História Máfia Liones - Capítulo 10


Escrita por:

Postado
Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gelda, Gowther, Guila, Hauser, Hawk, Helbram, Jericho, King Liones, Meliodas, Merlin, Personagens Originais, Zeldris
Tags Melizabeth, Zelda
Visualizações 184
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiie gente
Consegui escrever o capítulo
Espero que gostem
Especial Zeldris e Meliodas

Capítulo 10 - Demônios (Especial Zeldris e Meliodas)


Fanfic / Fanfiction Máfia Liones - Capítulo 10 - Demônios (Especial Zeldris e Meliodas)

(Liz_Lionessy narrando - Autora)


O escritório era pintado em uma cor cinza, na parede esquerda um sofá branco de três lugares, na direita uma pequena mesa composta por várias bebidas, mas principalmente o uísque, na mesa de vidro misturado com Carvalho, um loiro estava sentado em sua cadeira de couro giratória, ele observava a tela de seu computador, na frente dele um moreno, seu irmão, ambos estavam em silêncio até ele ser quebrado pelo loiro.

-Você achou o endereço?._Perguntou com sua voz rouca._Ja conseguiu o "cadaver" Zeldris?

-Não me subestime irmão, já tenho o endereço, e já mandei o "cadaver" para lá, o local e bem longe daqui, cerca de umas oito horas de viagem a carro e duas horas a helicóptero, o que vai fazer agora Meliodas?._O moreno disse abrindo os dois primeiros botões de sua camisa social branca.

-Hm._O loiro murmura.-Lembra daquela festa que nos damos todos os anos para a nossa máfia se alie a outras?._Zeldris balança a cabeça concordando.-Pois então, esse ano vamos convidar os "Liones", e então descobriremos as identidades deles._Meliodas diz com todo o seu entusiasmo, tudo que o loiro mais queria era descobrir a identidade dos filhos da puta que estragaram seus negócios.

-Esse é um ótimo plano, mas e se eles não forem?._O moreno pergunta colocando uma mão no queixo em sinal de questionamento.-Sempre há essa possibilidade.

-Bom se eles não forem, vamos descobrir suas identidades, ou por bem, ou por mal._O loiro murmura sorrindo sarcástico.

-Agora sim dei valor._Zeldris sorri perverso. Alguns minutos a mais conversando foram o suficiente para o loiro se retirar da sala, andando pelo corredor vazio ele para em frente à uma porta branca e entra revelando um quarto cinza claro com alguns toques em branco, ele fecha a porta atrás de si e anda devagar até a cama, ele senta e desabotoa os botões da camisa social preta, segundos depois a blusa já estava jogada em um canto qualquer do local, a porta e aberta por uma mulher aparentemente muito linda, seus cabelos negros iluminavam seu rosto branco, seus olhos brilhavam em luxúria, ela queria sexo, era tudo que o loiro distinguia olhando para sua face.

-Vamos nos divertir querido._Ela diz com uma voz seduzente, um "entre" e murmurado pelos doces lábios do loiro, ela entra e fecha a porta a trancando para que não fossem atrapalhados por nenhuma visita indesejada, ela caminha até o loiro já tirando seu roupão, ela para de frente ao garoto e deixa a peça escorrer pelo seu corpo, ela não usava nada, sem muita enrolação ela senta nas pernas do loiro e tenta o beijar, mas foi parada por uma mão a empurrando para a cama.

-Você sabe que eu não admito beijos._Ele fala rouco com a expressão seria.-Jamais tente isso novamente.

-Esta bem._Ela sorri pequeno. O loiro revira os olhos e se levanta tirando a calça que levou a cueca junto, ele se enfia entre as penas da mulher se enfia.-Me...Meliodas._Ela geme em prazer, conforme as estocadas foram aumentando ela gemia com mais intensidade, os movimentos aceleraram, o loiro apenas fazia se trabalho enquanto revirava os olhos ouvindo os gemidos nojentos da mulher. Alguns minutos depois ele ejacula na morena que sorri.-Segundo tempo._Ela murmura tentando se aproximar do loiro.

-Sai do meu quarto._Ele ordena, a garota apenas se assusta e tenta se aproximar novamente.

-Eu fiz algo de errado?._Ela pergunta ja vendo a face do loiro irritado.-Se eu fiz me perdoa, eu...

-SAI LOGO DESSE MALDITO QUARTO ZANELLI._Ele grita assustando a garota que se levanta, pega seu roupão, o veste e sai chorando do quarto.-Nojenta._Ele murmura se levantando.-Eca estou com o cheiro nojento dela._Ele diz e segue para o chuveiro, ligando o registro d'água ele se coloca em baixo da água gelada, ele deixa a água escorrer e se leva junto sentando no chão úmido, as lagriamas caiam de seus olhos, vários pensamentos veem em sua mente, entre eles um passado conturbado que ninguém sabia, nem mesmo seu próprio irmão, o loiro passa alguns minutos no chão, ele se levanta e termina seu banho, ele sai do banheiro com a toalha enrolada na cintura e se joga na cama, ele se senta e pega alguns frascos de remédios, ele toma e se deita na cama apagando rapidamente.

.
.
.


Em uma sacada o moreno, irmão de Meliodas se encontra pensando na vida, ele sorri para o vento ao lembrar de sua família antigamente, ele era feliz com sua irmã, com seus dois irmãos e seu pai, mas as coisas mudaram quando uma gangue rival invadiu o território alheio e a família de Zeldris teve que dar a vida para defende-la, sobrando apenas Meliodas e ele. O vento gélido batia em sua pele tornando as lágrimas que desciam pelo seu rosto geladas, ele as limpa e pula pela sacada caindo em pé no chão, ele anda descalço pela grama molhada, a frente um jardim de rosas vermelhas cultivadas pelo mesmo, ele entra no cena de jardim e senta em baixo de uma cerejeira, dentro de um oco na árvore estava um violão branco, ele o pega e olha para as flores em sua frente enquanto murmura uma música que sua irmã cantava quando eram crianças.

Olá, escuridão, minha velha amiga

Vim conversar com você de novo

Porque uma visão suavemente arrepiante

Deixou suas sementes enquanto eu dormia

E a visão que foi plantada em meu cérebro

Ainda permanece dentro do som do silêncio


Em sonhos sem descanso eu caminhei só

Em ruas estreitas de pedra

Sob a luz de uma lâmpada de rua

Levantei minha lapela para me proteger do frio e umidade


Quando meus olhos foram apunhalados

Pelo brilho de uma luz de neon

Que rachou a noite

E tocou o som do silêncio


Suas finas lágrimas se misturam a pequenos respingos de chuva que começavam a cair, o vento aumentou cansando pequenos arrepios no moreno que não se importava muito.

E na luz nua eu vi

Dez mil pessoas, talvez mais

Pessoas falando sem dizer

Pessoas ouvindo sem escutar


Pessoas escrevendo canções

Que vozes jamais compartilharam

E ninguém ousava

Perturbar o som do silêncio


Tolos, eu disse, vocês não sabem

Que o silêncio é como um câncer que cresce

Me escute que eu posso ensinar você

Pegue o meu braço que eu posso te alcançar

Mas minhas palavras caíam como gotas silenciosas de chuva

E ecoavam nos poços do silêncio


De longe, Zeldris conseguia ouvir pequenos pássaros voltando para seus ninhos, para suas famílias, coisa que ele não tinha, ele gostava de ser dono de uma máfia, mas ele queria mesmo era construir uma família é viver como uma esposa honesta, coisa que seu irmão não sabia.

E as pessoas se curvavam e rezavam

Ao Deus de neon que elas criaram

E a placa mostrou o seu aviso

Nas palavras que formava


E a placa dizia

As palavras dos profetas

Estão escritas nas paredes do metrô

E nos corredores dos cortiços

E sussurradas no som do silêncio


Ele se levanta e coloca o violão na mesma posição de antes, andando pela grama molhada ele entra novamente na casa e segue para seu quarto, assim que chega no comodo, ele admira a cor vermelho vinho que eram pintadas duas paredes, ele segue para o banheiro já tirando a roupa molhada, o chuveiro ligado no quente faz sua pele se aquecer assim que entra em contato com a água, o seu banho foi demorado, algo que serviria para não só se aquecer como para colocar seus pensamentos em ordem, assim que terminou o banho saiu do banheiro se enxugando com a toalha azul, ele vai para seu closet e pega uma calça de moletom preta a vestindo em sequência, ele joga a toalha em um canto qualquer do quarto e se joga na cama fechando os olhos e adormecendo em seguida.

.
.
.


Longe dali, Gelda e Elizabeth olhavam para a bolsa que estava no balcão da grande cozinha, sem pensar duas vezes a prateada abre o zíper deparando-se com um cadáver humano, Gelda corre para a pia e vomita tudo que tinha comido, Elizabeth olha o corpo em decomposição e havista uma carta no interior, ela a pega e estrala os dedos, em poucos segundos a bolsa já havia sido levada, ela senta em uma cadeira e olha para o pedaço de papel, seus olhos se apertam e ela murmura com ódio.

-Desgraçados._Ela se irrita e joga e carta na mesa, Gelda observa os movimentos da amiga.-Demônios.


Notas Finais


Gostaram???
Próximo capítulo amanhã a noite S2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...