sentia que tinha que proteger aquela garota impertinente.

Corro o mais rápido que posso  pela areia com um pouco de dificuldade pelas minhas vestes nada adequadas para realizar atividades físicas, assim que chego mais perto vejo a controlar o corpo do homem como uma marionete me deixando completamente boquiaberto.

Ela era uma murmuradora não havia outra explicação.

Uma murmuradora sangue nova.

Um milagre.

Uma farsa.

Uma mentirosa.

Ela concerteza não fora trabalhar na minha casa por acaso.

A maldita sabia quem eu era.

Talvez até fosse membra da Guarda Escarlate? 

Ou pior uma espiã de meu irmão.

Será que ele suspeitava que estava vivo?

Assim que ela saí correndo parecendo chocada com o que fez me aproximo.

_ Tolinha, falo comigo mesmo ao perceber que ela so se livrou do corpo, mas não das evidências.

Havia sangue espalhado pelo chão e na rocha em que o homem tinha batido com a cabeça e a prova mais incriminadora de todas um pedaço do tecido do vestido que ela estava usando.

Claramente ela não fazia ideia do que estava fazendo era uma armadora.

O que significava que nunca havia matado alguém antes portanto não poderia ser membra da Guarda Escarlate muito menos uma espiã.

Dou um jeito na cena do crime essa garota poderia me ser útil.

Muito útil.

Se conseguisse controla - lá eu poderia controlar o mundo.










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