História Máfia Liones - Capítulo 8


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gelda, Gowther, Guila, Hauser, Hawk, Helbram, Jericho, King Liones, Meliodas, Merlin, Personagens Originais, Zeldris
Tags Melizabeth, Zelda
Visualizações 182
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha mais um capítulo aí
Terceira parte da vingança amanhã S2

Capítulo 8 - Nossa vingança - Parte 2 (Familia da Elizabeth)


Fanfic / Fanfiction Máfia Liones - Capítulo 8 - Nossa vingança - Parte 2 (Familia da Elizabeth)


Quatorze dias se passaram, para ser mais exata, duas semanas se passaram desde a invasão na boate, nos noticiários tudo que falam era sobre isso, estávamos sendo chamadas de "salvadores", nos não queremos fama e sim acabar com o abuso no mundo. Eu estou planejando agora a morte dos meus "pais", Gelda queria me ajudar, mas eu preciso fazer isso sozinha, essa foi a minha dor, o meu sofrimento, preciso acabar com o passado sozinha. Na sala preta está somente eu, uso uma calça preta com uma blusa de manga comprida também preta, nos pés um tênis também preto.

-Esta se preparando para o velorio?._Gelda aparece sendo sarcástica, sinceramente ela tem usado muito o sarcasmo, apenas a olho e sorrio mínimo.-Me deixe ir com você._Nego com a cabeça.-Eu prometo não te atrapalhar, não me intrometer.

-Esta bem, você pode ir, mas não me atrapalhe._Digo curta e grossa, se algo der errado lá, eu não quero colocar a vida dela em risco.-Vejo que já está pronta, vamos logo._Saio porta a fora já com meu coldri na cintura, em minha mão que está coberta por luvas, uma carta que será direcionada a polícia quando encontrarem os corpos. Alguns seguranças iram conosco, já no carro eu penso nos mínimos detalhes do que farei com aqueles vermes malditos. Avisto a casa de longe, tudo estava silencioso, alguns de meus homens já estavam lá, ouvi pedidos de socorro, isso fez meu coração acelerar e meu sorriso se tornou maior.-Hora de começar essa festa._Saimos do carro e entramos na casa, lá minha "familia", o maldito velho estava amarrado a uma vida de sustentação da casa, e minha "mãe" em uma cadeira, tinha lá também uma garota que não sei ao certo quem é.-Ora, ora, o que temos aqui._Sorrio.

-Elizabeth._Aquele maldito diz.-Minha filha amada, nos soute daqui._Lagrimas de puro fingimento caiam de seus olhos.

-Soltar?._Pergunto incrédula.-Não, antes vamos brincar um pouco, mas primeiro me digam quem é ela._Aponto para a menina.

-Não vou te dizer nada._Ele berra.

-SE VOCÊ NÃO ME RESPONDER EU VOU MATA-LA SEU SACO DE ESTRUME._Grito com ódio, ele apenas engole em seco.

-Ela...Ela e nossa filha, Liz._Ele responde.

-Hum, gostei do nome, Liz._Debocho.-Quantos anos tem princesa?

-Tenho onze anos._Ela fala baixinho.

-Legal._Falo sorrindo.-Assistam agora a morte da sua filha de onde anos._Pego uma faca em meu coldri e sinto Gelda puxar o meu braço.

-Não faça isso Ellie, ela não é nossa inimiga, vinhemos matar eles e não a garota._Ela diz seria.

-Não me importo, ela será uma testemunha, ela vai crescer e vai querer nos procurar._Respondo fria.-Lembra do que a Merlin nos disse?

-Sem testemunhas._Ela responde e se afasta.

-Otimo, bom "Liz"._Me aproximo com a faca em uma de minhas mãos.-Quando eu era pequena, seus pais me adotaram, eu tinha uma vida boa...Mas aí um dia, o seu maldito pai, resolveu me estrupar, e a sua maldita mãe resolveu me fazer de escrava._Enfio a faca na perna da garota e ouço seu grito de dor e agunia.-Bom acho que esse é o melhor castigo para elas, ver a filha que tanto amavam morrer em sua frente._Tiro a faca e passo pelo rosto pálido da menina.-Seu grito e como música para os meus ouvidos._Desço a faca até o quadril da menina, lá eu a enfio novamente, ela grita novamente, olho para seus pais, as lágrimas grossas desciam por seus olhos, sorrio e continuo a tortura, arranco a faca e a enfio em um de seus peitos.-Eu poderia te deixar viva, mas você vai crescer e vai querer ir atrás de mim, e eu não posso permitir isso, sabe você até que é bonita, várias pessoas pagariam para ter uma noite com esse seu corpinho, Roger, leve ela para o carro, ela servirá de diversão para vocês, e quando terminaram, a matem, sem pena entendeu._Roger apenas murmurou um "sim" e desamarrou a garota.-Tragam meus instrumentos._Um dos seguranças colocam uma bolsa grande no chão, lá continha vários materiais para a tortura.

-O que vai fazer._Ele pergunta tentando se soltar da cadeira.

-Vou matar a mulher que você ama, ou diz que ama, vou mata-la bem na sua frente._Pego um soco-inglês com várias pontas, chego perto de minha "mãe" e bato contudo em sua face.-E bom né ser espancada?._Pergunto vendo o sangue escorrer pelo rosto dela, dou vários e vários socos na cara dela, um atrás do outro.

-NÃOOOOOOOO._Ele grita chorando.-Não por favor, tenha piedade._Ele pede.

-Essa palavra não está no meu vocabulário._Digo, vou até a bolsa e pego uma tesoura de jardinagem, sem exitar eu corto dedo por dedo, seus gritos entram em meus ouvidos, olho para os lados e vejo Gelda me olhando com reprovação, ela apenas vira a cara e se encosta em uma viga, olho novamente para a mulher que já estava morrendo, com a tesoura aberta, corto sua cabeça que rola chão abaixo.

-NÃOOOOOOOOOO._Ele grita novamente.

-Agora é a sua vez._Vou para de trás do velho e empurro a cadeira, ele cai de cara no chão, o desgraçado estava sem calças.-Agora você vai sentir a sensação de ser estrupado._Um de meus homens me entrega um cano de metal.-Sabe você não merece lubrificante, mas sem ele não vai entrar._Pego um pouco de graxa e passo no cano, eu o posiciono no ânus do indivíduo é o enpurro ouvindo seu grito de desespero.

-TIRA, TIRA POR FAVOR._Ele pede.

-Não, eu não posso tirar, lembra quando eu pedia para você parar e você não parava? Poise, ele vai entrar todo._Pego uma marreta que estava no chão e com apenas três marretadas, o cano entra inteiro, o sangue se espalha por todos os lados, meu sorriso de satisfação não se vai em nenhum momento.-Digam olá para o Robson por mim._Com uma lata de esprei em mãos deixo meu símbolo pelo chão e saio da casa sendo seguida por Gelda, tiro a roupa suja e dou a um dos homens que a levam embora, entro no quarto vejo Gelda distante.-O que houve?._Pergunto.

-Você foi muito cruel._Ela responde.

-Eles também foram comigo._Respondo fria, ela se aproxima e me abraça.

-Estou feliz que tenha se livrado do seu passado.

-Agora só falta o seu._Ela sorri.

(Liz Lionessy narrando - Autora)


Duas horas após o acontecimento, um loiro de baixa estatura e olhos verdes entra na casa se deparando com o linda cena típica de um filme de terror, junto a ele um moreno de estatura baixa e olhos pretos com um tom meio roxo, eles olham assustados para o local, seus olhares vão para o chão que continha uma marca estranha que eles não conheciam direito.

-Mas que porra aconteceu aqui?._O loiro pergunta.

-Eu não sei._O moreno responde.

-Esses malditos me deviam uma puta grana, merda._O loiro fala novamente.

-Droga, temos que investigar isso, essa outra máfia está nos dando trabalho, primeiro foi o bordeu que nos devia dinheiro, agora isso._Ele passa os olhos para a cena.

-Filhos da puta._O loiro esbraveja.


Notas Finais


Gostaram???
Parte 3 amanhã S2


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