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História Maestria do Destino - Capítulo 8


Escrita por: @


Notas do Autor


Olá, tudo bem?

Vim aqui rapidinho postar esse capítulo. Talvez vocês percebam uma mudança no modo de narrar e isso tem um motivo: Hanbin até agora era mais de pensamentos e raciocínio; Jiwon é mais da argumentação e da fala.
Os capítulos com Jiwon serão bem mais recheados com falas do que pensamentos, então espero que gostem.

Agradeço à todos os comentários e favoritos. Muito muito muito muito obrigada 🤍
Agradeço em especial a Luuh @daegresco por ter me ajudado demais com esse capítulo e oferecido umas críticas maravilhosas para que as coisas fizessem sentido 🤩


Boa leitura!

Capítulo 8 - Sete: Clair de Lune


KIM JIWON

Caminhei mais à frente de Hanbin, guiando-o até o meu quarto. Estávamos sozinhos em casa, o que me causava euforia e preocupação. Não queria que ele pensasse que tentaria forçar o seu perdão, mas ter um momento a sós — sem risco algum de sermos interrompidos — era o que eu precisava.

Subimos as escadas com o som das nossas passadas ritmadas preenchendo a quietude. Abri a porta com lentidão começando a pensar qual seria a melhor maneira de mostrar para ele o que eu era capaz de fazer. 

— Senta, por favor. Fica à vontade. — Pedi enquanto ia até o armário. Quando retirei o violino muito bem guardado e virei-me ele ainda estava de pé; parado na metade do caminho entre a saída e a cama. Não ousei dizer nada temendo que o deixasse mais desconfortável.

Arrumei o instrumento no ombro e respirei fundo algumas vezes. Sempre era muito único e diferente quando eu começava a tocar. Tentei me concentrar em um sentimento ou pensamento que estava rodando o meu ser para que pudesse mostrar o que eu sabia fazer, mas eram tantas explosões dentro de mim que eu não conseguia me concentrar como deveria. 

Busquei os olhos atentos de Hanbin em cima do que eu fazia, acuados e tão distantes. E foi só então que pude deixar a música fluir. 

Deixei toda a saudade e todo o medo viajarem pelas notas, tomando o seu próprio rumo até os ouvidos do outro. O meu braço se mexia com certa violência, descontando no arco e nas cordas cada batimento ansioso do meu coração.

Kim ainda me observava, contudo eu não conseguia entender a expressão que me era dirigida. Eu via as notas dançarem até ele e sumirem; o medo e a saudade arrastarem-se pelo ar e sumirem dentro dos ouvidos dele.

O meu medo e a minha saudade. 

Porém a falta de alguma mudança na expressão dele me deixava preocupado, o que começou a interferir no que eu apresentava e algumas notas saíram distorcidas. Eu sabia que ainda era capaz de modificar os sentimentos do outros através do que eu tocava, mas por que Hanbin não reagia?

Deixei a melodia findar-se abruptamente, sendo incapaz de aguentar mais aquela situação. Não parecia ter efeito. 

— O que você está sentindo? — Questionei aflito, esperando alguma transformação nele. Nada acontecia! 

Hanbin tossiu algumas vezes. Não me respondeu, apenas retrucou: 

— O que era para acontecer?

Ri sem graça com a sua pergunta, incapaz de explicar com palavras o que era para ser sentido com o coração. O único momento que eu quis verdadeiramente que o meu dom funcionasse ele falhou, caiu por terra e me deixou parecendo um alucinado. 

— Quando eu toco... Eu vejo... Eu sinto... — Comecei a balbuciar perdido; estava sendo mais difícil do que havia imaginado. 

— Todos sentimos algo quando tocamos.

— Não nesse sentido. Eu vejo... sentimentos.

— O quê?

— Eu não sei nem como classificar o que sou, algo como “Empata Musical”. Eu consigo manipular os sentimentos dos outros através da minha música. As notas saem e modificam o comportamento de outra pessoa, de quem eu quiser e como eu quiser. — O silêncio que recebi foi dolorido, todavia necessário. Foi o que me deu o último empurrão de coragem para juntar as palavras com coerência e me explicar. Eu precisava desesperadamente que ele acreditasse em mim. — Eu precisei fugir, Hanbin. Meus pais acharam que eu estava enlouquecendo, me mandaram para a casa dos meus avós. Você sabe o quanto eu era obcecado pelo meu violino e pela música, mas eu comecei a ficar com medo de tocar e prejudicar alguém sem querer.

“A primeira vez que manipulei alguém foi... horrível. Foi algo tão repentino e assustador que tenho calafrios cada vez que lembro. Nunca havia acontecido nada parecido antes. 

Estava ensaiando com uns colegas para a nossa apresentação de Natal, você estava feliz que me veria tocar pela primeira vez com a faculdade e eu estava uma pilha de nervos. Era cansativo e puxado, eram horas e mais horas ouvindo a mesma cobrança excessiva do professor. Éramos em cinco, todos calouros e jovens-adultos cheios de si, tentando a todo custo mostrar o nosso valor. 

Você lembra do Jung Chanwoo, não? Ele estava cometendo muitos erros naquele dia e todos recebíamos uma punição pelas falhas dele. Eu estava irritado demais, assim como os outros, porém a minha ira também estava disfarçada de prepotência. Eu me achava o melhor — porque era o que eu mais ouvia falarem para mim — e não acreditava ser justo receber sermão por algo que eu não tinha culpa; eu era um verdadeiro imbecil asqueroso!

Chanwoo começou a chorar, o que deixou o nosso professor furioso. Aos berros ele disse que faria questão de conversar com o diretor sobre a nossa falta de capacidade, citando também que perderíamos a nossa bolsa de estudos por não sermos bons o suficiente para tê-la.

Quando voltamos a tocar eu não conseguia tirar os olhos de Chanwoo. Comecei a movimentar o arco com mais força, despejando tudo o que tinha de ruim dentro de mim naquelas notas distorcidas. Eu quase podia sentir o ódio, o ego e a humilhação flutuarem junto com a melodia. Eu só conseguia pensar que seria capaz de socá-lo com muita força... 

De um segundo para o outro tudo mudou. Foi aí que ele surtou; jogou o violino no chão e ameaçou o professor. Deu um soco no rosto do homem e saiu xingando e chorando para quem quisesse ouvir.

Eu fiquei assustado, mas tentei não dar muita importância. Algo dentro de mim dizia que era uma coincidência, porém ao mesmo tempo outra vozinha berrava que a culpa era minha. 

Eu havia feito aquilo. Eu que tinha aflorado os sentimentos ruins dele. Chanwoo já estava instável e eu o levei ao limite, causando mal à ele e ao professor. Ele jamais faria algo do tipo, era sempre tão polido, educado e respeitoso. 

No dia seguinte, tendo passado a noite em claro, fomos ensaiar mais uma vez. Sem o Jung. O clima estava uma merda e eu tremia sem parar. Estava obcecado com o que tinha acontecido e ainda era inexperiente com o que eu sabia fazer, então quando comecei a tocar recheado de medo e apreensão não demorou para a merda acontecer de novo. O professor ficou apavorado sem uma razão aparente — correu da sala de ensaios e nos deixou para trás, falando que precisava de um tempo. 

Depois do horário das aulas eu procurei por ele e tentei me explicar, buscando desesperadamente por uma ajuda ou um apoio. Eu queria entender o que estava acontecendo comigo, porque eu me sentia diferente... Eu estava apavorado! 

Comentei o que havia acontecido, não podia ser coincidência. Ele me olhou como se eu fosse louco, mas pediu que eu tocasse. Assim que encostei o arco nas cordas, comecei a chorar e tremer mais ainda, tocando uma melodia deprimente. O professor empurrou as minhas mãos para baixo e novamente fugiu, só que dessa vez de mim, tremendo e arquejando com dificuldade. 

Você lembra quando eu contei que estava de recesso e fiquei duas semanas trancado em casa, não é? Eu estava mentindo, Hanbin. Fiquei com medo de contar para vocês e fazer algo que pudesse machucá-los. 

Criei um pouco de coragem para contar aos meus pais o que andava tirando o meu sono. Eles obviamente não acreditaram, e quanto mais eu insistia no assunto mais assustados ficavam. 

Então, numa noite de quinta-feira, ligaram em casa e falaram para os meus pais que eu era diferente e precisava fugir por um tempo. Disseram que eu causei a expulsão de Chanwoo e a demissão do meu professor, que eu poderia ser um perigo para os outros e ofereceram ajuda. Foi aí que eu sumi.”

Calei-me esperando que ele pensasse sobre o que eu estava contando. Eu tinha certeza de que nada fazia sentido aos ouvidos dele. 

As palavras disparavam para fora da minha boca com mais precisão e certeza, mas não menos desesperadas. Há seis anos esperava por aquele momento, sonhava e imaginava como seria o nosso reencontro noite após noite, e estava acontecendo. 

— Isso é... impossível. Você tem super-poderes? O quê? — Hanbin deu um passo para trás quando tentei me aproximar e os seus olhos estavam marejados. Eu queria ser capaz de ver o que ele estava pensando. Sentei na beirada da cama, esperando que ele se acalmasse um pouco para continuar. 

— Fiquei nos Estados Unidos esses anos todos, sendo avaliado por vários médicos e especialistas. Os resultados não apontavam nada, eu estava bem fisicamente e psicologicamente. Fiquei em uma clínica psiquiátrica por um tempo, mas depois me deixaram ir embora porque não tinha motivos para estar ali.

— Como... Então... Como você sabe que é capaz de fazer o que faz? Como não foi uma coincidência infeliz? 

— Foi só depois de toda essa avaliação que bateram na porta dos meus avós e explicaram que eu não estava insano, garantiram que me ajudariam a entender o que estava acontecendo comigo. Eles se denominam como “WIN”. A minha família até hoje acredita que eu fui para outra clínica psiquiátrica e voltei curado, como um milagre. Jamais contarei para eles, acredito que não têm estrutura para compreender a minha realidade agora e acharão que perdi as estribeiras mais uma vez. — Abracei-me com força enquanto continuava, relembrando com vivacidade todos àqueles dias sombrios. — Na verdade fui levado até um hospital enorme e lá passei por mais testes, vivia escondido em uma área restrita. Comecei a entender como controlar o meu dom através do som e finalmente passei a acreditar que sou um “Empata Musical”; não sei como, só sei que sou. Presenciei coisas que não seria capaz de explicar para você, mas que provam que não sabemos de nada e que a nossa compreensão humana é muito pequena. Há mais de mim, há mais de outros...

O Kim grunhiu e levantei os olhos para poder encará-lo, cortando qualquer raciocínio que eu tinha. Ele estava com as bochechas banhadas em lágrimas e segurava a camisa com força, como se a dor em seu peito fosse insuportável e estivesse tentando arrancar o próprio coração. 

— Você acha que eu vou acreditar nisso? O que deu em você? — Começou a gritar com a voz embolada. Chegou mais próximo de mim com o dedo trêmulo em riste, apontando diretamente para o meu rosto. Permaneci parado. — Você ouve o que fala? Como espera que eu acredite nisso? Acha que sou burro o suficiente para comprar essa história barata? Eu não sei qual foi a porra do motivo que fez você fugir, mas que você não é a merda de um Vingador saído dos quadrinhos eu tenho certeza que não é, Jiwon!

— Não, não, não, não! — Segurei o seu braço ainda esticado e puxei seu corpo tenso para mim, envolvendo-o com urgência. Ele não tentou lutar, só continuou como uma estátua apoiado em mim, afogando-se no próprio choro. — Hanbin, me escuta, por favor! Jamais quis ir embora, nunca seria capaz de fazer isso com você. Nem com Jinhwan ou Yunhyeong. Eu não estou mentindo, eu juro. Por que o Junhoe insistiria tanto em ter a minha ajuda? 

Um “não sei, nada faz sentido” angustiado saiu de seus lábios e precisei me controlar muito para não desabar também.

— Eu te amo e não seria capaz de fazer isso com vocês. Todas as noites ficava pensando em como estariam, se me odiavam... Eu não quero te machucar mais, preciso de você.

— Você acredita que está à salvo agora? — Murmurou ainda contra mim, parecendo querer desviar do assunto principal. 

— A WIN garantiu a minha segurança e o meu segredo desde que eu esteja sempre preparado para ajudá-los quando me chamarem. Faz alguns anos que não tenho mais contato com eles, mas tenho certeza de que continuam me observando. 

Escutei a sua risada dolorida e engasgada no choro. 

— Você não é um super-herói, Jiwon. Não é! 

Sentia as suas lágrimas quentes umedecerem o meu moletom, mas não queria me mover demais para não o espantar. Segurei-o mais firme contra mim, encaixando o meu nariz em seu pescoço e sentindo o seu cheiro acalentar o meu coração. O seu corpo amoleceu em meus braços. 

— Eu não sou, só sou diferente. — Assegurei. — Eu quero que acredite em mim, mas devo estar muito descontrolado e a música não está funcionando em você como deveria. 

— Isso é uma loucura. Devo estar alucinando! — Resmungou um tanto mais nervoso. Não o respondi, deixei que esvaziasse todo e qualquer sentimento que estava sentindo.

Eu esperava compreensão, todavia sabia que não seria tão fácil tê-la. A história era louca, quase como saída de um filme barato de heróis, só que era a minha história, era a minha condição e o meu dom. 

Tive meus surtos e medos também, muitas vezes, porém aprendi a lidar com tudo isso. Assim como esperava que ele — e Yunhyeong e Jinhwan — me aceitassem como sou agora. 

Eu precisava deles. Muito. 

Saudade e medo. — Hanbin disse enquanto se separava de mim, parado tão próximo do meu rosto que podia contar cada cílio de seus olhos castanhos e quentes. Lambi os lábios e encarei-o com tremenda confusão, retorcendo o rosto para demonstrar o quanto estava perdido com aquelas palavras jogadas. — Você perguntou o que eu estava sentindo depois que parou de tocar. Eu senti saudade e medo.

Deixei um suspiro aliviado sair dos meus pulmões, arriscando um sorriso mínimo. Ele podia não entender a minha felicidade, mas isso significava que a minha melodia havia funcionado, e que Hanbin e eu ainda tínhamos muito em comum. 

 

Voltar para o ambiente escolar me deixava muito apreensivo, ainda mais por estar em uma situação extremamente desconfortável. Hanbin estava ao meu lado ostentando um sorriso murcho e o diretor a minha frente, mostrando os seus dentes brilhantes para quem quisesse ver. Não haviam se completado nem dois dias desde o último encontro que tive com o Kim e quando o vi hoje — já sentado na sala do diretor — não fui capaz de definir o que eu significava para ele agora. Um amigo, ex-namorado, lunático ou conhecido. Não sabia o quanto de toda a minha história ele havia absorvido e acreditado; eu só podia rezar para que fosse perdoado e torcer para ter o seu apoio de novo. 

— Eu agradeço a oferta, mas o senhor me permite pensar por uns dias? — Respondi sem graça. — Ainda estou me adaptando. 

— Claro, fique à vontade! — O homem riu de maneira estrondosa e eu não entendia o que era tão engraçado na situação. — Eu logo pensei em você para o cargo quando soube que havia voltado. Bem me lembro de como você e Hanbin eram muito próximos, achei que seria uma oportunidade interessante trabalharem juntos.

O diretor estava sedento para me ter como professor de música em sua escola, auxiliando Hanbin e tomando conta de metade das salas, contudo eu não sentia que seria o certo a se fazer. Com certeza haveriam outros candidatos mais aptos e menos complicados do que eu. Não queria que o outro pensasse que estava invadindo o seu espaço e roubando o seu trabalho, eu já havia causado danos o suficiente na vida dele.

Saímos da diretoria juntos, caminhando até a saída. Os corredores estavam vazios e deprimentes, perdendo todo a alegria de quando as crianças os preenchiam. 

— Você está bem?

— Acho que sim, Jiwon. Ainda é muito para digerir... — Apontou para mim e para a própria cabeça algumas vezes. — Mas estou conseguindo lidar melhor com essa nova informação.

— Não quero invadir o seu espaço e nem a sua vida. Eu não quero te pressionar a nada, só... espero que me entenda e me perdoe, que deixe de me odiar. — Escondi as mãos nos bolsos da calça, de repente me sentindo suar frio. — Quando digo que preciso de você, eu falo sério.

— Tudo tem o seu tempo. Acho que nunca te odiei de verdade. 

Concordei compreensivo, no entanto me sentindo mais aliviado.

Assim que a brisa quente de final da tarde esvoaçou os nossos cabelos, o meu celular tocou com uma mensagem; desbloqueei-o para ver que havia sido colocado em um grupo com mais duas pessoas. 

 

Junhoe:

“Ainda essa semana iremos até o escritório da minha família. Fiquem preparados!”

“Temos muito o que acertar antes do grande jantar, por isso é importante que colaborem ao máximo para ficarem livres de mim o quanto antes” 

 

— Eu também tenho que ir? — Hanbin indagou em voz alto, encarando-me com extrema confusão. Ele era o terceiro integrante do grupo. 

Como se pudesse nos ouvir, a mensagem brilhou na tela mais uma vez, respondendo a pergunta: 

 

Junhoe:

“Não finja que não quer participar disso, Hanbin”

“E eu sinto que você ainda será muito útil”

 

— Sinto muito, eu sei que estou falando demais isso para você, mas eu realmente sinto...

— Não sinta. Eu já disse que fiz isso por vontade própria. — Interrompeu-me calmamente, guardando o celular no bolso. Antes de ir até o seu carro estacionado, avisou: — Preciso ver melhor para crer. Essa vai ser uma ótima oportunidade para provar que o me contou é verdade, Kim Jiwon. 

 

“O mais velho tocou a campainha com as mãos um tanto frias, estava sendo difícil esconder a gripe. Não queria preocupar ninguém, muito menos faltar aos seus compromissos tão importantes. 

— Eu preciso ensaiar hoje, mas a minha mãe não quer me levar desse jeito. — Choramingou fanho assim que a porta se abriu. — Me dá carona, por favor? 

Hanbin, já arrumado com o uniforme preto e segurando o estojo com o seu violino dentro, tirou o namorado com rapidez debaixo da neve e o puxou para dentro da casa. Cambaleando, Jiwon sentiu-se cair no sofá macio e jogou a cabeça no encosto. Não estava nada bem. 

— O que você estava pensando? Saiu nesse frio, doente, e ainda pede uma bobagem dessas. — O mais novo começou a se movimentar pelos cômodos, pegando travesseiros e cobertas, logo jogando tudo em cima do outro. Tocou a testa alheia e contorceu o rosto, preocupado. — Você está fervendo! Eu converso com o professor depois, só vai deitar agora.

— Hanbin, eu não...

— Por favor, vai para a minha cama. Eu vou cuidar de você hoje. 

Foi difícil para Jiwon esconder o sorriso bobo. De repente sentia-se um pouco melhor.”


Notas Finais


Música maravilhosa do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=CvFH_6DNRCY

Espero que as coisas estejam fazendo mais sentido agora, mas ainda teremos algumas discussões mais pesadas pelo caminho
Fiquem à vontade para interagir comigo, fico feliz ao saber o que estão achando da fanfic 🤩


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