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História Mafiosos de preto - Jungkook BTS - Capítulo 1


Escrita por: ICY- e DALLA-

Notas do Autor


Nova fanfic amores, espero que gostem sim?❤️

Capítulo 1 - Prólogo;


Fanfic / Fanfiction Mafiosos de preto - Jungkook BTS - Capítulo 1 - Prólogo;

24/06 • 11:12¥Cuba.



Era uma tarde quente de domingo, Aika fumanva na pequena e bagunçada sacada da sua casa tendo uma vasta paisagem do litoral. Naquele momento ela não pensava em nada, apenas aproveitava seu tempo obsevando cada detalhe da vista ao meio da fumaça de seu cigarro.



Depois de alguns minutos daquele modo, ela sentiu seu estômago roncando ja que não havia comido nala o dia todo, entretanto ela foi em direção ate sua cozinha para ver se tinha algo para comer; mas infelizmente seu armário estava praticamente vazio. Para sua má sorte os mercados também estavam fechados então tudo que lhe restava era ir em algum restaurante que não estivesse fechado.



No entanto, ela foi ate a partes de trás da casa e abriu um uma placa escondida atrás de móvel pequeno, e dentro estavam cheios de fios de várias cores conectados em um botão de vidro. A mulher o apertou uma vez e logo uma luz verde começou a piscar.



— A belezinha ainda funciona! — Disse a si mesma.





A shin olhou para o teto do local onde no centro havia um lustre não muito longo, depois disso ela pegou um casaco roxo que estava no cabideiro perto da porta e suas chaves, e então saiu de casa olhando toda a extensão da rua suja e estreita.

Logo depois ela trancou bem a porta e tentou enfiar as chaves no bolso, porem sem que ela percebesse; o objeto de aço escorregou do mesmo, um erro talvez. 



(...) Depois de minutos andando, Aika conseguiu achar um restaurante não tão agradável; mas escolher nunca foi sua melhor opção. A mesma caminhou um pouco mais ate o estabelecimento e assim que abriu a porta rolante do local viu que não havia mais de 6 pessoas no local; o ideal.



A mulher caminhou até uma mesa mais no fundo e logo um menino simples caminhou de encontro a ela;



— ¡Hola, señora bienvenida! ¿Qué va a querer? 

(Olá senhora, bem vinda! O que vai querer? )



— Quiero un arroz con pollo, eso es todo.

(Eu quero um arroz com porco, apenas isso.)





O menino apenas concordou e Aika direcionou seu olhar para qualquer lugar vendo a movimentação do estabelecimento.

Parecia estar tudo bem porém a mesma viu uma mulher com traços asiáticos se aproximar de si e, com isso já pode deduzir no que estava prestes a acontecer.





Na rua de sua casa, dois homens andavam atentos para a direção da sua porta, logo um deles notou que supostamente sua chave estava no chão. O mesmo homem foi até a mesma e a pegou, nesse exato momento o celular de Aika vibrou em seu bolso, a mulhero pegou e o ligou já tendo a visão da pequena câmera escondida no objeto.





— Tu español es muy fluido para una mujer japonesa, ¿no?

(Seu espanhol é muito fluente para uma japonesa não é mesmo?)



:Aika Shin



A morena disse já se sentando a minha frente.



— Infelizmente a gente precisa se virar. — Disse mudando meu idioma para o japonês.



Antes que a garota se pronunciasse, olhei novamente para meu celular onde mostrava-me do alto aqueles dois homens que já estavam em minha casa mexendo e obsevando tudo. Entretanto apenas olhei nos olhos da jovem esperando algo mais sair de sua boca.



— Me falaram que você é muito cautelosa, me falaram também' que você é especial (...) Não acha que o seu talento está sendo jogado fora nessa cidade fajota? — A mesma sorriu.



— Veio aqui para saber do que eu acho sobre mim mesma? — Olhei mais uma vez para o celular, um dos homens caminhava até meu quarto e com isso tudo começou a ficar cada vez mais interessante.



— Eu viu fazer uma proposta para você; Aika Shin! — Ela disse me mostrando um pequeno cartão onde tinha os algarismos 698-0



— Quer dizer que você é a nova cobaia dele, bem vinda ao inferno! — Sorri pegando um cigarro em meu bolso. — Diga ao chefinho que eu não vou aceitar p*rra nenhuma dele, está me ouvindo? 



— Mas a senhorita ao menos ouviu a proposta, ou o que ele pode fazer se não aceitar? — Sorriu. — Agora nesse exato momento estão dois dos melhores homens na sua casa pegando cada informação sua, acho que você não ia gostar se esses dados caissem em mãos erradas não é — Afrontou com um bico falso.



Não pude evitar em dar uma gargalhada longa e alta para a mesma, com certeza a situação estava ficando melhor a cada segundo.

Sem delongas peguei no meu celular e o virei para ela, fazendo ela ver a imagem de ambos rondando por minha casa, e em seguida apertei o botão ligar que fez tudo explodir em um passe de mágica. Por conta do fogo as câmera quebraram-se todas perdendo o sinal mas aquilo foi o suficiente para amedrontar a jovem inesperiente a minha frente.



— Um recadinho para seu chefe — Disse me levantando para sair — Espero que ele entenda isso como um "não". Ja estou farta dessas situações.



Assim que dei as costas senti a mesma correr ate mim com uma arma em suas mãos, previsível para mim. A mesma partiu para cima, porém eu segurei seu abraço com força e o virei contra seu corpo fazendo com que a arma disparasse de raspão em sua perna.



— Previsível! Você não ia atirar em mim, seu chefe lhe mataria por isso. E pelo contrário; ele não sentiria sua falta, sentiria? — Sorri fortemente vendo a menina sofrer com a dor. — Pode acrescentar um tiro de raspão no recado do seu chefe, talvez ele te deixe viver ou termine com você (...) Como eu disse, bem vinda ao inferno garotinha. O avise bem para não voltar com mais ameaças! — Disse acendendo meu cigarro e saindo do local que ja estava amedrontado com o que havia acabado de acontecer. 



— Você vai se arrepender Shin! — A garota disse tentando se levantar.



Farta daquilo, não fiz nada a não ser caminhar para qualquer lugar.



Apesar de ser confiante em mim mesma, eu sabia que àquela visita não seria a última e que a cada segundo tudo se dificultaria ainda mais!



Depois de meses, eu confesso que fiquei surpreendida com as notícias que estavam chegando para mim.



"Um massacre em cuba matou 30 empresários, os responsáveis não foram descobertos ainda mas ha suspeitas de que são uma espécie de gangue mafiosa por conta de vários outros crimes como esses serem marcados pelos dígitos 698-0 com o sangue das vítimas nas paredes."



Lembrei das notícias que passavam constantemente nas manchetes.



Depois de meses, imaginei que havia conseguido me passar como "morta" para eles (...) 



Quem são eles?



Os mafiosos de preto, não são uma gangue pois seu trabalho e além do que difícil e também não são mafiosos pois isso é chamativo de mais. 

Eles são uma organização feita por inteligência especial e pessoas completamente bem treinadas para conseguir executar o serviço. 

Não trabalham para ninguém, a não ser para o Chefe; sua identidade nunca foi revelada mas de uma coisa e certa (...) Se você ja fez parte dessa organização, nunca sera possível sair.



Era o que havia acontecido comigo.



Eu era a AS8, a lider dos melhores lutadores, eu comandava todo tipo de arma, ou treinamento; eu fui acolhida pela organização quando tinha apenas 6 anos e com isso eu nunca havia apreendido mais nada além de roubar, destruir e matar. Porém tudo mudou quando eu tive a percepção do quão desprezível era aquela vida, matar por dinheiro, lutar por interesses e acabar com vidas inocentes; eu fiquei disposta a não fazer parte daquilo e por isso eu fugi deixando tudo para trás. Voltei para o Japão e forjei meu suicídio, logo vim para cuba crendo que poderia viver em paz (...) Mas agora eu sei que ele me descobriu e não é mais seguro para que eu fique aqui!





Meus pensamentos estavam a mil enquanto em caminhava até um bar no final da rua já bem distante do restaurante onde eu estava.



Ao abrir dou de cara com um homem entupindo-se de cerveja, porém se assusta ao notar minha presença.



— O-oque você está fazendo aqui? Some daqui! Eu disse que não queria ver mais sua cara! — Disse o mais velho se escondendo atrás do balcão.



— Relaxa Hoseok — Peguei uma garrafa de cerveja sem mesmo o pedir — Não é você que está em uma enrrascada!



O mesmo caminhou medroso para perto de mim e se sentou a minha frente. Jung Hoseok tinha uma dívida comigo, afinal eu o ajudei a planejar uma fuga. No meu último trabalho ele era o alvo, porém eu o ajudei forjando sua morte junto a minha; já que ele era a única opção para que eu saísse daquela vida de m#erda.



— Eu te dou 5 minutos para dizer o que quer e sair daqui! — Ele disse cruzando os braços.



— Preciso de dinheiro, ele estão atrás de mim novamente — Dei um gole no líquido amargoso — Preciso de uma quantia boa de dinheiro para sair de cuba (...) 



— Você é inacreditável — Bufou — Quanto precisa?



— 700.000 pesos — Sorri lambendo a boca da garrafa. 



— Você e está louca? Você não precisa disso tudo, 70.000 o suficiente — Ele revirou os olhos.



Nesse exato momento larguei a garrafa e tomei em mãos a gola de sua camisa, levantando com raiva. Entretanto olhei fundo em seus olhos e disse:



— Escuta Jung, se você não me der esse dinheiro não vai ser nada útil (...) Eu te ajudei a fugir não foi por que eu gosto de você, então se não me entregar a porra dos 500.000 eu vou terminar o trabalho de te matar hoje! — Balancei seu corpo com pressão vendo o mesmo engolir em seco.



— C-conta 631029-01 (...) Lá você vai encontrar a quantia que precisa. — Disse ele quase entalado



Ao solta-lo, senti o mesmo respirando fundo com um alívio.



— Se eles sabem que eu estou aqui supostamente sabem de você também — Tirei uma nota dinheiro do meu bolso, deixando-a ao lado da garrafa — Toma cuidado pra não morrer.



Dito isso sai sem olhar para trás, ja não tinha mais o que fazer naquele lugar.



Agora meu destino era arrumar as coisas o mais rápido possível para sair de cuba, e talvez isso fosse meu maior desafio nesse momento. Eu conhecia bem a organização e sabia que eles fariam o necessário para me encurralar (...)



                 15:06¥Cuba.



Horas se passaram, eu havia conseguido a quantia dobrada do que precisava, havia comprado algumas roupas; apenas o nescessário para a viagem e estava a caminho para o aeroporto. Ao chegar no local coloquei meus óculos de sol e comecei a caminhar atenta a qualquer movimentação indiferente do local.



Enquanto andava, senti um grupo de 2 homens e 3 mulheres de roupas escuras observando o local, e eu tive a impressão de que fossem da máfia já que um deles me olhou brevemente e com um sussurro avisou os demais.



— Droga — Disse como um murmúrio indo em direção oposta, estava louca para sair daquele lugar.





45 min depois.



— Obrigado a todos por voarem na gearheat, esperamos que tenham uma ótima viagem. Por favor coloquem os cintos e permaneçam em seus acentos (...) — Ouvi a voz da aeromoça ecoar pelo cômodo cheio.



Estava calma, olhando pela janela; até naquele momento estava calmo e eu tinha quase a convicção de que conseguiria fugir em segurança. Faltava pouco!



— Hola, ¿puedo sentarme aquí? — Notei uma mulher de traços asiáticos sentar do meu lado. — Eres asiática? 



A mulher parecia simpática e aparentava ser nova, porém eu não dei a mínima; apenas me virei contra ela e voltei a olhar para a janela.



— Sinto que você é japonesa, devo estar certa não é? — Gargalhou levemente.



— ¿Puedes hacer un poco de silencio? Tengo la intención de pelar 

(Pode fazer um pouco de silêncio? Eu pretendo descascar) — Perguntei olhando impaciente para ela.



A mesma apenas concordou com a cabeça e eu voltei a minha atenção para o lado de fora ja que o avião estava prestes a decolar.

Poucos minutos haviam se passado, eu já estava farta de ver a vista da cidade do alto; entretanto me ajeitei na poltrona e fechei meus olhos tentando relaxar; parecia mesmo que meu plano estava indo como planejado!



04 hrs depois.



Comecei a ouvir estalos, pessoas conversando mais alto e um ranger estranho tomar conta do local, abrindo meus olhos vi que as pessoas pareciam atentas e amedrontadas, vi também algumas aeromoças correndo para a parte traseira do combo e o som do rádio falhando.



— What's happening? I'm getting scared — Ouvi uma mulher do outro lado perguntando aos demais.



Nesse exato momento um impacto forte se fez presente, fazendo todo local temer, quando olhei para o lado vi aquela mesma menina; que por si estava calma e quase transparecendo um sorriso.



— O que está acontecendo? — Gritei vendo a mesma se levantar com um sorriso entre os lábios. 



— O que está acontecendo? — Levantou uma das sobrancelha — Nos vamos cair.



Nesse exato momento o avião tombou totalmente para o lado, fazendo meu corpo bater com forca na janela. Naquele momento todos ja estavam em gritos ensurdecedores, e aquela menina estava presa a uma corda que mak sabia que estava lá. 



— Isso é armação dos 698-0 não é sua v#dia? — Perguntei tentando me segurar nos bancos.



— Prazer AS8, me falaram que você é a melhor — Ela pegou uma algema e prendeu uma parte em seu próprio pulso e a outra no meu — Eu sou Yeji, e eu também sou a melhor!



Nesse exato momento uma explosão aconteceu em uma das asas do avião, todos os vidros se quebraram com impacto e meu corpo foi completamente jogado para fora da cabine; juntamente com aquela mulher.

Como estávamos de uma altura totalmente alta, a falta de ar se fez presente me mim, olhei para mulher e ela usava uma maraca de ar, olhei para baixo e so via um azul escuro. Supostamente estavamos ao meio do mar e eu não tinha ideia de onde aquela mulher iria pousar, porém minhas forças diminuiam a cada segundo que passavam. Eu não tinha mais forças para tentar me manter sóbria e então tudo que fiz foi me deixar levar; não possuia forças para relutar.



10 hrs depois.





Meu corpo foi completamente coberto por um líquido totalmente gélido, e por segundos abri meus olhos vendo que um homem de roupas pretas havia acabado de jogar um balde se água fria sobre mim.



— P#rra! — Disse tentando me mexer porém ali vi que minhas mãos estavam amarradas por trás da cadeira que eu me sentava. — Me solta p#rra! Me solta agora seus filhos da mãe! — Gritei irritada.



Olhei a minha volta e eu me encontrava em uma sala iluminada por uma luz verdeada, la estavam também aquela mulher, um homem já famíliar para mim e de não tão longe uma poltrona virada contra mim, me impedindo de vir que se sentava lá.



— Você acordou mais tarde do que eu esperei! — Ouvi a voz já famíliar — Você não era assim! Era mais forte(...)— Nesse exato momento a cadeira se virou, logo tento a visão de Kim Namjoon, a autoridade maxima entre nós.



— Acho que perdi o jeito, talvez eu não sirva mais para o trabalho — Ironizei — Pelo menos vocês ainda tem medo de mim — Me referi a estar presa.



— Você é engraçada — Ouvi uma gargalhada do mesmo enquanto caminhava ate mim — Sempre bem humorada. 



— O que você quer, já estou cansando de estar sentada a sua frente! — Cruzei as pernas o olhando firme.



— O que eu quero? Eu quero que você cumpra o juramento, nossa organização é rígida e não admitimos que alguém quebre as regras! Você violou uma, deixando-a de lado (...) Se você não voltar para a 698-0 — Chegou bem perto de meu rosto — Infelizmente você vai ter que ser morta.



— Morta? Se eu negar agora eu vou ser morta? — Gargalhei exageradamente — Quem ira me executar? Você? Aquela garotinha de m#rda? — Olhei para ambos com desgosto.



— Eu mesmo vou fazer isso! — Ele começou a me rodiar — Agora, nesse exato momento; estamos no meio do oceano pacífico, o oceano mais fatal que possa existir; se eu te jogar dele acha mesmo que alguém vai te salvar (...) Ou sentir sua falta? — Sorriu.



— Por quê não pula comigo, vamos dar um mergulho! — O provoquei com ódio.



— V#dia! — Tentou mandar o controle — Infelizmente eu não sei nada! — Senti o mesmo passando a mão fortemente em meus fios.



— Enfia um peixe no c# e fingi que é sereia otário! — Olhei para ele, e levemente levantei meus pulsos mostrando a ele que havia conseguido desamarrar as cordas.



Naqueles momentos ele viu que minhas mãos estavam livres e era nítido que não gostava nada dessa situações.



— Segurem-a — Ele disse dando passos para trás.



— Não me toquem — Fiz o homem e a mulher pararem já que viram que eu não iria revidar — Eu não vou revidar, e voltar para a organização — Vi ele sorrindo — Mas eu quero com uma condição.



— Condição? — Revirou os olhos — O que séria isso?



— Minha liberdade! — Cruzei os braços — Eu matarei, roubarei (...) Farei o que quiserem, mas no final eu quero minha liberdade. Nada mais justo!



Namjoon estava de "mãos atadas", ele sabia que se não concordasse eu não iria aceitar e, me matar seria a pior escolha que ele teria.



— Sua liberdade? — Murmurou — Então assim sera, sua última missão para sua liberdade. — Ele estendeu a mão para mim.



Entretanto olhei o ato com nojo, logo cuspi no chão com repulsa total começando a caminho para a porta.



— Cala boca, eu quero ver meu arsenal de armas! — Disse minimamente.



Eu poderia ate parecer calma, mas eu tinha total certeza de que não haveria nada fácil; minha liberdade não séria tão simples assim!


Notas Finais


Espero que gostem ✨🥂


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