História Mafia x Mafia - Capítulo 9


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Categorias TazerCraft
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Cellps, Comedia, Crossover, Drama (tragédia), Jazzy, Jvtista, Lgbt, Malepok, Mitw, Moonguado, Tortura, Violencia
Visualizações 20
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Alta do Hospital.


capítulo 9;

Alta do Hospital.

 

Era uma manhã nublada de uma terça-feira qualquer. O dia estava bom para alguns e para outros, estava horrível. Rafael tentou de todas as maneiras achar o hospital que o amigo estava hospitalizado, mais falhou. O celular do garoto estava desligado e sem rede. Mike não comentou com ninguém mais sentia falta do garoto. Ele havia feito alguns vários cortes acima do seu cotovelo, uma palma acima do cotovelo de cortes, ninguém desconfiava das caretas de dor de Mike. As garotas, trocaram de quarto ficando em apenas 1, um quarto grande para elas. Ficaram trancadas todo o tempo que Tarik havia sumido. 

 

Tarik estava feliz porque iria finalmente sair dali. Iria  finalmente ver novas cores, não aguentava mais aquele Branco problemático que ele via. Ele estava pronto para ir, mais alguém iria ter que busca-lo, e ele esperava por isso. Enquanto ele esperava pacientemente alguém ir buscá-lo, ele brincava com algumas crianças que estavam internadas, como Tarik estava com uma espécie de gesso no pé, as crianças quiseram desenhar ali, ele nem se importou e permitiu, eles desenhavam e falavam coisas fofas para ele que sorria. Uma garotinha foi até ele, segurou as mãos dele olhando-o nos olhos, com um sorriso sincero nos lábios.

 

— Moço, o que aconteceu com você? 

— Ah, um homem muito mal me machucou. — respondeu sincero, olhando a garotinha. 

—  Porque ele machucou alguém como você?

— Não sei, le só me bateu e eu fiquei assim, pequena. — apontou para si mesmo. E ela o observou.

 

O garoto de orbes negras estava acabado. Havia olheiras abaixo dos olhos, a pele mais pálida do que já era, era possível ver algumas de suas veias. Ele estava bem mais magro que antes. Seu pé com uma espécie de gesso, cheio de desenho das crianças que o observavam de longe, com um sorriso no rosto. A mão dele estava enfaixada, já que ele havia feito um corte com um galho no dia que havia caído. A garotinha suspirou fundo e sorriu.

 

— Você vai melhorar, moço. —  falou ela com um giz de cera em mãos, se ajoelhou e começou a fazer algo. 

— É, vou melhorar daqui a um longo tempo. — suspirou exausto. 

— Pronto! —  el observou o desenho da menina. Era ele e ela de mãos dadas, ele sorriu e a olhou, abraçando-a. 

— Ficou lindo! —  falou com os olhos fechados. 

— Moço, qual o seu apelido? —  um garotinho perguntou, com os olhos brilhantes.

— Pacman, ou Pac. E seus apelidos? —  perguntou risonho e eles riram.

—  Eric! —  o garotinho que perguntou.

— Nanny! —  a garotinha que ele abraçou.

 

Eles se apresentaram. Enquanto o mais velho dali esperava pelo amigo, ficou fazendo algumas piadinhas para os menores, que gargalhavam. Os de fora observavam a cena e riam. Minutos se passara, talvez se passou até 1 hora, era cedo por lá, 06:00 da manhã. Talvez agora fosse 07:00, não tinha certeza. Os meninos apareceram, ele se despediu das crianças e com a ajuda dos amigos, foram ir para o internato, assistir as aulas que teria hoje, Tarik era teimoso, todos estavam em horário de aula, por isso tudo estava calmo. Eles caminharam até a sala deles, que eram a mesma. 

 

—  Certeza que quer ir? E a sua recuperação? —  como sempre o mais preocupado do grupo, Neox, perguntou enquanto arrumava o braço do garoto atrás de seu pescoço para ajudá-lo a andar. 

—  Tenho certeza. Perdi muitos dias de aula. —  falou com convicção. 

—  Okay, então.

 

Eagle abriu a porta da sala sem bater, e ficou encostado nela, para ela não voltar. Os outros garotos entraram, esperando por Tarik entrar, respirando fundo, Tarik foi pulando e quando entrou na sala, todos o olharam surpresos. Ninguém falou uma palavra se quer, Eagle fechou a porta e foi ajudar o primo, Neox, para colocá-lo sentado numa carteira vazia. Viros e Philipe foram levar o atestado médico e explicar a situação atual o garoto. 

 

Tarik estava com seus pensamentos longe. Ele observava os desenhos feito pelos menores e sorria. Como seres tão inocentes e fofos conseguiram fazer ele se sentir tão bem, com apenas desenhos? Ele sorria e lembrava das carinhas exaustas dos menores. Ele não perguntou o porque eles estavam ali por não querer machuca-los com tal pergunta. Os menores pareciam abalados, mais mesmo assim sorriam como nunca. Neox e Eagle se sentaram e ficaram observando Pac, que sorria olhando os desenhos ali. 

 

— Pac parece feliz. —  comentou baixo, Neox. Eles observavam cuidadosamente o garoto, que estava entretido nos desenhos. Soltou uma lufada de ar e fechou os olhos.

—  Sim, aquelas crianças fizeram bem para ele. —  o outro primo, Eagle, concordou encostando a cabeça a parede e olhando o que estava de olhos fechados.

— Explicamos para a professora a situação de Pac. — diz Viros, observando o garoto que parecia estar distante, numa galáxia diferente. 

— E o que ela falou? — perguntou Gabriel abrindo rapidamente os olhos.

— Que mesmo ele estando nessa situação, ele terá que comparecer em todas as aulas. — Philipe diz sem ânimo, João Caetano passa a mão nas costas do amigo.

 

Todos ficaram em silêncio e começaram a prestar atenção em Tarik tentando entender que ele pensava. O garoto de orbes e cabelo negro estava em uma dimensão diferente. Ele se esqueceu de todos, de quem ele fingia ser e de quem ele é realmente, um mafioso. Ninguém imaginava que um ser tão inocente, fosse ser um mafioso, ou melhor, o mafioso mais poderoso do mundo. O garoto tinha pensamentos avoados, ele queria parar de ser quem era, queria ser um humano normal sem ter todas essas complicações da máfia NToday, ele só queria paz, não queria ser esse homem que ele era, não queria ser procurado por outros mil homens e mulheres do mundo, ele respirou fundo e olhou para a sala inteira, com um sorriso nos lábios observando a expressão surpresa, medonha e confusa dos garotos e garotas da sala, e voltou a realidade, desmanchando o sorriso ao lembrar de sua identidade secreta. 

 

— E-eu preciso ir para a d-diretoria. — falou quase inaudível para João C. e Caique, que somente foram até ele, ajudando-o a descer da mesa e saíram da sala. 

— E-eu... A-ah e-esquece. — Ishow iria ditar algo, mais desistiu a ver a porta fechar-se. Olhou pros amigos e se jogou na mesa, fechando os olhos e quase dormindo.

— B-bem, pode dar continuidade a aula... — Neox disse e a professora se levantou, Eagle se sentou na cadeira e se aconchegou para dormir. 

 

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Poseidon:

Poseidon é o irmão mais velho de Zeus e é o deus do oceano. Mora no fundo do mar com sua esposa Anfitrite e usa um tridente como arma, capaz de causar terremotos e tsunamis. Os gregos e outros povos, quando iam viajar, pediam a bênção de Poseidon para que não enfrentassem perigos no oceano.

*Trim  Trim* 

 

— Darei continuidade a essa atividade na próxima semana. Estão liberados. — os poucos alunos ali saíram correndo pela porta, os garotos, tanto como Cellbit e os outros, o colega de quarto de Tarik e Neox e os amigos, estavam sós naquela sala. Pareciam que iriam se matar a qualquer momento.

— Cadê o João e o Caique? — Ishow, que até então não havia dito nada, e pronunciou.

— Não sei, espero que estejam com ele. — Neox referiu-se ao ''Pac'' como ''ele''. Todos se entreolharam duvidosos sobre o paradeiro dos garotos. 

— Calma, João e Caique são ótimo em luta! E Pac também, vocês sabem. Não importa a situação de Pac, ele vai fazer algo para proteger. — Eagle complementou tentando acalmar os garotos.

— Sabemos. — disseram os garotos, Ishow andou de um lado para o outro.

— Essa escola está muito quieta- — quando Rafael L. iria terminar sua fala, gritos foram ouvidos, todos se olharam. Alguns foram até a janela ver o que acontecia, Ishow abriu a porta e foi verificar o que acontecia, e entrou de novo.

 

Galera, deu ruim. — João estava na porta ofegante e com o olho roxo, atrás dele Caique, que se apoiava nos joelhos segurando a costela.

 


Notas Finais




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