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História MADNESS In Borderland X Chishiya x Niragi x You. - Capítulo 2


Escrita por: Bunnie_J

Capítulo 2 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction MADNESS In Borderland X Chishiya x Niragi x You. - Capítulo 2 - Chapter One


Três semanas depois....


Foi difícil no começo mas logo entendi o jogo. Bom, nem todos eles.


Pra mim isso tudo prace um pesadelo. Mas as dores são reais.

Aqui eu não tenho amigos. A primeira amiga que eu fiz. Morreu dois dias depois. Aqui ninguém tem que se apegar a ninguém é extremamente duvidoso saber se você vai morrer ou viver.

Em todo jogo ganhamos um celular que pra mim é apenas um manual e um conômetro. Logo devolvemos.

Aqui não tem energia nem wi-fi. E é difícil consefuir comida.


Tudo aqui parece de um jogo survive RPG. Cada jogo zerado os vistos se renovam. É como dias de folgas.

Eu também fui ensinada com as coisas que observo. Nas instruções é sempre mostrado uma carta do baralho.

Os números mostra a dificuldade. E os nipes determinam como o jogo será. Ouros é jogo em equipes. Espadas jogos de dorça física, combate de corpo. Paus de estratégia e mentalidade e Copas... Jogo de traição, brincar com o coração alheio.

Eu sobrevivi em muitos jogos. Eu jogo de maneira fria e eficaz. Mas nunca deixo de ajudar quem me ajudou.

Era noite. Estava me preparando para mais um jogo. Calça, moletom e salto alto. Era oque resumia todas as roupas que vesti desde então.

Momento algum parei de pensar na minha mãe. Não sei como ela esta agora mas peço a Deus de que nada de ruim aconteça a ela.

Quando cheguei Vi que tinha apenas um garoto de capuz. Não disse nada. Mas ele notou mimha presença pelo barulho do salto alto. Peguei um celular e logo recebemos mensagem.

" 10 minutos para o fim das inscrições, total de dois jogares"

Me encostei em uma parede afastada do outro. Eu olhei pra ele brevemente, e ele me olhou também. Nenhum dos dois desviou o olhar como se estivéssemos nos desafiando.

Mas como tudo tem limite, logo mais pessoas chegaram ali. Eu abaixei a cabeça e não me atrevi a olhar mais ninguém.


A paz acabou quando a voz robótica iniciou:


"As inscrições acabaram! Total de 13 participantes!"

"Jogo: Símbolo"

"Dificuldade: 5 de Espadas"

"Regras: Fugir e Escapar da Coisa"

"Condições para vencer: Encontre o simbolo em uma das salas do edificio, você zera o jogo quando tocar o símbolo"

" Tempo limite- 20 minutos!"

" Apos 20 minutos. A bomba escondida no prédio ira explodir!"

Claro... Tava bom demais pra ser verdade! Nem me dei o trabalho de escutar os comentários.

Apenas levantei e sai sem olhar para trás. Primeiro precisava de um ponto para observar. Um ponto alto.

Então me dirigi para um elevador e apertei o botão pra chamá-lo.

- Também vai pra cima?-- olhei em direção da voz. Era o garoto de capuz.

Eu não respondi, apenas assenti com a cabeça. Entramos os dois no elevador, e ele apertou o botão do último andar, 7.

"Dois minutos para o início do jogo" -A voz robótica diz.

Estávamos os dois com as mãos no bolso e com capuz, acharia divertido se não estivesse numa situação séria.

Saímos do elevador, eu apressei o meu passo, deixei ele pra trás e fui a um ponto de visão. Era possível ver todos daqui, mas meus minutos de paz acabaram, já que ele parou do meu lado, de novo.

- Tá me seguindo por acaso?

- Não!-- disse simplesmente.-- Por incrível que pareça, temos o mesmo nível de inteligência.

Não disse nada, apenas revirei os olhos e olhei os outros jogadores, a maioria parece não ter experiência.

- Todo mundo tem cara de quem vai morrer, de novo.

Eu não pude evitar de olhá-lo com deboche. Ele era ousado.

- Você é estranho.-- ele nada disse, apenas olhou para um ponto cego e acenou, eu olhei para onde estava acenando e não tinha ninguém, ninguém mesmo.-- Muito, estranho.

- Ah, que mal educado.

"O jogo irá começar agora, o tempo limite é de vinte minutos, o jogo foi iniciado. A coisa está em ação!"

-... Que tudo dê certo!-- sussurrei para mim mesma.

- E então, por que não joga?

- Como pode ficar tranquilo com tanta coisa acontecendo?-- ele dá de ombros.

Se não fosse tão observadora como minha mãe diria que era impossível ler esse garoto. Mas para mim não era impossível. Do que adianta ele estar calado se tem uma mente barulhenta?

- O que você fazia antes de vir pra cá?-- ele me perguntou.

- Nada demais. Trabalhava em um pub e fui demitida por socar a cara de um cliente, cuidava da minha mãe. E procurava pelo meu pai.

- Socou a cara de um cliente?

- Ele me chamou de vadia... Tio Aguni acabaria com ele se soubesse. Mas ele também sumiu e...

- Perai.... Tio Aguni?

- Ah sim, ele era melhor amigo do meu pa... Por que a surpresa?

- ....

- Quer saber eu nem sei porque estou falando isso com você.

"Pessoal, a coisa está no segundo piso da área central, ela não enxerga direito por causa da máscara!!" - Alguém disse.

- Oh, a ideia até que é boa....-- ele disse cínico.

- O difícil é alguém ajudar!-- Rebati.

"A coisa tá no quarto piso da área central, quem tiver perto tem que correr!"

- É sério?!-- eu e o loirinha falamos juntos.

- Okay, isso está ficando interessante!!-- me debrucei ao lado dele.

Ficamos olhando umas pessoas se abaixarem, outras correrem. Tinha uma garota nesse exato momento fugindo da coisa. Uma senhora estava na frente dela. Então ela simplesmente pulou o pequeno muro do corredor e começou a escalar.

- Olha, uma alpinista.-- cutuquei o loiro.

- E das boas....

" Restam 8 minutos para o fim do jogo, no momento, há sete sobreviventes..."

- Com licença, loirinho. Mas está na minha hora...

- Já, poxa. Estávamos nos divertindo.

- Pois é, mas eu honro meus planos!-- virei as costas.

- Vai me dizer seu nome?!!!!

- Vai ter tempo pra isso...-- gritei.-- Ou talvez não!

Penas desci os andares pelo elevador. Eu sabia onde estava a sala, óbvio. Mas não seria tonta de entrar lá sozinha.

A coisa passou reto muitas vezes por lá, mas quando está longe não se importa de tentar impedir as chances. Ele nunca segue as pessoas próximas da porta, mas tenta mata-las, mesmo de longe.

Com certeza tem uma armadilha lá dentro, mas se ele não deixa de atirar nas pessoas próximas a porta, talvez a armadilha não lhe dá garantia.

Eu observria um pouco mais, os mínimos detalhes. As habilidades dos jogadores. O loirinho estava certo nos temos o mesmo nível de inteligência, talvez até mesmo de desconfiança. Mas não afirmaria isso logo.

Eu posso ser muito pior, ou ele pode ter segredos sendo dele ou não, que lhe dá vantagens.

A uma curta distância, podia ouvir uma briga, logo depois um instinto de incêndio para nós meus pés.

- Joga pra cá!-- um moço de cabelo amarelo grita.

Eu logo entendi, ele iria pegar a coisa. Não sozinho provavelmente, então se ele e mais alguém usaria a força física, eu usaria a minha, em outro lugar.

Chutei o instintor pra ele e logo pude ver.... Era ele, tio...

Meu tio, ele tá aqui. O tio Aguni. E-ele desapareceu com meu pai... M-mas então se... Se ele está aqui... Meu pai também está?!

Dentro de toda essa sombra, ele apareceu. Eu podia ter uma esperança de novo?

"4 minutos para zerar o jogo..."

Droga!

Eu iria fazer isso, zeraria o jogo só pra voltar pro tio. Eu sei que ele não vai perder, ele nunca perde!

Então sai correndo atrás da sala secreta. Não desperdiçaria mais um segundo sequer. No meio do caminho trombei com um garoto, que até então não tinha visto no jogo.

Ele não disse nada, muito menos eu. Então seguimos até a sala, e podemos ver o loirinho chegar perto também.

- Olha só.... Pensaram o mesmo que eu?

- Sim-- o moreno disse. Foi ele quem gritou aquela hora.

Ele se preparou para abrir a porta mas travou.

- Por que a coisa seguiu a gente? Ela poderia ter esperado aqui!

- Oh, você é inteligente!-- disse.

- Deve ter alguma coisa que a gente não saiba.

- Claro que tem loirinho. É uma armadilha, tem alguma coisa aí dentro pra acabar com a gente, mas não passa garantia, se não ele não teria atirado aquelas vezes.

- Oh...-- o moreno fica mudo.

- Se você não abrir...-- o loirinho mostra o celular-- Acabou pra gente.

Sem demora, eu empurrei o outro e abri a porta. Era um apartamento comum, mas sem móveis. Tinha um banheiro comum. E outra porta. Que óbviamente nos chamou a atenção.

O moreno iria abrir a maçaneta, mas eu escutei.... O mesmo barulho que a coisa fazia ao ajustar a arma.

- CUIDADO!!! -- O moreno gritou.

O outro me puxou pelo braço e saímos de lá correndo. Podia-se ver as marcas da bala que pegaram na porta.

- Droga!-- respirei fundo. Foi uma adrenalina.

- Deve ter outro jeito.-- o loirinho disse normalizando a respiração.

- Bom... Pelo que eu sei, ele tem um MAC-10, as balas são desparadas em uma fração de 1,2 segundos. Mas nós temos tempo suficiente para um ataque surpresa quando ele estiver recarregando....-- disse por fim. Eu olhei para ele, que não tirava os olhos de mim.-- O que foi?

- Você realmente sabe disso tudo?-- dei de ombros.

"Três minutos para o fim do jogo!"

"Alguém vem aqui!! Sala 406, sala 406!!! Não dá pra zerar o jogo sozinho, precisa de duas pessoas pra isso!!!!" - O moreninho gritou lá de dentro.

- Cê tá falando sério??!

- Mas que merda!!!-- resmunguei.

Nós dois ouvimos um estrondo e nos encolhemos em um cantinho. Eu fiquei praticamente colada nele então me levantei quase imediatamente.

-Vamos entrar??

- Você tá louca?

- Ah, foda-se. Eu vou entrar!

- Calma aí...


Entramos bem devagar, os barulhos de tiros aumentaram, a coisa tentava matar o carinha moreno e logo a trepa-trepa apareceu na janela. Os tiros vieram na nossa direção então caímos pra trás.

- Filho da puta...-- fui pra cima dele.

Pulei nas costas dele, dei uma joelhada na costela dele. Como ele não caiu completamente dei dois socos nele.

Ele apontou a arma pra mim, então soquei a cara dele. Mas não adiantou muito. Ele me agarrou e me jogou na parede, foi tão forte que fiquei zonza. Só tinha noia dois na sala, os outros provavelmente se esconderam.

- Ei, garota. Levanta vai!!!-- escutei o loirinho me chamar.


Abri os olhos minimamente e vi ele com algum tipo de arma de choque, ele jogou a tal arma pra mim então peguei e liguei bem no peito desse merda! Que tonteou pra trás então eu dei um chute nele, me apoiei em seus ombros e o joguei no chão. Se ele levantar de novo eu bato palmas.


"5..."

- Merda!

"4..."

- E agora?

"3..."

- Os botões!!

"2..."

Nesse momento, o moreninho e a menina trepa-trepa praticamente voaram para poderem apertar os botões..... Ao mesmo tempo.

"1."

Ficamos em silêncio por um tempo, ninguém disse nada, talvez esperando que algum lazer caia do céu, só pra ter certeza. A ficha só caiu com o toque do celular...

"Jogo zerado, parabéns!"














Conseguimos.....!









Pessoal como está no cap anterior. Eu disse a vcs que não gosto de usar S/n nas minhas fanfics. Então outra vez eu peço que vcs escolham um nome ou sobrenome.


Nome:

Yuli, Hayul ou Hyuki.

Sobrenome:

Boshiya, Takeru ou Danma.




















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