História Máfia Secrets - Imagine Suga (BTS) - Capítulo 19


Escrita por: e Skay93

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Euamojaoku, Máfia, Romance, Skay93, Suga
Visualizações 66
Palavras 1.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa a demora, mais em breve!!!!

Capítulo 19 - Capitulo 16


Fanfic / Fanfiction Máfia Secrets - Imagine Suga (BTS) - Capítulo 19 - Capitulo 16

P.O.V S/n 

Um homem de meia idade expõe os produtos do leilão, fala o lance inicial e todos começam a oferecer seus lances, o mais caro até agora dos cinco produtos foi o vaso de jade, ninguém da nossa mesa deu lances ainda. Um chinês bonito que Maya me apresentou na entrada do salão, não para de encarar. 

- Sete mil e duzentos dólares!- Uma loira ao fundo dá lance em uma garrafa de vinho, me viro para olhar, mas acabo encontrando outra pessoa: Jackson. Ele estava conversando com um homem ao seu lado, mas para e olha em minha direção. Desvio o olhar rapidamente e dou te cara com a Maya me olhando. 

- Quem você está fuzilando ?- Ela me pergunta. 

- Ninguém, eu só...- O cara dos lances anuncia a ilha que Maya quer comprar. 

- Essa ilha é pra gente S/n – Ela diz empolgada. 

- Para esquentar esse lance, junto com essa ilha luxuosa no Pacífico um iate e um carro esportivo. Lance inicial 11 milhões de dólares, alguém senhoras e senhores. 

- 11 milhões e 100 mil- Um senhor anuncia e todos na sala suspiram. 

- 11 milhões e duzentos- Um outro lança. 

- 11 milhões e quatrocentos- rebate o primeiro. 

- Sim...sim... um, dois, três e vendi...- O homem dos lances falava quando Maya manda: 

- 11 milhões e setecentos! 

- 11 milhões e novecentos!- O primeiro rebate. 

- 12 milhões e trezentos- Maya manda 

- 12 milhões e setecentos- Rebate o outro senhor. 

- 12 milhões e novecentos- Maya rebate e todos na sala já arregalam os olhos. 

- 13 milhões e quinhentos- O primeiro anuncia. 

- E... E... VENDIDOOOOO!!!!!- O homem bate o martelo e todos batem palma, inclusive Maya. 

- Como assim, você não queria comprar Maya?- Hyuna pergunta. 

- Calma... calma... olha só...- ela responde enquanto o senhor que ganhou os lances se levanta e anuncia. 

- Gostaria de leiloar o conjunto por 5 milhões de dólares e um jatinho por 2 milhões- As pessoas na sala olham assustadas. 

- Comprado!- Maya grita e todos aplaudem. 

- Como você sabia ?- pergunto surpresa sorrindo. 

- Ele não tem todo esse dinheiro para pagar – Ela se levanta e vai buscar suas garantias. 

Nesse momento vejo Suga me encarando, seu olhar pesa muito, me sinto aflita, como se eu fosse uma... não sei... suja. Me levanto da mesa pedindo licença e vou até o banheiro. Duas senhoras saem quando entro e fico sozinha olhando meu reflexo no espelho por um tempo. Abro a torneira e lavo as mãos com os olhos fechados. Quando abro Jackson está refletido no espelho me encarando, antes de qualquer reação minha, ele rapidamente me imobiliza, tapando minha boca. 

- Agora só eu falo e você escuta!- fala com a voz abafada no meu ouvido, meus pelos se arrepiam - Não vou te fazer mal nenhum! Nunca foi minha intenção, te peguei emprestado aquela vez porque queria perguntar qual é sua ligação com a minha irmãzinha Maya. 

-Como assim irmã, desde quando Maya é sua irmã? -Tenho vontade de perguntar mas sua mão ainda tapa minha boca. 

- Jackson o que você está fazendo?- Maya pergunta entrando subitamente. Ele me solta e olha surpreso para ela. 

- Como você entrou aqui? Eu deixei o... 

- Acha mesmo que o Zico ia me impedir de entrar aqui, ei vi você seguindo a S/n até aqui, devia ter vergonha nessa sua cara suja. 

- Minha cara que é suja, você nem contou pra sua amiguinha nosso relacionamento de irmãos. 

- Ele é o seu irmão e você nem me contou?- Pergunto para ela me sentindo traída. 

- Ele não é meu irmão, é meu primo! 

- Ahh, para com isso Maya, posso não ser de sangue, mas sou de coração meu pai te criou e nós te demos amor- Jackson falou com suavidade e ironia. 

- Uma coisa que eu nunca recebi nessa vida foi amor, seu sínico, quantas vezes vou ter que repetir: sai da minha vida vagabundo, morre diabo. – Ela se altera e dá um tapa na cara dele que surpreso não reage. Ela pega a minha mão e me arrasta para fora do banheiro, em direção a uma sacada atrás do salão. 

- Maya me solta, estou cansada de todos me arrastando como se eu não tivesse pés próprios, sempre me subjugando, como se eu não tivesse capacidade. 

- S/n eu nunca duvidei da sua capacidade, pelo contrário. Desculpa se eu demorei para te contar, eu sinceramente estou muito segura dos meus atos, mas estou com medo de jogar uma bomba em cima de você. A irmã que eu nunca tive é você!- Ela me abraça e começa a chorar. 

- Maya eu sei disso, por favor fica calma- Eu digo acariciando sua cabeça- Pode me contar qualquer coisa, chega de segredos entre nós, tudo que eu precisar saber quero saber agora. 

- Tudo bem, vou dizer, é uma história longa S/n e no final você vai fazer uma escolha, que não tem volta, escute seu coração e me prometa segredo e lealdade.- Ela diz séria se afastando. 

- Sempre Maya, sempre!- Respondo 

- OK... bem vejamos... você sabe apenas que fui criada pelo meu tio, porque meus pais morreram, que sou brasileira, mafiosa e agora sabe que Jackson é meu primo. S/n esse não é nem o começo, quando eu terminar de contar tudo precisa fazer uma escolha que vai mudar sua vida totalmente, por favor não hesite e me prometa que vai seguir seu coração.- Eu assenti esperando que ela continuasse - Meus pai não morreram de causa natural, eles foram assassinados na minha frente, na pior noite da minha vida quando eu tinha quatro anos! Morávamos no Brasil sem ninguém da família, por isso fui mandada para a Coréia viver com meu avô e meu tio, pai do Jackson, além dele claro. No começo eu era muito agarrada com o meu primo, ele era meu irmão mais velho e a única pessoa que eu ficava, quase nem via meu tio ou meu avô que na maioria das vezes estavam fora viajando por muito tempo. Por algum motivo que eu não sabia, naquela época, ele também começou a viajar com os dois, e eu já com 10 anos, passei a ficar totalmente sozinha porque meu avô rigoroso não deixava eu frequentar a escola e proibia todos os funcionários da casa de conversar comigo. Numa noite, quando eu já tinha 14 anos, andando pelo corredor, encontrei a porta do escritório do meu avô aberta e curiosa entrei. Mexendo nas suas coisas encontrei um livro preto escondido em uma das gavetas, abri e ele estava escrito a mão com a sua caligrafia caprichada, comecei a ler e vi que se tratava de um diário. Levei para o meu quarto e comecei a ler. Eram tantos segredos sujos, ele contava as experiências com a Máfia que herdou do meu bisavô, como escondia tudo através da empresa, falava dos seus parceiros, mas o pior era a história do seu rebelde filho mais novo, meu pai. Ele estudava em uma faculdade na Inglaterra, com o seu melhor amigo, filho do principal negociador do seu pai. Faltando um ano para retornarem para a Coréia e assumirem os negócios das famílias se apaixonaram por duas amigas brasileiras que estavam a passeio de férias pela Europa. Resolveram largar tudo por elas e se casarem, mas para isso precisavam da autorização de todo o cartel mafioso para saírem dos negócios, não conseguindo fugiram com suas noivas para o Brasil e recomeçaram a vida. A princípio parecia que todos haviam esquecido o fato, ou simplesmente ignorado, mas em uma dessas reuniões os avôs do Suga, da Jisoo e seus irmãos, todos eles já tinham nascidos, apresentaram vários documentos sobre uma investigação do paradeiro dos jovens rebeldes, suas esposas e filhas, dizendo que precisavam colocar um ponto final na história toda. Meu avô sabia o que ia acontecer, ou pelo menos esperava, mas não impediu, meus pais foram assassinados em um “ assalto” e eu fui mandada para a Coreia, seus amigos tiveram sorte, conseguiram escapar por alguns anos, mas depois foram assassinados em um “ acidente de carro”, a filha foi mandada também para a Coreia e adotada por um casal. 

Eu não sei o que me assustava mais, a história toda, ou o que eu achava que estava por vim. 

- S/n você é a segunda criança da história, seus pais foram assassinados, sinto muito. – Desabei em seu colo e comecei a chorar. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, obrigada.


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