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História Máfia: Red lights house. (SAMWENA) - Capítulo 7


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Notas do Autor


Talvez a partir daqui eu aceite o ódio que vocês irão sentir AKAKKK.

Apaguem as luzes, coloquem os fones com uma boa música e vamos lá.

Capítulo 7 - Capítulo sete. - Visitas inesperadas.


Fanfic / Fanfiction Máfia: Red lights house. (SAMWENA) - Capítulo 7 - Capítulo sete. - Visitas inesperadas.

   Sam saiu da casa de sua mãe e andou de volta pela avenida.Suas mãos estavam aos bolsos de sua calça moletom, e o vento gelado batia contra seus braços expostos pela camiseta acinzentada curta.A cada passo que ele dava podia sentir a culpa pesar em sua cabeça, e por vezes murmurava de raiva de si próprio ao lembrar da discussão com ela.

   E quanto mais ele pensava mais próximo chegava de sua casa, mesmo que com sua lentidão tenha demorado horas mais que o comum, e imaginar como deveria conversar com Rowena o deixava ansioso e aflito.O rapaz parou frente a casa, observou as janelas e viu que o carro de seu irmão já não estava mais lá, ou seja, se Rowena fosse para cima dele de novo ele estaria ferrado sem ajuda.Mesmo com medo de ver a ruiva na casa, Sam adentrou.Seus passos foram lentos até o andar de cima, pisando como se sua vida dependesse disso, e talvez dependesse mesmo.Passou no quarto das crianças e viu que elas já não estavam mais lá, certamente Mary havia chegado antes dele a as levado para a escola.

   "Que deus me ajude" pensou.

   Seguiu seus passos lentos até o quarto do casal, e quando aos poucos abriu a porta viu que Rowena não estava lá.Soltou um suspiro de alívio que não demorou a ser cessado pela metade.

   —O que faz aqui?. —Logo a voz dela foi escutada atrás dele, e imediatamente Sam se virou com rapidez recuando com alguns passos para trás.Sabia que tinha feito algo de errado e certamente temia a proximidades dela.E lá estava ela, parada ao meio do corredor com os braços cruzados. —O que?O gato comeu sua língua agora?. —Questionou.Suas sombrancelhas estavam franzidas e em seus lábios era possível ver que ela brincava com a língua impaciente.

   —Eu só vim trocar de roupa. —Enrolou-se nas palavras, mas conseguiu completar a curta frase, que a propósito era uma grande mentira.

   —Que seja. —Se virou pronta para descer as escadas. —Não quero te ver aqui nos próximos minutos, eu estou lutando pra não matar você agora.Não faça eu me arrepender disto.—Avisou, por fim descendo as escadas lentamente sem ao menos olhar para trás.

   O rapaz suspirou de alívio e de raiva, ele odiava quando Rowena o tratava como se não fizesse questão, aquilo certamente doía mais do que qualquer surto.Mesmo assim ele fez o que disse, trocou sua roupa e pelo jeito hoje iria para a boate logo pela manhã, ao menos poderia cuidar de mais coisas e dormir se quisesse.Ele se trocou, devidamente colocando roupas limpas e trocando as roupas de dormir que havia colocado mais cedo.Não havia mais tanto álcool em seu corpo, mas Sam ainda sentia-se cansado, talvez pela transa frenética mais tudo que viera a acontecer depois.

   Isso tudo cansava qualquer um.

   Assim que terminou de se arrumar Sam pegou sua arma ao guarda-roupa, e desceu lentamente as escadas procurando pela mulher que logo avistou na cozinha.

   —Rowena, podemos conversar?. —Se colocou ao lado da gavetas de facas quando chegou lá, e não era para menos, estavam na cozinha e ela certamente queria rasgar a garganta dele, então porquê não se precaver?.

   —Eu disse que não queria você nessa casa, acha mesmo que quero escutar sua voz?. —Ainda de costas ela continuou a guardar as coisas ao armário, e Sam passou a mão na cabeça.

   —Rowena eu sei que está muito brava, eu sei que oque eu disse foi horrível...

   —Horrivel ?Você me chamou de vadia!. —Se alterou, finalmente se virando para encara-lo nos olhos. —Se tivesse apenas dito que te trai talvez eu teria menos vontade de arrancar sua língua, mas você me chamou de vadia!Não faz ideia do que quero fazer com você. —Esbravejou dando um passo a frente, e Sam recuou com um para trás.

   —Eu só estava muito nervoso, você sabe o quanto eu odeio Ketch, e vocês estão tão próximos...não quer que isso mexa comigo como?. —Acalmou o olhar, mas ela ainda parecia querer mata-lo, e suas palavras não estavam a confortando.

   —Você é hilário.Uma mulher dança pra você e tudo bem...eu não posso tratar de negócios que já sou chamada de vadia e adúltera?. —Levantou as sombrancelhas.

   —Não, o que Ruby fez eu não concordei, mas você com Ketch age como se ele fosse uma criança debaixo de suas asas!.

   —Você não confia em mim Samuel, e se não confia em mim que sou sua esposa não há mais nada a ser falado aqui. —Bateu o pé com força ao chão, o encarando de forma aterrorizante.

   —Eu confio em você, só não confio no Ketch. —Tentou se explicar. —Nós dois sabemos quais são as intenções dele no final.Você sabe disso.

   —Isso não explica ter me chamado de vadia.  —Cerrou os dentes, prontamente se aproximando mais dele. —Que porra você estava pensando?. —Seu tom aumentava, e o Winchester que já temia antes agora passou a temer mais.

   —Me desculpa Rowena... —Ditou calmo. —Por favor vamos conversar sobre isso.

   —Não, e não insista mais, se você soubesse a vontade que estou de... —Seus olhos ferveram, e seus dedos se torceram frente a ele.

   —Rowena isso tudo aconteceu apenas em uma noite, entenda que está sendo exaustivo pra nós dois. —Se aproximou dela, tocando seu braço calculadamente.

   —Não encosta em mim. —Gritou, fazendo o rapaz se afastar pós a fala. —Você me chamou de vadia e colocou meu filho nisso.Sabe melhor do que ninguém o quanto me machucou, e agora jogou isso na minha cara como se não fosse nada.

   —Eu só estava nervoso e acabei falando oque não devia, me arrependo. —Suspirou, acompanhando seus olhos que ja estavam mais fracos. —Tente entender o meu lado.Você está tramando alguma com ele e não me conta nada, insiste em esconder as coisas de mim.  —Mirou os olhos aleatoriamente, e voltou a olha-la mesmo com dificuldade, afinal seus olhos eram tão intimidadores que seria impossível não ficar desconcertado. —O que fez ontem...o lance da arma, aquilo foi...o que você tava pensando?.

   —Se continuar se explicando feito um coitadinho eu juro que desta vez eu atiro mesmo, faço questão de me certificar que terá todas as balas. —Disse entre os dentes, respirando com rapidez.—Você não manda em mim só porque somos casados, eu não me importo se você odeia Ketch, enquanto ele me trouxer benefícios você vai ter que entender e aceitar seja por bem...ou por mal. —Apontou o dedo para ele. —Eu vou fazer o que eu quiser, e você não ouse se meter mais nisso.

   Sam torceu as sombrancelhas. —O que quer dizer?.

   —Você entendeu, agora sai da minha casa. —Cruzou os braços, olhando a porta de saída.E ele continuou imóvel. —Sai da minha casa porque se continuar aqui meus filhos serão obrigados a enterrar o pai...ou vê-lo sem língua.

   A cabeça de Sam nesse instante se tornou confusa, o que ela quis dizer com "o que quiser", eram apenas negócios ou não?.

   A forma como falava dele não revelando nada estava começando a o estressar.

   —Está bem. —Concordou, comprimindo seus lábios um no outro. —Mas antes me diz a verdade!O que de fato houve ontem?. —Referiu-se ao carro.

   A mulher levantou os ombros. —Você não está sempre tirando suas próprias conclusões?Ótimo, faça isso agora.—Arqueou uma das sombrancelhas, se virando e dando as costas ao rapaz que continuou paralisado.

   —Rowena me diz agora oque está acontecendo agora!—A voz do homem saiu em ordem, e seu tom não foi nada agradável quando soou mais alto do que desejava.

   —Eu mandei você sair da porra da minha casa. —Rowena gritou mais alto que ele, batendo uma de suas mãos na pia fazendo com que algumas coisas caísse, entre elas uma garrafa de vinho que assim que colidiu com o chão, se espatifou jorrando o líquido para vários lugares diferentes.

   Depois daquilo pareceu ser o basta para Sam, que ficou segundos a olhando mesmo de costas, e não demorou a se retirar da casa batendo a porta com força deixando ela sozinha como deis do início.

   Agora ele iria rumo a boate, tinha uma caixa a qual ele pretendia buscar e entregar.

   **

   O Winchester havia passado na boate, e agora em seu carro ele estava acompanhado de uma caixa escura no banco traseiro.O rapaz parou frente a uma casa em uma vila afastada, e pegou a caixa sem muito peso nas mãos antes de andar até a porta da mesma.Ele bateu várias vezes, era possível ver agitação que tinha e a ansiedade, que aumentou quando a pessoa que queria ver não apareceu.Foram segundos demorados, que foi o suficiente para irrita-lo mais.

   —Sam?. —Quando a porta foi aberta o sorriso foi visto por seus olhos coloridos.A mulher baixa tinha seus cabelos escuros amarrados em um coque que logo se soltaria, e aquelas unhas grandes baterão na porta uma por vez enquanto o encarava. —Visita surpresa?. —Passou a língua entre os lábios.

   O dono da boate empurrou a caixa que segurava contra a moça, a fazendo segura-la no mesmo segundo.Ele adentrou sem permissão, e a viu fechar a porta antes de colocar a caixa com seus pertences ao lado.

   —Mal educado. —Resmungou, encostando-se na parede e mirando suas unhas. —O que quer?.

   Sam olhou toda a casa, prestando atenção em casa mínimo detalhe antes de enfim se aproximar dela, parando frente a frente.

   —Sem enrolação Ruby, eu juro que estou me segurando para não matar você. —Ditou sério, e era possível notar a ignorância clara em sua fala.Ela revirou os olhos, ainda o olhando com deboche. —O que foi aquilo ontem?. —Perguntou nervoso.

   —Você se refere a que?.—Sorriu. —Quando passei e beijei sua nuca?A dança?A surra?. —E agora fez uma expressão de raiva, seguidamente apontando a seu nariz. —Ou o nariz quebrado graças a puta da sua mulher?. —Gritou.

   Sam soltou uma risada ao lembrar da coronhada que Ruby levou de Rowena. —Até que o curativo não ficou feio em você. —Disse em ironia e tocou ao nariz dela, recebendo um baixo gemido de dor da moça antes de que sua mão fosse empurrada com força para longe. —Eu quero saber o que você veio fazer na minha vida agora, depois de tantos anos, porque não é possível que você tenha tomado uma surra só porque estava com vontade.

   Ela concordou, antes de se afastar dele. —Bem, não era essa a surra que queria tomar...—Olhou para ele com malícia, e se dirigiu até o sofá sentando no braço do mesmo enquanto brincava com seus dedos nos fios. —Mas se veio aqui achando que vou abrir minha boca, está enganado querido.

   Sam ficou olhando para ela por segundos, antes de enfim se aproximar com pressa, intimidando a garota com cada passo firme e decidido.

   —Vou ser direto, pra quem você trabalha?. —Perguntou, olhando seriamente a ela, de uma forma que Ruby sentiu um arrepio.

   A moça gargalhou, apoiando seu cotovelo ao sofá e o encarando com sorriso nós lábios. —Por que acha isso bebê?.

   —Porque você não é tão burra ao ponto de fazer o que fez, apanhar, ter o nariz quebrado sem nada em troca.Ninguem faria isso. —Estreitou os lábios, e Ruby concordou com a cabeça levantando as sombrancelhas. —Tem mais alguém por trás disso, então quem?.

   Ruby com certeza trabalhava com alguém, todo o caos que estava fazendo era "acobertado" por alguém que a protegia, porque afinal, se ela estivesse sozinha nisso não teria saído viva deis do momento que pisou na boate do casal.

   Ruby revirou os olhos, acompanhados de um sorriso discreto que ela soltou. —E o que eu ganho em troca?. —Se levantou, ficando frente a frente com o peitoral do rapaz.

    Seu olhar era malicioso, sedendo, ninguém sabia oque passava na cabeça daquela mulher que aparentava ser maluca, mas oque fosse não era beijos e carinhos.Sua maldade era praticada em todos momentos.

   —O que você quer?. —Questionou a olhando de cima.

   —Você sabe bem o que eu quero não sabe?. —Mordeu os lábios, e antes o homem que já havia cogitado isso agora enfim confirmou. —Eu quero você meu bem, quero seu... —Pousou a mão no peitoral dele, e lentamente foi descendo sua mão até chegar a borda de sua calça onde ela enrroscou o dedo. —Garotão. —Bateu a língua ao céu da boca.

   —E acha que confio em você?. —Com cuidado -por incrível que pareça- colocou a mão dela de lado, mas Ruby ainda mantinha a pose.

   —Não, assim como não confio em você, mas acredite...se quer informações eu darei, mas darei apenas com algo em troca. —Estreitou os olhos. —O que me diz?. —Mordeu os lábios. —Pense, você não está pedindo muita coisa com isso...

   Eles permaneceram se olhando nos olhos, e Ruby por vezes passava a língua nos lábios o provocando.Sam encaixou sua mão ao rosto da morena, encarando seus olhos e se perdendo ali por um segundo.Seus rostos foram se aproximando a cada respiração quente que podia sentir do outro, pois suas faces estavam pertos o suficiente para que isso ocorresse.

   Sam olhou no fundo das pupilas de Ruby, e quanto mais se aproximavam mais seu dedo polegar deslizava pela bochecha dela.Quando pareceram próximos o suficiente para iniciar um beijo, é como se o maior tivesse se recordado em breves segundos de todas as boas memórias que teve durantes anos e anos ao lado de sua esposa.Ele podia escutar o riso dela antes de dormirem, ou até mesmo o olhar que deu a ele quando contou da primeira gravidez, ele podia recordar de como tocou em sua mão para levá-la ao altar, e quando ela o puxou para fora do carro mesmo ferida após a batida na estrada para salvar a vida dele.Sam não poderia perder toda essa riqueza por uma única informação, uma única desconfiança, mesmo que seu coração dissesse que havia algo errado.

   Ele não faria aquilo.

   —Não. —Lentamente virou com sua própria mão o rosto da Ruby.Faltava um centímetro para seus lábios se encostassem, até que ele a negou.

   —Idiota!. —A moça gritou dando um empurrão nele com as mãos em seu peito, e assim Sam deus passos para trás agora afastado dela em uma certa distância. —Você é muito burro, e muito idiota, meu deus. —Gargalhou.Apesar do sorriso de deboche ele sabia que ela estava furiosa por dentro, no fim das contas ela havia sido negada, de novo. —Como pode ser tão burro?. —Questionou.

   —Você já disse isso. —Deu de ombros, pronto para se virar antes que a próxima fala da moça o fizesse ficar parado.

   —Você deixa ela pisar em você de uma forma impressionante, deis de quando se tornou assim?. —Bateu palma, ainda dando risada. —Você é tão idiota que está todo preocupado com seu amor mas não faz ideia do que houve entre ela e o Ketch. —Sam ainda mantinha a mesma expressão, e Ruby voltou a falar. —Negocios Sam?É isso o que você acha, não?Mas pergunte a ela oque houve ontem dentro do carro!Pergunte a ela onde é que ela estava com o Ketch. —Passou o dedo indicador na língua. —Eu nem te conto oque aquela vagabunda tava fazendo ontem com ele. —Sorriu, logo se afastando e dando as costas a ele.

   Sam tentava manter a calma, ele não queria cair logo no papo de Ruby pois ela era uma ótima mentirosa, deis de sempre, e ver como  falava de Rowena fazia o homem criar em sua cabeça outra cena dela apanhando, estava merecendo.

    Ruby parecia não mais temer por sua miserável vida.

   —E o que você sabe?. —O homem se aproximou, colocou ela contra a parede -literalmente- e posicionando suas mãos na parede em cada lado da menor, impedindo que ela saísse. —Então é com Ketch que você trabalha!?. —Comprimiu os olhos.

   —Não bebê. —Negou com a cabeça. —Todos sabem oque eles fazem, todos...menos o bobão aí. —Mediu Sam dos pés a cabeça fazendo um olhar de nojo. —Mas se confia tanto naquela mulher, continue deixando seu chifre crescer. —Sorriu abertamente.

   —Ruby...você não faz ideia da porra que tá fazendo. —Rosnou, iniciando uma ameaça enquanto a olhava de lado. —Mas eu juro, você vai pagar por cada nervoso que está me fazendo passar...eu vou fazer você implorar por sua vida de joelhos. —Disse baixo, sorrindo.

   O Winchester engoliu seco, ajeitou seus braços de volta ao corpo e se virou, logo se retirando da casa e batendo a porta quase a quebrando.Assim que a porta foi fechada Ruby ainda encostada na parede respirou fundo, afinal agora havia sido um momento de tensão para ela.

   Em passos rápidos ela foi até a cozinha, tirou o telefone do gancho e discou o número de Ketch.E enquanto o telefone dele chamava, Ruby abriu uma pequena fresta na cortina da cozinha assistindo Sam ir até seu carro com rapidez.Agora ele voltaria para casa e esclarecia tudo de uma vez por todas, Rowena estando de acordo, ou não.

   Já em seu carro Sam estava agitado, a cada esquina que virava a ansiedade de olhar no fundo dos olhos de Rowena para saber a verdade o machucava, e ele sabia bem disso quando sentia seus dedos doerem pelos fortes apertões ao volante.O rapaz finalmente chegou lá, e mal estacionou o carro já descendo com rapidez.Seu corpo fervia, suas mãos soavam pelos minutos atrás que lhe deram momentos de raiva.Ele não podia crer de forma alguma que Rowena teria realmente feito algo errado, muito menos o traído, mas ao fechar os olhos tinha a sensação de que algo estava improcedente.

   A porta grande escura da casa foi escancarada por ele, e Samuel mal teve tempo de chamar pelo nome de sua ruiva quando mirou ao cômodo com rapidez e viu que de costas não era ninguém menos que seu inimigo, Arthur Ketch.

   Não havia nem escutado sua voz e muito menos visto seu rosto, mas olha-lo de costa tão confortável em sua casa como se fosse uma visita esperando cafezinho era o bastante para tira-lo do sério.O ódio que Sam carregava do mafioso era pesado, poderia se banhar em seu sangue todos os dias sem sentir pena alguma, e mal sabia ele, mas se antes já tinha motivos para odiar Ketch...em breve teria bem mais.

      


Notas Finais


Eu amo vocês tá, e obrigada por ainda terem paciência e lerem até aqui.

Bjs bjs até o próximo.


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