História Máfia Liones - Capítulo 16


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gelda, Gowther, Guila, Hauser, Hawk, Helbram, Jericho, King Liones, Meliodas, Merlin, Personagens Originais, Zeldris
Tags Melizabeth, Zelda
Visualizações 188
Palavras 2.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom gente, peço desculpa se eu estou postando o capítulo tarde demais, e porque eu estive bem ocupada hoje.
Espero que gostem do capítulo eu demorei 2 horas para fazer ele S2

Capítulo 16 - Quem fala demais acaba perdendo a língua!


(Liz Lionessy narrando - Autora)


O caminho até a casa dos Liones estava tranquilo, Elizabeth encostava a cabeça na janela do carro enquanto Meliodas dirigia sem parar, eles já estavam a quatro horas na estrada, embora a velocidade estivesse alta reduzindo o tempo de caminho. O celular da prateada começou a tocar, ela olhava para todos os cantos, atrás do aparelho, Meliodas largou o volante e tirou o celular do bolso entregando para a albina que pegou fazendo cara feia.

-Alo._Ela atende ser ver que ligava.

-Elizabeth, vocês já saíram da mansão?._A garota da voz conhecida por Elizabeth pergunta.

-Sim Gelda, nós já estamos a caminho, porfavor, prepare um banho de espumas para mim, quando eu chegar quero tomar banho e ir dormir._A garota murmura.

-Ixi não vai dar não Ellie, nós temos que matar alguém hoje._Ela diz.

-Quem?._Ellie pergunta fazendo com que Meliodas preste mais atenção na conversa.

-O irmão do loiro que tá com você descobriu quem denunciou a festa, então eu ofereci nossa base para eles matarem o boca mole._Gelda diz rápido.

-Esta bem, tanto faz contando que essa morte conte para a minha tabela do mês._A albina revira os olhos.-Ja estamos para chegar, tchau.

-Tchau.

-O que houve?._O loiro pergunta.

-Bom, seu irmão eu acho, descobriu quem dedurou a festa, então, Gelda ofereceu nossa base e armas para vocês matarem o dedo duro._Ela responde dando de ombros.

-Entendi, você vai me ajudar? A matar esse cara? Quero ver a sua especialidade em matança._Meliodas zomba.

-Bom se essa morte contar para mim, claro que ajudo, mas não sabemos detalhes, talvez possa ser perigoso, as nossas armas são de primeira geração._Elizabeth murmura.

-Entendi, isso vai ser divertido._Meliodas gargalha.-Eu não mato ninguém a muito, muito tempo.

-Serio? Como consegue._Elizabeth pergunta.

-Olha só, ela gosta de matar, ela._O loiro zomba.

-So mato quando e preciso, mas e uma sensação boa eu acho, tipo eu ja matei várias pessoas, não sinto nada quando mato por ódio, já a Gelda, sempre após uma matança, ela se tranca no quarto e chora, eu ja falei que se ela não quiser participar, ela não participará, mas ela insiste em dizer que consegue._A garota passa os dedos nas têmporas para aliviar uma possível dor de cabeça.

-Zeldris as vezes e igual, mas quando ele está bolado, ele e frio e calculista, algumas vezes eu me assusto com a frieza dele._Meliodas fala sorrindo pouco.

-Me conte sobre a sua família._Elizabeth pergunta apenas para puxar mais assunto com o loiro.

-Não tem muito o que falar, para começar minha família sempre foi dona do império Demon, mas um dia, outra máfia invadiu o nosso território e meu pai e meus irmãos mais velhos lutaram para defender, todos morreram, exceto eu e o Zeldris._Ele fala dando pouco, mas na verdade, toda vez que ele falava aquilo para alguém, ele sentia uma imensa vontade de chorar, mas não queira demonstrar o que sentia.

-Sinto muito, deve ser difícil._Ela fala desviando o olhar.

-Nossa...O saco de farinha tem sentimentos._Ele brinca.

-Cabelo de ovo.

-Velhinha.

-Loiro de farmácia.

-Vampira.

-An? O que? Nossa esse zoamento foi meio barrela seu esterco de vaca.

-Melhor ser esterco de vaca que uma estru..._Ele interrompe a fala ao perceber o que diria._Perdão, eu não queria dizer isso.

-Porfavor não diga mais nenhuma palavra._Ela rosna fechando os olhos e virando a cara, conforme ela se afundava no banco, as lágrimas caiam.

-Ach...Acho que chegamos._Ele murmura baixinho. Elizabeth mau espera o carro parar e desce dele andando rápido já enxugando as lágrimas, Meliodas para o carro e o desliga saindo e trancando em seguida, ele segue a prateada apertando o passo para a acompanhar. Assim que entram, acabam dando de cara com Ban, Elaine, Diane, King, Gelda e Zeldris, todos sentados ao redor da mesa da cozinha já preparados para a morte.

-ELIZABETH._Gelda corre e abraça a amiga com toda a força, as meninas se juntam e se abraçam como se não se vissem a uma eternidade, os meninos não fazem diferente, todos abraçam e comprimentam Meliodas, assim que são soltos ele apenas andam até cadeiras longe uma da outra e se sentam.-Bom agora que chegaram, vamos iniciar a missão, já providenciamos a roupa de vocês, Diane vai mostrar onde você pode tomar um banho e se trocar Meliodas, Elizabeth precisamos conversar no seu quarto._A prateada apenas concorda e se levanta indo em direção a escada principal, Gelda vai logo atrás, elas sobem e andam até o quarto da menina, ambas entram, Gelda tranca a porta e se senta em frente à Elizabeth que já estava sentada.-O que aconteceu?

-Nada._Ellie murmura.

-Vamos, me conte o que houve._Gel insiste vendo Elizabeth bufar.

-Estou começando a me irritar, vou tomar banho que ganho mais, com sua licença._Ela se levanta e anda ate o banheiro, entra e se tranca, um barulho de porta fechando e ouvido e ela apenas tira a roupa suja e vai até o box, assim que o chuveiro e ligado ela se senta no chão e deixa a água lavar o seu corpo e as lágrimas que já caiam, ela se coloca em posição fetal e canta.

Eu odeio me sentir assim

Eu estou tão cansado de tentar lutar assim

Eu estou dormindo e tudo que sonho

É acordar com Você


Diga-me que Você me ouvirá

Seu toque é o que está me fazendo falta

E quanto mais eu escondo, eu percebo

Eu estou perdendo Você lentamente


Em estado de coma

Eu nunca irei levantar sem uma

Overdose

de Você


Eu não quero viver

Eu não quero respirar

A não ser que eu sinta Você ao meu lado

Você alivia a dor que sinto

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real

Eu não quero dormir

Eu não quero sonhar

Porque meus sonhos não me confortam

Do jeito que Você me faz me sentir

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real


Eu odeio viver sem Você

Morto erroneamente por sempre duvidar de Você

Mas meus demônios posicionam-se em espera

Tentando-me a me afastar

Oh como eu adoro Você

Oh como eu tenho sede por Você

Oh como eu preciso de Você


Em estado de coma

Eu nunca irei levantar sem uma

Overdose

de Você


Eu não quero viver

Eu não quero respirar

A não ser que eu sinta Você ao meu lado

Você alivia a dor que sinto

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real

Eu não quero dormir

Eu não quero sonhar

Porque meus sonhos não me confortam

Do jeito que Você me faz me sentir

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real


Respirando vida

Despertando

Meus olhos

Abrem


Em estado de coma

Eu nunca irei levantar sem uma

Overdose

de Você


Eu não quero viver

Eu não quero respirar

A não ser que eu sinta Você ao meu lado

Você alivia a dor que sinto

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real

Eu não quero dormir

Eu não quero sonhar

Porque meus sonhos não me confortam

Do jeito que Você me faz me sentir

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real


Oh como eu adoro Você

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real

Oh como eu tenho sede por Você

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real

Oh como eu adoro Você

O jeito que Você faz eu me sentir

Acordando com Você, eu nunca me sentiria tão real


Assim que ela termina cantar, ela olha para um pequeno curativo em sua perna, ela o tira e vê o corte profundo preenchido por costuras, era algo torturante, mas era a única coisa que fazia com que ela diminuísse a dor que sentia. Ela se levanta do chão e termina seu banho calmamente, ela sai do box e coloca sua langeri, em seguida pega a roupa que Gelda havia deixado em cima da cama e coloca, o modelito era composto por uma blusa de renda que mais parecia um sutiã e uma calça ambos pretos com uma bota em couro preta. Ela passa seu perfume e desodorante e sai do quarto arrumando os cabelos com os dedos. Assim que chega onde todos estão ela sorri falsamente.

-Vamos._Ela anda até a porta sendo seguida por todos, menos Zeldris e Gelda.

-O que foi?._Zeldris pergunta para Gelda que parecia preocupada.

-Ela estava cantando, a Ellie só canta quando algo de ruim aconteceu._Gelda murmura triste.-E o pior é que ela não quer me falar nada.

-Vai ficar tudo bem, vamos._Ele pega na mão da garota e a arrasta para fora. Todos já estavam no camburão preto, as armas eram visíveis nos coldris, o local era bem afastado da cidade, era bem no meio da mata densa e estreita da floresta, assim que chegaram onde a "vitima" estava eles saíram do carro e entraram na casa vendo a pessoa amarrada em uma cadeira.

-Ola, Vivian._Zeldris diz com frieza.

-Você não nos falou que era uma mulher._Gelda esbraveja.

-Tanto faz, morte e morte._Elizabeth se pronuncia, ela caminha entre seus amigos e seguranças e para em frente à mulher de cabelos castanhos meio ruivos bem claros e olha nos seus olhos.-Quem fala demais acaba perdendo a língua, você sabia disso?._Ela pergunta vendo a garota assustada negar.-Então porque você abriu o bico? Sabia que não quase fomos presos?!._Ela grita dando um tapa com força na cara da mulher.

-Vão se ferrar seus vagabundos._Vivian diz brava sentando se soltar.

-Sua mãe não te deu educação?._Elizabeth pergunta.-Pois se ela não deu...Eu vou dar._Com uma tesoura em mãos, ela chama dois seguranças que abrem o maxilar da garota e a força a colocar a língua para fora, sem perder tempo, Elizabeth corta a língua da garota fora e joga em um canto qualquer da sala em decadência.-Olha eu disse que você perderia e língua._Ela zomba.-Não vamos demorar muito aqui, alguém de vocês se voluntária para meter o tiro na cabeça dela?._Ban levanta a mão.-Otimo então atire._Com rapidez Ban mete uma bala na cabeça da mulher que espirra sangue para todos os lados.-Vamos embora, limpem nossas digitais._Ela avisa para os seguranças que concordam em silêncio. Todos saem da casa e entram novamente no carro, todos estavam interagindo e tentando esquecer o que havia acabado de acontecer, menos Elizabeth que se mantinha calada, o caminho foi bem silêncioso pela parte da albina, assim que chegaram em casa ela sai do carro em silêncio e entra na casa, sobe para seu quarto, entra no banheiro e tira a roupa deixando em cima da tampa do vaso sanitário, ela entra novamente dentro do box e toma uma ducha rápida para se livrar do pouco sangue que havia em sua face, ela sai do banho e se enxuga, caminha até o closet e pega um pijama listrado cor de rosa, ela sai do closet e se depara com uma bandeja em cima da cama com alimentos, ela apenas sorri senta na cama e come em silêncio, assim que termina ela coloca a bandeja no chão apaga a luz e se deita fechando os olhos para adormecer o mais rápido possível. Do outro lado da porta, o loiro Meliodas a observava, ele entra no quarto e pega a bandeja a deixando em cima do criado mudo, ele se aproxima e deixa um selar na testa da albina que se mexe um pouco, ele pega a bandeja e sai do quarto sorrindo para o vento. Ele anda até a cozinha calmamente e deixa o objeto na pia, ele volta a sobir as escadas e vai para o quarto que a morena havia dito que seria o dele por um tempo, ele entra e se senta na cama, em seus olhos começam a brotar pequenas lágrimas, ele tenta não chorar, mas e impossível, a lembrança de sua mãe sendo morta em sua frente volta eu sua mente todos os dias, ele perdeu toda a sua família naquele maldito dia, isso era algo que ele jamais esqueceria, era um trauma, ele já havia contratado vários psicólogos, mas nenhum nunca conseguiu o ajudar. O som da porta abrindo chama a atenção do loiro que olha e se depara com seu irmão caçula.

-O que faz aqui?._Ele pergunta tentando disfarçar as lágrimas que escorriam.

-Vim ver se estava tudo bem, e agora eu sei que não._Ele anda ate o mais velho e o abraça.-Você e meu irmão favorito.

-Claro né, eu sou o único que restou._Meliodas murmura.

-Posso dormir aqui com você?._Zeldris pergunta.

-Você já está bem velho para dormir comigo, mas fazer o que né, deita aí._O loiro se afasta dando lugar para o irmão que deita e fecha os olhos._Eu te amo irmão, prometo nunca deixar nada te acontecer.

-Eu também te amo irmãozão._Zeldris murmura sonolento e logo apaga, Meliodas apenas sorri e fecha os olhos pegando no sono rapidamente.


Notas Finais


Gostaram??
O capítulo ficou bem grande hoje S2


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